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FABRICANTE DE RODAS, ROTOBOX APRESENTA SUPERMOTO SPLICE

Marca eslovena de rodas de fibra de carbono vai além e cria modelo de supermoto baseado nas WR250 e WR450 da Yamaha

A Rotobox é conhecida por fabricar rodas de fibra de carbono para motos, mas agora resolveu ampliar o campo de atuação e lança a supermoto Splice. Para levar o modelo ao mundo, a fabricante criou a divisão Rotobox Moto - seria um sinal de que outros modelos virão?

A Splice é baseada em duas motos da Yamaha, as WR250 e WR450. A Yamaha Austria Racing Team (YART) ajudou a Rotobox Moto na criação da moto, que está equipada com itens de alto padrão, como suspensões Öhlins e freios Brembo.

As rodas, evidentemente, são de fibra de carbono e o peso do modelo em ordem de marcha é de apenas 118 quilos. Por fim, os pneus são Bridgestone slick e a Splice conta com faróis e piscas, indicando que a motocicleta pode rodar nas ruas.

O preço, entretanto, não é dos mais agradáveis: a Rotobox Splice sai por €29.830, praticamente R$ 130 mil na conversão direta.


COM CLÁSSICAS E LENDAS, HONDA ABRE MUSEU DE MOTOS AO PÚBLICO

Honda Fan Club receberá visitas gratuitas aos sábados; modelos como a CB 600F Hornet e a CG 125 de 1976, a primeira fabricada no Brasil, estarão no local

A Honda convidou a imprensa para visitar o CETH (Centro Educacional de Trânsito Honda) nas comemorações de 20 anos do local, que fica em Indaiatuba, no interior do Estado de São Paulo.

O MOTO.com.br esteve no CETH e, além de explorar o local e participar ativamente de exercícios com motos – como passar pela prancha sem cair e testes de frenagem – visitou o Honda Fan Club, museu de motos da marca.

Assim como a reportagem, o público poderá visitar o local todo sábado a partir de 5 de janeiro, quando a Honda abre o museu para visitações pela primeira vez.

O visitante encontrará desde clássicos como a CG 125 de 1976 – a primeira moto da fabricante produzida no Brasil – a CB 400, de 1982, três unidades da CBX 750 (popularmente conhecida como sete-galo) uma CBR 1000RR Fireblade autografada por Marc Márquez, a lenda (e saudosa) CB 600F Hornet e uma NX 350 Sahara de 1991, entre outras.

Ao lado de cada modelo há placas com o nome e uma breve explicação. No total, 58 motos estarão expostas no Honda Fan Club. Além disso, há itens como capacetes, um macacão de Alex Barros e a CRF 450 Rally utilizada por Jean Azevedo no Rally Dakar.

Serviço

Museu Honda Fan Club

Data: todos os sábados
Horário: das 09h às 17h
Endereço: Alameda Comendador Dr. Santoro Mirone, 1460 - Distrito Industrial João Narezzi, Indaiatuba - SP, 13347-300
Informações: (19) 3198-2615
Observações: as visitas são gratuitas e os visitantes serão atendidos por ordem de chegada. Local com acessibilidade

SUZUKI APRESENTA INTRUDER SP 150 NA ÍNDIA

Modelo é uma mistura de estilos e surpreende pelo desenho ousado

A Suzuki apresentou na Índia a nova Intruder SP 150 2019. De cara, o que chama a atenção na moto é o design, uma mistura de estilos: um guidão que se assemelha ao de um scooter e uma carenagem que a deixa com uma cara de cruiser - no site oficial, a Suzuki a descreve como uma "cruiser moderna".

No pacote técnico, freios a disco nas duas rodas com ABS, câmbio de cinco velocidades e suspensão de garfo telescópico na dianteira e monoamortecida na traseira.

O propulsor é um monocilíndrico refrigerado a ar de 154,9 cm³, que gera 14,8 cv a 8 mil giros e torque de 1,42 kgf.m a 6 mil giros. Em relação à versão padrão - o SP é de Special Edition (Edição Especial) - os diferencias são a cor, um preto fosco, e o pequeno encosto para quem vai na garupa.

