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Detran.SP orienta sobre utilização correta do capacete

O Departamento Estadual de Trânsito de São Paulo (Detran.SP) alerta para o uso correto do capacete, equipamento obrigatório que aumenta a segurança dos condutores e passageiros de motocicletas, ciclomotores, triciclos e quadriciclos.

Antes de iniciar o trajeto, é importante checar se o capacete está devidamente fixado à cabeça, preso ao queixo por meio da cinta e com a viseira abaixada.

A viseira, cujo uso ainda encontra grande resistência por parte dos motociclistas, evita a entrada de insetos ou pequenos objetos, como pedras e faíscas, que podem provocar acidentes. Ela só pode ser levantada quando a motocicleta estiver parada. Na ausência da viseira, é obrigatório o uso de óculos de proteção específico para moto, que não pode ser substituído por óculos de sol, óculos com lentes corretivas ou de segurança do trabalho.

Também para a segurança dos motociclistas, desde 2007, o capacete deve ter a certificação do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro), faixas refletivas de segurança nas partes laterais e traseira, além de apresentar bom estado de conservação, sem danos que comprometam a proteção.

"O uso do capacete minimiza as chances de ferimentos graves em caso de acidentes. Por isso, é fundamental que os motociclistas usem o equipamento e os demais itens de segurança não apenas para cumprirem o que determina a legislação, mas principalmente para protegerem a própria vida", ressalta Neiva Aparecida Doretto, diretora-vice-presidente do Detran.SP.

Tipos de capacete e viseira – Existem quatro modelos de capacetes de motocicletas regulamentados pelo Conselho Nacional de Trânsito (Contran): o integral (fechado), o misto (com queixeira removível), o modular (de frente móvel) e o aberto (sem a proteção para o queixo).

Os capacetes popularmente conhecidos como “coquinho” –similares aos utilizados para a prática de ciclismo e skate– não são permitidos, pois não oferecem proteção completa à cabeça, rosto e olhos.

Nos capacetes modulares, além da viseira, a queixeira deverá estar totalmente abaixada e travada durante todo o deslocamento do condutor.
As viseiras permitidas são aquelas nos padrões cristal, fumê light, fumê e metalizado. No período noturno, deve-se usar apenas a viseira cristal. Os demais modelos podem ser utilizados somente durante o dia.

Os equipamentos certificados pelo Inmetro podem ser consultados no site do órgão (inmetro.gov.br), na área de “produtos certificados”.

Conservação – A legislação federal de trânsito não estabelece prazo de validade para o capacete. O período para a substituição pode variar de acordo com a frequência de uso e a conservação. Por isso, o motociclista deve ficar atento ao estado do equipamento.

É indicado trocá-lo sempre que ele sofra algum impacto forte, seja em acidentes ou por queda em qualquer situação, ainda que não apresente rachaduras ou outros danos visíveis.

Outro indicador para a aquisição de um novo capacete é a espessura da espuma do forro interno. A diminuição da altura da espuma deixará o capacete folgado, comprometendo a fixação na cabeça e a proteção da área auditiva do motociclista.

A viseira também deve estar em perfeitas condições, sem rachaduras ou arranhões que atrapalhem a visão do condutor. Se o capacete estiver em bom estado, é possível trocar apenas esse item.

Manter o capacete limpo também pode contribuir para a conservação do equipamento. Para isso, é importante seguir as instruções do fabricante.

Infrações – Os motociclistas recebem as penalidades de acordo com o tipo de infração cometida, conforme prevê o Código de Trânsito Brasileiro (CTB):

Leve – Pilotar com o capacete mal afixado à cabeça, utilizando viseira ou queixeira levantadas, sem óculos de proteção ou com viseira fumê no período noturno, por exemplo, é infração leve. O motociclista receberá três pontos na habilitação, além de multa no valor de R$ 53,20.

Grave – Conduzir com capacete sem a certificação do Inmetro, sem as faixas refletivas ou com a estrutura danificada é infração grave, com cinco pontos na habilitação e multa de R$ 127,69.

Gravíssima – Não usar o capacete ou colocá-lo apenas sobreposto à cabeça, sem estar devidamente encaixado, é infração gravíssima. Além de pagar multa no valor de R$ 191,54, o motociclista também responderá a um processo administrativo para a suspensão do direito de dirigir, que pode variar de um até 12 meses, dependendo do histórico do motorista.

