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BMW E-SCOOTER TEM LANÇAMENTO MARCADO PARA OUTONO DE 2019

O modelo, sem previsão de lançamento no Brasil, tem bateria com 12 quilômetros de autonomia.

A BMW anuncia nesta quinta-feira o lançamento do E-Scooter no outono deste ano. Para os leitores brasileiros o nome causa estranheza, mas trata-se de um patinete elétrico.

Sem previsão de lançamento no Brasil, o patinete elétrico da BMW é uma opção de transporte urbano de curta distância. A capacidade da bateria de íons de lítio tem autonomia de 12 quilômetros percorridos e leva apenas duas horas para ser carregada.

Com velocidade máxima de 20 Km/h, a potência do motor é de 150 watts. O peso total do E-Scooter (patinete elétrico) da BMW chega a 9 quilos.

Em parceria com a empresa Micro, responsável pelo design do patinete, a BMW E-Scooter será lançado na cor preto fosco, para dar destaque ao azul do logotipo BMW.

BMW CITY SCOOTER
A primeira parceria entre a Micro e BMW aconteceu ao criar o BMW City Scooter, um patinete ajustável e ergonômico, sendo possível levar na mochila, por seu dobramento em três níveis.

Juntos criaram também o BMW Kids Scooter, desenvolvido para crianças a partir de 3 anos de idade.

O modelo pode acompanhar a criança até os 12 ou 13 anos de idade, onde é possível retirar o banco e ajustar a altura do guidão.

ENTENDA AS DIFERENÇAS ENTRE OS FREIOS COMBINADOS E ABS NAS MOTOS

Por lei, todas as motos fabricadas no país a partir de 2019 devem ter um sistema auxiliar de freios, que pode ser ABS ou combinado; saiba como eles funcionam

O piloto se depara com uma emergência e aciona o freio da sua moto. Em instantes um sistema auxiliar de frenagem entra em ação. Se a motocicleta tiver motor maior do que 300 cc, o sistema é o antitravamento (ABS), enquanto nas motos menores há também a opção do sistema de freios combinados, que distribui a força de frenagem entre as rodas.

A lei, que entrou em vigor neste ano, exige que todas as motos fabricadas a partir de 2019 tenham freios mais seguros. O objetivo é reduzir o número de acidentes com motocicletas. Confira:

FREIOS COMBINADOS
Como o próprio nome diz, o sistema “combina” a frenagem nas rodas dianteira e traseira. O sistema hidráulico ou mecânico distribui a frenagem para a roda dianteira, quando o motociclista pisa apenas no pedal de freio traseiro. O objetivo é corrigir o “vício” de muitos motociclistas que não usam o manete do freio dianteiro com medo de “capotar” com a moto.

A Honda batizou seu sistema de freios combinados de CBS, da sigla, em inglês, Combined Braking System. Já a Yamaha adotou a nomenclatura UBS, de Unified Braking System (sistema de freios unificados). Mas, no fundo o propósito é o mesmo. A questão é que muitos motociclistas nem sabem que seu veículo de duas rodas vem equipado com um sistema de freio auxiliar.

A assistente Larissa Dela Moura, 22 anos, que recentemente comprou um Honda Elite 125 para ir ao trabalho e depois para a faculdade em Atibaia (SP), admite não conhecer o sistema. “Eu não conhecia o CBS e não sei como funciona” afirmou a estudante recém-habilitada.

Para os motociclistas iniciantes que têm menos experiência o sistema de freios combinados ajuda a parar a moto com mais segurança. Um aparato mecânico ou hidráulico (via cabos ou mangueiras) distribui a força de frenagem entre as duas rodas. Sempre que o piloto acionar o freio traseiro, o sistema também aciona o freio dianteiro, sem a interferência do piloto. O resultado é uma frenagem em menor espaço e com maior controle quando comparada a frenagem exclusivamente com a roda traseira.

ABS EXIGE EXPERIÊNCIA
Já o freio ABS, sigla de Anti-lock Braking System (sistema de freios antitravamento), é mais sofisticado. O sistema é capaz de interpretar se há ou não o risco de a roda travar durante uma frenagem mais forte. Para isso há sensores que monitoram os movimentos das duas rodas por meio de pequenos discos instalados junto ao cubo. Se o sensor perceber que existe a possibilidade de travamento, o sistema alivia a pressão no cilindro. Isso impede uma derrapagem e permite maior controle da moto em uma situação de emergência.

Apesar de mais avançado e tecnológico, o sistema ABS exige que o piloto use corretamente os dois freios ao mesmo tempo e saiba dosar a pressão entre o freio da frente e o de trás. “Se o piloto usar apenas o freio traseiro, o ABS permitirá que a moto percorra uma distância maior até a parada total, aumentando o risco de acidentes”, afirma o engenheiro Alfredo Guedes Jr, assessor técnico da Honda.

O erro de usar apenas o freio traseiro, comum entre os motociclistas menos experientes, é fruto de uma formação deficiente durante o processo de habilitação. Segundo Alfredo, “no processo de habilitação, o aluno é orientado a usar apenas o freio traseiro”.

