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Yamaha MT-03 é a naked com motor de 320cc

Com a mesma base mecânica da mini-esportiva R3, a Yamaha lançou no Japão a naked MT-03. O modelo, que tem preço 15% inferior à esportiva, mostra que a marca vem adotando uma postura agressiva em relação ao design e evolução mecânica de seus modelos. Destinada aos motociclistas que gostam de esportividade, porém buscam uma moto com uma postura mais confortável, a MT-03 traz o mesmo motor usado na pequena esportiva R3. E, portanto, nada tem a ver com a já aposentada MT-03, que foi vendida no Brasil em 2008 e utilizava o monocilíndrico de 660cc da XT 660R. Trata-se de uma moto completamente nova.

O propulsor traz dois cilindros paralelos de 321cc, duplo comando, quatro válvulas e refrigeração líquida. Capaz de atingir a potência máxima de 42 cavalos, o motor gosta mesmo de giro alto – uma vez que sua potência máxima só é atingida a 10.750 giros. Já o torque máximo, de 3.00 kgf.m, está disponível em 9.000 rpm.

O novo modelo também está mais leve que sua irmã esportiva: pesa 165 kg (contra os 169 kg da R3). Mas a grande diferença fica por conta da posição de pilotagem. Com a adoção do guidão de peça única e mais alto o piloto se mantém em posição ereta, menos esportiva.

O banco está a 780 mm do solo e, por ser estreito, permite que a maioria dos pilotos apóie os pés no chão com facilidade. Porém, o assento não deve ser ideal para longas jornadas. Nesta situação, a MT-03 é ainda menos empolgante para a garupa. Além do banco com uma fina camada de espuma a pedaleira está fixada em uma posição bem elevada. Ou seja, a garupa terá sempre as pernas bem flexionadas. Uma alça de apoio em alumínio para se segurar e os ganchos para a fixação de bagagens são os únicos “luxos” para o acompanhante.

Ciclística
Equipada com quadro do tipo Diamond, a MT-03 usa rodas de liga leve de 17 polegadas calçadas com pneus radias. As medidas - 110/70, na dianteira, e 140/70, na traseira - são bem generosas para uma moto dessa categoria e conferem um porte de motor maior à nova MT-03. O conjunto de suspensões não apresenta novidades. Na frente, o clássico garfo com tubos telescópicos, enquanto a balança traseira usa o sistema de monoamortecimento.

Nos freios, a nova MT-03 traz um disco dianteiro de 298 mm com pinça de dois pistões, e um disco simples (220 mm) com pinça de um pistão completa o conjunto na traseira. A distância entre eixos é de 1.380 mm e o vão livre do solo é de apenas 160 mm, ou seja: exige cuidado ao superar obstáculos como entradas de garagens ou lombadas mais altas.

Sofisticada
Embora as especificações técnicas não mostrem revoluções técnicas, visualmente a moto é muito empolgante. Detalhes charmosos como o cobre corrente, as pedaleiras e seus suportes mostram que a fábrica realmente caprichou no acabamento. Além disso, o design é digno de suas irmãs maiores como a MT-07 e MT-09, linhas minimalistas e afiladas transmitem a sensação de velocidade. Já o enorme radiador e o spoiler sob o motor ajudam a encorpar a moto que se torna ainda mais agressiva graças às luzes em Led acima do farol poligonal.

Por conta de suas medidas, a nova MT-03 deverá causar a mesma reação que sua irmã R-3: pouca gente saberá que se trata de uma moto de “apenas” 320 cc. Aliás, esse é o “grande barato” dessas motos de média capacidade: transmitir a imagem de serem maiores do que realmente são. No Japão, a Yamaha informa que a previsão de vendas é de 4.000 unidades/ano. O modelo deverá ser mostrado no Salão de Motos de Milão (ITA), que acontece em novembro. E não há previsão de chegada ao Brasil. Mas como sua irmã esportiva YZF-R3 também veio para nosso mercado, não seria arriscado apostar que, em médio prazo, a nova naked MT-03 poderá rodar em nossas ruas e estradas.

