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OS PRIMEIROS 100 MIL QUILÔMETROS DE MINHA COMPANHEIRA DE ESTRADA

Prazer, me chamo Artur Henrique Voigt, sou de Indaial, Santa Catarina, e aqui vai um breve relato dos primeiros 100 mil quilômetros de minha companheira de estrada. Adquirida de um amigo há alguns
anos com seus 21 mil quilômetros, era uma jovem japonesa linda de cor azul.

Desde garoto sempre gostei desta motocicleta e quando surgiu a oportunidade, enfim, lá fui eu trocar uma motocicleta 7 anos mais nova e moderna, por uma ultrapassada Yamaha XT 600. Muitos foram os
passeios “pelo quintal de casa”, desbravando o nosso Vale do Itajaí, inúmeras vezes ela me levou pelas Serras Catarinense e Gaúcha, Região das Missões Jesuíticas Gaúchas, Paraguaias e Argentinas,
Missiones e Puerto Iguazú e tantos outros lugares, sem jamais, apresentar qualquer tipo de problema, ela adora a estrada!

Muitas foram as amizades adquiridas nos passeios e acampamentos. Em 2017 com seus 90 e tantos mil de experiência, decidi que era hora de andar um pouco mais longe.

- Mas você vai com esta moto?

- Ué, e por que não?!

90 mil quilômetros não é nada se comparado a motocicletas como a ML do grande Tiago Rocha, o Profeta, que já acumula em seu hodômetro, mais de 600 mil quilômetros.

Roteiro organizado, iria partir sozinho por uma viagem de duas semanas pelo noroeste argentino, nada de extraordinário se comparado às viagens épicas de motociclistas mais experientes, mas de
qualquer forma, para mim, seria e foi uma viagem extraordinária. De última hora surgiram duas pessoas que se juntaram à “Trip”, Ana e Aline, esta última que acabara de retornar de Ushuaia com seu
pai, um verdadeiro exemplo de motociclista. Sem nos conhecermos muito bem, partimos para esta aventura.

Em meio ao Chaco, tivemos a oportunidade de fazer mais uma grande amizade (coisas que o motociclismo proporciona), era o Silvio, motociclista de São Paulo em sua primeira viagem de moto, o que era
pra ser uma viagem solo, se tornou em uma viagem fantástica de 4 pessoas que formaram ali, “En La Ruta”, uma grande amizade.

A viagem passou por Corrientes, Thermas do Rio Hondo, Santiago Del Estero, Tafí Del Valle, Ruínas de Quilmes, Cafayate, Salta, Salinas Grandes, Purmamarca e Humahuaca. Foram duas semanas de muita
estrada, companheirismo e risadas causadas pelo “mal da altitude”. Enfim, no penúltimo dia de viagem, ela zerou o hodômetro, ficando 0 km novamente, 16 anos depois de ter saído da fábrica.

Um grande abraço a todos os motociclistas. ¡Suerte, siempre!

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Fotos: Arquivo Pessoal

Tesla fabrica mais de 5 mil carros Modelo 3 por semana e bate meta

Montadora disse que deve entregar mais de 11 mil veículos desse modelo no próximo trimestre

A Tesla disse nesta segunda-feira, 2, que ultrapassou sua meta de produzir 5 mil carros do Modelo 3. A empresa também voltou a afirmar que seu fluxo de caixa será positivo e manteve a previsão de
lucro para o resto do ano.

O modelo é considerado essencial para o futuro da empresa a médio e longo prazo, mas especialistas chegaram a questionar se a empresa conseguiria entregar o veículo, devido problemas na fabricação.

Agora, a Tesla diz que deve aumentar a produção de 6 mil veículos desse modelo por semana até o fim de agosto.


Com o anúncio, as ações da montadora subiram 5% no início do pregão, impulsionado pela notícia de produção em tempo recorde dos veículos.

"Alcançar a marca de 5 mil unidades por semana está à frente das expectativas dos investidores (que estava na faixa dos 4 mil a 4,5 mil) para o Modelo 3. Esperávamos que a Tesla terminasse o
trimestre a uma taxa semanal de 4,6 mil unidades", disseram os analistas da Evercore aos seus cliente.

A empresa anunciou ainda que 11.166 veículos do Modelo 3 vão ser entregues para seus clientes no próximo trimestre. Isso será possível porque, segundo a empresa, a produção do modelo 3 triplicou no
segundo trimestre em relação ao mesmo período anterior e fechou os três meses com 28.578 carros fabricados.

A Tesla disse ainda que espera que assim que os veículos estiverem circulando nas ruas, novos pedidos aumentem exponencialmente.

Importância. O Modelo 3 surgiu como proposta de um carro mais popular que os outros modelos da Tesla. A produção do sedã, porém, tem sofrido grandes problemas de bateria e outros gargalos desde o
início da fabricação.

