Principal evento de motos da Grã-Bretanha teve edição física cancelada devido à pandemia da covid-19
O Motorcycle Live, principal evento de motos da Grã-Bretanha, vai acontecer em 2020 mas de uma forma diferente. A edição presencial, assim como aconteceu com outros salões ao redor do mundo, foi cancelada devido à pandemia da covid-19.
Entretanto, a organização havia prometido e vai realizar o evento de forma virtual, contando com a participação das principais fabricantes, que exibirão as respectivas novidades em apresentações virtuais.
A vantagem para quem não é da Grã-Bretanha é que a edição virtual do Motorcycle Live pode ser acompanhada de qualquer lugar do mundo, desde que a pessoa interessada possua acesso à internet.
Tudo começa no próximo sábado, dia 21 de novembro. Nos dois primeiros dias, as fabricantes vão apresentar as novidades para o mercado britânico. A partir da próxima segunda (23) até sexta (27), a programação será temática, com dias exclusivamente dedicados a motos naked, dicas de pilotagem off-road e dicas para iniciantes no mundo das duas rodas, entre outros temas.
No final de semana que encerrará a edição virtual do Motorcycle Live, a programação será dedicada ao mundo das competições em duas rodas, com foco no Britânico de Superbike e no TT da Ilha de Man.
Se você ficou curioso para saber como será a edição virtual do Motorcycle Live, fique de olho e acesse o site oficial do evento entre os dias 21 e 29 de novembro, período em que o conteúdo ficará disponível online para os visitantes virtuais.
Modelo é novidade na família aventureira da fabricante e primeira moto da marca a contar com cruise control por radar
Na última quarta-feira (4) a Ducati revelou oficialmente um dos segredos menos secretos da história recente do mercado de motos: a Multistrada V4, nova integrante da família de aventureiras da marca de Borgo Panigale.
Inicialmente, acreditava-se que a Ducati apresentaria a Multistrada V4 em outubro, com a fabricante revelando alguns teasers. Entretanto, o que a marca revelou no mês passado foi o motor da novidade, um V4 de 1.158 cm³.
Na última quarta, porém, a fabricante revelou os detalhes da moto. O propulsor, como já se sabia anteirormente, entrega 172 cv de potência máxima a 10.500 giros e torque máximo de 12.7 kgf.m a 8.750 rotações por minuto. A transmissão é de seis velocidades.
O design, apesar de manter a identidade visual da família Multistrada, foi levemente alterado. Na dianteira, o desenho dos faróis é novo e entre os elementos está uma das novidades mais significativas da Multistrada V4: o radar para o cruise control.
Diferente do sistema da BMW Motorrad, o da Ducati conta com um segundo radar na traseira da moto, que avisa o motociclista sobre a presença de veículos nos pontos cegos. Ainda no design, destaque para os elementos nas laterais que possuem a funcão de direcionar o ar quente do radiador para longe do motociclista. Um pouco mais abaixo, a Multistrada V4 conta com aletas aerodinâmicas que, além de complementar o trabalho dos elementos superiores, mantém a moto mais estável, segundo a fabricante.
Na eletrônica, como era de se imaginar, a Multistrada V4 conta com um amplo pacote de recursos que estão presentes como itens de série. Controle de tração e ABS atuantes em curvas, antiwheelie, modos de pilotagem e modos de potência já na versão de entrada, que não conta com o cruise control como item de série.
A partir da V4 S, porém, o item está disponível, assim como o assistente de saída em aclives, a suspensão eletrônica, o sistema de iluminação que acompanha a trajetória em curvas e o quickshifter bidirecional. Há ainda a versão V4 S Sport, que ganha paralama dianteiro em fibra de carbono e ponteira Akrapovic.
Nos freios também há diferença entre as versões: enquanto a versão de entrada conta com dois discos de 320 mm na dianteira com pinças Brembo monobloco, nas versões V4 S e V4 S Sport a dianteira ganha discos de 330 mm e pinças Brembo Stylema. Na traseira, todas as versões contam com disco de 265 mm.
O peso em ordem de marcha é diferente nas três versões: a Multistrada V4 pesa 240 quilos em ordem de marcha, enquanto a V4 S pesa 243 quilos e a V4 S Sport pesa 242 quilos. A altura do assento pode ser ajustada entre 840 mm e 860 mm - há opcionais de assento mais baixo (810 mm) e assento mais elevado (873 mm).
Outro detalhe que diferencia as versões V4 S e V4 S Sport da versão de entrada é o painel TFT. Na versão mais simples, o painel TFT é de 5 polegadas, enquanto nas versões mais completas o visor é de 6,5 polegadas e ganha sistema de navegação embutido.