Por enquanto, a fabricante vai comercializar o modelo na Índia. Você gostaria de ver a Intruder SP 150 no Brasil?

YAMAHA LANÇA NOVA GERAÇÃO DA LANDER E TIRA TÉNÉRÉ 250 DE LINHA

Modelo ganha novo design e ABS na roda dianteira, além de kit Touring como opcional

A Yamaha apresentou a nova geração da Lander 250 e trouxe novidades para a trail. O desenho da moto era praticamente o mesmo desde 2006, ano em que foi lançada. Para a nova geração, a Lander ganhou um novo design e está mais encorpada, com uma porção dianteira inspirada na XT660R. O tanque de combustível ganhou em capacidade, passando de 11 para 13,6 litros.

Pelos lados do propulsor, permanece o monocilíndrico de 249,5 cm³ bicombustível, que desenvolve potência máxima de 20,7cv com gasolina e 20,9cv com etanol, sempre a 8.000 giros. O torque, no entanto, é o mesmo com os dois combustíveis: 2,1 kgf.m a 6.500 giros.

Segundo a Yamaha, apenas o sistema de alimentação foi modificado: a Lander 250 ABS ganhou uma nova injeção eletrônica, com injetor de dez furos. A fabricante diz que a modificação gera uma queima de mais eficiente, trazendo melhores respostas e eficiência no consumo de combustível.O conjunto óptico também foi renovado, com lanterna e farol em LED, mantendo somente os piscas com lâmpadas. O painel, inspirado na Fazer 250, agora conta com indicadores de consumo médio e instantâneo.

O MOTO.com.br foi convidado pela fabricante para pilotar a nova Lander 250 ABS e o que se percebeu é que a motocicleta se manteve ágil e ganhou na frenagem com a adição do ABS na dianteira. Foram mais de 200 quilômetros percorridos entre Campos do Jordão e o interior de Minas Gerais.

Os freios mantiveram as dimensões da geração anterior, disco de 245mm e uma pinça de duplo pistão na frente, e um disco de 203mm e pinça simples na traseira. De acordo com a fabricante, a decisão por ABS apenas na roda dianteira foi baseada nos custos de produção.

Já o chassi todo em aço, de dupla trave superior e berço semi-duplo, foi modificado para receber o tanque maior e um assento em dois níveis. Os pneus são Metzeler Tourance nas medidas 80/90-21 na dianteira e 120/80-18 na traseira - exatamente os mesmos que equipavam a Ténéré 250. Isso mesmo, equipavam, pois a Yamaha vai tirar de linha a Ténéré 250

Quem se sentir órfão com a saída da Ténéré 250 da linha de motos novas poderá adquirir um Kit Touring para a Lander 250 ABS, que contará com acessórios como bagageiro, bauleto de 33 ou 35 litros, além de protetor lateral do motor e para-brisa.

A nova geração da Lander 250 ABS chega às concessionárias da Yamaha na segunda quinzena de janeiro do próximo ano, em três opções de cor: azul (Competition Blue), branco (Sports White) e preto (Black Eclipse). O preço, segundo a fabricante, será divulgado na ocasião da chegada da moto às lojas.

Confira a ficha técnica da nova geração da Lander 250 ABS 2019:

MOTOR Motor SOHC, 2 válvulas, Refrigeração a Ar, 4 Tempos
Cilindrada 249,5
Quantidade de Cilindros 1
Potência Máxima 20,7cv/8.000 rpm (Gasolina) – 20,9cv/8.000 rpm (Etanol)
Torque Máximo 2,1 kgf.m/6.500 rpm (Gasolina) - 2,1 kgf.m/6.500 rpm (Etanol)
Alimentação Injeção Eletrônica
Sistema de Partida Elétrica
Peso a seco 143 kg
Câmbio 5 velocidades
SUSPENSÃO Dianteira Garfo telescópico
Curso da Suspensão Dianteira 220 mm
Traseira Balança traseira tipo Monocross com link
Curso da Suspensão Traseira 204 mm
FREIOS Dianteiro Disco hidráulico de 245 mm
com sistema anti bloqueio (ABS)
Traseiro Disco hidráulico de 203 mm
DIMENSÕES Altura do assento 875 mm
Comprimento total 2150 mm
Largura Total 815 mm
Altura Total 1210 mm
Altura mínima do solo 270 mm
Distância entre eixos 1385 mm
Tanque de Combustível 13,6 L (4,1 L reserva)

