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DUCATI PUBLICA TEASER DA STREETFIGHTER V4 E DIVULGA POTÊNCIA DO MODELO

Naked baseada na Panigale V4 terá asas e superará os 200 cv de potência

Nesta segunda-feira (14), a Ducati publicou um teaser daquela que deve ser a principal novidade da marca na Ducati World Première, evento no qual a fabricante de Borgo Panigale revelará a linha 2020.

Estamos falando da Streetfighter V4, naked que tem como base a Panigale V4, nova superesportiva topo de linha da marca - recentemente apresentada no Brasil na versão S.

A primeira aparição pública da motocicleta aconteceu na prova de Pikes Peak, tradicional corrida de subida de montanha nos Estados Unidos. A estreia da Streetfighter V4 ficou marcada, no entanto, pelo acidente fatal de Carlin Dunne, que pilotava a moto e estava a uma curva de bater o recorde da prova.
No teaser, que mostra apenas o conjunto óptico dianteiro em um ambiente escuro, a Ducati revelou alguns detalhes da Streetfighter V4, como a potência do motor que equipará a Streetfighter V4.

O Desmosedici Stradale é o mesmo motor da nova Panigale, mas com potência ligeiramente inferior: 211 cv a 12.750 giros, contra os 214 cv a 13 mil giros da superesportiva italiana.

Além do motor, a naked contará com o mesmo pacote eletrônico da Panigale V4. Isso indica a presença de itens como controle de tração, controle de slide, quickshifter bidirecional, ABS atuante em curvas, anti-wheelie, controle de freio-motor e modos de potência e de pilotagem.

Por fim, a versão definitiva também contará com as asas vistas na moto que estreou em Pikes Peak - depois de estabelecer um padrão na MotoGP com as asas e levar para a versão do Mundial de Superbike, a Panigale V4 R, a Ducati deve apostar mais nos apêndices aerodinâmicos nos modelos de rua.

Confira o teaser publicado pela Ducati:



(Fonte: Por Gabriel Carvalho ) - 15/10/2019
VERSÃO DEFINITIVA DA BMW R 18 É FLAGRADA ANTES DA ESTREIA

Modelo deve ser um dos lançamentos da fabricante no Salão de Milão

A BMW promete quatro lançamentos para o Salão de Milão 2019, que acontece entre os dias 7 e 10 de novembro - os dias 5 e 6 são abertos somente para a imprensa especializada.

Um dos lançamentos esperados para o EICMA 2019 é a versão definitiva da R 18, primeira moto da fabricante a contar com o boxer de 1.800 cm³ desenvolvido pela marca.

O modelo já foi exibido em versão conceito, mas ainda não se sabia como seria a versão definitiva da R 18 - que, não custa lembrar, já está em pré-venda na França.

Talvez as dúvidas sobre a versão definitiva da R 18 estejam começando a ser tiradas. Circulam em algums sites no exterior imagens que parecem ser da R 18 que será apresentada em Milão.

A roda dianteira é visivelmente menor do que a da versão conceito e a ponteira do escapamento é diferente. Além disso, pelo que se vê nas imagens, há malas laterais.

Em resumo, a versão final parece trazer semelhanças com a R 18 Concept, com as devidas adaptações para ser uma moto para rodar nas ruas. A partir do dia 5 de novembro é bem provável que o mundo saiba como é, então, a R 18 que ganhará as ruas.

NOVA TRIUMPH STREET TRIPLE RS É APRESENTADA NA EUROPA

Modelo passou por reestilização e ganhou luzes diurnas de LED, sistema de conectividade e motor com mais força em médias rotações, segundo a fabricante

Nesta segunda-feira (7), a nova geração da Triumph Street Triple RS foi apresentada na Europa. A moto, equipada com o três cilindros de 765 cm³, foi atualizada e ganhou uma série de novidades, a começar pelo renovado conjunto óptico dianteiro, que conta agora com luzes diurnas em LED.

O propulsor, apesar de manter os 123 cv de potência máxima, foi revisado, de acordo com a fabricante. Agora dentro das normas de emissão de poluentes Euro5 - que entram em vigor em 2020 - o motor entrega mais torque: 8,05 kgf.m a 9.350 giros.

O aumento no torque da nova geração da Triumph Street Triple RS não está somente no valor máximo. Segundo a marca, o novo sistema de escape permitiu também que a nova moto entregue mais força em médias rotações - 9% a mais do que a geração atual, de acordo com a Triumph.

A transmissão de seis marchas conta com quickshifter bidirecional de série, além da embreagem assistida e deslizante. O conjunto de suspensão segue com a combinação de componentes Showa e Öhlins, enquanto os freios ficam a cargo da Brembo.

Na eletrônica, a Triumph acrescentou à Street Triple RS o sistema de conectividade My Triumph no painel TFT. Com o sistema, o piloto pode controlar câmeras de ação da GoPro e utilizar um sistema de navegação curva a curva.

Os modos de pilotagem também foram aperfeiçoados para se adequarem ao motor revisado, mas seguem sendo os cinco da geração que atualmente é vendida no Brasil: Road, Rain, Sport, Track e Rider, que é customizável pelo piloto. O controle de tração comutável e os freios ABS podem ser regulados.

A Triumph ainda não divulgou o preço da nova geração da Street Triple RS.

Harley-Davidson tem dificuldades em atrair novos clientes para moto elétrica

A Harley-Davidson está apostando em motocicletas elétricas para atrair a próxima geração de jovens com consciência ambiental para reverter queda de vendas nos Estados Unidos.



