Grupo RL

Notícias na General Osório

Listando: 1 à 5 de 1111
VENDA DE MOTOS CRESCE 18% NO PRIMEIRO TRIMESTRE; CONFIRA MAIS VENDIDAS

Bom resultado confirma retomada do setor de duas rodas e distribuidores revisam projeção para o ano

Nos primeiros três meses de 2019, a venda de motos somou 258.725 unidades, crescimento de 17,93% em comparação ao mesmo período do ano passado, segundo dados divulgados pela Fenabrave, federação que reúne os distribuidores de veículos do país. O bom resultado confirma a retomada do setor de duas rodas, avalia Carlos Porto, vice-presidente de motocicletas da entidade.

O cenário positivo fez com que a Fenabrave revisasse para cima as projeções para este ano. Em janeiro, a expectativa era de que as vendas crescessem 7,3%, mas diante do cenário econômico e do bom resultado no primeiro trimestre, a previsão de avanço passa passa a ser de 9,2%, chegando a 1.026.850 unidades licenciadas em 2019. O setor de veículos como um todo, incluindo automóveis,

comerciais leves, caminhões e ônibus, deve crescer 10,7%, projeta a entidade.

No entanto, em março as vendas de motos apresentaram uma pequena retração de 0,42% sobre fevereiro, totalizando 83.828 unidades emplacadas. O volume representa crescimento de 5,68% na comparação com março do ano passado e a média diária também foi maior.

De acordo com Porto, a disponibilidade de crédito, principalmente para clientes de modelos de baixa cilindrada, deve ser a principal responsável pelo aumento nas vendas. “A aprovação de concessão de crédito está bem mais maleável agora. De dez fichas enviadas aos bancos, quatro são aprovadas. No ano passado eram três e a expectativa é de melhora gradual”, comentou Porto.

HONDA CG 160 SEGUE COMO MOTO MAIS VENDIDA
No ranking das dez motos mais vendidas neste primeiro trimestre de 2019, não há muitas surpresas nas primeiras posições. A Honda CG 160 lidera com folga, seguida por Biz e Bros 160, ambas da Honda, nas segunda e terceira colocação.

Os destaques vão para a Yamaha XTZ 150 Crosser, que ganhou freio ABS na roda dianteira no modelo 2019, e assumiu a sexta posição no ranking. Outro modelo Yamaha que aparece bem colocado é a Fazer 250 ABS, a oitava moto mais vendida no trimestre. Confira o ranking e os números de vendas das top-10 do mercado.

Ranking 10 motos mais vendidas entre Jan – Mar/2019
Posição Modelo Quantidade
1ª Honda CG 160 73.948
2ª Honda Biz 38.328
3ª Honda NXR 160 Bros 29.113
4ª Honda Pop 110i 24.392
5ª Honda CB 250F Twister 8.679
6ª Yamaha XTZ 150 Crosser 6.062
7ª Honda PCX 150 5.663
8ª Yamaha Fazer 250 5.449
9ª Honda CG 125 4.955
10ª Yamaha Factor YBR 150 4.940

CONHEÇA A MOTO VOADORA, QUE JÁ PODE SER ENCOMENDADA

Speeder ainda não tem data de entrega, mas empresa que criou projeto já aceita encomendas para o modelo

As motos voadoras sempre apareceram em filmes e histórias de ficção científica. Dos "Jetsons" à "Star Wars", a ideia de montar em uma moto e voar por aí sempre povoou o imaginário de engenheiros e motociclistas. Agora essa ideia está bem perto de se tornar realidade.

Ao menos é o que promete a empresa de aviação norte-americana, Jetpack, com sua Speeder, uma motocicleta voadora auto-estabilizada, movida a turbina a jato capaz de atingir velocidades de 240 km/h, voar por 20 minutos e atingir a altitude de 4500 metros. O nome escolhido, não por acaso, é o mesmo das motos voadoras dos Stormtroopers do Império em Star Wars. A Speeder pousa e decola
verticalmente no espaço de um automóvel.

A empresa, sediada na Califórnia, já está, inclusive, aceitando encomendas da Speeder. Para ter a moto voadora na garagem (ou hangar?), o consumidor precisa desembolsar US$ 380 mil (cerca de R$ 1,5 milhão em conversão direta).

Capaz de decolar e pousar verticalmente, a Speeder ainda está em fase de desenvolvimento. Mas o projeto prevê um conjunto de quatro motores turbojato, que combinam uma potência máxima suficiente para levantar a estrutura do veículo que pesa 105 kg e um piloto de até 109 kg.

