A Toyota revelou nesta segunda-feira um veículo conceito elétrico e autônomo adaptado para tarefas como transporte de encomendas e entrega de pacotes, mostrando que as montadoras não querem mais só construir carros, mas também fornecendo serviços para acompanhá-los.
A segunda maior fabricante de automóveis do mundo disse que planeja começar a testar o e-Palette em regiões, incluindo os Estados Unidos, no início da próxima década. Ele virá em três tamanhos: um de tamanho de ônibus, um micro-ônibus e um pequeno veículo de entrega dimensionado para circular nas calçadas.
A Toyota disse que trabalhará com empresas, incluindo a Amazon.com, a chinesa Didi, Pizza Hut, a Mazda e o Uber para montar o veículo e suporte de hardware e software e desenvolver produtos de mobilidade conectados.
Após uma intensa pesquisa e desenvolvimento na tecnologia de direção autônoma, as montadoras estão começando a revelar estratégias de veículos autônomos claramente definidas e buscando aplicar a tecnologia a usos como serviços de viagem, transporte e entregas.
A Toyota demorou mais do que rivais para se lançar em veículos autônomos, mas anunciou 1 bilhão de dólares até 2020 para desenvolver tecnologia avançada de condução automatizada e inteligência artificial. A montadora planeja começar a testar carros que podem se dirigir nas rodovias em torno de 2020.
Reajustes nos valores dos prêmios tarifários para o seguro obrigatório foram publicados no Diário Oficial da União, no dia
22/12/2017
O Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP) aprovou em 19 de dezembro a redução dos valores dos prêmios tarifários do
Seguro de Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Via Terrestre (DPVAT) e a mudança começa a ser praticada em
janeiro de 2018 para todos os veículos, com exceção das motos.
A decisão do CNSP reduz os valores, de forma linear, para todas categorias, em 35%, para o exercício de 2018, com exceção
para os veículos da categoria 9 (motocicletas, motonetas, ciclomotores e similares), que não sofrem alteração e permanecem
com o mesmo valor no período de 2017.
Para os veículos da categoria 1, de automóveis e carros de passeio, o valor caiu de R$ 63,99 para R$ 42, para o ano de 2018.
Já as motocicletas permanecem com a mesma tarifa de 2017, ou seja, R$ 180,65. O seguro obrigatório ou DPVAT foi instituído
por lei em 1974.
Com a decisão do CNSP, os valores dos prêmios tarifários (sem a incidência de IOF, o Imposto sobre Operações Financeiras),
por categoria, para o exercício de 2018, conforme Resolução CNSP nº 351, de 20 de dezembro de 2017, publicada em 22 de
dezembro de 2017, no Diário Oficial da União (DOU), ficam da seguinte forma:
Categoria
Valores de Prêmio Tarifário (R$)
1 (AUTOMÓVEIS)
41,40
2
41,40
3
160,05
4
99,24
8
53,24
9 (MOTOS)
180,65
10
43,33
Foto: Cris Castello Branco/Detran.SP
Popularização dos scooters, freios mais eficientes, Salão Duas Rodas e outros acontecimentos relembram como foi o ano no
segmento de duas rodas
O ano de 2017 está chegando ao fim e, embora não tenha sido um dos melhores para o mundo das motos, nem tudo foi ruim no
segmento de duas rodas. As vendas continuaram caindo em relação a 2016, porém a queda parece ter dado uma trégua nos últimos
meses. Ainda é pouco para se falar em recuperação, mas foi o suficiente para animar os fabricantes, que já projetam um
crescimento tímido de 5% para o próximo ano. Mas, antes de fazer os planos para 2018, vamos relembrar 10 fatos importantes
que marcaram o ano no mundo das duas rodas.
1 - Scooters caem no gosto do brasileiro – No início de abril, a Honda lançou o SH 150, terceiro scooter do seu line-up. Com
visual requintado, rodas grandes (aro 16) e freios ABS de série, o modelo veio disputar um segmento que não para de crescer.
Segundo a Abraciclo, associação dos fabricantes, as vendas de scooters devem aumentar 57% neste ano: passando de 37.293
unidades vendidas em 2016 para 58.600.
