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FREIOS COMBINADOS E CONSUMO SÃO DESTAQUE NA BROS 160 ESDD

Todo motociclista, novato ou veterano, quer pilotar uma motocicleta na qual ele se sinta o mais seguro possível – para quem acabou de entrar no mundo das duas rodas, a sensação de segurança é ainda
mais importante.

A Honda Bros 160 ESDD, com o sistema de freios combinados, proporciona tal sensação para o motociclista. Com a nomenclatura CBS (Combined Braking System), o sistema atua quando o freio traseiro é
acionado: 30% da carga é direcionada para o freio dianteiro. Com discos nas duas rodas (240 mm na dianteira e 220 mm na traseira), a frenagem é eficiente e a motocicleta se mantém equilibrada,
mesmo nos casos em que a reportagem do MOTO.com.br precisou pressionar o pedal com mais força.

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O motor bicombustível e monocilíndrico de quatro tempos, com 162,7 cm³ de cilindrada, desenvolve 14,5 cv a 8.500 rpm (gasolina) e 14,7 cv a 8.500 rpm (etanol), com o torque de 1,46 kgf.m a 5.500
rpm (gasolina) e 1,60 kgf.m a 5.500 rpm (etanol). Para o perímetro urbano, o propulsor oferece força suficiente para os desafios de uma cidade como São Paulo, local no qual a moto foi testada.

Por o torque máximo surgir na faixa dos 5.550 rpm, a resposta do motor é ágil e vem assim que o piloto exige um pouco mais do acelerador, permitindo subir ladeiras e retomar a velocidade sem
grandes esforços – isso contando apenas com o condutor, a reportagem não testou a moto com garupa.

A entrega de tal torque acontece de forma progressiva e sem trancos, auxiliada pelo câmbio de cinco velocidades, bem escalonado. Ainda no assunto transmissão, o ponto a desejar é a ausência de um
indicador de marchas no painel, item importante especialmente para pilotos novatos.

Rodando apenas no perímetro urbano, foi no consumo que a Bros 160 ESDD se destacou. Com uma condução tranquila, a motocicleta da Honda atingiu a marca de 48,3 km/l. Com 12 litros de capacidade
(incluindo a reserva), o modelo atinge praticamente 580 quilômetros de autonomia, item que enche os olhos – ainda mais levando em consideração o recente aumento no preço dos combustíveis.

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Em relação às dimensões, trata-se de uma motocicleta que passa a impressão de ser mais alta do que a pilotagem mostra. Apesar da altura mínima em relação ao solo ser de 247 mm – praticamente a
mesma de uma Africa Twin, por exemplo – a altura do assento é de 836 mm. Tal medida permite que pilotos mais baixos consigam colocar um dos pés no solo sem grandes dificuldades. Apoiar as duas
pernas no chão só é possível com as pontas dos pés.

Isso, no entanto, não é um empecilho para pilotar a moto. Com 121 kg no peso seco, a Bros é uma motocicleta fácil de pilotar e responde bem aos comandos do condutor. O conjunto de suspensão, com
garfo telescópico na dianteira e mono shock na traseira, é acertado visando mais o conforto do que a esportividade e absorve bem as imperfeições do asfalto das ruas de São Paulo – o curso, de 180
mm na dianteira e de 150 mm na traseira, também contribui para isso. Os pneus de uso misto, 90/90 com roda de aro 19 na frente e 110/90 com roda de aro 17 atrás, cumprem bem a função e transmitem
confiança para o piloto.

Com preço sugerido de R$ 12.050 (sem frete), a Bros 160 ESDD é uma boa pedida para quem quer (e pode) investir um pouco mais em uma motocicleta de entrada. Como moto para iniciantes, o modelo da
Honda proporciona um início de experiência tranquilo e seguro para o piloto na entrada no mundo das duas rodas.

