Grupo RL

Notícias na General Osório

Listando: 1 à 5 de 1133
PETER FONDA, ASTRO DE EASY RIDER, MORRE AOS 79 ANOS

Ator estava em casa quando sofreu uma parada respiratória; Fonda foi alçado ao estrelato com filme, que estreou em 1969

Peter Fonda, astro de Easy Rider, morreu na última sexta-feira (16), em Los Angeles. O ator, que sofria com um câncer de pulmão, teve uma parada respiratória em casa e não resistiu.

O ator não somente protagonizou o clássico de 1969, como co-produziu e escreveu o filme que conta a história de dois motociclistas que viajam de moto pelos Estados Unidos - Dennis Hopper, que morreu em 2010, era o outro protagonista do filme, que contou ainda com Jack Nicholson como ator coadjuvante.

A ligação de Fonda com as motocicletas foi além do filme: o astro era fã da Harley-Davidson, mas também teve motos de outras fabricantes na garagem.

O ator foi imortalizado no Hall da Fama do AMA Motorcycle, não somente por Easy Rider, mas também pelo trabalho de caridade relacionado às motos - Fonda organizou e conduziu alguns passeios de motocicletas que arrecadavam fundos para o tratamento de autistas, por exemplo.

Fonda apareceu até em um vídeo ao lado do lendário Evel Knievel em 1973 no qual a dupla falava sobre a importância do uso de equipamentos de proteção e a prática de técnicas de pilotagem seguras.

HONDA POP 110I 2019 É A MAIS VENDIDA DO PRIMEIRO SEMESTRE NO BRASIL

China analisa a moto que mais tem mercado não somente no Sudeste, mas no Nordeste também.

Apresentamos mais um vídeo nesta semana, agora com uma moto de baixa cilindrada: a Honda Pop 110i foi a mais vendida do primeiro semestre no Brasil, sugerimos a matéria sobre os scooters, que teve aumento nas vendas. Corre lá e leia.

Bom, voltemos nossa atenção a esta simpática moto, a Honda Pop 110i, que recebeu análise do China, parceiro nosso. A venda da Honda Pop 110i cresce no país, e o mercado desse tipo de moto, que é equipado com um motor de 110cc com injeção eletrônica, está aquecido não somente em São Paulo, mas também o Nordeste todo.

O tipo de motor é lendário na marca Honda, por ser tradicionalmente conhecido ao nascer na Honda Cub, em 1969.

VEJA PREÇOS DA HONDA POP 110i

Segundo o China, um dos mecânicos de motos mais respeitados do país e professor de mecânica do IBMM - Instituto de Mecânica de Motocicletas, o motor 110 da Honda Pop é um dos mais confiáveis da sua categoria.

Além de econômico, o motor entrega toda sua capacidade, sendo ideal para a cidade. A suspensão é ajustável, para quem ainda tinha dúvidas.

E a Honda Pop 110i vem com uma novidade, e que o China destaca: o Combi Brake System (CBS). O sistema permite o freio dianteiro e traseiro trabalharem combinados, para diminuir o tempo de frenagem.

ASSISTA AO VÍDEO COMPLETO

(Fonte: Por Marcel Ahless Equipe MOTO.com.br) - 21/08/2019
Veículos elétricos fabricados no Brasil começam a ir às ruas

Sem pretensão de serem montadoras, startups criam carros e triciclos para atender nova demanda de transportes

Atentas à migração global do carro à combustão para o elétrico, startups brasileiras querem ser protagonistas da produção local desse tipo de veículo, enquanto as grandes montadoras ainda estudam a viabilidade de nacionalização e começam a trazer modelos importados para testes de aceitação dos consumidores.

Alguns projetos nessa linha já surgiram e sucumbiram, mas pelo menos três empresas começam a colocar seus modelos nas ruas. São minicarros, quadriciclos e triciclos voltados principalmente ao transporte compartilhado, em princípio para atender nichos do mercado.



Gaia Zero é o primeiro triciclo elétrico urbano do Brasil fabricado por uma startup brasileira
Foto: Divulgação

A Gaia, com linha de montagem compartilhada em Cotia (SP) e Manaus (AM); a Mobilis, de Palhoça (SC); e a eiON, de Pinhais (PR) não têm pretensão de serem montadoras, mas sim empresas de tecnologia com agilidade para desenvolver produtos sustentáveis, simples, acessíveis e com alto nível tecnológico.