Infelizmente, os números comprovam que o equívoco na formação se mantém mesmo após o processo de habilitação. A associação dos fabricantes da indústria de duas rodas (Abraciclo) promove em todo o Brasil um check-up onde analisa – por amostragem – os problemas mecânicos das motos que rodam em nossas ruas.

Em quase 50 mil motos analisadas, a maioria apresentava desgaste maior no freio traseiro (30%, contra 25% do freio dianteiro). Isso comprava que o motociclista brasileiro não usa os freios da forma correta: usando ambos, dianteiro e traseiro, porém com mais intensidade no da frente - em uma proporção 70% na frente e 30% atrás.

(Fonte: Agência Infomoto) - 10/06/2019
MXF MOTORS LANÇA A NOVA MINIMOTO 50 TS DE COMPETIÇÃO

Montadora brasileira é referência em motos off-road infantil e infanto-juvenil.

Há dois meses a MXF Motors lança a MXF 50TS com inovações tecnológicas na suspensão traseira e dianteira e revisões no motor.

Veja como são acessíveis as minimotos MXF.

O modelo foi desenvolvido para atender o competidor infanto-juvenil. “Os futuros campeões nascem nas categorias de base, como a 50cc, por isso investimos muito na criação e aprimoramento de motos que tenham a qualidade e o desempenho necessários para as competições dos minipilotos”, disse Luiz Henrique, coordenador técnico da MXF.

Para ele, a formação de um piloto de alta performance precisa acontecer desde as categorias iniciais, por esse motivo a MXF Motors investe na criação e desenvolvimento das minimotos.

A MXF 50 TS tem um motor de 2 tempos, no qual recebeu novo pistão. A suspensão dianteira é da Fast Race, invertida e com ajuste de compressão e novo sistema de válvula de fluxo hidráulico.

Já a suspensão traseira é a gás nitrogênio e com ajustes de compressão e retorno. Além disso, é possível fazer ajustes de pré-carga de molas e lâminas desenvolvidas para o terreno brasileiro.

(Fonte: Por Marcel Ahless Equipe MOTO.com.br) - 21/05/2019
FERIA 2 RUEDAS MOSTRA MERCADO COLOMBIANO APOSTANDO EM MOTOS MODERNAS

Com aumento de 10,7% nas vendas, setor de duas rodas adota normas antipoluição e sistemas de segurança em país sul-americano

Dos 14.486.000 veículos registrados na Colômbia, 8.813.000 são motocicletas. Ou seja, 57% do parque automotor do país sul-americano é formado por veículos de duas rodas. As vendas de motocicletas cresceram 10,7% no ano passado, alcançando a marca de 547.296 unidades comercializadas. Números que colocam o mercado colombiano de motos na segunda colocação na América do Sul e demonstram a importância da indústria de duas rodas para a economia do país.

Com as vendas em alta na Colômbia, a Feria 2 Ruedas (Salão das Duas Rodas), realizada anualmente na cidade de Medellín, cresce não apenas na quantidade de visitantes e lançamentos, mas também na qualidade dos modelos apresentados.

Até há poucos anos, não havia normas antipoluição para motocicletas e alguns modelos vendidos na Colômbia tinham motores dois tempos, mas isso tem mudado. O país está atualmente na fase Euro 2, mas a previsão é adotar a Euro 3 em 2021.

A norma europeia regulamenta a emissão de poluentes por veículos de duas rodas e equivale ao Promot 3 brasileiro, que entrou em vigor em 2009. Embora tardia, a adoção de regras para reduzir a poluição do ar por motos e scooters dará tempo para as indústrias se adaptarem. “94% das motos vendidas aqui são produzidas na Colômbia”, explica Maria Juliana Rico, diretor do comitê automotriz da Associação Nacional de Empresários da Colômbia.

A executiva também explica que foram criadas primeiramente normas de iluminação para as motos e estuda-se a adoção de freios combinados (CBS) e ABS para o próximo ano. “Queremos melhorar a imagem das motocicletas na Colômbia e também diminuir os acidentes com os usuários”, completa Rico.

LANÇAMENTOS MAIS MODERNOS
Os lançamentos da Feria 2 Ruedas 2019, realizada entre 2 e 5 de maio, em Medellín, refletiram o amadurecimento do mercado de motos na Colômbia. A Yamaha, por exemplo, segunda marca mais vendida no País com 19% de market share, só produz e comercializa motos menos poluentes. “Todas os nossos modelos vendidos aqui seguem a norma Euro 3 desde o ano passado”, afirmou Juan David Arango, presidente da Yamaha Colômbia.

Segundo ele, a iniciativa partiu do próprio setor que criou sua associação há pouco mais de dois anos e trabalha no sentido de oferecer motos melhores e mais seguras. Os lançamentos da marca japonesa no Salão demonstraram essa filosofia.