Eles também são equipadas com controle fly-by-wire (acelerador eletrônico) que permite que o Speeder se auto-estabilize no ar - o sistema é muito parecido com o de um drone quadcopter. Rodando com querosene, JetA ou diesel, você pode ficar entre 10 e 22 minutos no ar, dependendo do peso do piloto e da densidade da altitude.

Para pilotar a Speeder da Jetpack o futuro motociclista (ou seria piloto?) terá que fazer um treinamento na empresa e ter o brevê para poder voar com a aeronave. Há planos de se produzir uma versão ultraleve da moto voadora, que terá menos autonomia e chegará a cerca de 100 km/h.

Todas as informações sobre a Speeder da Jetpack são interessantes e curiosas, mas o site da empresa mostra apenas imagens e vídeos gerados por computador, o que poderia fazer os mais céticos se perguntarem se a moto voadora será mesmo real.

Se você tiver um dinheiro sobrando e quiser arriscar, é só fazer a pré-encomenda com um sinal de US$ 10 mil para garantir a sua. Vale dizer que não há data prevista para que a versão final dessa moto voadora seja entregue.

BMW F 850 GS ADVENTURE CHEGA ÀS LOJAS; SAIBA PREÇO

Modelo aventureiro da F 850 GS chega em duas versões: Sport e Premium; confira detalhes

A BMW F 850 GS Adventure chega às concessionárias da marca e já está disponível para o consumidor brasileiro. A versão aventureira da F 850 GS é vendida em duas versões: Sport e Premium, ambas com características que as diferenciam da versão standard da motocicleta.

Na parte mecânica, o motor segue sendo o bicilíndrico de 853 cm³, que desenvolve 80 cv de potência máxima a 6.250 giros e torque máximo de 9,17 kgf.m a 6.250 giros. O câmbio é de seis velocidades.

É no visual, com as proteções laterais do motor e nova carenagem, que a F 850 GS Adventure se destaca. Além do tanque de combustível, que sobe dos 15 litros da versão standard e vai para 23 litros na Adventure.

Os equipamentos de série disponíveis nas duas versões incluem acelerador eletrônico, freios ABS, controle automático de estabilidade (ASC), banco conforto, lanterna traseira em LED, para-brisa com ajuste de altura, computador de bordo, protetor de mãos, descanso lateral com inibidor de partida, imobilizador eletrônico, ajuste dos manetes de freio e embreagem.

Na eletrônica, são quatro os modos de pilotagem básicos: “Rain”, “Road”, “Dynamic” e “Enduro”, que vajustam o comportamento dinâmico da motocicleta conforme as condições climáticas e do piso. Na versão Sport, há ainda farol em LED, manoplas aquecidas, para-brisa Sport e banco Rallye.

A versão Premium inclui ainda luzes adicionais em LED, controle de tração dinâmico (DTC), ajuste dinâmico de suspensão, sistema de partida sem chave, luz de posição diurna, assistente de troca de marchas “Pro”, modo de pilotagem "Pro", monitoramento de pressão dos pneus, controle de velocidade de cruzeiro, piscas em LED, ABS “Pro”, suporte de malas laterais e sistema de conectividade com painel TFT colorido de 6,5 polegadas.

A BMW F 850 GS Adventure chega em duas cores: a azul é a da versão Sport, que tem preço sugerido de R$ R$ 50.950, enquanto o cinza é a cor da versão Premium, que tem valor sugerido de R$ 56.950.

CINCO DICAS PARA CUIDAR DO EIXO-CARDÃ DA SUA MOTO

Sistema de transmissão final por eixo-cardã é robusto e pede menos manutenção, mas cuidados preventivos e pilotagem racional são indispensáveis

A potência e o torque gerados pelo motor dependem da transmissão final para girar a roda e movimentar a moto. Existem três tipos de transmissão final: corrente, cora e pinhão; por correia e também pelo eixo-cardã. Esse tipo de transmissão é característico das motos com motor boxer da BMW, mas o cardã está presente em outras motos grandes e pesadas como as big trails, algumas custons e sport-tourings.

É o sistema mais prático e durável, composto por uma haste de aço que liga, por meio de engrenagens e cruzetas, a caixa de câmbio ao eixo da roda. Mais durável, o cardã não precisa ser regulado e lubrificado semanalmente como é recomendado nas transmissões por corrente.

Apesar de robusto, o cardã não é inquebrável. Nas redes sociais não é raro encontrar relatos de problemas com o componente e, o pior, muitas vezes em uma viagem.

Consultamos o mecânico Alexandre Durigan Piu, da Piu Motorrad, de Monte Alto (SP), é especializado em manutenção de big trails. O profissional alerta que o uso incorreto da moto e a falta de manutenção podem ocasionar problemas. “É preciso levar em consideração que a moto é pesada e o motor tem muito torque, não é recomendável usar a moto como se pilotasse uma esportiva”.

