A bitcoin pode estar deixando muita gente milionária, mas também vem despertando preocupação nos governos mundiais. Já há quem fale inclusive em uma bolha da criptomoeda, que teria consequências imprevisíveis caso explodisse.
Bitcoin
Foto: Canaltech
O receio do crescimento desgovernado da moeda virtual levou o ministro das Finanças da França, Bruno Le Maire, a sugerir que o G20 discuta uma regulação do bitcoin em seu próximo encontro, que acontece em novembro de 2018, em Buenos Aires.
A proposta é que o grupo de macroeconomia do G20 encabece essas discussões. Le Maire disse que levaria a ideia ao presidente argentino Mauricio Macri, que, por tradição, também comanda o fórum por ser o representante do país-sede.
Em entrevista ao canal de TV LCI, o ministro disse que "há um claro risco de especulação". "Nós precisamos avaliar esse cenário e discutir com todos os membros do G20 uma forma de regular a bitcoin."
O medo da bolha
A cotação da bitcoin já subiu mais de 1.700% neste ano, e essa supervalorização preocupa o mercado. A explosão de uma bolha da moeda ainda é um cenário incógnito.
Além disso, a União Europeia lançou preocupações mais atuais. Com medo da lavagem de dinheiro e do financiamento do terrorismo, os países-membros concordaram em criar regras mais rígidas para as plataformas de troca de bitcoin e outras moedas virtuais.
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Nascido das corridas, usando tecnologia japonesa, desenvolvidos com materiais Premium e resistentes à água, os relógios Alpinestars variam do clássico ao moderno para atender a todos os motociclistas e fãs do esporte a motor.
A marca que é sinônimo de inovação e performance em produtos motorsports e lifestyle, estreita ainda mais o compromisso que compartilha com seus pilotos com o lançamento da nova linha relógios Alpinestars Timepiece Collection.
Fotos: Alpinestars/Divulgação
O mais importante equipamento de segurança de um motociclista é o capacete. Afinal, o impacto da cabeça tem um grande risco de ser fatal
É sempre muito importante estar bem equipado quando for pilotar uma moto, seja na cidade, na estrada, apenas para ir até a padaria comprar pão, etc. Basta uma manobra equivocada – do próprio motociclista ou de um motorista no carro
próximo – para a moto ir ao chão e, com ela, seu condutor. De todos os equipamentos, o mais importante, e obrigatório, é o capacete – afinal, o impacto da cabeça se chocando contra a via tem um grande risco de ser fatal.
Veja os capacetes disponíveis no Shopping MOTO.com.br!
Muitos podem se perguntar: mas qual é o capacete ideal? Isso depende de diversos fatores, mas os mais importantes são a qualidade do produto e a adequação ao tamanho da cabeça do motociclista. Pensando nisso, o CESVI/MAPFRE (Centro de
Experimentação e Segurança Viária) divulgou um Boletim Técnico para quem ainda tem dúvidas na hora de comprar um capacete.
Confira:
- Com a ajuda de uma fita métrica, meça a circunferência da sua cabeça passando a fita acima da orelha e sobre a sobrancelha. Com essa medida, veja o capacete com o número mais aproximado do resultado da fita em centímetros
- Verifique se o capacete está apertando a parte superior da sua testa. Caso isso ocorra, procure um número maior para melhorar o conforto
- Ao experimentar o capacete, repare se a visão periférica está boa. É ela que vai ajudá- lo a olhar pelo espelho retrovisor sem muito esforço
- Verifique as fivelas do capacete, elas são muito importantes em caso de queda, evitando que ele saia da sua cabeça com facilidade. (Sempre afivele o capacete antes de dar partida na motocicleta)
- Procure optar por capacetes fechados, pois eles proporcionam um nível de segurança maior que o de um capacete aberto, no qual o queixo está 100% exposto
- Opte por capacetes com cores chamativas, como laranja, amarelo e branco. Isso vai facilitar que os motoristas o vejam à noite, prevenindo acidentes
- Evite comprar um capacete usado. Ele pode estar com a validade expirada ou até já ter sofrido avarias, o que vai comprometer a sua segurança
- Verifique a validade do capacete e a presença de adesivos refletivos em sua parte traseira, dianteira e nas duas áreas laterais
- Sempre feche a viseira antes de sair com a moto
Importante:
Vale lembrar que viseiras escuras e metalizadas (espelhadas) só são permitidas no uso diurno.
Usá-las à noite pode acarretar 7 pontos na CNH e multa no valor de R$ 293,47.
A moto quebrou, o pneu furou, a gasolina acabou? Conheça dicas de como proceder em uma situação de emergência
Você planeja a viagem com antecedência, escolhe o destino, traça o roteiro... Mesmo assim, imprevistos podem acontecer. Sua moto pode parar na estrada por um motivo simples: cabo de acelerador rompido, corrente quebrada, falta de
combustível ou até mesmo o indesejável pneu furado. Veja cinco dicas de como proceder em uma situação de emergência durante uma viagem.
A moto avisa
Na maioria dos casos, antes de parar totalmente, a moto transmite alguns avisos. Uma engasgada do motor, um barulho forte na corrente, uma oscilação na roda ou uma luz de advertência piscando no painel são sinais de que algo está prestes
a acontecer.