(Fonte: Cícero Lima - Agência Infomoto) - 27/09/2015
Consórcio Honda premia clientes com 50 motos

O Consórcio Nacional Honda (CNH) lança a promoção Chegou a sua vez que vai sortear 50 motocicletas por mês para os seus clientes ativos ou que adquirirem uma nova cota de consórcio até o dia 31 de dezembro de 2015. Os ganhadores serão premiados com uma CG 160 Titan, que acaba de chegar ao mercado e representa a 9ª geração do modelo mais vendido do país.

O cliente que adquirir uma nova cota de consórcio de motocicleta até o dia 31 de dezembro receberá dois número da sorte. A cada parcela que pagar em dia, acumulará mais um número para aumentar as chances de ser contemplado nos sorteios da loteria federal. Para os clientes que já fazem parte de um grupo de consórcio, basta manter o pagamento das parcelas até a data de vencimento e torcer para ser sorteado. Mais detalhes da promoção e o regulamento no site consorcionacionalhonda.com.br.

Presente no país há 34 anos, o Consórcio Honda possui mais de 80% de participação de mercado no segmento de consórcio de motocicletas. A modalidade representa 35% das vendas de motos zero da marca, com maior destaque para as regiões Norte e Nordeste.

Foto: Honda/Divulgação

(Fonte: Equipe MOTO.com.br) - 27/09/2015
Deus ex Machina D-Side é uma máquina eclética


O que uma moto, uma prancha de surfe e um sidecar têm em comum? Muito, na criativa mente do estúdio italiano Deus ex Machina. Assim, resgatando a essência dos antigos modelos da americana Harley-Davidson, da alemã BMW e da russa Ural e mesclando com uma alma “surfer”, nasceu a D-Side. Construída pela Deus em parceria com a Yamaha, a D-Side teve como base a XV950, uma custom de personalidade forte da marca japonesa e que oferece infinitas possibilidades de transformação.

A D-Side é o terceiro projeto realizado entre as duas empresas. Da ideia à realidade o caminho foi bastante curto, já que marca dos três diapasões deu total liberdade de criação para o estúdio milanês. Moderno em sua concepção, porém com linhas clássicas, no melhor estilo retrô, a D-Side mistura a tendência italiana de cultuar o retrô com o pragmatismo e a busca pela perfeição japonesa.

Depois de passar por um processo de experimentação e inovação, que é a essência da filosofia de Deus, a D-Side apresenta simplicidade em sua montagem, com pouquíssimas adaptações ou soldas, porém esbanjando funcionalidade e conforto.

Basta dar uma passada de olhos na “poltrona” que foi idealizada para transportar o passageiro. Seu desenho, densidade da espuma, tipo de couro e costura. Tudo feito de forma artesanal e pensado para oferecer o máximo de conforto e prazer no deslocamento.

Outro ponto que merece destaque foi a roda instalada no eixo do sidecar. De 19 polegadas e idêntica à roda dianteira da XV950, recebeu um pequeno paralama, além de um monoamortecedor que ameniza as irregularidades do piso. Isso sem falar no suporte para transportar a prancha que fica estrategicamente colocado entre a moto e sidecar.

Menos peso, mais personalidade
Para começar, a ideia inicial foi perder peso, sem perder personalidade. Ou seja, trocar peças do modelo original por itens de materiais mais nobres, como alumínio ou outro tipo de liga-leve, porém sem abandonar as características estéticas e ciclísticas do modelo original.

Entre as principais adequações ao projeto, a D-Side recebeu tanque de alumínio, escape, quadro traseiro, filtro de ar esportivo, assento em Alcantara todos feitos a mão, guidão de motocross e sistema de freios com pinça de seis pistões, desenvolvidos e montados pela Deus. Isso sem contar os pneus “quadrado” Firestone Luxo.

Vale ressaltar que esse kit é vendido pela Deus para os clientes que querem transformar sua Yamaha VX950 ou, se preferir, o motociclista pode ainda encomendar a moto completa para a customizadora com pintura que desejar.

Agora só resta escolher uma praia paradisíaca, uma estrada sinuosa e partir em busca da onda perfeita. Pode ser no Hawai, na África, na Austrália ou mesmo na fluminense Saquarema, berço do surfe brasileiro. Para chegar em grande estilo com conforto e desempenho, à bordo dessa exclusiva D-Side.