Ficha técnica Honda Bros 160 ESDD:

MOTOR

Tipo: OHC, Monocilíndrico 4 tempos, arrefecido a ar.
Cilindrada: 162,7 cc
Potência máxima: 14,5 cv a 8.500 rpm (Gasolina) / 14,7 cv a 8.500 rpm (Etanol)
Torque máximo: 1,46 kgf.m a 5.500 rpm (Gasolina) / 1,60 kgf.m a 5.500 rpm (Etanol)
Transmissão: 5 velocidades
Sistema de partida: Elétrica
Diâmetro x Curso: 57,3 x 63,0 mm
Relação de Compressão: 9.5 : 1
Sistema de Alimentação: Injeção Eletrônica, PGM FI
Combustível: Gasolina e/ou Etanol

SISTEMA ELÉTRICO

Ignição: Eletrônica
Bateria: 12V - 4 Ah
Farol: 35/35W

CAPACIDADES

Tanque de combustível/Reserva: 12,0 litros
Óleo do motor: 1,2 litro

DIMENSÕES

Comprimento x Largura x Altura: 2067 x 810 x 1158 mm
Distância entre eixos: 1356 mm
Distância mínima do solo: 247 mm
Altura do assento: 836 mm
Peso seco: 121 kg

CHASSI

Tipo: Berço Semi duplo
Suspensão dianteira/Curso: Garfo telescópico / 180 mm
Suspensão traseira/Curso: Mono Shock / 150 mm
Freio dianteiro/Diâmetro: A disco / 240 mm
Freio traseiro/Diâmetro: A disco / 220 mm
Pneu dianteiro: 90/90 -19M/C
Pneu traseiro: 110/90 -17M/C


(Fonte: Equipe MOTO.com.br) - 18/06/2018
DAFRA DIVULGA IMAGENS DA NEXT 300 E CITYCOM S 300I ABS

A Dafra divulgou imagens oficiais de dois lançamentos da marca, apresentados pela primeira vez durante o Salão Duas Rodas do ano passado: as novas Next 300 e Citycom S 300i ABS.

O scooter, um dos destaques da marca, tem preço sugerido de R$ 20.290. Já a Next 300 é a evolução da Next 250, modelo que a antecedeu. Agora, a moto conta com um motor de 278 cm³ de cilindrada, com
injeção eletrônica e refrigeração líquida, que alcança potência máxima de 27 cv a 9.250 rpm com 2,65 kgf.m de torque.

Outros pontos do modelo são o câmbio de 6 marchas e o sistema de freios combinados, que possui quatro níveis de regulagem. O preço sugerido para a Next 300, disponível nas cores vermelha e preta, é
de R$ 14.590.

(Fonte: Equipe MOTO.com.br) - 18/06/2018
BOSCH ADAPTA TECNOLOGIAS DE CARROS AUTÔNOMOS PARA SEGURANÇA DAS MOTOS

Os carros podem ficar mais seguros com a adição de áreas de deformação, airbags e cintos de segurança. Já os motociclistas, por outro lado, se deparam com situações muito mais perigosas enquanto
pilotam: o risco de morrerem em um acidente é até 20 vezes maior que motoristas de carro. De fato, o número de acidentes fatais com motocicletas na Alemanha cresceu 9% no último ano, de acordo com o Gabinete de Estatísticas Federais do país.

A Bosch possui um objetivo claro: extinguir as fatalidades no trânsito envolvendo motociclistas. É por isso que a empresa desenvolveu um novo pacote de segurança para motocicletas, incluindo o
Piloto Automático Adaptivo (ACC), alerta de colisão frontal e detecção de ponto cego. Este pacote é formado por tecnologias que também estão presentes em veículos autônomos. As fabricantes de
motocicletas KTM e Ducati incluirão os novos sistemas de assistência ao condutor em seus modelos até 2020. Para a Bosch, este é mais um passo em direção à condução livre de acidentes. “A Bosch está levando a segurança do motociclista a um novo patamar”, diz o Dr. Dirk Hoheisel, membro do Conselho de Administração da Robert Bosch mundial.

Mais segurança e lazer
Estudos conduzidos pela Bosch mostram que acidentes envolvendo motocicletas têm duas causas principais: a perda de controle do condutor e colisões com outros veículos. Outro motivo para equipar os veículos com tecnologias inteligentes de segurança é que nove entre 10 acidentes são causados por falha humana.