Foto: ALG/Divulgação

(Fonte: Equipe MOTO.com.br) - 28/06/2016
Entrevista: Federico Alvarez e os planos da BMW Brasil

Em meio a uma das piores crises econômica e política do Brasil, o Grupo BMW anunciou recentemente a inauguração de uma fábrica própria de motocicletas em Manaus (AM). Ancorado nos bons resultados dos últimos anos e na estabilidade das vendas em 2016, o diretor da BMW Motos Brasil, Federico Alvarez, afirma que a construção da linha de montagem é uma aposta a longo prazo. “É certo que agora a situação do Brasil não é das melhores, mas em algum momento voltará a crescer. É um país com 200 milhões de habitantes”, reflete otimista o espanhol de 46 anos.

Apesar de crer no futuro, bacharel em Ciências Econômicas e Empresariais pela Universidade San Plabo e MBA pela Escola ESIC Business, da Espanha, Alvarez não arrisca nenhuma previsão de volume de vendas ou crescimento da marca no mercado de duas rodas brasileiro para os próximos anos.

Motociclista de longa data, Federico não tem viajado tanto com sua R 1200 GS como gostaria, mas sempre dá umas escapadas pelo interior e litoral do Estado de São Paulo. Não revela quando e nem por quanto a G 310R chegará ao mercado, mas acredita que a nova moto urbana de 310cc irá atrair e fidelizar mais fãs para as motos BMW. Confira nessa entrevista exclusiva.

PERGUNTA – Por que a decisão de montar uma fábrica de motos no Brasil?

FEDERICO ALVAREZ – Tivemos um crescimento muito grande com o início da montagem das motos no País em 2009. No ano passado, quase 90% das modelos comercializados aqui foram montados pelo sistema CKD em Manaus (AM). A parceria com a Dafra foi bem sucedida, a qualidade das motos é ótima, mas queremos gerenciar nossa própria fábrica.

PERGUNTA – A nova G 310R tem papel fundamental nessa decisão. Essa moto compacta foi projetada para o Brasil?

FEDERICO ALVAREZ - O modelo será muito importante, pois nos dará um volume mínimo de produção mais alto e o necessário para termos nossa própria fábrica. Essa cilindrada, 300cc, praticamente não existe na Europa. É muito restrita. Há dois mercados principais no mundo: o asiático e o brasileiro. E o principal é o Brasil. É certo que agora a situação não é das melhores, mas em algum momento voltará a crescer. É um país com 200 milhões de habitantes, a classe média está crescendo. E moto tem tudo para ser um sucesso.

PERGUNTA – Na sua visão qual será o principal benefício dela para a BMW Motorrad (Motos) no mercado brasileiro?

FEDERICO ALVAREZ - Acho que terá dois efeitos: primeiro vai reforçar o nosso brand awareness (consciência de marca) e, além disso, teremos um modelo de entrada para as motos BMW. Se dermos um bom atendimento a esse cliente, na venda, na oficina, com atividades, esse cliente irá se manter na marca.

PERGUNTA – Qual o perfil do cliente da nova G 310R?

FEDERICO ALVAREZ – 90% deles homens, com idade entre 25 e 35 anos, renda acima de R$ 5.000, classe média urbana.

PERGUNTA – Na Europa, a G 310R vai custar 4.750 Euros, ou seja, R$ 20.000. Podemos projetar o mesmo valor para o nosso mercado?

FEDERICO ALVAREZ - Não podemos simplesmente fazer essa projeção: na Europa custa 4.750 Euros, aqui será tanto. Não. Nem mesmo comparar com o preço dos modelos concorrentes como a KTM Duke 390 ou a Kawasaki Z300 lá fora. Não. O preço no Brasil ainda não está definido.

PERGUNTA – Aqui no Brasil as concorrentes custam entre R$ 17.000 e R$ 23.000. A G 310R não poderá fugir muito disso senão chega muito perto do valor da G 650GS.

FEDERICO ALVAREZ - Se o preço ficar abaixo de R$ 18.000 o público-alvo que queremos muda muito. Nós como marca não podemos cometer esse erro. E a G 310R é muito diferente das concorrentes. Também há uma barreira muito clara que são as motos de 500cc, que custam a partir de R$ 24.900.