(Fonte: Agência Infomoto - Aldo Tizzani) - 20/09/2015
Honda lança NXR 160 Bros com novas cores na linha 2016

A Honda anuncia a linha 2016 da NXR 160 Bros ESDD com visual renovado e nova combinação e tonalidade de cores. As mudanças se concentram na carenagem do farol e na rabeta, agora na cor predominante da motocicleta, e nas alças do garupa na cor preta.

O modelo compacto da marca japonesa os ESDD chega aos concessionários autorizados a partir de outubro de 2015 nas cores preta, vermelha e branca, com preço público sugerido de R$ 10.720, com base para o estado de São Paulo, sem as despesas com frete e seguro. A garantia é de três anos sem limite de quilometragem, com óleo gratuito em sete revisões.

A NXR 160 Bros ESDD vem equipada com motor monocilíndrico OHC de 162,7 cm³, arrefecido a ar, tecnologia FlexOne que desenvolve uma potência de 14,5 cavalos a 8.500 rpm (gasolina) e 14,7 cavalos a 8.500 rpm (etanol). O torque é de 1,46 kgfm a 5.500 rpm (gasolina) e 1,60 kgfm a 5.500 rpm (etanol).

Fotos: Honda/Divulgação

(Fonte: Equipe MOTO.com.br) - 20/09/2015
Teste: Yamaha T 115 Crypton é prática e econômica


Simplicidade e robustez são as receitas da Yamaha T 115 Crypton para atrair o consumidor que busca um veículo fácil de pilotar e econômico para ir e vir. A simplicidade mecânica vem do motor de um cilindro, 114 cm³, alimentado por carburador e com refrigeração a ar. Em conjunto com o câmbio rotativo e embreagem semi-automática faz dela uma moto simples de conduzir para os menos experientes.

Já a robustez dessa CUB está principalmente nas rodas de 17 polegadas, que ajudam a enfrentar as imperfeições de nossas ruas com mais conforto e segurança do que os scooters de entrada como o Suzuki Burgman i e o Honda Lead 110, equipados com rodas de 10 e 12 polegadas, respectivamente.

Fácil, fácil
A versão avaliada (ED) tem a partida elétrica que faz o motor pegar fácil. Com o auxilio do afogador, em alguns minutos o propulsor atinge a temperatura ideal. Para usar o câmbio de quatro marchas não é preciso se preocupar com a embreagem. Seu câmbio é semiautomático, e não existe manete de embreagem. Para trocar de marcha basta pressionar o pedal (que aciona a embreagem centrífuga). As quatro marchas têm engate fácil e o melhor: o piloto não se preocupa se o motor vai morrer nas saídas de farol, situação que é um verdadeiro tormento para iniciantes. Mesmo não sendo tão fácil de pilotar como os scooters (que têm câmbio CVT, automático), a Crypton é mais simples do que uma motocicleta.

Apesar de seu desempenho modesto, potência máxima de 8,2 cv a 7.500 rpm e torque de 0,9 kgf.m a 5.500 giros, o motor e a facilidade da embreagem semi-automática permitem que a Crypton arranque na frente de outros carros no semáforo. Capaz de levá-la à velocidade máxima de 100 km/h é suficiente para rodar em avenidas de trânsito rápido, mas pouco para viagens em rodovias.

Uma das grandes qualidades da Crypton é o baixo consumo de combustível. Seu motor possui uma válvula solenóide de cut-off (que interrompe o fornecimento de combustível ao se tirar a mão do acelerador). Com isso seu melhor consumo foi de 38 km/litro e o pior, de 31 km/litro. Entretanto, o piloto deve ficar atento ao marcador de combustível, pois a capacidade do tanque é de parcos 4,2 litros, o que projeta uma autonomia na casa dos 140 km.

Ciclística
Poucos veículos motorizados pesam menos de 100 kg, mas esse é o caso da Crypton. Seu peso em ordem de marcha é de 98 kg e suas dimensões reduzidas fazem dessa Yamaha uma moto muito ágil. Para ajudar os iniciantes e as mulheres, o banco fica a apenas 755 cm do solo. Na hora de estacionar (ou da manutenção) é possível contar com o cavalete central – item de série.