O triciclo Gaia, que deve chegar ao mercado no fim do ano, é um intermediário entre moto e minicarro. Tem chip de internet integrado e aplicativo próprio de compartilhamento. A chave é digital, acionada por senha no smartphone. Pode ser carregado em tomada comum, sem depender de infraestrutura própria.

Segundo Ivan Gorski, fundador da Gaia Eletric Motors, com uma carga de 8 horas o veículo tem autonomia para rodar 200 km. "O custo médio para essa quilometragem é de R$ 8, cerca de 20 vezes mais eficiente que a gasolina." Até agora, mais de 100 pessoas pagaram R$ 300 para ter preferência na lista de pré-venda. Neste ano, ele pretende entregar de 20 a 30 unidades.

O público alvo de Gorski, no entanto, são empresas que queiram usar o veículo para prestação de serviços e entregas, ou uso compartilhado em cidades de pequeno porte, nas quais serviços como Uber e Cabify não chegaram. "Há foco na mobilidade em grandes capitais, mas estamos pensando em cidades satélites." O Gaia leva duas pessoas e custa R$ 80 mil, valor que daria para comprar, por exemplo, um Jeep Renegade com motor flex. O retorno do investimento, diz o Gorski, é rápido pela economia com combustível e manutenção. Segundo ele, 60% dos itens do Gaia são importados, entre os quais o conjunto da bateria e o motor elétrico.

Gorski trabalhou no UOL, Yahoo! e LinkedIn. A Gaia, criada oficialmente em 2018, tem oito sócios, passou por duas rodadas de investimentos e hoje é avaliada em R$ 10 milhões.

Li, de Santa Catarina, quer rodar em áreas restritas
Quando o assunto sobre carros elétricos começou a se popularizar, há quatro anos, o engenheiro mecânico Mahatma Marostica, que por muitos anos trabalhou no setor automotivo, viu oportunidade de empresas de pequeno porte se inserirem nesse mercado mais rapidamente do que a "indústria clássica", que costuma levar mais tempo para se posicionar. Talvez por isso, diz ele, a Tesla tenha crescido tão rápido.

Com três sócios, ele criou a Mobilis e desenvolveu em 2018 um carro experimental para uso de vizinhança - locais delimitados como condomínios, universidades, resorts, indústrias, parques e campos de golfe. Trata-se do Li (o nome vem de lítio, principal matéria-prima para a bateria).

Foram vendidas 10 unidades do modelo por R$ 60 mil cada, das quais oito foram entregues no início deste ano. Por circular só em áreas privadas, a versão dispensa itens como airbags e freios ABS. O modelo carrega duas pessoas, pode ser personalizado e sua velocidade máxima é de 40 km/hora. O carregamento é feito em qualquer tomada, em 6 horas como padrão e 3 horas como opcional. Há ainda opção para carga em 1,5 hora.

Nesta fase, foram investidos R$ 2,4 milhões com capital próprio e de investidores anjo. "Estamos prestes a captar uma rodade de investimentos de R$ 6 milhões para a versão de rua, o Li DR. A homologação para início de produção deve sair em 2020", diz Marostica. No processo de pré-venda do modelo de rua, que atenderá as normas de segurança, houve 600 inscrições.

O Li será equipado com um tag, chip para abrir e fechar portas, que permite rastreamento e agendamento de uso pelo celular. Entre as vantagens sobre um carro popular a gasolina ele cita economia de 80% com combustível (hoje equivalente a R$ 12 mil ao ano), 70% de redução com manutenções, 95% de redução de ruídos e 100% nas emissões de poluentes.

A ideia, diz ele, é ter também um modelo para quatro passageiros e opções de autonomia de 100 km a 160 km. Os preços, em princípio, devem ir de R$ 70 mil a R$ 75 mil. No momento, ele diz que o modelo de negócio, que poderá ser de locação por assinatura. Em custo, 70% dos equipamentos são nacionais. A célula e o carregador da bateria, importados da China, representam os outros 30%.

"Estamos sempre em busca de mais fornecedores locais", diz Marostica. Ele e outros fabricantes discutem a criação da Associação dos Fabricantes de Veículos Elétricos Nacionais, com objetivos como a customização de componentes e compras conjuntas para baratear preços.

