Roadster, assim como a G 310 GS, ganhou iluminação full LED e acelerador eletrônico
Nesta quinta-feira (8), a BMW Motorrad apresentou a nova geração da G 310 R na Índia. A nova geração da roadster aparece dias depois da revelação da nova G 310 GS e as atualizações seguem a mesma linha do que se viu na nova aventureira de entrada da marca alemã.
A começar pelo motor, que é o mesmo monocilíndrico de 313 cm³ atualizado para as normas BS6 de emissões de poluentes, com 34 cv de potência máxima a 9.250 giros e torque máximo de 2,9 kgf.m a 7.500 rotações por minuto.
A Roadster também ganhou novo visual, com novos grafismos e novas carenagens. As principais novidades do modelo, como era de se esperar, são as mesmas vistas na nova G 310 GS: iluminação full LED e acelerador eletrônico, além dos manetes de freio e embreagem ajustáveis em quatro níveis.
A BMW G 310 R será disponibilizada em três opcões de cor: Cosmic Black (preto com detalhes em branco), Polar White (branco com detalhes em azul) e Style Sport (grafite, branco e vermelho).
Com o lançamento da G 310 R, a BMW divulgou os preços das novas G 310 na Índia. A G 310 R custa o equivalente a R$ 18.730, enquanto a G 310 GS tem preço estimado em cerca de R$ 21.780.
Ainda não se sabe quando as novas G 310 R e G 310 GS desembarcam no Brasil.
Novas CRF 450R, CRF 250R e CRF 250RX já podem ser reservadas
A Honda iniciou nesta terça-feira (15) a pré-venda da linha 2021 da família CRF, com as novas CRF 450R, CRF 250R e CRF 250RX. A CRF 450R, segundo a fabricante, foi totalmente renovada e aproveitou conhecimentos adquiridos com a CRF 450RW, moto utilizada pela equipe oficial da Honda no Mundial de Motocross e campeã na categoria MX1 com Tim Gajser em 2019.
Chassi e balança, por exemplo, são completamente novas. O quadro possui nova geometria e as suspensões passaram por mudanças no ajuste que, segundo a Honda, melhoraram o desempenho em curvas.
O motor também foi submetido a alterações e conta com sistema de admissão e exaustão atualizados para, de acordo com a fabricante, entregar mais potência e ao mesmo tempo suavizar a entrega em baixas e médias rotações. O silenciador agora é único, diferente do que se via na vers˜åo anterior, que contava com um modelo duplo.
Outras alterações de destaque são a introdução da embreagem hidráulica e as novas partes plásticas e banco mais compactos - o que, segundo a Honda, proporciona maior liberdade de movimentos. A CRF 450R conta com controle de tração e de largada na parte de eletrônica - os controles foram atualizados, sendo concentrados no punho esquerdo.
CRF 250R e CRF 250RX
Tanto a CRF 250R, voltada para o motocross, quanto a CRF 250RX, voltada para o rally cross-country, utilizam o mesmo motor de 249,9 cm³. Os modelos contam com o sistema EMSB (Engine Mode Select Button), no qual o piloto pode escolher entre três mapas de motor, e com controle de largada.
Uma diferença significativa entre os dois modelos e o aro da roda traseira: na CRF 250R, a roda traseira é aro 19, enquanto na CRF 250RX a roda traseira é de aro 18.
A pré-venda dos três modelos já foi iniciada, mas a chegada dos modelos às concessionárias da rede Honda Dream acontece em novembro. A CRF 450R tem preço sugerido de R$ 53.590,00, a CRF 250RX custa R$ 50.590 e a CRF 250R sai por R$ 48.690.
Lançada no Brasil, a nova geração Tiger chega com mais tecnologia, performance e versatilidade para curtas ou longas jornadas no dentro e fora de estrada
Segundo a Triumph do Brasil: “não há um parafuso igual ao modelo Tiger 800”, quando a subsidiária brasileira se referiu a nova geração Tiger 900, um dos lançamentos mais esperados do ano, já que o Brasil, é o maior consumidor de Tiger do mundo.