A Multistrada V4 tem preço inicial em € 18.990 para a versão de entrada, o equivalente a R$ 123.250 em conversão direta. A V4 S parte de € 21.990, enquanto a V4 S Sport sai por € 23.790 - R$ 142.720 e R$ 154.900, respectivamente.
Modelo retrô, que inicialmente seria lançado em 2020, teve apresentação adiada para próximo ano
A Bimota KB4, segundo modelo da marca no renascimento promovido pela Kawasaki - que adquiriu parte das ações da fabricante italiana - já tem data para ganhar o mundo: abril de 2021.
A Tesi H2, que utiliza o motor supercharger da Kawasaki de 998 cm³ de clindrada e entrega impressionantes 234 cv de potência máxima a 11.500 giros e torque máximo de 14,37 kgf.m a 11 mil rotações por minuto, já está a venda. Quando confirmou a chegada das primeiras unidades da Tesi H2 aos compradores, a Bimota confirmou a KB4 para o primeiro semestre de 2021, mas sem dizer exatamente quando.
Agora, porém, quem se interessar pelo modelo já sabe quando vai poder ver todas as especificações da novidade. O que já se sabe sobre a moto é o motor que será utilizado: o mesmo da Ninja 1000SX.
Na Ninja 1000SX, o propulsor entrega 141 cv de potência máxima a 10 mil giros e torque máximo de 11,3 kgf.m a 8 mil rotações por minuto. Ainda não se sabe se os números serão os mesmos ou se na KB4 o propulsor vai oferecer mais desempenho.
A KB4 deve ser equipada ainda com itens topo de linha como suspensões da Öhlins e freios da Brembo, além de contar com recursos eletrônicos como controle de tração e cruise control.
Um novo SH está a caminho. A Honda divulgou um teaser e confirmou o lançamento do SH 350i para o dia 10 de novembro. Pelo que tudo indica, o SH 350i deve substituir o SH 300i, modelo conhecido pelos brasileiros.
O aumento de cilindrada, assim como aconteceu em muitos modelos, deve ter sido o caminho escolhido para adaptar o scooter às normas Euro5 de emissão de poluentes. Aparentemente, trata-se do monocilíndrico de 330 cm³ já atualizado e que equipa o Forza 350.
Pelo teaser, que segue a mesma identidade visual do produzido pela Honda para a nova CB 1000R, pouco se vê do novo SH 350i, mas é possível notar alterações visuais na parte dianteira do scooter, que ganha uma aparência mais moderna.
É possível ainda ver rapidamente um novo painel digital, que aparentemente segue a identidade visual inaugurada pela primeira geração da CB 1000R.
Para descobrir mais sobre o SH 350i, porém, será necessário esperar até o dia 10 de novembro ou um novo teaser da Honda antes disso. Enquanto isso, confira o teaser divulgado pela fabricante:
Novo scooter da Honda chega ao mercado europeu para brigar com o Yamaha TMax 560
Nesta quarta-feira (14) a Honda apresentou oficialmente o Forza 750, novo scooter da fabricante e nova arma para brigar pelo mercado de maxiscooters com o Yamaha TMax 560.
O motor é um dois cilindros de 745 cm³, o mesmo que equipa a NC750X e o X-ADV, mas adaptado para as normas Euro5 de emissão de poluentes. Além disso, o motor ganhou potência e torque: agora são 59 cavalos de potência máxima a 6.750 giros e torque máximo de 7,03 kgf.m a 4.750 rotações por minuto, com transmissão do tipo DCT.
Nos teasers divulgados pela fabricante já era possível notar outros detalhes da novidade, como o painel TFT e a presença de modos de pilotagem, o que se confirmou no lançamento.
São quatro modos: Standard, Sport, Rain e User, com o último permitindo o ajuste de acordo com as preferências de quem estiver pilotando o scooter no momento. A configuração pode ser feita através de botões no punho esquerdo, assim como as trocas de marchas no modo semi-automático.
Ainda na parte de eletrônica, o Forza 750 conta com acelerador eletrônico, controle de tração e controle de freio-motor em três níveis. A potência também pode ser ajustada em três níveis.
O conjunto de suspensão é formado por garfo invertido na dianteira e link monoamortecido na traseira, com curso é de 120 mm tanto na dianteira quanto na traseira. Os freios são a disco nas duas rodas, com ABS.
O tanque de combustível tem capacidade para 13,2 litros e a Honda diz que a autonomia do Forza 750 pode superar os 400 quilômetros dependendo, claro, do modo como o scooter é pilotado.
A capacidade de carga sob o assento é de 22 litros, mas o Forza 750 pode receber malas laterais e top case, o que amplia essa capacidade. A iluminação é full LED.
O preço do Honda Forza 750 ainda não foi divulgado.