A miniesportiva R15, com motor de 150cc e injeção eletrônica, também tem sistema de iluminação por LEDs e freio a disco nas duas rodas. O preço é de 9.900.000 pesos colombianos, cerca de R$ 12.300.

Outra novidade, o XMax 300 também tem injeção eletrônica, luzes de LED, freios ABS e até controle de tração. O scooter, lançado há dois anos na Europa, não será um campeão de vendas na Colômbia, onde as motos de até 150cc dominam, mas já mostram a evolução do mercado.

A Suzuki, outra gigante japonesa também instalada no país, mostrou a DR 150. O modelo de uso misto ainda tem motor carburado, mas já vem com freio a disco na dianteira e painel digital.

De olho no crescimento do segmento de scooter, a Suzuki também apresentou duas novidades para as motociclistas colombianas: o pequeno Address 110 e o moderno Burgman 125. “Não tínhamos scooters em nosso line-up, mas as vendas desse tipo de moto têm crescido, principalmente entre as mulheres”, explica Stiven Castañeda Rua, assessor comercial da concessionária Suzuki em Itaguí, cidade próxima a Medellín. Ambos os modelos são comercializados também na Europa, o que significa que poluem pouco e contam com sistemas de freios mais modernos.

HONDA CB 650R CHEGA PRIMEIRO À COLÔMBIA
A Honda também apostou em motos mais modernas e até de maior cilindrada no seu estande. A grande estrela era a nova geração da CB 650. A naked, que agora se chama CB 650R, apresentada no ano passado no Salão de Milão, desembarcou no mercado colombiano antes mesmo de chegar ao Brasil. Com motor mais potente, freios ABS e controle de tração, o modelo é importado da Tailândia e segue as atuais normas europeias para motos. Seu preço na Colômbia é de e 36.990.000 pesos, cerca de R$ 45.000.

A nova Honda XRE 300 também foi apresentada ao mercado colombiano. Reformulada, a trail, produzida em Manaus, tem injeção eletrônica e seu motor atende às normas da segunda fase do Promot 4 brasileiro (equivalente às atuais normas da Euro 4) e ainda conta com iluminação full-LED e freios ABS de série.

Mas até mesmo a pequena CB 125F foi modernizada recentemente. A moto street, embora carburada, também atende a Euro 3 e ganhou um sistema que acende as luzes automaticamente ao dar partida – uma exigência já antiga na legislação brasileira, mas que está sendo adotada agora na Colômbia. Com preço de 4.450.000 pesos colombianos (cerca de R$ 5.600), a CB 125F é um dos modelos de maior sucesso da Honda no país. A marca japonesa é a terceira mais vendida na Colômbia com 17% do mercado – ficando atrás da Yamaha e da líder, a indiana Bajaj, representada pela Auteco.

A Auteco também monta e revende marcas como Kawasaki e KTM na Colômbia. Entre as novidades apresentadas pela empresa, que voltou a participar da Feria 2 Ruedas na edição deste ano, estava a nova Ninja 400, já à venda por aqui.

Mas chamou a atenção o lançamento da nova KTM 790 Adventure para o mercado colombiano. A bigtrail tem motor de dois cilindros com cerca de 100 cv, e uma proposta aventureira. Com rodas raiadas e aro 21 na dianteira, a 790 Aventure foi lançada no ano passado na Europa, mas ainda não tem previsão de ser vendida no Brasil. Importada, a aventureira da marca austríaca demonstra como o mercado de duas rodas está amadurecendo no país vizinho.

YAMAHA CONVOCA RECALL DA NOVA GERAÇÃO DA R3 NOS EUA

Manete do freio dianteiro de unidades produzidas entre fevereiro e março deste ano pode apresentar falha e se quebrar

A nova geração da Yamaha R3 já está a venda em alguns mercados internacionais, incluindo os Estados Unidos. E é na terra do Tio Sam que proprietários do modelo estão sendo convocados para um recall.

De acordo com a convocação divulgada pelo National Highway Traffic Safety Administration (NHTSA), o motivo do recall é o manete do freio dianteiro. Unidades fabricadas entre 6 de fevereiro e 6 de março podem ter sido montadas com manetes com pequenas porosidades.

Com ar onde deveria existir metal, a peça se torna frágil e pode se quebrar quando exigida ao máximo - no caso de uma frenagem de emergência, por exemplo.

Segundo o comunicado, os manetes defeituosos são identificáveis pelos códigos "K3 9A 16" e "K4 9A 16". A Yamaha entrará em contato com os proprietários das unidades afetadas e providenciará a troca gratuita do componente.

No Brasil, a fabricante ainda comercializa a geração anterior da pequena esportiva. A nova R3 recebeu mudanças na carenagem, com o design inspirado nas esportivas R6, R1 e no prótótipo M1 da MotoGP, e ganhou suspensão de garfo invertido na dianteira, entre outras modificações.

A nova geração da motocicleta da Yamaha deve chegar em breve ao mercado brasileiro para tentar retomar a liderança do segmento de motos esportivas, que em 2019 passou - segundo os números divulgados pela Fenabrave - para a Kawasaki Ninja 400.

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