Ele relata que muitas motos, equipadas com cardã, já passaram dos 300 mil km rodados e nunca apresentaram problemas. “Por outro lado, é possível ver motos que rodaram menos de 20 mil e já apresentam defeitos”. Segundo o mecânico, a forma de pilotar de alguns proprietários “abusando de acelerações e reduções de marcha com o motor em rotações elevadas” sobrecarregam o sistema de transmissão por eixo-cardã.

CONFIRA ALGUMAS DICAS DO PROFISSIONAL SOBRE O EIXO-CARDÃ:
1 – Molhou? Cuidou
Ao trafegar em locais com condições severas como lama, cruzar rios ou água do mar é necessário fazer a manutenção ao voltar de viagem. Leve ao seu mecânico para fazer a limpeza do sistema. Caso a moto fique parada por muito tempo, a água que entrou no eixo-cardã evapora e a lama e sujeira passa a enferrujar e contaminar os componentes.

2 – Cuide da coifa
Um componente fundamental no sistema do eixo-cardã é a coifa. Ela deve estar sempre em boas condições e fixada corretamente para evitar a entrada de água e poeira. Caso esteja ressecada, por exemplo, pode deixar entrar sujeiras que danificam o sistema.

3 – Prevenção é tudo
O mecânico recomenda que a cada 20 mil km seja feita uma revisão completa do sistema. O óleo lubrificante é trocado e a graxa (específica para este fim) é substituída. O serviço custa entre R$ 150 e R$ 200.

4 – Relaxar custa caro
Melhor fazer essa manutenção periódica do que relaxar. Na maioria dos casos quando o motociclista é desleixado, na hora de fazer a manutenção do eixo-cardã é necessário a substituição da cruzeta e fazer toda a revisão do sistema. O serviço (mais as peças) tem custo médio de R$ 2.500.

5 – Não compre sem verificar
Antes de comprar uma moto usada que tenha transmissão por cardã peça para seu mecânico de confiança verificar as condições do sistema. Piu lembra que a maioria dos defeitos não é percebida por leigos e podem causar sérios problemas ao piloto, principalmente em longas viagens.

ROYAL ENFIELD BULLET TRIAL É APRESENTADA NAS VERSÕES 500 E 350

Nova variante do modelo clássico ganha toques aventureiros nas duas versões vendidas no exterior

A Royal Enfield Bullet Trial é a nova variante do modelo que é um dos mais marcantes do lineup da fabricante. Na Índia, a fabricante comercializa o modelo nas versões 350 e 500 - esta, também vendida no Brasil - e fez modificações para dar características mais aventureiras para o modelo e homenagear a versão original, que venceu o International Six Days Trials por seis anos seguidos entre 1948 e 1953.

As mudanças passam por um guidão mais alto, escapamento com ponteira elevada, pneus de uso misto e rodas de 19 polegadas na dianteira e 18 na traseira na 350 - a versão standard conta com rodas de 19 polegadas na frente e atrás.

O chassi fica mais aparente também nas versões Trial: a 350 ganha a cor vermelha no quadro, enquanto a 500 ganha tons de verde. Os freios mudaram na 350: saem os tambores nas duas rodas da standard e entram disco dianteiro de 280 mm e traseiro de 240 mm - os mesmos da 500, que seguem os mesmos na versão Trial - com ABS de duplo canal.

No assento também há novidades: a parte reservada ao garupa foi retirada, com a fabricante ocupando um espaço com um rack com capacidade de carga de 15 quilos.

Na parte mecânica, nenhuma alteração: a 350 é equipada com um propulsor monocilíndrico de 346 cm³ de cilindrada que alcança 20 cv de potência a 5.250 giros e torque máximo de 2,85 kgf.m a 4.000 giros. O motor da 500, conhecida do público brasileiro, também é monocilíndrico, com 499 cm³ de cilindrada e desenvolve 27,5 cv de potência a 5.250 RPM e torque de 4,21 kgf.m.

A Bullet vem para o Brasil apenas na versão 500, com a 350 ficando apenas no mercado internacional. Será que a fabricante vai trazer a versão Trial da Bullet 500 para o país?

Listando: 5 de 1111

Anuncie

Sobre o Portal da General Osório

O Portal da General Osório foi lançado em 01 de janeiro de 2002, tendo como objetivo principal a divulgação de empresas e produtos comercializados na região da rua General Osório (boca das motos) no centro da cidade de São Paulo, focando-se principalmente em produtos voltados para a área de Motociclismo.