As opções também estão cada vez mais variadas. Além do campeão de vendas PCX 150, a Honda oferece o SH 150 e o SH 300 – e
agora o sofisticado e caro X-ADV. Já a Yamaha aposta no popular Neo 125 e no moderno NMax 160, que tem ABS de série. Uma
saudável disputa, na qual quem sai ganhando é o consumidor que busca mobilidade e praticidade nesses charmosos veículos de
duas rodas.
2 - Marca nova no mercado – As crises econômicas e políticas adiaram, mas não cancelaram, a chegada da anglo-indiana Royal
Enfield ao Brasil. O plano era iniciar as atividades em 2016, mas somente em abril deste ano, a Royal Enfield, controlada
pelo grupo indiano Eicher Motors, desembarcou oficialmente com uma subsidiária local e planos de longo prazo para o nosso
mercado.
Os três modelos disponíveis têm visual clássico, mecânica simples e preço acessível – variando entre R$ 20.000 e R$ 25.000 –
e estão sendo vendidos na única concessionária da marca, localizada na cidade de São Paulo. Para o próximo ano, devem
desembarcar por aqui novidades mundiais do line-up da Royal Enfield, como a trail Himalayan de 400cc e os recém-lançados
modelos bicilíndricos de 650cc.
3 - Freios combinados oferecem mais segurança – Gradativamente, os fabricantes estão oferecendo motos com sistemas de freios
aprimorados, o que significa mais segurança para o motociclista. Neste ano, as versões populares da CG 160 – Start e Fan –
ganharam os freios combinados da Honda. Até mesmo a trail NXR 160 Bros recebeu o sistema que distribui a frenagem entre a
roda dianteira e traseira, caso o motociclista pise apenas no pedal de freio traseiro.
Apresentada no início de dezembro, a nova geração da Biz (110cc e 125cc) ganhou o CBS (Combined Braking System). Outros
fabricantes, como Yamaha e Kawasaki, também lançaram modelos com sistemas de freios combinados ou ABS.
4 - Revolução custom - Em uma das maiores renovações de line-up em seus quase 115 anos de história, a Harley-Davidson
revolucionou a linha Softail. Completamente renovada, com quadros e suspensões novos, os oitos novos modelos Softail 2018
receberam também o motor V2 de 1.745 cm³ com oito válvulas, chamado de Milwuakee-Eight.
Mais leves, potentes e melhores nas curvas, as motos também ganharam visual mais jovem e “cara” de moto customizada. A
mudança radical faz parte do plano da Harley-Davidson de atrair novos consumidores para a marca e dobrar as vendas nos
próximos dez anos.
5 - Pequenas BMW – Finalmente, em agosto, as pequenas motos da BMW chegaram ao País. Desenvolvida em parceria com a
fabricante indiana TVS, a naked G 310 R desembarcou por aqui em agosto com a missão de atrair novos clientes e aumentar as
vendas da marca alemã. Apesar da pequena capacidade cúbica, a linha G 310 tem soluções técnicas interessantes, como o
cilindro inclinado para trás, suspensões invertidas e freios ABS de série.
Com 34,4 cavalos de potência, o monocilíndrico também equipará a versão trail, G 310 GS, que chamou a atenção do público no
Salão Duas Rodas. Projetada para ser uma aventureira para o dia-a-dia, a 310 GS deve começar a ser vendida no primeiro
semestre do próximo ano.
6 - Renovação Kawasaki – Apesar da crise, a Kawasaki não deixou de renovar toda sua linha no Brasil com diversos lançamentos
ao longo de 2017. A popular linha de 650cc mudou completamente. A pacata ER-6n foi aposentada, ganhou visual radical, motor
redesenhado e ciclística mais ágil para se transformar na divertida Z 650. A Ninja 650 herdou a nova ciclística e teve seu
design modernizado. Sua irmã maior, a sport-touring Ninja 1000, também desembarcou renovada por aqui.