Como uma líder global de fornecimento de tecnologias de segurança para motocicletas, a Bosch já tornou a condução em duas rodas consideravelmente mais segura com sistemas de assistência como o ABS e o controle de estabilidade MSC. De acordo com a pesquisa da Bosch, sistemas de assistência por radar poderiam prevenir um em cada sete acidentes envolvendo motocicletas. Estes assistentes

eletrônicos estão sempre vigilantes e, em caso de emergência, respondem mais rapidamente do que qualquer pessoa conseguiria. A tecnologia que sustenta estes sistemas é uma combinação do sensor de radar, sistema de freio, gerenciamento de motor e HMI (Interface Homem-Máquina).

O radar de motocicletas é como um órgão sensorial e possibilita novas funções de assistência e segurança, ao mesmo tempo em que fornece uma imagem precisa dos arredores do veículo. Como resultado, essas funções de assistência não apenas aprimoram a segurança, mas também aumentam o lazer e o conforto, pois facilitam a vida dos condutores. “A motocicleta do futuro deverá ser capaz de ver e sentir”, diz Geoff Liersch, responsável pela unidade de negócios Duas Rodas da Bosch.

Novas tecnologias Bosch para motocicletas:

Piloto Automático Adaptivo (ACC)
Conduzir a moto no tráfego intenso e manter a distância correta do veículo à frente requer muita concentração. O ACC ajusta a velocidade da moto ao fluxo do tráfego, mantém a distância necessária e segura do veículo à frente. Além disso, o ACC não apenas oferece mais conforto ao condutor, como também permite que ele se concentre mais na estrada, principalmente em situações de tráfego intenso.

Alerta de colisão frontal
Nas rodovias, o mais breve lapso de concentração pode trazer sérias consequências. A Bosch desenvolveu um sistema de alerta de colisão para motocicletas que reduz o risco de uma colisão traseira. O sistema é ativado assim que o veículo entra em movimento e dá suporte ao condutor em todas as faixas de velocidade. Se o sistema detecta que outro veículo está se aproximando perigosamente e o condutor não reage à situação, ele avisa o motorista através de um sinal acústico ou óptico.

Detecção de ponto cego
Este sistema vigia todas as direções de forma que o motociclista possa mudar de faixa com segurança. O sensor de radar serve como o olho eletrônico do sistema de reconhecimento de ponto cego,
identificando objetos em áreas de difícil visibilidade. Sempre que há um veículo no ponto cego do condutor, a tecnologia avisa por meio de um sinal óptico, por exemplo, no espelho retrovisor da
motocicleta. Para a Bosch, os sistemas de assistência ao motociclista são mais um passo para tornar a mobilidade livre de emissões, acidentes e estresse uma realidade.

Fotos: Divulgação




KAWASAKI COMEMORA DEZ ANOS NO BRASIL E APRESENTA Z900 RS

Na noite da última quinta-feira (7), a Kawasaki realizou o evento de comemoração dos dez anos da marca no Brasil. Durante a celebração, a fabricante apresentou oficialmente a nova Z900 RS.

O modelo, de visual retrô, é uma homenagem à Z1 900, modelo lançado na década de 1970 e que até hoje é lembrado. O tanque em forma de gota, as aletas de refrigeração no motor e a rabeta ao estilo
“bico de pato”, além da posição de pilotagem - com guidão mais alto e banco plano - fazem um paralelo com as motos do passado.

Se o visual remete às décadas anteriores, a tecnologia é contemporânea. Suspensões ajustáveis com garfo dianteiro invertido de 41 mm, pinças de freio monobloco de montagem radial, embreagem
assistida deslizante e o sistema de controle de tração KTRC são alguns dos exemplos de alta tecnologia encontrados na Z900 RS.

O modelo é alimentado por um motor de quatro cilindros em linha de 948 cm³ de cilindrada, com 111 cv de potência e 9,5 kgfm de torque, com câmbio de seis marchas. A primeira marcha foi encurtada em
relação à Z900 para privilegiar a saída, de acordo com a fabricante.