Apesar de no primeiro momento o valor do modelo ter sido especulado em US $ 35 mil, a Tesla disse que ainda não começou a construir essa versão básica e que a atual produção é de um valor muito
mais alto.

Para atingir seu objetivo, a Tesla montou uma nova linha de produção dentro de uma tenda no campus de sua fábrica em Fremont. A companhia disse que a nova linha de montagem foi responsável por
cerca de 20% dos modelos 3 produzidos na semana passada.

(Fonte: Estadão Conteúdo) - 03/07/2018
Não se assuste com apps que abrem a câmera retrátil do Vivo Nex

Isso acontece devido às APIs do Android

O smartphone Vivo Nex possui uma tela sem notch que ocupa 91% da parte frontal. Para liberar espaço, a câmera frontal é retrátil: ela sobe apenas quando você tira selfies. No entanto, ela está
sendo ativada sozinha por alguns aplicativos, incluindo o Telegram.

Foi fácil chegar à conclusão apressada de que esses apps estão espionando você. No entanto, a câmera do Vivo Nex é rapidamente desativada — e há um bom motivo para isso.



Telegram e APIs de câmera

Quando o usuário abre uma mensagem no Telegram, a câmera frontal do Vivo Nex sobe imediatamente e logo se retrai, mesmo que ele não queira tirar uma foto. Mobile: Telegram permite acelerar áudios e
trocar fotos já enviadas

Isso foi demonstrado em vídeo por um usuário da rede social Weibo:



Isso acontece devido às APIs do Android. O Telegram solicita a resolução das câmeras quando você usa o app pela primeira vez. É preciso ativá-las temporariamente para obter essas informações.

Repare que, no vídeo abaixo, o Vivo Nex levanta e imediatamente retrai a câmera frontal — é o Telegram perguntando a resolução através da API. Isso é feito apenas da primeira vez em que o app é
usado, quando o usuário abre uma conversa. Quando ele abre outras conversas, nada acontece:

O Telegram possui código aberto, e um beta não-oficial permite desativar a inicialização da câmera ao abrir o chat. Isso está disponível em um menu de depuração (debug).

As notas da versão 4.8.11 (1317) dizem:

O app não consultará mais a resolução das câmeras quando o bate-papo estiver aberto. Isso significa que a primeira tentativa de gravar uma mensagem de vídeo começará com algum atraso (espero que
seja curto). Além disso, a câmera no menu Anexar não estará visível instantaneamente na primeira abertura.



Em outros apps
Segundo o site Abacus, especializado em tecnologia da China, o Vivo Nex também levanta a câmera frontal com o navegador QQ Browser.

A desenvolvedora Tencent diz que isso está relacionado às APIs do Android. O navegador usa a câmera para determinados recursos, como ler QR Codes, e precisa ativá-la brevemente para obter suas
informações (como a resolução).

Por sua vez, a chinesa Vivo diz que permissões não-necessárias de apps são desativadas por padrão, e que “sempre implementou um gerenciamento rigoroso” delas.

Android
Você não precisa se assustar com apps que ativam a câmera frontal do Vivo Nex. Ainda assim, vale lembrar que o Android sempre foi muito liberal nesse quesito.

Até o Oreo, apps em segundo plano podem ativar a câmera sem avisar ao usuário. O desenvolvedor Szymon Sidor demonstrou em 2014 que isso funciona mesmo com a tela desligada:



No Android P, apps em segundo plano só podem usar a câmera e o microfone se exibirem uma notificação avisando o usuário.





(Fonte: Por Felipe Ventura) - 03/07/2018
Especial: passo a passo para acrescentar a categoria A

Repórter do MOTO.com.br relata experiência desde a auto-escola até a aprovação no exame prático para obter a habilitação para pilotar motos

Ao entrar no MOTO.com.br, sabia que um dos meus primeiros desafios seria adicionar a categoria A em minha habilitação. Na visão deste que vos escreve, não faria o menor sentido trabalhar no site que é referência quando o assunto é moto e
não pilotar uma das máquinas que passam pela redação para os testes.

Afinal, como repórter, uma de minhas atribuições também é realizar testes com as motos. Posto isto, dei início ao processo de adição de categoria à minha Carteira Nacional de Habilitação. No caminho, fiz uma série de descobertas que
julgo serem úteis para o leitor que, assim como eu, pretende entrar no universo das motos.

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Como adicionar a categoria A à CNH?
O processo é mais simples do que parece: escolhi uma auto-escola e dei entrada no pedido de adição. Naquele momento, a auto-escola já agendou o pré-cadastro no DETRAN e os exames médico e psicotécnico.

Com tudo marcado para o mesmo dia – o agendamento com hora marcada no DETRAN realmente funcionou, é importante ressaltar quando as instituições atuam conforme esperado – resolvi as duas situações de uma vez.