As rodas raiadas são resistentes e têm 17 polegadas de diâmetro - o que é uma grande vantagem para encarar as ruas esburacadas, pois não entram totalmente nos buracos. São calçadas com pneus estreitos (2.25, na dianteira, e 2.50, na traseira), mas que mantêm a moto na trajetória escolhida, além de suportar bem as irregularidades e trechos de chão batido. Eles transmitem segurança nas curvas e se mostram “bem casados” com o restante da pequena CUB, principalmente na hora de mudar de direção ou serpentear entre os carros.

A suspensão bichoque na traseira é firme e não atingiu fim de curso (70 mm) nem mesmo com garupa. Na dianteira, o garfo telescópico oferece curso de 100 mm. Ambos são bem ajustados para a “buraqueira” de nossas ruas. O disco de freio, com 220 mm de diâmetro, dá conta do recado e segura bem a pequena Crypton nas emergências. Na traseira, o ultrapassado sistema a tambor cumpre seu papel. Além de eficiente, o sistema de freios tem manutenção de baixo custo: por R$ 34,00 é possível trocar pastilhas e lonas.

Estrada? Esqueça...
Quem precisa pegar a estrada diariamente deve reconsiderar a compra de uma motoneta de motor tão pequeno. Rodar na estrada com a Crytpton exige experiência e disposição. Experiência para não se colocar em situação de risco e atrapalhar os outros veículos – sua velocidade máxima chega com esforço aos 100 km/h. O farol oferece boa iluminação, porém a luz laranja no painel (TOP - indicando que a quarta marcha está engatada) incomodou bastante, principalmente nos deslocamentos à noite.

Levar bagagem para viajar ou carregar objetos do dia-a-dia não é o forte da Crypton. O espaço limita-se a um pequeno compartimento debaixo do banco com capacidade para a sua carteira e um par de luvas. Porém, existe um sistema prático para prender até dois capacetes que tenham argolas – há pinos sob o banco que podem prendê-los, mas somente com a motoneta estacionada. Ao levantar o banco (há uma trava abaixo da lanterna traseira) o piloto tem acesso ao bocal do tanque e ao limitado jogo de chaves originais. Por falar em chaves, a chave de ignição é simples até demais – lembra a dos antigos VW.

As ruas esburacadas e a esperteza proporcionada pelo câmbio são bons argumentos de vendas para as CUBs de rodas grandes, como a Yamaha Crypton, sobre os scooters. Sem falar no preço. Com freio a disco e partida elétrica, a Crypton ED sai por R$ 6.480 – mais em conta do que o Honda Lead 110, vendido por R$ 7.012, e do que o Suzuki Burgman i, com preço sugerido de R$ 7.490. O preço menor e a maior versatilidade das CUBs refletem no número de vendas: em 2014 foram vendidas 16.830 Crypton contra 10.137 unidades do Lead e 3.837 do Burgman i.

Ficha Técnica
Yamaha T115 Crypton ED
Motor Monocilíndrico, OHC, refrigerado a ar
Capacidade cúbica 113,7 cm³
Potência máxima 8,2 cv a 7.500 rpm
Torque máximo 0,9 kgf.m a 5.500 rpm
Alimentação Carburador
Embreagem – Centrífuga, semi-automática
Câmbio Quatro marchas
Transmissão final Corrente
Suspensão dianteira Garfo telescópico convencional com 100 mm de curso
Suspensão traseira Sistema bichoque com 70 mm de curso
Freio dianteiro Disco simples de 220 mm
Freio traseiro Tambor de 130 mm
Pneus
Dianteiro 2.25 x 17
Traseiro 2.50 x 17
Chassi Tubular em aço - tipo Underbone
Dimensões (C x L x A) 1.930 mm x 660 mm x 1.055 mm
Altura do assento 755 mm
Altura mínima do solo 126 mm
Entre-eixos 1.235 mm
Capacidade do tanque 4,2 litros
Peso em ordem de marcha 98 kg
Cores Roxo, Preto, Vermelho, Laranja e Branco
Preço público sugerido R$ 6.480,00 versão ED (posto São Paulo, sem frete e seguro)

(Fonte: Cícero Lima - Agência Infomoto) - 13/09/2015
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