LiveWire, nova motocicleta elétrica da Harley-Davidson 07/10/2019 Harley-Davidson Motor Company/Divulgação via REUTERS
Foto: Reuters

Mas conforme a Harley envia suas primeiras motocicletas "LiveWire" - que custam 29.799 dólares - para os revendedores, há poucas evidências de que a marca de 116 anos esteja alcançando novos clientes jovens.

O problema está principalmente no preço de produto "super premium". A moto custa quase o mesmo que um Tesla Model 3 e visa um mercado que realmente não existe: motociclistas jovens, ricos e ecológicos.

A elegante moto esportiva está disponível para pré-encomenda nos Estados Unidos desde janeiro. No entanto, a maior parte das encomendas vem de motociclistas mais velhos, de acordo com entrevistas com 40 das 150 concessionárias nos EUA que vendem a motocicleta neste ano.

Durante anos, a Harley fracassou em aumentar as vendas nos Estados Unidos, sendo o principal mercado responsável por mais da metade de suas motocicletas vendidas. À medida que sua base de clientes nascidos nos pós-guerra envelhece, a empresa com sede em Milwaukee está tem dificuldades em conquistar novos clientes.

Em 2018, a Harley teve a maior queda nas vendas em quatro anos nos Estados Unidos. As vendas nos EUA devem cair novamente este ano.

O preço das ações da fabricante caiu 42% nos últimos cinco anos. Em comparação, o S&P 500 ganhou 47%.

Para aumentar as vendas, revendedores esperam que a Harley siga o caminho da Tesla: lance veículos elétricos mais acessíveis depois de criar um burburinho com um modelo premium.

O primeiro carro elétrico da Tesla custou mais de 100 mil dólares, mas os preços caíram com os modelos seguintes. O Model 3 agora vem com um preço base de 35 mil dólares e foi fundamental para elevar as vendas a um nível recorde no último trimestre.

As motocicletas tradicionais de nível básico da Harley Davidson custam cerca de 6.900 dólares.

Mas, diferentemente da Tesla, a Harley não desfruta da verdadeira vantagem de ter sido pioneira. A Zero Motorcycles, com sede na Califórnia, já está vendendo motocicletas elétricas nos Estados Unidos, com preços de varejo que variam de 8.500 a 21 mil dólares. Sua motocicleta de ponta - SR/F - é semelhante à LiveWire, mas custa quase 9 mil dólares a menos.

Ainda assim, Bob Clark, um revendedor de motocicletas da Zero em Chicago, diz que ainda não vendeu uma SR/F para motociclistas com menos de 35 anos. Todas as três motos elétricas que ele vendeu para jovens motociclistas este ano estavam na faixa de preço de 10 mil dólares.

"Os jovens pilotos são ambientalmente conscientes, mas também muito sensíveis ao preço", disse Clark.

Sete concessionárias Harley disseram à Reuters que nem se deram ao trabalho de encomendar a motocicleta LiveWire, o que exigiria investir em uma estação de carregamento de bateria de nível 3 e treinamento de funcionários.

Um revendedor de Ohio, que inicialmente se inscreveu para receber a LiveWire, disse que desistiu no último minuto porque não tinha certeza da demanda da moto em sua área.

(Fonte: Rajesh Kumar Singh Reuters ) - 07/10/2019
ROYAL ENFIELD ABRIRÁ QUATRO NOVAS CONCESSIONÁRIAS ATÉ O FINAL DE 2019

Ribeirão Preto é a próxima cidade a receber uma loja da marca que avança no mercado brasileiro

A Royal Enfield anunciou que vai inaugurar quatro novas lojas até o final deste ano. As cidades confirmadas são Ribeirão Preto, Belo Horizonte, Rio de Janeiro e São Paulo, respectivamente. As concessionárias fazem parte do plano de expansão da marca no Brasil, que visa ter, até março de 2020, 10 novos pontos de venda nas regiões Centro-Oeste, Nordeste, Sul e Sudeste.

Segundo as informações, as lojas serão projetadas dentro do padrão global de Royal Enfield e irão oferecer uma estrutura completa aos entusiastas e clientes da marca, com oficina, disponibilidade de roupas, acessórios e test rides dos três modelos da Royal Enfield vendidos no Brasil: Himalayan 410, Classic 500 e Bullet 500.

"Concluímos o processo de seleção com parceiros e o desenvolvimento das novas lojas está em andamento. A próxima inauguração será em Ribeirão Preto, em outubro, seguido dos outros pontos. Com isso, fecharemos o ano com oito concessionárias em operação em cidades estratégicas – contando com os pontos já existentes em São Paulo, Brasília, Curitiba e Campinas", aponta Renato Nista, coordenador de Desenvolvimento de Rede da Royal Enfield Brasil. As próximas cidades que irão receber a marca estão em processo de definição. "Ainda estamos estudando quais serão as próximas regiões.

Continuamos abertos ao recebimento de propostas de intenção", complementa.

Recorde de vendas

Paralelo à expansão de mercado, também cresce o número de emplacamentos no país das motocicletas Royal Enfield. Entre abril e dezembro de 2017, por exemplo, foram emplacadas 317 motos. No ano passado, de janeiro a dezembro, foram 522. Já neste ano, foram 888 unidades entre janeiro e agosto. "Apenas em julho foram 170 emplacamentos, nosso recorde, que até então era de 124, em junho de 2019. Em agosto vendemos mais 145 unidades. A abertura das novas lojas e a chegada da Himalayan no Brasil são os fatores principais para esta crescente", afirma Claudio Giusti, diretor Geral da Royal Enfield Brasil.

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