Feito isso, era hora de partir para as aulas práticas. Não, não pulei nenhuma parte: no processo de adição de categoria não é necessário fazer a parte teórica novamente. Antes de pilotar, fiz algo que considero importante por vários
motivos: adquiri um capacete.

Caso o leitor não possua um ao chegar ao local das aulas, os instrutores têm alguns para ceder aos alunos. Entretanto, nem sempre você encontrará um no tamanho ideal e as condições de higiene não são as melhores, já que as peças são
utilizadas constantemente por várias pessoas. Como você precisará obrigatoriamente de um capacete para pilotar, inclua esse item em sua lista de obrigações antes das aulas práticas.

Apesar de já ter subido em algumas motos na vida, jamais tinha assumido o controle de uma. A primeira aula prática, então, serviu para aprender o que eu nunca tinha feito. Ainda que soubesse, na teoria, o que deveria ser feito, onde
ficava cada comando, a realidade é diferente.

Lá estava eu, no Parque do Ibirapuera (São Paulo), comandando uma moto pela primeira vez na vida. Sigo as ordens do instrutor com calma, mas um pouco atrapalhado. Com o motor ligado, levanto o apoio, aciono o manete de embreagem e
pressiono o pedal do câmbio para baixo, engatando a primeira marcha.

Aos poucos, solto a embreagem e começo a acelerar suavemente. Nos primeiros metros, o instrutor me acompanha para ver se consigo me equilibrar sobre a moto. Apesar de algumas desequilibradas leves, rapidamente fui liberado para andar sem
que ele me acompanhasse para segurar a motocicleta em caso de necessidade.

Os primeiros passos, fora do percurso da prova, eram simples. Parar e sair com a moto, aperfeiçoando a frenagem e acertando o ponto da embreagem. Além disso, o instrutor me pedia para passar por sinalizações no chão que simulavam o
trecho dos cones do percurso oficial. A cada aula, sentia-me mais tranquilo sobre a moto, graças às orientações que recebia. Finalizadas as aulas obrigatórias para a adição de categoria – 15, no caso – agendei a prova.

No dia do teste, cheguei cedo e mantive a tranquilidade e a concentração, itens fundamentais. Explico: enquanto esperava a minha vez, observei outras pessoas que faziam o que eu iria fazer minutos depois. Naquele momento, testemunhei
candidatos sendo reprovados por deslizes simples, mas fatais – como não abaixar a viseira ou recolher o apoio, erros que culminam em reprovação direta.

Chega, então, a minha vez. Coloco a motocicleta com a qual fiz as aulas na entrada do percurso, ainda desligada. Fora da moto, visto o capacete, fixando-o de maneira firme, e abaixo a viseira. O examinador dá a ordem para eu ligar a moto
e aguardar. Recolho o apoio e, quando recebo o sinal verde para iniciar a minha prova, aciono o manete de embreagem e engato a primeira marcha.

O percurso do Ibirapuera se inicia com o oito, que avalia o equilíbrio e a capacidade do condutor em contornar curvas mantendo a aceleração constante. O piloto entra pelo lado direito, percorre uma volta completa e em seguida encara o
labirinto, que consiste em curvas de 90° para a direita e para a esquerda – uma das partes mais complicadas do percurso.

Ao final do labirinto, uma leve curva à esquerda e vem a rampa, trecho simples de ser deixado para trás. Em seguida, mais uma curva para a esquerda e passo pelos sonorizadores antes da sequências de curvas em U, uma para a esquerda e
outra para a direita. Na saída, o trecho dos cones. Entro pelo lado direito, mantenho a velocidade e passo sem encostar, derrubar ou perder o equilíbrio no setor.

Última curva em U para a direita e vem o primeiro local de parada. Freio traseiro acionado suavemente, mão no manete de embreagem e pé esquerdo no chão. Como manda o figurino, visualizo completamente a sinalização de PARE pintada no
chão. Ao receber o sinal do avaliador, saio da imobilidade pela última vez, curva final – mais um U, desta vez para a esquerda.

Surge então o desafio final: a prancha. Acelero suavemente para manter a moto equilibrada, mantenho a cabeça erguida e o olhar para a frente, passando sem grandes dificuldades. Terminada a prancha, mais um PARE no chão – o que indicava o
final do percurso. Assim como no primeiro, paro a moto no local correto. Ali, recebo a orientação para deixar a pista de prova e aguardar o resultado parando a motocicleta um pouco mais à frente.

Segundos depois, um dos membros da banca avaliadora entrega o papel com o meu resultado e me orienta a seguir com a moto até o meu instrutor para que ele, então, revele se eu tinha sido aprovado ou reprovado. Não que eu estivesse
pensando que teria falhado na prova, mas aqueles metros percorridos antes da certeza demoraram um pouco mais do que o leitor pode imaginar.

