Disputa está marcada para os dias 21 e 22 de março em conjunto com o Paranaense da modalidade
A abertura da temporada 2020 do Brasileiro de Velocross já tem local definido para acontecer. Nos dias 21 e 22 de março, a cidade paranaense de Lapa recebe a primeira etapa do campeonato.
De acordo com a organização, a expectativa é de recorde de inscritos, com mais de 400 pilotos de todo o país - Lapa será palco da abertura do campeonato Brasileiro de Velocross e também do Paranaense da modalidade.
No Brasileiro, as classes são 65cc, Júnior, Nacional 250cc Pró, Nacional Força Livre, VX3 Nacional, VX4 Nacional, VX45 Nacional, VX50 Nacional, VX1, VX2, VX3 Especial, VX4 Especial, VX45 Especial, VX50 Especial, VXF Nacional e VXF Especial. Para o Paranaense, além das categorias citadas anteriormente há as 230cc, Intermediária Nacional, Intermediária Especial, Street 200cc, TR 100F, TR 50F e TR 125F Adulto.
O Circuito Renato Cardoso, montado em anexo ao Parque de Exposições, tem aproximadamente 1.200 metros de extensão, 10 curvas no sentido anti-horário e os trechos de alta velocidade são maioria.
Para acompanhar de perto as disputas, os interessados devem adquirir os ingressos para a etapa, que vão custar R$ 10 cada e estarão à venda na entrada do evento.
Serviço: Campeonato Brasileiro de Velocross e Campeonato Paranaense de Velocross
Etapa: Abertura
Data: 21 e 22 de março
Local: Circuito Renato Cardoso, Parque de Exposições da Lapa
Ingressos: R$ 10,00 no local
Fabricante confirma data de chegada de edição especial da trail, revelada às vésperas do Salão Duas Rodas 2019
A Honda anunciou nesta sexta-feira (28) a chegada da NXR 160 Bros Special Edition às concessionárias da marca: os interessados na edição especial da trail de entrada da fabricante poderão comprar e levar o modelo a partir de março.
A linha Special Edition foi apresentada pela fabricante às vésperas do Salão Duas Rodas 2019. XRE 190 SE e CB250F Twister SE já estão no mercado, com a 160 Bros SE chegando agora e completando a família.
Os grafismos da NXR 160 Bros SE foram desenvolvidos pelo grupo de designers do Honda Research Brasil (HRB), que se inspiraram na família CRF - as motos de competição off-road da fabricante - para criar a edição especial da trail de entrada da marca japonesa. A cor vermelha, portanto, predomina no modelo - o assento, que também é vermelho, lembra as XL e XLX da segunda metade dos anos 1980.
Na parte técnica, no entanto, não há alterações. O motor segue sendo o monocilíndrico bicombustível de 162,7 cm³ de cilindrada, que desenvolve potência máxima de 14,5 cv a 8.500 giros e torque máximo de 1,46 kgf.m a 5.500 giros quando abastecida com gasolina e 14,7 cv a 8.500 rotações por minuto e 1,60 kgf.m a 5.500 rotações por minuto quando abastecida com etanol.
O conjunto de suspensão é formado por garfo convencional com curso de 180 mm na dianteira e balança monoamortecida com curso de 150 mm na traseira. Os freios são a disco nas duas rodas e o modelo utiliza o sistema de freios combinados, que aciona parcialmente o freio dianteiro quando o piloto aciona o freio traseiro.
A partir de março, portanto, os interessados podem adquirir a Honda NXR 160 Bros SE nas concessionárias da marca. O preço sugerido para o modelo (base São Paulo, sem frete) é de R$ 13.160, acréscimo de R$ 300 em relação ao modelo standard.
Com quatro letras e três números, modelo permite mais de 450 milhões de combinações
Todos os estados brasileiros e o Distrito Federal já podem emplacar veículos com os novos modelos de placa, que seguem o padrão Mercosul. A princípio, a nova placa é obrigatória no primeiro emplacamento, quando houver mudança de município ou estado e caso o proprietário precise de uma placa nova devido a roubo, furto, extravio ou dano da placa antiga.
