China analisa a moto que mais tem mercado não somente no Sudeste, mas no Nordeste também.
Apresentamos mais um vídeo nesta semana, agora com uma moto de baixa cilindrada: a Honda Pop 110i foi a mais vendida do primeiro semestre no Brasil, sugerimos a matéria sobre os scooters, que teve aumento nas vendas. Corre lá e leia.
Bom, voltemos nossa atenção a esta simpática moto, a Honda Pop 110i, que recebeu análise do China, parceiro nosso. A venda da Honda Pop 110i cresce no país, e o mercado desse tipo de moto, que é equipado com um motor de 110cc com injeção eletrônica, está aquecido não somente em São Paulo, mas também o Nordeste todo.
O tipo de motor é lendário na marca Honda, por ser tradicionalmente conhecido ao nascer na Honda Cub, em 1969.
Segundo o China, um dos mecânicos de motos mais respeitados do país e professor de mecânica do IBMM - Instituto de Mecânica de Motocicletas, o motor 110 da Honda Pop é um dos mais confiáveis da sua categoria.
Além de econômico, o motor entrega toda sua capacidade, sendo ideal para a cidade. A suspensão é ajustável, para quem ainda tinha dúvidas.
E a Honda Pop 110i vem com uma novidade, e que o China destaca: o Combi Brake System (CBS). O sistema permite o freio dianteiro e traseiro trabalharem combinados, para diminuir o tempo de frenagem.
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Segmento é o segundo com mais emplacamentos no acumulado de 2019 e segue ganhando espaço na preferência do motociclista brasileiro
No primeiro semestre de 2019, o mercado de scooters cresceu 23,9% em relação ao mesmo período de 2018, segundo dados da Abraciclo (Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares).
De janeiro a junho deste ano, 42.777 scooters foram emplacados, contra 34.523 unidades nos seis primeiros meses do ano passado. Segundo números da Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores), nos sete primeiros meses de 2019 os scooters só perdem em emplacamentos para as motos street. O que poderia explicar o crescimento dos scooters no mercado brasileiro?
Com isto em mente, o MOTO.com.br elenca cinco motivos que podem levar o motociclista a ter um scooter como meio de transporte para o dia a dia, tomando como base o Honda SH 150i testado por nossa equipe. Vamos a eles:
ITENS DE SÉRIE
Este é um dos pontos de maior destaque do SH 150i e de outros scooters no mercado – como o irmão de Honda PCX 150 e o Yamaha NMax 160: itens de série que são vistos geralmente em motos de maior cilindrada.
O SH 150i, por exemplo, possui iluminação em LED e sistema Smart Key – que dispensa o uso da chave para dar partida, bastando apenas manter a chave próxima ao scooter – e Idling Stop, recurso que desliga automaticamente o motor nas paradas (em um semáforo, por exemplo), bastando acionar o acelerador para que tudo volte a funcionar.
Tais comodidades seduzem muitos motociclistas, que acabam adotando um scooter para rodar no dia a dia e deixam motos maiores na garagem para rodar apenas nos finais de semana ou para realizar viagens.
SEGURANÇA
Além das comodidades, outro item que chama a atenção em alguns modelos de scooter, como o SH 150i, é a segurança.
O modelo, assim como o NMax 160, da Yamaha, conta com freios ABS nas duas rodas – a nova geração do irmão de Honda, o PCX 150, conta com ABS na roda dianteira.
Para quem circula diariamente com uma moto e está sujeito a situações de emergência, o sistema que impede o travamento das rodas em frenagens bruscas pode ser a diferença entre conseguir passar ileso por um susto ou acabar se acidentando.
AGILIDADE
O SH 150i, como grande parte dos scooters, tem entre-eixos curto (1.340 mm) e baixo peso (129 quilos no peso seco.
Com tal receita fica fácil passar entre os carros e manobrar em espaços reduzidos e efetuar mudanças de direção com confiança.
O câmbio automático CVT também é um trunfo dos scooters no quesito agilidade. Basta acelerar e a resposta do SH 150i é forte o suficiente para sair dos semáforos à frente dos carros.
CONSUMO DE COMBUSTÍVEL
Um dos destaques de um scooter de baixa cilindrada – estamos falando de um propulsor de 149,3 cm³ de cilindrada, que desenvolve 14,7 cv a 7.750 giros e torque de 1,40 kgf.m a 6.250 giros – pelo menos na teoria, deve ser o baixo consumo de combustível.