PERGUNTA – A BMW se autodenomina premium. Muitos consumidores fiéis criticam a G 310R, dizendo que há o risco de massificar a marca. Como você enxerga isso?

FEDERICO ALVAREZ - Esse mesmo medo aconteceu quando a BMW passou a comercializar o Série 1, modelo de entrada nos automóveis. Diziam: ‘Vocês vão vender um carro de entrada, para um cliente diferente’. Isso não nos trouxe problema. Não aconteceu uma massificação dos carros BMW. A G 310R será uma moto premium, uma moto BMW, o cliente terá um tratamento premium e acredito que será muito mais exigente que um cliente acostumado a ter uma BMW, pois será a primeira BMW, um sonho realizado. A partir do momento que você mantém o nosso padrão nos detalhes, no acabamento e vamos trazer para a categoria alguns itens como o ABS de série. Vamos trazer alguns elementos e valores da marca para esse novo segmento.

PERGUNTA – Quando a G 310R realmente chega ao mercado brasileiro? Quando a fábrica começa a operar?

FEDERICO ALVAREZ - A perspectiva é que tenha um evento de lançamento mundial da G 310R em meados de outubro. Mas isso é global. Nós começamos o processo de instalação da fábrica neste ano. Há datas já definidas, mas que não posso revelar. Toda fábrica necessita de ajustes e testes. Ficaria mais confortável em não dar uma data precisa. Vamos montar uma planta desde zero e fica muito complicado falar em datas. A ideia é ter a fábrica funcionando até o final do ano. A equipe de vendas e marketing gostaria que eu desse uma data para “aquecer” o mercado… mas ainda não podemos precisar e eu prefiro não falar.

PERGUNTA – Você chegou aqui em 2013 com a marca de 10.000 motos BMW vendidas na Espanha, qual a projeção você faz para as vendas no Brasil nos próximos cinco anos?

FEDERICO ALVAREZ - Cinco anos? Pensei que você iria perguntar a projeção para os próximos cinco dias! (risos). Com a atual situação estamos evitando falar em volumes e projeções de vendas. Está muito difícil prever. Seja na Espanha, nos Estados Unidos, tudo é cíclico. O Brasil vinha experimentando um bom momento já há alguns anos. Acho que agora estamos no pior momento: a economia local está ruim, a economia mundial atravessa dificuldades. A China, por exemplo, que era um dos maiores parceiros comerciais do Brasil, também está desacelerando. Aqui ainda se juntou a um momento político complicado. Mas acredito que deverá retomar o crescimento.

PERGUNTA – Quando um cliente poderá comprar uma moto fabricada na nova planta?

FEDERICO ALVAREZ – Começaremos fazendo testes com um modelo apenas. Deu certo? Partimos para outras. Temos um calendário. Mas certamente, isso já será possível neste ano.

(Fonte: Agência Infomoto) - 07/06/2016
Tesla Model X acelera sozinho e bate em loja, diz proprietário do veículo

O proprietário de um novo Tesla Model X SUV disse que seu carro de repente acelerou sozinho com "velocidade máxima" para depois atingir em cheio a lateral de uma loja.

Puzant Ozbag, proprietário do Model X, disse que o veículo havia sido entregue há apenas cinco dias a sua casa na cidade de Irvine, Califórnia, onde o acidente aconteceu. Ele afirmou que sua mulher se encontrava no volante no momento do acidente e que ela não havia ativado nenhum dos recursos de direção autônoma no momento da batida.

"Minha mulher tem 45 anos e possui uma carta de motorista há mais de 30 anos e não tem nenhum registro de acidente. Não é como se ela fosse uma pessoa de 90 anos que poderia apertar o acelerador ao invés do freio", disse Ozbag em entrevista a Computerworld (EUA). Ozbag, que não se encontrava no carro no momento do acidente, disse que foi sorte que as rodas da frente do veículo se encontravam levemente à esquerda enquanto sua mulher estacionava o carro em uma vaga, caso as rodas estivessem retas, o Model X poderia seguir reto onde teria atingido um salão de beleza.

