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Moto Dica: como se preparar para percorrer grandes distâncias


Ton, do Destino Incerto, preparou cinco dicas para pilotos que pegam a estrada para encarar um dia de alta quilometragem

Realizar uma viagem longa exige um planejamento prévio, assim o piloto pode maximizar o tempo de forma segura, chegando ao destino mais rápido, mas sem comprometer a segurança dele e dos demais que estão na estrada.

O que fazer em dias de alta quilometragem, como se preparar da maneira correta para percorrer grandes distâncias? Ton, do Destino Incerto – parceiro do MOTO.com.br – preparou cinco dicas para o piloto que pretende realizar um dia de alta

quilometragem sobre duas rodas.

Quando iniciar a viagem, programar a distância entre paradas, qual a velocidade ideal e muito mais.

Confira o vídeo:



(Fonte: Equipe MOTO.com.br) - 04/06/2018
Projeto de lei quer limitar motos no corredor; entenda

Aprovado pela Comissão de Viação e Transportes, projeto cria faixa virtual entre carros, mas gera polêmica entre especialistas

Prática comum em toda cidade brasileira, o trânsito de motocicletas nos corredores formados entre os carros nas faixas de rolamento pode ser limitado. O projeto de lei 8192 de 2017, aprovado em 17

de maio deste ano pela Comissão de Viação de Transportes (CVT) quer limitar o tráfego de motocicletas nos corredores apenas quando o trânsito estiver parado ou muito lento. Além disso, só seria

permitido às motos trafegar em velocidade reduzida e no espaço entre as faixas mais à esquerda.

O projeto original simplesmente proibia o tráfego de motos no corredor, mas o texto substitutivo do relator, o Deputado Hugo Leal (PSD-RJ), criou regras para a prática. “É melhor estabelecer uma faixa virtual entre os veículos, a ser usada sob determinadas condições. Na verdade, as motocicletas já trafegam entre os veículos, mas de forma precária, sem controle, sem regras e sem segurança.

É preciso adotar uma ideia mais adequada à nossa realidade, considerando que, nas situações de trânsito parado ou muito lento, a passagem deve ser autorizada pela legislação, como elemento de compensação para a mobilidade urbana”, explicou o relator.

O que muda
Atualmente, não há regras para a circulação de motos no corredor entre os carros. Para o Consultor Técnico do Observatório Nacional de Segurança Viária (ONSV), Renato Campestrini, a intenção do projeto de lei é dar luz a um assunto nebuloso no Código de Trânsito Brasileiro.

“Apesar de não existir a proibição da utilização do ‘corredor’, em algumas rodovias, por exemplo, se autua o trânsito no espaço com o argumento de não manter distância segura do veículo ao lado. A regulamentação esclarece em quais condições o uso do corredor poderá ocorrer”, acredita Campestrini.

Veja como serão as regras:
- Quando será permitido andar no corredor: quando o trânsito estiver parado ou muito lento;
- Como será permitido: a passagem da moto no corredor deverá ser realizada em velocidade reduzida e compatível com a segurança de pedestres, ciclistas e demais veículos;
- Onde será permitido: havendo mais de duas faixas de circulação, a passagem somente será admitida no espaço entre as duas faixas mais à esquerda. Caso haja faixa exclusiva para veículos de

transporte coletivo à esquerda da pista, esta será desconsiderada para fins deste dispositivo.

Brechas na lei
Os motociclistas que desrespeitarem essas regras estariam cometendo infração grave, sujeita a multa e a pontos na carteira. Mas, segundo Luiz Artur Cané, presidente do Movimento Brasileiro de Motociclistas, o projeto pode ser mais prejudicial do que favorável aos motociclistas. “Imagine que o motociclista precise pegar uma saída à direita da via. Ele teria que se posicionar entre os carros, o que é muito arriscado, dado a dinâmica diferente dos veículos. Ou ainda pior, teria que sair abruptamente, correndo o risco de sofrer um acidente”, afirma Cané.

O texto também abre brechas ao determinar que a passagem da moto no corredor deverá ser realizada em velocidade reduzida e compatível com a segurança, mas não estabelece qual é essa velocidade.

Campestrini e integrantes das câmaras temáticas do Conselho Nacional de Trânsito (Contran) afirmam que essa questão será posteriormente regulamentada pelo conselho.

“Em audiência pública realizada para debater o assunto em 2016, houve a proposta de que a velocidade máxima para transitar no corredor com o trânsito lento ou parado seria de no máximo 40 Km/h. Uma velocidade que pode parecer baixa nominalmente, mas que em comparação a veículos parados é considerável.”, afirma o consultor técnico do ONSV.