“O novo modelo corrige equívocos da antiga placa Mercosul, diminui o custo e garante mais segurança. Nós eliminamos todos os elementos da placa que a encareciam. Tiramos o chip e os elementos gráficos patenteados e, principalmente, abrimos para vários estampadores”, disse Tarcísio Freitas, ministro da Infraestrutura.
A placa que segue o padrão Mercosul traz um item de segurança que não existe nas placas do modelo cinza, com três letras e quatro números. Trata-se do QR Code, que permite à fiscalização ler o código e acessar um número que é como um CPF da placa. O processo dificulta a clonagem e falsificação de placas.
Além disso, o novo modelo, com quatro letras e três números, permite mais de 450 milhões de combinações. O Governo federal não estipulou preço único para a nova placa, então é possível existir variação de preços de estado para estado - fica a cargo dos Detrans de cada estado e do Distrito Federal o credenciamento de empresas que vão produzir e fornecer as placas.
Documento registrado na Califórnia mostra que possível reedição do modelo foi aprovada quanto à emissão de poluentes
De acordo com um documento registrado no CARB (California Air Resources Board), órgão regulador do nível de emissões de poluentes no estado norte-americano, a Softail Standard está na lista de motos da Harley-Davidson aprovadas e liberadas para circular nas ruas.
A Softail Standard foi lançada pela primeira vez em 1984, permanecendo no lineup da marca até 1990. A segunda geração surgiu em 1999 e durou até 2007, com a versão que aparece na foto que ilustra este texto.
De acordo com o documento, o motor que vai equipar a Softail Standard é o Milwaukee-Eight 107. Na primeira geração, o modelo era impulsionado por um propulsor Evolution, enquanto na segunda geração a moto recebeu um Twin Cam.
Ainda não se sabe quando e se de fato a Softail Standard será relançada. Se a Harley-Davidson seguir o que fez nos dois últimos anos com a família Softail, adicionando a FXDR 114 para a linha 2019 e a Low Rider S para a linha 2020, é provável que a Softail Standard seja a novidade da família para 2021.
Modelo compartilha não somente plataforma com a Ninja 400, mas também os pontos positivos; confira as primeiras impressões sobre a motocicleta
Anunciada no Brasil no final de julho, a Kawasaki Z400 chegou às concessionárias da marca na segunda quinzena de agosto. Uma das novidades aguardadas para este ano, a naked é a aposta da Kawasaki para brigar pelas vendas no segmento com a Yamaha MT-03.
Durante o Festival Duas Rodas, realizado entre 29 de agosto e 1º de setembro no Autódromo de Interlagos, em São Paulo, a fabricante realizou a apresentação oficial da naked que passa a ser a porta de entrada da família Z, substituindo a Z300 – ainda há unidades zero quilômetro da Z300 nas concessionárias, mas a moto já não é mais produzida.
Tomando como base a plataforma da Ninja 400, que chegou ao Brasil no ano passado, a Z400 traz melhorias em desempenho e segurança, além de estar mais leve (167 contra 170 quilos da Z300). No primeiro dia de Festival o MOTO.com.br teve a oportunidade de acelerar a Z400 em Interlagos e traz as primeiras impressões sobre a nova naked.
VELOZ E ÁGIL
No ambiente mais apropriado para ver do que a Z400 é capaz, saímos dos boxes de Interlagos para percorrer algumas voltas no traçado de 4.309 metros – levemente modificado para a realização do festival com a colocação de cones para criar chicanes nos pontos de maior velocidade e a utilização da já existente chicane na curva do Café, um dos trechos mais perigosos do traçado.
Pneus aquecidos e ambientação com a pista feita, chegou a hora de acelerar. Tendo as voltas com a Ninja 400 no circuito do Haras Tuiuti no lançamento da esportiva como base, esperava-se uma moto bastante ágil e com um motor que apresenta desempenho suficiente para velocidades significativamente superiores aos 120 km/h permitidos como velocidade máxima nas rodovias brasileiras.
As expectativas se confirmam após as primeiras voltas no tradicional traçado paulistano. Os bons 48 cv de potência a 10 mil giros e 3,9 kgf.m a 8 mil giros do bicilíndrico de 399 cm³ são suficientes para permitir uma condução divertida em Interlagos, que tem a maior prova de fogo para o conjunto na subida da reta dos boxes. Mesmo utilizando a chicane na Curva do Café, o velocímetro marca mais de 170 km/h antes da freada para o S do Senna com boa margem de segurança.
