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HONDA CG 160 É MOTO MAIS VENDIDA NO BRASIL EM 2020; VEJA TOP-10

Honda e Yamaha dominam ranking de motos mais emplacadas no País, de acordo com números divulgados pela Fenabrave

2020 foi um ano em que as vendas de motos ficaram abaixo das estimativas e do resultado obtido em 2019. A pandemia da covid-19 é responsável em grande parte pelos números, pois as fábricas em Manaus entraram em pausa temporária nos meses de abril e maio.

Ainda que tenham retornado, as fábricas retomaram as atividades com mudanças para evitar o contágio dos funcionários o nível de produção foi impactado e isso afetou o total de emplacamentos no ano passado.

De acordo com os números divulgados pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), em 2020 foram emplacadas 915.502 motocicletas, resultado 15,04% inferior em relação ao registrado em 2019, quando o Brasil registrou a marca de 1.077.537 unidades emplacadas.

Mesmo com números inferiores aos de 2019, 2020 mostrou que o mercado segue basicamente da mesma forma que nos anos anteriores em termos de mercado, com a Honda dominando e a Yamaha em um distante segundo lugar. O top-10 de motos mais vendidas no Brasil mostra apenas modelos das duas fabricantes.

A moto mais emplacada no Brasil em 2020, como aconteceu em 2019, foi a Honda CG 160. Foram 269.226 unidades emplacadas, fazendo do modelo o líder da lista com larga vantagem. Mesmo com a liderança, a CG 160 foi menos emplacada do que em 2019, quando o total de emplacamentos para a moto chegou a 307.973 unidades.

A segunda moto mais emplacada em 2020 foi a Honda Biz – a Fenabrave, assim como na CG 160, não separa por versão - com 139.485 emplacamentos. O top-5 é completamente dominado pela Honda, com NXR 160 Bros, Pop 110i e CB 250F Twister, nesta ordem, fechando o grupo das cinco motos mais vendidas no Brasil no ano passado.

Em relação aos scooters, apenas o Honda PCX entra na lista, em sexto lugar. A única fabricante a figurar no top-10 além da Honda é a Yamaha, que coloca Fazer 250, Factor 150 e Crosser em sétimo, oitavo e nono lugares, nesta ordem. O décimo lugar é da Honda XRE 300.

Confira a lista das dez motos mais emplacadas no Brasil em 2020, segundo os números da Fenabrave:
Posição Modelo Unidades emplacadas
1 Honda CG 160 269.226
2 Honda Biz 139.485
3 Honda NXR 160 Bros 101.177
4 Honda Pop 110i 82.877
5 Honda CB 250F Twister 28.629
6 Honda PCX 26.659
7 Yamaha Fazer 250 23.655
8 Yamaha Factor 150 22.609
9 Yamaha Crosser 21.652
10 Honda XRE 300 16.976

YAMAHA DO BRASIL CONFIRMA FIM DA LINHA PARA A SUPER TÉNÉRÉ 1200

Modelo, que teve o fim da produção decretado no exterior em novembro do ano passado, seguiu o mesmo caminho no Brasil

O que era esperado aconteceu: a Yamaha do Brasil anunciou nesta sexta-feira (8) que a Super Ténéré 1200 sai de linha no País. Em novembro do ano passado, a fabricante anunciou no exterior o fim da produção da bigtrail, já que as normas de emissão de poluentes Euro5 entra em vigor na Europa neste ano.

No Brasil, a Super Ténéré 1200 era produzida há dez anos e transformou em uma moto desejada por muitos motociclistas. A versão mais atual, a DX ABS, é equipada com motor dois cilindros em linha de 1.199 cm³ de cilindrada, que entrega 112 cv de potência máxima a 7.250 giros e torque máximo de 11,9 kgf.m a 6.000 rpm.

Apesar de admirada por muitos, a Super Ténéré 1200 já sofria a ação do tempo, sendo superada em potência e tecnologia por modelos como a BMW R 1250 GS e Triumph Tiger 1200. A Yamaha, então, decidiu por um caminho diferente do que a Honda seguiu com a Africa Twin e optou por descontinuar a Super Ténéré 1200.

A Honda, por sua vez, aumentou a cilindrada da Africa Twin – que passou a se chamar CRF 1100 Africa Twin – como solução para se adequar às normas Euro5. Além disso, para fazer frente às rivais, a Honda deu uma repaginada no visual da bigtrail e acrescentou recursos eletrônicos, além de um painel TFT.

A Super Ténéré 1200 DX ABS conta com painel digital em LCD e na eletrônica os recursos são suspensões eletrônicas, controle de tração, modos de pilotagem, aquecimento de manoplas e piloto automático.