Para o presidente do Movimento Brasileiro de Motociclistas, o ponto mais prejudicial da nova lei é permitir a circulação de motos apenas no corredor formado entre as faixas mais à esquerda da via, afinal, obrigaria os motociclistas a circular entre os carros nas outras faixas de rolamento. “E quando você entrar em uma via por uma alça de acesso à direita, você teria que ficar entre os automóveis, o que representa grande risco para o motociclista. Há estudos que provam que nessa situação os acidentes envolvendo motocicletas são mais graves”, alerta.

Segundo Renato Campestrini, a proposta inicial previa que o trânsito da motocicleta deveria ocorrer à esquerda, entre a guia da sarjeta e o primeiro veículo, o que foi proibido no texto

substitutivo. “Esse espaço apresenta risco pela proximidade com postes e outros mobiliários urbanos, imperfeições no pavimento, bueiros... Foi feita a opção pelo espaço natural, hoje já ocupado pelos motociclistas, qual seja, entre a fila de veículos da esquerda e a primeira fila da direita”, completa o consultor.

Mas Campestrini destaca que “o uso do corredor deverá ocorrer somente com o trânsito lento ou parado. Nas demais condições, os motociclistas deverão ocupar o espaço de um veículo na via, não ficar alternando entre faixas”.

Um ponto positivo seria a criação de faixas de retenção para motos nos semáforos, imediatamente a frente da faixa de retenção para outros veículos. Essas faixas já existem em muitas cidades, como São Paulo (SP), e reduziram o número de atropelamentos e acidentes com motos nos locais onde foram implantadas.

Antes de entrar em vigor o projeto de lei ainda precisa ser analisado pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ), em caráter conclusivo, dispensando dessa forma a análise em Plenário. Caso haja divergências entre as comissões ou se houver recurso assinado por 52 deputados, o projeto terá de ser apreciado no Plenário da Câmara. Depois de aprovado, a lei entra em vigor após decorridos 180 dias da data de sua publicação.

(Fonte: Agência Infomoto) - 28/05/2018
Dia do Orgulho Nerd: cinco itens que unem tecnologia e duas rodas

Confira cinco itens que chamam a atenção pela tecnologia embarcada

Nesta sexta-feira (25), comemora-se o Dia do Orgulho Nerd. No surgimento do termo, os nerds eram marginalizados pelos costumes e roupas que utilizavam, sendo motivo de brincadeiras de mau gosto,
geralmente feitas pelos ditos populares em um determinado grupo.

Hoje em dia, no entanto, o conceito de nerd é algo mais amplo - também inclui o termo geek - e os então excluídos agora não somente estão em alta, como também integram um nicho de mercado que reúne
itens colecionáveis e produtos com alta tecnologia embarcada.

Motociclistas também podem ser nerds (ou nerds também andam de moto, como preferir) e há itens que unem as duas paixões. O MOTO.com.br destaca cinco itens que podem atrair os fãs das duas rodas e
do universo nerd/geek.

Confira:

Shark Skwal 2 com LED

O Skwal 2, modelo de capacete da Shark, vem com leds posicionados em locais estratégicos para o piloto ser claramente percebido por quem passa ao redor. São duas configurações para as luzes: acesa
de forma contínua ou piscando.

Skully Fenix AR

Olhando de frente e com a viseira fechada, o Skully Fenix AR parece um capacete comum. Ao abrir a viseira, o piloto encontra um pequeno visor na direção do olho direito. Na tela, podem ser exibidas
as imagens da câmera traseira instalada no capacete. Conectado a um smartphone, a tela exibe o sistema de GPS ou a música que está tocando, além de permitir o atendimento de ligações sem o uso das
mãos.

NUVIZ

Se o piloto não tem um capacete com a tecnologia apresentada acima, ele pode adquirir o NUVIZ, um sistema que se acopla a qualquer capacete. Além da tela para o piloto, o aparelho ainda conta com
uma câmera HD. Um controle para acessar e comandar as funções - atendimento de ligações, exibição do GPS, entre outras - acompanha o aparelho e pode ser acoplado ao guidão.

Painel TFT com conectividade

Conectar o seu smartphone ao painel da moto? Sim, é possível. Só para ficar em lançamentos recentes no mercado brasileiro, a nova KTM 390 Duke e as BMW BMW 1200 GS e R 1200 GS Adventure ganharam
painéis TFT com conectividade. O piloto pode parear o smartphone com o painel e visualizar a agenda telefônica, escolher a música que quer escutar, entre outras funções.

Mochila OGIO Mach 5

Muitos pilotos estão frequentemente com uma mochila nas costas, carregando elementos que não cabem em um baú ou que não ficariam devidamente acomodados no compartimento. Uma mochila comum, no
entanto, não protege elementos sensíveis, como um tablet ou um notebook, além do arrasto aerodinâmico gerado pelo volume. A OGIO Mach 5 é feita com um material rígido na parte externa, reduzindo o
arrasto. Além disso, ela conta com compartimentos internos específicos para tablets e notebooks, divisões para outros itens e local específico para calçados.