A nova Z900 RS estará disponível na rede de concessionárias da marca a partir do dia 1º de julho, na cor Candytone Brown. O preço público sugerido é de R$ 48.990 (sem frete).

(Fonte: Agência Infomoto) - 11/06/2018
Especial: passo a passo para acrescentar a categoria A

Repórter do MOTO.com.br relata experiência desde a auto-escola até a aprovação no exame prático para obter a habilitação para pilotar motos

Ao entrar no MOTO.com.br, sabia que um dos meus primeiros desafios seria adicionar a categoria A em minha habilitação. Na visão deste que vos escreve, não faria o menor sentido trabalhar no site que é referência quando o assunto é moto e
não pilotar uma das máquinas que passam pela redação para os testes.

Afinal, como repórter, uma de minhas atribuições também é realizar testes com as motos. Posto isto, dei início ao processo de adição de categoria à minha Carteira Nacional de Habilitação. No caminho, fiz uma série de descobertas que
julgo serem úteis para o leitor que, assim como eu, pretende entrar no universo das motos.

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Como adicionar a categoria A à CNH?
O processo é mais simples do que parece: escolhi uma auto-escola e dei entrada no pedido de adição. Naquele momento, a auto-escola já agendou o pré-cadastro no DETRAN e os exames médico e psicotécnico.

Com tudo marcado para o mesmo dia – o agendamento com hora marcada no DETRAN realmente funcionou, é importante ressaltar quando as instituições atuam conforme esperado – resolvi as duas situações de uma vez.

Feito isso, era hora de partir para as aulas práticas. Não, não pulei nenhuma parte: no processo de adição de categoria não é necessário fazer a parte teórica novamente. Antes de pilotar, fiz algo que considero importante por vários
motivos: adquiri um capacete.

Caso o leitor não possua um ao chegar ao local das aulas, os instrutores têm alguns para ceder aos alunos. Entretanto, nem sempre você encontrará um no tamanho ideal e as condições de higiene não são as melhores, já que as peças são
utilizadas constantemente por várias pessoas. Como você precisará obrigatoriamente de um capacete para pilotar, inclua esse item em sua lista de obrigações antes das aulas práticas.

Apesar de já ter subido em algumas motos na vida, jamais tinha assumido o controle de uma. A primeira aula prática, então, serviu para aprender o que eu nunca tinha feito. Ainda que soubesse, na teoria, o que deveria ser feito, onde
ficava cada comando, a realidade é diferente.

Lá estava eu, no Parque do Ibirapuera (São Paulo), comandando uma moto pela primeira vez na vida. Sigo as ordens do instrutor com calma, mas um pouco atrapalhado. Com o motor ligado, levanto o apoio, aciono o manete de embreagem e
pressiono o pedal do câmbio para baixo, engatando a primeira marcha.

Aos poucos, solto a embreagem e começo a acelerar suavemente. Nos primeiros metros, o instrutor me acompanha para ver se consigo me equilibrar sobre a moto. Apesar de algumas desequilibradas leves, rapidamente fui liberado para andar sem
que ele me acompanhasse para segurar a motocicleta em caso de necessidade.

Os primeiros passos, fora do percurso da prova, eram simples. Parar e sair com a moto, aperfeiçoando a frenagem e acertando o ponto da embreagem. Além disso, o instrutor me pedia para passar por sinalizações no chão que simulavam o
trecho dos cones do percurso oficial. A cada aula, sentia-me mais tranquilo sobre a moto, graças às orientações que recebia. Finalizadas as aulas obrigatórias para a adição de categoria – 15, no caso – agendei a prova.

No dia do teste, cheguei cedo e mantive a tranquilidade e a concentração, itens fundamentais. Explico: enquanto esperava a minha vez, observei outras pessoas que faziam o que eu iria fazer minutos depois. Naquele momento, testemunhei
candidatos sendo reprovados por deslizes simples, mas fatais – como não abaixar a viseira ou recolher o apoio, erros que culminam em reprovação direta.