No trecho mais travado, que começa na forte freada depois do Laranjinha e vai até o modificado Bico de Pato – a organização do Festival não utilizou o traçado original no trecho, também pensando na segurança. As mudanças de direção são feitas sem muito esforço e a Z400 passa confiança nas curvas, permitindo ao piloto carregar boa velocidade no contorno delas.
Nas freadas, o disco dianteiro semi-flutuante de 310 mm dá conta do recado e permite reduzir a velocidade da Z400 com segurança. O conjunto de suspensão, formado por garfo convencional na dianteira e a balança monoamortecida com ajuste de pré-carga de mola, tem um acerto intermediário entre esportividade e conforto, o que deve agradar ao público-alvo da motocicleta.
As trocas de marcha, assim como na Ninja 400, são suaves. Ponto para a embreagem assistida e deslizante, que torna o acionamento do manete mais leve – quando se pensa no uso urbano e diário da moto, o menor esforço nas constantes trocas de marcha pode ser uma vantagem a longo prazo.
CONSIDERAÇÕES FINAIS
Como o teste foi realizado na pista e completamos poucas voltas, o consumo de combustível não foi aferido. Se a Z400 seguir o ritmo da Ninja 400, a média deve ficar na faixa de 22 km/l na cidade e
26 km/l em rodovia – lembrando sempre que muitos fatores influenciam na média, como o modo como o piloto conduz a moto e o peso do motociclista.
O preço sugerido da Kawasaki Z400 é de R$ 22.990, um pouco acima da principal rival, a Yamaha MT-03, que tem preço sugerido de R$ 22.290. A moto da Yamaha, porém, é menos potente e tem menos torque
(42 cv a 10.750 giros e 3,01 kgf.m a 9 mil giros).
A Kawasaki Z400 tem a missão de elevar as vendas da fabricante no segmento – a meta da marca é que o modelo seja um dos mais comercializados entre as motos naked. Só o tempo dirá se a moto será
capaz de incomodar a MT-03, que hoje abocanha mais de 32% das vendas, segundo os números da Fenabrave, mas o potencial existe.
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Ficha técnica Kawasaki Z400:
DIMENSÕES
Comprimento total
1.990 mm
Largura total
800 mm
Altura total
1.055 mm
Distância entreeixos
1.370 mm
Altura do solo
145 mm
Altura do assento
785 mm
Peso (ordem de marcha)
167 kg
Capacidade do tanque
14 litros
PERFORMANCE
Potência máxima
48 cv / 10.000 rpm
Torque máximo
{3.9 kgf.m} / 8.000 rpm
MOTOR
Tipo
Bicilíndrico, DOHC, 4 válvulas
Diâmetro x curso
70,0 x 51,8 mm
Deslocamento
399 cm3
Taxa de compressão
11,5:1
Alimentação
Injeção eletrônica (32 mm x 2)
TRANSMISSÃO
Transmissão final
Corrente
Número de marchas
6 velocidades
Relação de marcha: 1ª
2,929 (41/14)
2ª
2,056 (37/18)
3ª
1,619 (34/21)
4ª
1,333 (32/24)
5ª
1,154 (30/26)
6ª
1.037 (28/27)
Relação de redução primária
2.219 (71/32)
Relação de redução final
2.929 (41/14)
CHASSI
Tipo
Treliça, aço de alta resistência
Suspensão: Dianteira
Garfo telescópico de 41 mm
Traseira
Amortecedor a gás com ajuste de pré-carga da mola e atuação por link
120 mm
Curso: Dianteira
130 mm
Traseira
24,5°
Cáster
92 mm
Trail
35°/35°
Ângulo de esterçamento (esq./dir.)
110/70R17 M/C 54H
Pneus: Dianteiro
150/60R17 M/C 66H
Traseiro
Disco semi-flutuante de 310 mm
Freios: Dianteiro
Pinça de dois pistões
Traseiro
Disco de 220 mm
Pinça de dois pistões