Mas o lançamento mais esperado aconteceu em setembro com a chegada da Versys X-300, que inaugurou o segmento de aventureiras
compactas. Equipada com o mesmo motor bicilíndrico da Ninja 300, mas com 40 cv, a Versys X-300 trouxe mais sofisticação e
conforto para viajar do que as conhecidas trails de 250cc. Mas também cobra um preço por isso: a Versys X-300 ABS tem preço
sugerido de R$ 24.990.
7 - Cinco anos de Brasil – Neste ano, a Triumph Motorcycles comemorou cinco anos de operação no Brasil. A marca inglesa
desembarcou por aqui em outubro de 2012, com subsidiária e linha de montagem própria em Manaus (AM), mostrando que acredita
no potencial do nosso mercado de motos. A planta brasileira tem capacidade para produzir 7.000 motos/ano, praticamente o
dobro do que é vendido atualmente.
Nesta meia década de Brasil, a marca inglesa tem 14 concessionárias em praticamente todas as regiões do País e já vendeu
cerca de 15.000 motos. A Tiger 800 é uma das big trails mais vendidas do Brasil e o modelo de maior sucesso da marca.
8 - Salão Duas Rodas 2017 tem sucesso de público – Mais importante evento do setor de motocicletas no Brasil e na América
Latina, e edição 2017 do Salão Duas Rodas foi realizada no novo centro de exposições São Paulo Expo. De casa nova, o Salão
Duas Rodas teve diversos lançamentos para todos os gostos: desde a popular Honda Biz até a exclusivíssima BMW HP4 Race, uma
superesportiva de meio milhão de reais.
Com diversas atrações, o evento injetou ânimo no setor e foi um grande sucesso de público. Segundo Leandro Lara, diretor da
Reed Exhibitions Alcantara Machado, empresa organizadora do SDR 2017, 242 mil pessoas visitaram o evento deste ano.
9 - Nova Yamaha Fazer 250 – Um dos maiores sucessos de venda e uma das motos mais elogiadas pelos proprietários, a Yamaha
Fazer 250 mudou completamente para 2018. Desenvolvida em conjunto por engenheiros do Brasil, Índia e Japão, a utilitária moto
street transformou-se em uma naked mais esportiva.
Apresentada no Salão Duas Rodas, a nova Fazer 250 foi o principal lançamento da marca no ano. A naked ganhou quadro inédito,
design moderno, mas manteve o motor de um cilindro e 250cc. A Fazer 250 2018 também ganhou farol e lanterna de LED, além de
freios ABS de série.
10 - No fundo do poço? - Acumulando quedas consecutivas nos últimos sete anos, as fábricas de motos comemoraram que devem
fechar 2017 com os mesmos números do ano passado, com cerca de 900 mil unidades produzidas. Em outubro, a produção parou de
cair e, em novembro, cresceu 5,6%. Para uns, o mercado chegou ao fundo do poço, o que significa que agora deverá subir.
A Abraciclo, associação dos fabricantes, projeta até crescimento de 5% para 2018. Embora tímido, é uma boa notícia para um
setor que não parava de cair. Os juros baixos, a retomada lenta da economia e o aumento da confiança do consumidor são alguns
dos motivos apontados para o otimismo da indústria.
Fotos: Doni Castilho e Renato Durães/Infomoto e Divulgação
Detran.SP alerta sobre infrações que levam, sozinhas, à suspensão da CNH. Desde 1º de novembro, penas mais pesadas para os
infratores estão valendo no Brasil
De acordo com um levantamento realizado pelo Detran.SP, de 2015 para 2017 o crescimento de motoristas com a Carteira Nacional
de Habilitação (CNH) suspensa já é de 50% no Estado de São Paulo, considerando a média mensal nos dois anos. Poucos sabem,
porém, que uma única infração gravíssima pode causar a suspensão de sua CNH. Com as novas regras que passaram a valer em todo
o Brasil em 1º de novembro, o período mínimo de suspensão para quem comete essas infrações dobrou, passando de um para dois
meses.
Por isso, o Departamento Estadual de Trânsito de São Paulo (Detran.SP) alerta para dez atitudes que tiram o direito de
conduzir veículos mesmo sem atingir 20 pontos no período de um ano:
1) Dirigir após ingerir bebidas alcoólicas: multa de R$ 2.934,70 e suspensão da CNH por 12 meses.