Chega, então, a minha vez. Coloco a motocicleta com a qual fiz as aulas na entrada do percurso, ainda desligada. Fora da moto, visto o capacete, fixando-o de maneira firme, e abaixo a viseira. O examinador dá a ordem para eu ligar a moto
e aguardar. Recolho o apoio e, quando recebo o sinal verde para iniciar a minha prova, aciono o manete de embreagem e engato a primeira marcha.

O percurso do Ibirapuera se inicia com o oito, que avalia o equilíbrio e a capacidade do condutor em contornar curvas mantendo a aceleração constante. O piloto entra pelo lado direito, percorre uma volta completa e em seguida encara o
labirinto, que consiste em curvas de 90° para a direita e para a esquerda – uma das partes mais complicadas do percurso.

Ao final do labirinto, uma leve curva à esquerda e vem a rampa, trecho simples de ser deixado para trás. Em seguida, mais uma curva para a esquerda e passo pelos sonorizadores antes da sequências de curvas em U, uma para a esquerda e
outra para a direita. Na saída, o trecho dos cones. Entro pelo lado direito, mantenho a velocidade e passo sem encostar, derrubar ou perder o equilíbrio no setor.

Última curva em U para a direita e vem o primeiro local de parada. Freio traseiro acionado suavemente, mão no manete de embreagem e pé esquerdo no chão. Como manda o figurino, visualizo completamente a sinalização de PARE pintada no
chão. Ao receber o sinal do avaliador, saio da imobilidade pela última vez, curva final – mais um U, desta vez para a esquerda.

Surge então o desafio final: a prancha. Acelero suavemente para manter a moto equilibrada, mantenho a cabeça erguida e o olhar para a frente, passando sem grandes dificuldades. Terminada a prancha, mais um PARE no chão – o que indicava o
final do percurso. Assim como no primeiro, paro a moto no local correto. Ali, recebo a orientação para deixar a pista de prova e aguardar o resultado parando a motocicleta um pouco mais à frente.

Segundos depois, um dos membros da banca avaliadora entrega o papel com o meu resultado e me orienta a seguir com a moto até o meu instrutor para que ele, então, revele se eu tinha sido aprovado ou reprovado. Não que eu estivesse
pensando que teria falhado na prova, mas aqueles metros percorridos antes da certeza demoraram um pouco mais do que o leitor pode imaginar.

Quando encontro meu instrutor, recebo a notícia de maneira breve, mas com a sensação de missão cumprida nos dois lados da relação breve que existe entre professor e aluno: “É, tudo certo”, diz ele, com um leve sorriso no rosto. Do meu
lado, surge um sorriso enorme e finalmente deixo a concentração de lado para celebrar a entrada no mundo das duas rodas.

Depois de aprovado, ainda esperei aproximadamente 15 dias úteis para receber a CNH atualizada. Fiz alguns cursos para aperfeiçoar minha pilotagem - o que vai gerar matéria que você poderá conferir em breve por aqui - e passar impressões
apuradas para o leitor ao fazer os testes. Afinal, nosso slogan é “nós entendemos de moto”.

Para encerrar, um recado a você que alimenta o desejo de pilotar e, seja lá por qual motivo, ainda não possui a habilitação de moto: faça. Faltam-me palavras para descrever o quão bom é pilotar uma motocicleta. Nós do MOTO.com.br
estaremos sempre aqui para ajudá-lo a escolher a moto que se encaixa em seu perfil e equipamentos que garantam a sua segurança.

Pilotando com consciência e de modo seguro, a moto levará você a lugares incríveis. Venha conosco nessa jornada!

Texto: Gabriel Carvalho/MOTO.com.br

(Fonte: Equipe MOTO.com.br) - 04/06/2018
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Sobre o Portal da General Osório

O Portal da General Osório foi lançado em 01 de janeiro de 2002, tendo como objetivo principal a divulgação de empresas e produtos comercializados na região da rua General Osório (boca das motos) no centro da cidade de São Paulo, focando-se principalmente em produtos voltados para a área de Motociclismo.