Esse é o caso do SH 150i, que em uma semana rodando pelas ruas de São Paulo registrou consumo médio de 41 km/l no computador de bordo - rodando de forma suave, com acelerações progressivas.
Lembrando, claro, que o consumo de combustível depende de uma série de fatores e isso inclui a forma como a mão direita ataca o acelerador.
Com tal marca e um tanque de 7,5 litros, o SH 150i pode rodar mais de 300 quilômetros sem passar por um posto de gasolina. Supondo que o motociclista rode, como o repórter, 50 quilômetros por dia no trajeto casa/trabalho e trabalho/casa, são 250 quilômetros por semana.
Sobrariam, então, mais de 50 quilômetros para outros compromissos que também poderiam ser feitos com um tanque.
ESPAÇO PARA CARREGAR OBJETOS
Nesses outros compromissos pode ser incluída, por exemplo, uma rápida ida ao mercado ou a uma padaria, já que há como carregar certa quantidade de objetos nos espaços disponíveis em um scooter.
No SH 150i, por exemplo, o espaço sob o assento comporta até dez quilos de carga e há um porta-objetos com capacidade para 0,5 kg, além de um gancho para prender uma bolsa ou uma sacola com capacidade para suportar 1,5 kg.
O compartimento que fica abaixo do banco pode ser ocupado com um capacete ou uma capa de chuva – item extremamente útil no clima aleatório de São Paulo, onde pode chover a qualquer momento.
CONSIDERAÇÕES FINAIS SOBRE O SH 150I
O Honda SH 150i não é o modelo mais barato do segmento, com preço sugerido partindo de R$ 12.700 (sem frete) - a versão DLX, testada pelo MOTO.com.br, tem preço sugerido de R$ 13.210 - mas é um dos que oferece mais recursos entre os scooters disponíveis no mercado.
Além disso, o modelo é equipado com rodas aro 16, o que minimiza um pouco o desconforto geralmente sentido ao rodar pelo asfalto irregular das ruas brasileiras – um dos principais pontos de crítica aos scooters.
Ficha técnica Honda SH 150i
MOTOR
Tipo: OHC, monocilíndrico, 4 tempos, arrefecimento líquido
Cilindrada: 149,3 cc
Potência Máxima: 14,7 cv a 7.750 rpm
Torque Máximo: 1,40 kgf.m a 6.250 rpm
Transmissão: Tipo CVT
Sistema de Partida: Elétrico
Diâmetro x Curso: 57,3 x 57,9 mm
Relação de Compressão: 10,6:1
Sistema Alimentação: Injeção eletrônica PMG-FI
Combustível: Gasolina
SISTEMA ELÉTRICO
Ignição: Eletrônica
Bateria: 12 V – 5 Ah
Farol: LED
CAPACIDADE
Tanque de Combustível: 7,5 litros
Óleo do Motor: 0,9 litro
DIMENSÕES
Comprimento x Largura x Altura: 2026 x 740 x 1158 mm
Distância entre eixos: 1340 mm
Distância mínima do solo: 146 mm
Altura do assento: 799 mm
Peso Seco: 129 kg
CHASSI
Tipo: Monobloco (under born)
Suspensão Dianteira/Curso: Garfo telescópico / 90 mm
Suspensão Traseira/Curso: Dois amortecedores / 80 mm
Freio Dianteiro/Diâmetro: A disco / 240 mm
Freio Traseiro/Diâmetro: A disco / 240 mm
Pneu Dianteiro: 100/80 – 16
Pneu Traseiro: 120/80 – 16
Modelo deve ser um dos lançamentos da fabricante no Salão de Milão
A BMW promete quatro lançamentos para o Salão de Milão 2019, que acontece entre os dias 7 e 10 de novembro - os dias 5 e 6 são abertos somente para a imprensa especializada.
Um dos lançamentos esperados para o EICMA 2019 é a versão definitiva da R 18, primeira moto da fabricante a contar com o boxer de 1.800 cm³ desenvolvido pela marca.
O modelo já foi exibido em versão conceito, mas ainda não se sabia como seria a versão definitiva da R 18 - que, não custa lembrar, já está em pré-venda na França.