2) Recusar o teste do bafômetro: multa de R$ 2.934,70 e suspensão da CNH por 12 meses.
3) Ultrapassar entre veículos que estão transitando em sentidos opostos: multa de R$ 2.934,70 e suspensão da CNH de 2 a 8
meses.
4) Disputar corrida (racha): multa de R$ 2.934,70 e suspensão da CNH de 2 a 8 meses.
5) Deixar de prestar ou providenciar socorro à vítima ou de evitar perigo para o trânsito em caso de envolvimento em acidente
de trânsito: multa de R$ 1.467,35 e suspensão da CNH de 2 a 8 meses.
6) Transitar em velocidade acima de 50% à máxima permitida: multa de R$ 880,41 e suspensão da CNH de 2 a 8 meses.
7) Fugir de bloqueio policial: multa de R$ 293,47 e suspensão da CNH de 2 a 8 meses.
8) Pilotar moto sem capacete ou vestuário adequado: multa de R$ R$ 293,47 e suspensão da CNH de 2 a 8 meses.
9) Pilotar moto com os faróis apagados: multa de R$ 293,47 e suspensão da CNH de 2 a 8 meses.
10) Transportar na moto crianças com menos de 7 anos: multa de R$ 293,47 e suspensão da CNH de 2 a 8 meses.Se você cometeu
uma dessas infrações, vai ser notificado pelo Detran.SP sobre a abertura do processo e terá o direito de apresentar defesa,
conforme garante a legislação federal. O recurso, a todas as instâncias, pode ser apresentado de forma 100% online no portal
www.detran.sp.gov.br.
Caso os recursos não sejam aceitos, assim que tiver a suspensão decretada você deve entregar a sua habilitação e, a partir de
então, cumprir a pena estabelecida. Também é necessário passar por um curso de reciclagem com carga horária de 30 horas.
Depois de cumprir a suspensão você deve apresentar o certificado do curso ao Detran.SP para ter de volta o direito de
dirigir.
Mudança de atitude
O fator humano é o principal causador de fatalidades no trânsito. Segundo dados do Infosiga SP, banco de dados do Movimento
Paulista de Segurança no Trânsito, 94% dos acidentes com mortes são causados por imprudência. “Com uma simples mudança de
atitude, muitos acidentes poderiam ser evitados. Por isso, a conscientização dos motoristas é fundamental. Além disso, a
fiscalização de trânsito pelos diversos órgãos autuadores deve ser constante”, avalia Maxwell Vieira, diretor-presidente do
Detran.SP.
Fotos: Agência Infomoto e Divulgação/Polícia Militar de São Paulo
O Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP) aprovou em 19 de dezembro a redução dos valores dos prêmios tarifários do
Seguro de Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Via Terrestre (DPVAT) e a mudança começa a ser praticada em
janeiro de 2018 para todos os veículos, com exceção das motos.
A decisão do CNSP reduz os valores, de forma linear, para todas categorias, em 35%, para o exercício de 2018, com exceção
para os veículos da categoria 9 (motocicletas, motonetas, ciclomotores e similares), que não sofrem alteração e permanecem
com o mesmo valor no período de 2017.
Para os veículos da categoria 1, de automóveis e carros de passeio, o valor caiu de R$ 63,99 para R$ 42, para o ano de 2018.
Já as motocicletas permanecem com a mesma tarifa de 2017, ou seja, R$ 180,65. O seguro obrigatório ou DPVAT foi instituído
por lei em 1974.
Com a decisão do CNSP, os valores dos prêmios tarifários (sem a incidência de IOF, o Imposto sobre Operações Financeiras),
por categoria, para o exercício de 2018, conforme Resolução CNSP nº 351, de 20 de dezembro de 2017, publicada em 22 de
dezembro de 2017, no Diário Oficial da União (DOU), ficam da seguinte forma:
Categoria
Valores de Prêmio Tarifário (R$)
1 (AUTOMÓVEIS)
41,40
2
41,40
3
160,05
4
99,24
8
53,24
9 (MOTOS)
180,65
10
43,33
Foto: Cris Castello Branco/Detran.SP