Ozbag, originalmente, publicou sobre o acidente noforum do Model X da Tesla . A mulher teve ferimentos nos braços durante a batida. Ozbag disse que contactou a Tesla diretamente após o incidente e foi informado que a companhia iria "baixar" os dados do veículo para descobrir o que pode ter causado o acidente.

A Tesla não respondeu a pedidos de comentários até o fechamento desta matéria.



Lançado em setembro do ano passado, o Model X é uma SUV elétrica com portas traseiras que se abrem na vertical, como as asas de um pássaro. A Tesla já admitiu ter tido problemas com as portas traseiras, informando que elas não funcionaram devidamente e até mesmo entrou com uma ação contra a fabricante Hoerbiger Automotive Comfort Systems por não produzir partes satisfatórias. A empresa, por sua vez, declinou qualquer responsabilidade pelos problemas.

Como o Model S sedan, o Model X Tesla conta com o recurso de Autopilot que permite funções avançadas de assistência de direção, como freio automático e navegação de cruzeiro adaptada.

O veículo também consegue mudar de pistas automaticamente uma vez que o sinal de virar for ligado. Se o acidente do Model X se provar ter sido causado por falhas no sistema autônomo do veículo, ele não seria o primeiro a ser reportado por um dono de um Tesla.

No mês passado, um proprietário de um Model S de Utah reportou que seu sedan deu partida sozinho, depois de ele tê-lo estacionado e entrado em uma loja. Segundo o dono, o carro andou e bateu na traseira de um trailer.

Neste caso, a Tesla informou que revisou os dados do veículo e descobriu que o acidente foi resultado de uma função ativada logo depois que o proprietário saiu do carro. Tratava-se da função "Summon" que automaticamente deve estacionar o carro uma vez que o motorista deixá-lo e também pode levar o carro da garagem a porta da sua casa, quando você assim o quiser.

Na ocasião, o motorista recusou a posição da Tesla e disse que estacionou o carro e não iniciou o recurso de auto-estacionamento.



(Fonte: Lucas Mearian, Computerworld (EUA)) - 07/06/2016
Teste: CG 125i Fan, R$ 6.790, é motocicleta mais barata da Honda

A nova Honda CG 125 é a motocicleta mais barata da Honda e chegou às concessionárias já na versão 2016 com várias mudanças. Agora chamada de “CG 125i Fan”, a moto ganhou injeção eletrônica, catalisador e painel digital. Apesar das novidades, continua um modelo básico que se destina aos consumidores que buscam uma moto robusta e econômica. Seu preço público sugerido é de R$ 6.790 - o que faz dela a motocicleta mais barata da marca japonesa: Pop 110 e Biz 100 são classificadas como motonetas.

O enorme pedal ao lado direito da moto e a ausência do botão de partida já revelam se tratar de uma versão de entrada. Afinal, é com o pedal que o piloto aciona o pequeno motor de 124,7 cc que atinge a potência máxima de 11,8 cv a 8.500 rpm – torque de 1,06 kgf.m a 5.000 giros. Números capazes de levar essa pequena utilitária, que pesa 107 kg (a seco), a pouco mais de 100 km/h de velocidade máxima.

Ao contrário dos outros modelos da linha CG que podem ser abastecidos com etanol ou gasolina, a nova CG 125i Fan só usa gasolina. O modelo apresentou baixo consumo e grande autonomia. Em nossas medições atingiu a marca de 56,99 km/litro – no circuito misto cidade/estrada. O tanque, com uma nova tampa basculante que facilita o abastecimento, tem capacidade para 14,6 litros e projeta a incrível autonomia de mais de 800 km.

Se por um lado o consumo de combustível é excelente, por outro, o desempenho do 125cc injetado e com catalisador é bastante modesto. A falta de “força” do motor pode ser sentida, principalmente, em subidas mais íngremes e com garupa. É preciso fazer o motor girar e reduzir uma marcha no câmbio de cinco velocidades. É o preço que se paga para atender às leis antipoluição e também para atingir as incríveis médias de consumo em torno dos 50 km/l.


Ciclística
Para conter o ímpeto comedido do pequeno motor o fabricante manteve o antiquado – porém, mais barato – freio a tambor nas duas rodas. Se por um lado o sistema não transmite a mesma confiança que o disco, cumpre seu papel e ainda oferece facilidade de manutenção e baixo custo. A regulagem, por exemplo, é feita por meio de um parafuso, mas exige uma verificação mais frequente. Se for necessário substituir as lonas, o par pode ser encontrado a partir de R$ 17,00.