Para alguns, tais recursos são mais do que o suficiente para fazer da Super Ténéré 1200 uma boa moto, elogiada por características como robustez e custo de manutenção. Nada disso, porém, foi suficiente para a moto sobreviver por mais tempo.

Vai fazer falta a Super Ténéré 1200?

EMPLACAMENTO DE MOTOS CRESCE EM DEZEMBRO, MAS 2020 MOSTRA QUEDA

Total de motos emplacadas em 2020 é inferior ao registrado em 2019, ainda que último mês do ano passado tenha apresentado bom resultado

A pandemia da covid-19 segue afetando diversos países e, por consequência, as atividades ao redor do globo. O resultado final do mercado de motos no Brasil em 2020 é um exemplo disso, de acordo com os números divulgados pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores, a Fenabrave.

O último mês do ano passado, porém, apresenta números que trazem certa dose de otimismo. Em dezembro, foram emplacadas 98.831 unidades, aumento de 10,5% em relação a novembro. Mas até em relação a dezembro de 2019 o resultado apresentado no mês passado é 5,02% superior.

No acumulado dos 12 meses de 2020 é que o impacto da pandemia é sentido: o segmento fechou o ano passado com 915.502 motocicletas emplacadas, queda de 15,04% em relação ao total de emplacamentos registrados em 2019 (1.077.537 unidades).

“Assim como os demais segmentos, as motos sofreram com a queda na produção local e na importação de peças e componentes, em função da pandemia. No entanto, ao contrário de outros anos, notamos que houve boa oferta e aprovação de crédito, com taxas de juros razoáveis, o que favoreceu e continua estimulando o aumento de demanda, gerada pela utilização de motocicletas como transporte individual e para serviços de entrega”, disse Alarico Assumpção Júnior, presidente da Fenabrave.

Além disso, Assumpção Júnior ressalta a paralisação das fábricas em abril e maio, o que segundo o dirigente teve impacto direto no número de emplacamentos em 2020. “Não fosse isso, teríamos alcançado a projeção de superar 1.100.000 unidades em 2020”, completou.

ROYAL ENFIELD DEVE LANÇAR CRUISER 650 EM 2021, DIZ IMPRENSA INDIANA

De acordo com imprensa indiana, modelo pode ganhar sistema de navegação curva a curva que estreou na Meteor 350

Se você acompanha este espaço frequentemente, já viu que a Royal Enfield trabalha em uma cruiser que deve utilizar o mesmo motor das twins, o bicilíndrico de 648 cm³ de cilindrada da Continental GT 650 e da Interceptor 650.

O modelo já foi flagrado em algumas oportunidades e alguns detalhes, como a suspensão de garfo invertido na dianteira e as rodas aparentemente de alumínio, puderam ser vistos.

AS MAIS DESEJADAS DA ROYAL ENFIELD!
No mais recente flagra, feito pelo portal Gaadi Waadi, a cruiser 650 da Royal Enfield aparece com um para-brisa acima do farol dianteiro e protetores laterais para o motor.

Os itens podem ser parte de uma linha de acessórios originais para a novidade, que também pode contar com o sistema de navegação curva a curva Tripper, desenvolvido em parceria com o Google e que estreou na Meteor 350.

Em relação ao motor, os números devem permanecer os mesmos vistos nas ‘twins’: 47 cv de potência a 7.250 giros e torque máximo de 5,3 kgf.m a 5.250 giros.

Ainda de acordo com o Gaadi Waadi, o protótipo está quase pronto e isso indica que o modelo está próximo de ser lançado, o que segundo a publicação pode acontecer ainda neste ano.

GASOLINA MAIS CARA PARA FAZER A VIAGEM DE FINAL DE ANO

Levantamento do IPTL (Índice de Preços Ticket Log) registra um aumento de 15% no preço da gasolina na Região Sudeste

O fim do ano está aí e com ele vem os preparativos para pegar a estrada e fazer aquela viagem de turismo tão planejada ou mesmo para visitar os familiares e amigos.

Além dos cuidados mais do que necessários para lidar com as mazelas causadas pela pandemia do Covid-19, em 2020, é preciso preparar o bolso para tirar a moto da garagem.

O relatório do Índice de Preços Ticket Log (IPTL) indica que a gasolina voltou a subir na Região Sudeste e registra 15% de aumento desde o mês de maio, período considerado como o pico da pandemia no Brasil.

Na primeira quinzena de dezembro, o litro da gasolina foi vendido a R$ 4,702, em média. Se esse valor para o combustível já incomoda, é bom estar preparado para um preço ainda maior para o final do ano e o início de 2021.

A Petrobras anunciou para essa terça-feira (29/12) um aumento de 5% no preço médio da gasolina nas refinarias, que preparam o produto para os distribuidores, postos de combustíveis e, por fim, para o consumidor final.

Foto: Renato Araújo/Agência Brasil

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