KAWASAKI Z 400 DEVE VIR AO BRASIL E AGITAR MERCADO DE PEQUENAS NAKED

Com pacote técnico da Ninja 400, naked deve mexer com o segmento e incomodar rivais como a Yamaha MT-03

Kawasaki apresentou no Salão de Milão, que aconteceu no início de novembro, a naked Z 400. O novo modelo usa o motor de dois cilindros e 399 cm³ que equipa a sua “irmã” esportiva, a Ninja 400, mas não tem carenagem. A Z 400 deverá chegar o Brasil somente no segundo semestre do próximo ano e possivelmente será mostrada no Salão Duas Rodas 2019. O modelo tem como atrativo a facilidade de pilotagem, design imponente e peso reduzido.

A nova naked da Kawasaki mostra que a fabricante está um passo a frente das concorrentes no segmento das compactas premium. No Brasil, a Z400 terá a concorrência da Yamaha MT-03 - que usa motor de dois cilindros, porém com 42 cv - e a KTM 390 Duke, que tem 44 cv de potência, mas motor monocilíndrico.

O bicilíndrico da Z 400 e atinge a potência máxima de 48 cavalos. Porém o grande atrativo é o torque próximo de 4 kgf.m. Tal característica facilita a pilotagem, pois não exige muita aceleração nas arrancadas ou ultrapassagens. Outra novidade herdada da Ninja 400, que tem câmbio de seis marchas, é a embreagem deslizante, que evita derrapagens em caso de reduções fortes ou engates errados de marchas.

Ciclística e peso
O quadro de aço em treliça remete ao desenho da superesportiva H2 e usa o motor como elemento estrutural. O entre-eixos curto (1.369 mm) e o centro de gravidade baixo facilitam a pilotagem em velocidades reduzidas e as mudanças de direção em meio ao trânsito travado.

A suspensão usa garfo telescópico na dianteira (curso de 120 mm) e monoamortecedor na traseira com cinco regulagens e 130 mm de curso. O conjunto de freios tem disco dianteiro de 310 mm e 210 mm na traseira com sistema ABS de série.

As rodas de liga ganharam novos desenhos e têm 17 polegadas de diâmetro. Elas usam pneus 110/70, na dianteira, e 150/60, na traseira. Segundo a Kawasaki, o design mais afilado da Z400, suas novas rodas e até o conjunto de escape mais “enxuto” foram capazes de manter o peso de 177 kg. “Baixo considerando o porte da moto”, informa a empresa em seu comunicado à imprensa.

Na busca por uma posição confortável de pilotagem o fabricante instalou um guidão largo, pedaleiras não tão recuadas e banco a somente 78 cm do solo. O único cuidado deve ser tomado ao subir em guias, por exemplo, pois a Z400 está a poucos 14 cm do solo.

O enorme painel tem design inovador e de fácil leitura ao misturar mostradores analógicos e digitais. O mostrador destaca a marcha engatada e ainda avisa se o piloto está sendo econômico em sua tocada - o famoso ECO, que aparece no painel.

A julgar pelos dados técnicos da Kawasaki Z400 ela tem tudo para fazer o mesmo sucesso experimentado pela sua “irmã menor”, a Z 300 - que vendeu mais do que a Ninja 300 no Brasil. Sua principal concorrente será a Yamaha MT-03, a mais vendida do segmento, mas que tem motor menor e menos potência. Como é de conhecimento geral, “cilindrada” e potência são fortes apelos de venda no Brasil.


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