(Fonte: Equipe MOTO.com.br) - 28/05/2018
Na Estrada: Preço x Valor

Tanto na vida quanto no motociclismo, pequenos gestos fazem toda a diferença

Quanto vale um copo dágua quando você já tá vendo miragens no interior de Goiás? Quanto vale aquele parafuso salvador que o seu camarada achou no fundo do alforje e que se encaixa perfeitamente na
peça que tá caindo durante a viagem? Quanto vale a sua integridade física? E a sua tranquilidade? Quanto vale parar na estrada pra ajudar um desconhecido que tá precisando de uma assistência, uma
ferramenta, um papel higiênico, um arame que seja?

É difícil escapar dos clichês quando se fala em "Preço x Valor". São ditados, propagandas e conselhos que você ouve a vida inteira.

Mesmo assim, já vi gente comprar uma baita moto, gastar com escapamento, guidão e cromados que pareciam banhados a ouro e, na hora de escolher o mais importante, vai e me compra um capacete
vagabundo porque os melhores e mais seguros são “muito caros”.

Ou, ou, atenção, essa é boa: quando o parceiro compra a motoca igual da novela, mas não faz seguro porque é caro. Mano. Sério. Coé? Aí é o camarada prevenido que tá junto no rolê que tem que se
virar, porque o bonito lá não tem seguro pra acionar e levar a moto com o cabo estourado até uma oficina. Tenho certeza de que são muitos os exemplos como esse.

E como é chato quando você tá vendendo a sua moto por, sei lá, 35 mil, e escreve no anúncio que ela tem mais de 10 mil em acessórios, que está com a mecânica em dia, os documentos OK, que sempre
foi tratada no cotonete, que é abastecida só com gasolina de alta octanagem e tal, aí chega um possível comprador cara de pau e manda uma oferta de 23 mil. Poxa! Ofende a gente, né? Tenho amigos
que perderam a linha ao responder anúncio de venda da moto. Ficaram possessos mesmo.

Aliás, fica aqui a sugestão pro pessoal do MOTO.com.br: criar uma seção só com as propostas mais absurdas e as respostas mais geniosas entre compradores e vendedores :D

Tudo bem, tudo bem. Confesso que eu mesmo já barganhei na hora de comprar uma motocicleta, mas só um pouco. Porque o quanto a sua moto custa, tanto na tabela FIPE quanto para outras pessoas, é muito
diferente do quanto ela vale para você e para as suas inestimáveis lembranças com ela.

Então, meus amigos, levem isso em consideração quando enviarem uma proposta para alguém vendendo a motoca aqui no site.

Afinal, é só com o tempo que se percebe o real valor das coisas, seja o da motocicleta dos sonhos ou o de um simples pedaço de arame quando você mais precisa (obrigado, G. Maceió!).

Tiago Feliziani nasceu em 1981 na cidade de Sorocaba/SP. É publicitário, redator, escritor e motociclista, e está tentando juntar grana para um capacete não muito caro.

(Fonte: Tiago Feliziani) - 21/05/2018
Yamaha inicia pré-venda de moto de três rodas

Inicialmente, Niken está disponível apenas no mercado europeu

Desde 16 de maio, os interessados em adquirir a Niken, a revolucionária moto de três rodas da Yamaha, podem fazer sua pré-reserva online. Por enquanto, o modelo estará disponível apenas para os
consumidores europeus, com preços em torno de 15.000 euros (cerca de R$ 65.000) – varia de acordo com os impostos e taxas de cada país da Europa.

A Niken utiliza o mesmo motor de três cilindros e 900 cc da MT-09, porém tem duas rodas na dianteira. As rodas contam com um inédito sistema, chamado pela Yamaha de Leaning-Multi-Wheel, no qual as
duas rodas se inclinam nas curvas como em uma moto. A Niken é a aposta da marca para atrair novos condutores para o mundo das motos.

De acordo com a fábrica japonesa, a Niken foi “projetada para abrir novas possibilidades para os pilotos com visão de futuro que estão procurando uma experiência totalmente nova, a Niken é um dos
conceitos mais radicais do mundo do motociclismo, e representa o início de uma nova era no controle das máquinas”.

Foto: Divulgação

(Fonte: Agência Infomoto) - 21/05/2018
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Sobre o Portal da General Osório

O Portal da General Osório foi lançado em 01 de janeiro de 2002, tendo como objetivo principal a divulgação de empresas e produtos comercializados na região da rua General Osório (boca das motos) no centro da cidade de São Paulo, focando-se principalmente em produtos voltados para a área de Motociclismo.