O modelo traz rodas raiadas de 18 polegadas equipadas com pneus Levorin nas medidas pneus 80/100 na traseira e 90/90 na dianteira, que custam a partir de R$ 100. Mas há no mercado de reposição uma infinidade de outros pneus com diferentes preços, qualidades e durabilidades. Para diminuir ainda mais o custo de manutenção desta CG básica, a Honda oferece três anos de garantia e sete trocas de óleo.

Seu quadro é do tipo diamante e o sistema de suspensão é tradicional e robusto. Usa bichoque na traseira e garfo na dianteira. Capaz de conviver com os obstáculos urbanos o conjunto oferece um razoável nível de conforto.

O novo painel (uma versão mais simples do equipamento presente nas outras CGs), totalmente digital informa o nível de combustível e conta com hodômetros parcial e total. Destaque também para o novo escapamento que ganhou proteção metálica que sugere uma moto mais sofisticada.

Prova de que a nova CG 125 não abandonou suas origens está na pedaleira para a garupa, ainda fixada diretamente na balança. Um sistema tão tradicional como a própria moto.

Disponível nas cores preta e vermelha, a básica CG 125i Fan tem o preço público sugerido de R$ 6.790 (sem despesa de frete e seguro) ocupa o lugar de versão mais popular da CG. A título de comparação a CG mais sofistica, a 160 Titan, está cotada em R$ 9.755, quase 50% mais cara, porém com freio combinados e disco na dianteira, partida elétrica, além de um motor com melhor desempenho e um visual mais sofisticado.

Ficha Técnica
Honda CG 125i Fan
Motor OHC, monocilíndrico, arrefecido a ar com 124,7cm³
Diâmetro x curso 52,4 x 57,84 mm
Taxa de compressão 9.2 : 1
Potência máxima 11,8 CV a 8.500 rpm
Torque máximo 1,06 kgf.m a 5.000 rpm (gasolina)
Câmbio cinco marchas
Transmissão final Corrente
Alimentação Injeção eletrônica
Partida Pedal
Quadro Tipo diamante em aço
Suspensão dianteira Garfo telescópico convencional com 115 mm de curso
Suspensão traseira Balança com dois amortecedores e 82 mm de curso
Freio dianteiro A tambor 130 mm
Freio traseiro A tambor 130 mm
Pneus 80 / 100 – 18 (diant.) e 90 / 90 – 18 (tras.)
Comprimento 1.980 mm
Largura 737 mm
Altura 1.070 mm
Distância entre-eixos 1.308 mm
Distância do solo 164 mm
Altura do assento 782 mm
Peso a seco 107 kg
Tanque de combustível 14,6 litros
Cores Vermelha e preta
Preço Sugerido R$ 6.790

TEXTO: Cicero Lima / Agência INFOMOTO
FOTOS: Mario Villaescusa / Agência INFOMOT

(Fonte: Agência Infomoto) - 01/06/2016
Teste: Yamaha Crypton 115 ED é robusta e econômica

Como forma de oferecer uma motocicleta mais econômica para quem precisa se deslocar com agilidade nas cidades, as fabricantes desenvolveram o conceito de CUB - Cheap Urban Bike - (algo como moto urbana barata, em inglês). Além de preço acessível, um CUB deve oferecer uma mecânica simples, consumo reduzido e performance suficiente para transportar com segurança o motociclista nas suas idas e vindas de casa para o trabalho.

No mercado brasileiro, um dos destaques nesse segmento mais popular de veículos duas rodas é a Yamaha Crypton 115 ED, versão mais incrementada do modelo que também conta com a básica Crypton 115 K. A série ED se apresenta como uma opção até um pouco mais incrementada nesse estilo de moto, mas preserva as características despojadas de CUB com a desejada robustez mecânica e economia de combustível.

A Crypton 115 ED é tradicional em seu estilo, mas o grafismo e as cores transmitem um ar mais contemporâneo. A simplicidade do CUB desponta no painel com dois relógios principais (velocímetro e marcador de combustível), além da marcação do hodômetro. Sem eletrônica, o pequeno motor monocilíndrico é controlado por carburador. A motoneta conta com partida elétrica (na versão ED avaliada), mas o pedal também esta disponível para emergências. O afogador na parte inferior da carenagem interna é mais um recurso auxiliar.