O aviso também pode vir de outros motoristas e passageiros de carros apontando para você, mostrando que o pneu está murcho, ou que está vazando algum líquido da moto. Ou até mesmo um alerta de que a bagagem está se soltando.
O ideal é apertar o manete da embreagem e seguir no embalo até o acostamento. Lembre-se de sinalizar com a seta e prepare-se para manter o controle da moto caso a roda chegue a travar.
Parar e sinalizar
Pode parecer óbvio, mas ainda há motociclista (e motorista) que deixa o veículo quebrado no meio da pista. A primeira atitude é buscar um local seguro para encostar. De preferência um posto de combustível ou um ponto de serviço de
atendimento ao usuário da rodovia.
Mas, se você estiver no “meio do nada”, a solução vai ser parar no acostamento. Evite parar em uma curva. Empurre a moto (sempre mantendo o corpo longe da pista) para um trecho reto, assim os motoristas poderão ver a moto parada. Acione
o pisca alerta, caso sua moto tenha. Outra possibilidade é usar galhos de árvores ou tufos de capim na pista para sinalizar que há um veículo parado à frente.
Os integrantes de moto clubes usam uma sinalização bastante peculiar: deixam o colete pendurado na traseira da moto para avisar a outros motociclistas que estão com problemas e precisam de ajuda.
Acostamento
Embora muitos usuários julguem que o acostamento é seguro, infelizmente não é. Na Via Dutra, uma das estradas mais movimentadas do Brasil, aconteceram 721 acidentes no acostamento nos primeiros nove meses de 2017. “O acostamento traz uma
falsa segurança para os motoristas”, afirma Peter Ribeiro, da CCR Nova Dutra, empresa que administra a principal via de ligação entre Rio e São Paulo. Caso seja necessário aguardar o socorro mecânico, a recomendação da concessionária é
para que os usuários façam isso fora do veículo e afastado do acostamento.
Analise o problema
Quando estiver em um local seguro – de preferência fora do acostamento – veja se é possível resolver o problema. Por vezes, um fio solto (na bateria, por exemplo), um fusível queimado ou um cachimbo de vela mal encaixado podem fazer a
moto parar. São problemas simples que você pode solucionar e seguir viagem. Já no caso de um pneu furado, se você tiver o kit de reparo e a habilidade manual pode fazer o conserto e voltar a rodar. Mas se o problema for mais complicado,
o que resta é contar com o resgate.
Quem vai te levar
Se tiver seguro da moto é possível acionar o guincho. Mas, para isso, lembre-se de manter junto aos documentos da moto os números de contato da seguradora.
Em algumas estradas, é possível usar o telefone fixo de emergência (SOS Usuário) à beira da pista para acionar o resgate (que o levará até um posto de serviço). Em algumas estradas, caso da Rodovia Fernão Dias (que liga São Paulo a Belo
Horizonte), não há este tipo telefone, então é preciso ligar do seu celular para o número de emergência da rodovia.
Antes de iniciar a viagem convém fazer uma pesquisa e carregar consigo os números dos telefones de emergência nas estradas que serão percorridas. Veja abaixo os números (ligação gratuita) de algumas das rodovias mais movimentadas do
País.
- Via Dutra – 0800 0173536
- Fernão Dias – 0800 2830381
- Anhanguera/Bandeirantes – 0800 055 50
- Castello Branco – 0800 055 50
- Raposo Tavares – 0800 7015555
- Ayrton Senna/Carvalho Pinto - 0800-7770070
- Régis Bittencourt – 0800 7090116
- Imigrantes / Anchieta – 0800 197878
- Rio Lagos – (BR 101) 0800 2820 101
- Rio – Belo Horizonte 0800 0400040
- Florianópolis – Porto Alegre (BR 101 Sul) 0800 6030101
- Curitiba – Florianópolis 0800 7251 771
- Juiz de Fora – Brasília (BR 040) 0800 0400040
Minerar criptomoedas gasta uma quantidade considerável de energia elétrica. Estima-se que, atualmente, a mineração de moedas digitais já consome mais energia do que 20 países europeus juntos, mas um proprietário do veículo elétrico Model
S, da Tesla, encontrou uma solução para fazer a mineração sem gastar nada, no melhor estilo do nosso "jeitinho brasileiro".
O moço, que é dos Estados Unidos, compartilhou a façanha em um grupo do Facebook voltado para proprietários de carros da Tesla. Ele decidiu montar um equipamento de mineração de criptomoedas no porta-malas do veículo, usando suas
baterias para fazer o maquinário funcionar. E tudo sem gastar nada, pois a Tesla oferece o carregamento da bateria dos Model S gratuitamente em pontos espalhados pelo país. Sendo assim, na prática, quem está pagando a conta pela energia
gasta durante a mineração é a própria montadora.
Mas, ainda assim, o processo todo não é lá muito lucrativo. Segundo estimativas, mesmo que o usuário deixe o motor de seu Model S ligado por 24 horas seguidas durante uma semana inteira, o valor obtido por meio dessa mineração não acaba
cobrindo as parcelas da compra do veículo. De qualquer forma, a ideia foi lançada, e resta saber se a Tesla tomará alguma providência para evitar que os proprietários do Model S usem seus recursos energéticos para outros fins, que não
sejam somente abastecer o veículo para que ele continue funcionando.
Tesla Model S
Foto: Canaltech