Buggy Verde quer emplacar no Nordeste
Desde o mês passado fazendo parte da Incubadora do Sistema Fiep (Federação das Indústrias do Estado do Paraná), a eiON, criada pelo engenheiro eletricista Milton Francisco dos Santos Jr. há menos de dois anos, tem como foco inicial vender seu Buggy Verde, apresentado em outubro, para cooperativas de bugueiros do Nordeste para passeios turísticos.

O nome da empresa é resultado da junção das iniciais das palavras elétrico, inteligente e online. Por enquanto, a bateria do veículo para dois passageiros é adquirida de uma empresa de Curitiba que importa as células e monta o equipamento. Como o custo é alto e a escala ainda é pequena, o preço indicativo do Buggy Verde é de R$ 119 mil. Santos estuda a produção local das baterias e busca investidores para o projeto. A intenção é oferecer diferentes opções de autonomia - de 50 km a 300 km.

(Fonte: Cleide Silva) - 13/08/2019
VENDA DE SCOOTERS SEGUE EM ALTA E PRODUÇÃO DE MOTOS AUMENTA EM JULHO

Segmento tem aumento de 11,3% em relação ao mês anterior; no acumulado de 2019, vendas subiram 28% em relação ao mesmo período de 2018

O mercado de scooters segue em alta. De acordo com o mais recente levantamento do Registro Nacional de Veículos Automotores (Renavam) analisado pela Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares (Abraciclo), foram vendidas 8.011 scooters em julho, alta de 11,8% em relação a junho.

Quando a comparação é com julho de 2018, o crescimento do segmento é de 55%. No acumulado de janeiro a julho deste ano, foram comercializados 50.789 scooters, o que configura um aumento de 28% comparado aos sete primeiros meses de 2018.

Em números gerais, foram emplacadas 90.048 motocicletas em julho, crescimento de 12,5% na comparação com junho e 18,1% quando a referência é julho do ano passado.

PRODUÇÃO DE MOTOS CRESCE MAIS DE 34% EM JULHO
O mês passado foi bastante positivo na produção de motocicletas. Em julho, foram produzidas 91.713 motocicletas no Polo Industrial de Manaus, representando alta de 34,6% em relação a junho, quando o total produzido foi de 68.121 unidades.

Na comparação com julho de 2018, no entanto, houve queda de 4,8%. Isso, porém, não afetou negativamente o total produzido de janeiro a julho deste ano: foram 628.818 unidades no total, volume 6,3% maior do que o registrado nos sete primeiros meses de 2018 (591.753 unidades).

Para Marcos Fermanian, presidente da Abraciclo, a renovação da frota e a maior oferta de crédito são os motivos que impulsionaram o aumento da produção. “Isso impacta diretamente a cadeia produtiva. Hoje cerca de 70% das vendas de motocicletas são financiadas via CDC (Crédito Direto ao Consumidor) e pelo Consórcio. Aliado a isso, a motocicleta é uma alternativa viável de transporte para a maioria dos consumidores, graças ao menor custo de manutenção e ao baixo consumo de combustível”, disse Fermanian.

DUCATI ANUNCIA REESTRUTURAÇÃO DA REDE E NOVA LOJA EM SÃO PAULO

Localizada no bairro de Moema, concessionária faz parte de reestruturação da rede e deve ser inaugurada em setembro

Na última quarta-feira (31) a Ducati divulgou que abrirá uma nova concessionária, focando em seu plano de reestruturação na operação nacional. De acordo com a marca italiana, uma nova loja deve surgir em Moema, bairro nobre de São Paulo, como plano de ampliação em seu atendimento.

A notícia chega no mesmo momento em que a marca fecha as portas de sua concessionária de Pinheiros, também na capital paulista. Ao que tudo indica, o novo ponto de vendas, batizado de Ducati São Paulo, será uma espécie de troca com a loja do bairro de Pinheiros.

“A Ducati tem metas bem definidas de crescimento para 2019 e estamos dando todo o apoio para a rede reforçar o seu desempenho. No primeiro semestre, alcançamos 31,8%”, explica Diego Borghi, Presidente da Ducati do Brasil.

A Ducati São Paulo deve ser inaugurada em setembro deste ano, segundo a previsão anunciada pela fabricante.

Listando: 5 de 1133

Anuncie

Sobre o Portal da General Osório

O Portal da General Osório foi lançado em 01 de janeiro de 2002, tendo como objetivo principal a divulgação de empresas e produtos comercializados na região da rua General Osório (boca das motos) no centro da cidade de São Paulo, focando-se principalmente em produtos voltados para a área de Motociclismo.