Uma grande vantagem do CUB da Yamaha está ligada principalmente às rodas raiadas de 17 polegadas, medida que ajuda a enfrentar as imperfeições de nossas ruas com mais conforto e segurança do que scooters de entrada que vemos pelas ruas com rodas de 10 e 12 polegadas.

As quatro marchas disponíveis no câmbio semiautomático (sem manete da embreagem, mas com trocas manuais na pedaleira, com a ponta do pé e o calcanhar) têm engate fácil e o melhor de tudo é que não há necessidade de ficar preocupado se a moto vai desligar nas saídas de farol. O motor (é claro!) não esbanja potência, mas oferece um bom regime de torque, permitindo, inclusive, partir da imobilidade em quarta marcha em terreno plano.

Aliás, no ambiente urbano, pode-se andar quase que o tempo todo com a Crypton 115 ED em quarta marcha sem maiores problemas. como não há indicador de marcha no painel, uma luz laranja (inscrição Top alaranjada) avisa que a moto está engrenada em 4ª marcha, a mais alta. De um modo geral, a Crypton 115 ED se revelou extremamente leve e ágil no trânsito. O rodar na faixa de 80 km/h é tranquilo, mas é preciso fazer um pouco mais esforço no acelerador para chegar a 90 km/h, velocidade mais do que suficiente para rodar nas principais vias urbanas.

Outro trunfo do CUB é a economia de combustível. Fator que pode ser atribuído à válvula solenóide de cut-off que corta o envio de combustível para o motor quando o acelerador não é pressionado. Rodando em circuito urbano pesado, o consumo médio ficou na faixa de 35 km/litro. Qualquer economia é muito bem-vinda, pois o tanque é pequeno.

Para quem conta guardar o capacete sob o assento, como em boa parte dos scooters, esqueça desta vantagem. Ao levantar o banco há espaço suficiente para levar uma carteira com documentos e as luvas. De qualquer forma é possível prender dois capacetes com os pinos que estão sob o banco.

De acordo com o site da Yamaha, a linha Crypton faz parte do Programa de Revisão Preço Fixo, que inclui ainda as motos Factor 125, XTZ 125, Factor 150, Fazer 150, Crosser 150, Fazer 250, Lander 250 e Ténéré 250. Os valores para as primeiras sete revisões na Grande São Paulo da Crypton variam entre R$ 32 (segunda revisão de 3.000 km) e R$ 150 (quinta revisão de 12.000 km).

FICHA TÉCNICA
Yamaha T115 Crypton ED
Motor Monocilíndrico, OHC, refrigerado a ar
Capacidade cúbica 114 cm³
Potência máxima 8,2 cv a 7.500 rpm
Torque máximo 0,9 kgf.m a 5.500 rpm
Alimentação Carburador
Embreagem – Centrífuga, semi-automática
Câmbio Quatro marchas
Transmissão final Corrente
Chassi Tubular em aço - tipo Underbone
Suspensão dianteira Garfo telescópico convencional com 100 mm de curso
Suspensão traseira Sistema bichoque com 70 mm de curso
Freio dianteiro Disco simples de 220 mm
Freio traseiro Tambor de 130 mm
Pneu Dianteiro 2.25 x 17
Pneu Traseiro 2.50 x 17
Dimensões (C x L x A) 1.930 mm x 660 mm x 1.055 mm
Altura do assento 755 mm
Altura mínima do solo 126 mm
Entre-eixos 1.235 mm
Capacidade do tanque 4,2 litros
Peso em ordem de marcha 98 kg
Cores Roxo, Preto, Vermelho, Laranja e Branco
Preço público sugerido R$ 6.480,00 versão ED (base Manaus-AM, sem frete e seguro)

Listando: 510 de 1399

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Sobre o Portal da General Osório

O Portal da General Osório foi lançado em 01 de janeiro de 2002, tendo como objetivo principal a divulgação de empresas e produtos comercializados na região da rua General Osório (boca das motos) no centro da cidade de São Paulo, focando-se principalmente em produtos voltados para a área de Motociclismo.