Talvez as dúvidas sobre a versão definitiva da R 18 estejam começando a ser tiradas. Circulam em algums sites no exterior imagens que parecem ser da R 18 que será apresentada em Milão.
A roda dianteira é visivelmente menor do que a da versão conceito e a ponteira do escapamento é diferente. Além disso, pelo que se vê nas imagens, há malas laterais.
Em resumo, a versão final parece trazer semelhanças com a R 18 Concept, com as devidas adaptações para ser uma moto para rodar nas ruas. A partir do dia 5 de novembro é bem provável que o mundo saiba como é, então, a R 18 que ganhará as ruas.
Naked baseada na Panigale V4 terá asas e superará os 200 cv de potência
Nesta segunda-feira (14), a Ducati publicou um teaser daquela que deve ser a principal novidade da marca na Ducati World Première, evento no qual a fabricante de Borgo Panigale revelará a linha 2020.
Estamos falando da Streetfighter V4, naked que tem como base a Panigale V4, nova superesportiva topo de linha da marca - recentemente apresentada no Brasil na versão S.
A primeira aparição pública da motocicleta aconteceu na prova de Pikes Peak, tradicional corrida de subida de montanha nos Estados Unidos. A estreia da Streetfighter V4 ficou marcada, no entanto, pelo acidente fatal de Carlin Dunne, que pilotava a moto e estava a uma curva de bater o recorde da prova.
No teaser, que mostra apenas o conjunto óptico dianteiro em um ambiente escuro, a Ducati revelou alguns detalhes da Streetfighter V4, como a potência do motor que equipará a Streetfighter V4.
O Desmosedici Stradale é o mesmo motor da nova Panigale, mas com potência ligeiramente inferior: 211 cv a 12.750 giros, contra os 214 cv a 13 mil giros da superesportiva italiana.
Além do motor, a naked contará com o mesmo pacote eletrônico da Panigale V4. Isso indica a presença de itens como controle de tração, controle de slide, quickshifter bidirecional, ABS atuante em curvas, anti-wheelie, controle de freio-motor e modos de potência e de pilotagem.
Por fim, a versão definitiva também contará com as asas vistas na moto que estreou em Pikes Peak - depois de estabelecer um padrão na MotoGP com as asas e levar para a versão do Mundial de Superbike, a Panigale V4 R, a Ducati deve apostar mais nos apêndices aerodinâmicos nos modelos de rua.
Confira o teaser publicado pela Ducati:
Modelo passou por reestilização e ganhou luzes diurnas de LED, sistema de conectividade e motor com mais força em médias rotações, segundo a fabricante
Nesta segunda-feira (7), a nova geração da Triumph Street Triple RS foi apresentada na Europa. A moto, equipada com o três cilindros de 765 cm³, foi atualizada e ganhou uma série de novidades, a começar pelo renovado conjunto óptico dianteiro, que conta agora com luzes diurnas em LED.
O propulsor, apesar de manter os 123 cv de potência máxima, foi revisado, de acordo com a fabricante. Agora dentro das normas de emissão de poluentes Euro5 - que entram em vigor em 2020 - o motor entrega mais torque: 8,05 kgf.m a 9.350 giros.
O aumento no torque da nova geração da Triumph Street Triple RS não está somente no valor máximo. Segundo a marca, o novo sistema de escape permitiu também que a nova moto entregue mais força em médias rotações - 9% a mais do que a geração atual, de acordo com a Triumph.
A transmissão de seis marchas conta com quickshifter bidirecional de série, além da embreagem assistida e deslizante. O conjunto de suspensão segue com a combinação de componentes Showa e Öhlins, enquanto os freios ficam a cargo da Brembo.
Na eletrônica, a Triumph acrescentou à Street Triple RS o sistema de conectividade My Triumph no painel TFT. Com o sistema, o piloto pode controlar câmeras de ação da GoPro e utilizar um sistema de navegação curva a curva.
Os modos de pilotagem também foram aperfeiçoados para se adequarem ao motor revisado, mas seguem sendo os cinco da geração que atualmente é vendida no Brasil: Road, Rain, Sport, Track e Rider, que é customizável pelo piloto. O controle de tração comutável e os freios ABS podem ser regulados.
A Triumph ainda não divulgou o preço da nova geração da Street Triple RS.