A princípio chegaram as versões Pro (GT e Rally) mais sofisticadas e com preços promocionais no primeiro lote. Atualmente, todas as versões já estão disponíveis nas concessionárias Triumph Motorcycles, com a Tiger 900, versão de entrada, a partir de R$ 48,9 mil.
Novo chassi, motor, suspensão, freios, tudo novo, além de um novo painel e eletrônica de última geração que fizeram da nova Tiger um modelo mais atual e mais versátil do que nunca, ganhando em desempenho inclusive no off-road.
Confira nosso review com a GT Pro, mais voltada para trajetos urbanos, longas jornadas on-road e uma boa pitada de aptidão para o fora de estrada de chão batido.
Total de motos produzidas no Polo Industrial de Manaus é maior do que em julho, mas inferior a agosto de 2019
O setor de duas rodas no Brasil segue se recuperando aos poucos mesmo em um cenário ainda complicado de pandemia da covid-19, que ainda afeta o mundo todo.
Entretanto, a produção de motocicletas vem crescendo nos últimos meses após o período de pausa e os números de agosto divulgados pela Abraciclo (Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares) mostram que o setor cresceu novamente.
No mês passado foram produzidas 98.358 unidades no Polo Industrial de Manaus, crescimento de 0,4% em relação ao mês de julho, quando foram produzidas 97.920 motocicletas.
O volume, como é de se imaginar, é inferior ao registrado em agosto de 2019, quando 114.738 motocicletas saíram das fábricas localizadas na capital do estado do Amazonas.
No acumulado entre janeiro e agosto deste ano, foram produzidas 588.495 motocicletas, queda de 20,9% na comparação com o mesmo período em 2019, quando o total foi de 743.556 unidades.
As diferenças se explicam pelos impactos da pandemia, segundo o presidente da Abraciclo, Marcos Fermanian. O dirigente explica que mesmo na retomada da produção as fabricantes estão operando em menor capacidade, o que gera consequências.
“Desde a retomada gradual das atividades industriais em maio, a produção de motocicletas vem mostrando uma curva ascendente e consistente. O volume até poderia ser maior, mas as fábricas ainda operam com restrições, pois a prioridade é preservar a saúde dos colaboradores, atendendo aos protocolos sanitários de segurança”, disse Fermanian.
“Isso, no entanto, gera desequilíbrio entre a oferta e a demanda. Ainda estamos atendendo às entregas atrasadas dos consórcios, por exemplo, que respondem por cerca de 25% das vendas de motocicletas no Brasil”, completou.
Pré-venda de lote de 250 unidades numeradas já está aberta
A Bimota havia dito há algum tempo que a Tesi H2, primeiro modelo da marca após a venda de parte das ações da fabricante italiana para a Kawasaki, chegaria ao consumidor neste mês.
A realidade, no entanto, é que a pré-venda da Tesi H2 é que foi iniciada neste mês, com as primeiras unidades do modelo começando a ser entregues no dia 1º de outubro.
Além da data de lançamento, a bimota divulgou mais imagens da Tesi H2 e a potência do modelo, que carrega o H2 no nome justamente por ser equipado com o motor supercharger desenvolvido pela Kawasaki.
São quatro cilindros em linha e 998 cm³ de cilindrada, que entregam 234 cv de potência máxima a 11.500 giros e torque máximo de 14,37 kgf.m a 11 mil rotações por minuto.
Além disso, a Tesi H2 conta com balanças traseira e dianteira em alumínio, rodas aro 17 e sistema de freios com dois discos de 330 mm na dianteira e um disco de 220 mm na traseira.
Preço? € 64.000, o equivalente a R$ 409.200 em conversão direta. O primeiro lote conta com 250 unidades e está reservado apenas para a Europa, com a fabricante dizendo que posteriormente a Tesi H2 será vendida para outros mercados.