Quando encontro meu instrutor, recebo a notícia de maneira breve, mas com a sensação de missão cumprida nos dois lados da relação breve que existe entre professor e aluno: “É, tudo certo”, diz ele, com um leve sorriso no rosto. Do meu
lado, surge um sorriso enorme e finalmente deixo a concentração de lado para celebrar a entrada no mundo das duas rodas.

Depois de aprovado, ainda esperei aproximadamente 15 dias úteis para receber a CNH atualizada. Fiz alguns cursos para aperfeiçoar minha pilotagem - o que vai gerar matéria que você poderá conferir em breve por aqui - e passar impressões
apuradas para o leitor ao fazer os testes. Afinal, nosso slogan é “nós entendemos de moto”.

Para encerrar, um recado a você que alimenta o desejo de pilotar e, seja lá por qual motivo, ainda não possui a habilitação de moto: faça. Faltam-me palavras para descrever o quão bom é pilotar uma motocicleta. Nós do MOTO.com.br

estaremos sempre aqui para ajudá-lo a escolher a moto que se encaixa em seu perfil e equipamentos que garantam a sua segurança.

Pilotando com consciência e de modo seguro, a moto levará você a lugares incríveis. Venha conosco nessa jornada!

Texto: Gabriel Carvalho/MOTO.com.br

(Fonte: Equipe MOTO.com.br) - 25/06/2018
A progressão e o impacto das criptomoedas na economia

Criptomoedas são o método de pagamento do futuro. As moedas digitais estão a mudar a forma como as pessoas lidam com negócios e como interagem com dinheiro. Desde a grande explosão da Bitcoin, temos visto cada vez mais criptomoedas a
entrarem no mercado, e consequentemente, a sua popularidade como forma de pagamento tem aumentado drasticamente. Até recentemente, criptomoedas passavam despercebidas para o mercado financeiro, mas com o crucial aumento do valor da
Bitcoin, os olhares ficaram postos nas moedas digitais. Em 2017, a Bitcoin viria a aumentar de valor exponencialmente, chegando ao fim do ano a atingir quase 20 mil dólares por 1 Bitcoin.

A Bitcoin é uma moeda digital que se pode obter através da resolução de pequenos algoritmos na internet (técnica conhecida também como “mining”), ou através de investimentos no mercado de trocas. Com o impressionante aumento do valor da
Bitcoin, mais moedas digitais têm surgido em diversas plataformas como outros métodos para proceder com uma transação online, o que certamente viria a despertar o interesse de diversas indústrias para considerar esta moeda como um
potencial meio de pagamento. Bitcoin, tal como Litecoin, MintChip ou Ripple, tem as suas vantagens, pois como uma moeda digital, não existe nenhuma entidade
governamental que tenha controlo sobre o valor da mesma, no entanto, mesmo apesar das suas transações serem feitas de forma encriptada, existe a possibilidade de uma falha de segurança que lhe pode custar bastante dinheiro, mediante o
valor da moeda digital.

A popularidade das criptomoedas viria a forçar diversos comércios a adaptar os seus métodos de pagamento, de modo a poder aceitar as moedas digitais. Desde então, aplicativos para o smartphones e cartões de débito têm surgido para permitir os consumidores utilizarem as suas criptomoedas em público, mais concretamente, em lojas físicas. Para além disso, bastantes plataformas online começaram também
a aceitar as moedas digitais para carregar créditos em contas online ou para fazer outro tipo de transações pela internet. Com o aumento da popularidade deste dinheiro digital, a imensa procura do consumidor para poder utilizar as suas
criptomoedas viria a chegar ao fim com a introdução de todos estes novos sistemas e métodos para os consumidores poderem realizar verdadeiras transações bancárias.

Se o crescimento atual das moedas digitais como a Bitcoin continuar, é de prever que estas se tornem uma moeda dominante até 2030, no
entanto, algo que pode atrasar e ou até mesmo prevenir que criptomoedas tenham este alcance é devido a uma das suas maiores vantagens: a falta de controlo governamental. A verdade é que o facto de que o valor dessa moeda não é controlada
de nenhuma forma, também tem as suas desvantagens, pois o facto de que o valor da moeda pode oscilar tanto ao longo do tempo, torna a moeda um pouco menos viável para utilização. Por outro lado, outras moedas têm sido criadas desde
então, que têm mantido uma valorização mais regular, similar ao dinheiro real.






(Fonte: protonmail.com - Luiz Cuña) - 25/06/2018
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Sobre o Portal da General Osório

O Portal da General Osório foi lançado em 01 de janeiro de 2002, tendo como objetivo principal a divulgação de empresas e produtos comercializados na região da rua General Osório (boca das motos) no centro da cidade de São Paulo, focando-se principalmente em produtos voltados para a área de Motociclismo.