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FABRICANTES APOSTAM NA MOBILIDADE DE SCOOTERS E PATINETES ELÉTRICOS

Volkswagen deve se unir à empresa chinesa para fabricar patinete elétrico com autonomia para 35 quilômetros; veja outras fabricantes que seguem tal tendência

A busca por mobilidade passa, necessariamente, pelos veículos de duas rodas. Sejam motos, scooters, bicicletas ou patinetes, esses veículos aparecem como uma opção para se locomover nos grandes centros urbanos. Afinal, ocupam menos

espaço e permitem que seus usuários se locomovam de forma rápida e econômica. Melhor ainda se forem elétricos e não poluírem o meio-ambiente.

Tanto que não somente fabricantes de motocicletas - como a Ducati, que em parceria com a Vmoto lança uma edição especial do scooter elétrico CUx, o CUx Special Edition Ducati - algumas marcas de automóveis estão apostando nesse nicho.

Nesta semana, o jornal alemão Die Welt anunciou que a Volkswagen irá unir forças com a chinesa Niu, uma start-up de veículos elétricos sediada em Changzou, para produzir patinetes movidos por baterias de íons de lítio.

Leve, pequeno o suficiente para ser estacionado em qualquer lugar, o patinete Streetmate foi apresentado pela VW no ano passado como um conceito. Movido por um motor de 2 kW e com autonomia para 35 km, o patinete construído pela parceria entre a Volks e a empresa chinesa estaria à venda na China até o final deste ano, segundo as notícias do jornal alemão.

PATINETE BMW JÁ É REALIDADE
A iniciativa da VW não é novidade. No início deste ano, a BMW lançou a nova geração do X2City, um patinete elétrico que pode chegar a 20 km/h e ser utilizado nas ciclovias europeias. O veículo já atende à nova legislação da Europa para esse tipo de veículo, por isso exige um impulso inicial de até 6 km/h para o motor elétrico entrar em funcionamento.

Também há um pedal na plataforma que precisa ser pressionado várias vezes para que a velocidade aumente. O X2City oferece ainda limites pré-estabelecidos de velocidade e sua bateria tem autonomia para até 30 km.

A bateria do X2City pode ser retirada e carregada em uma tomada convencional. Uma carga completa leva cerca de 2,5 horas. E o patinete ainda oferece uma tomada USB para carregar o smartphone e conexão Bluetooth para futuros aplicativos.

O BMW X2City já está à venda na Alemanha, mas exige seguro e pode ser conduzido por jovens acima de 15 anos, desde que tenham habilitação para pilotar ciclomotores. O preço é de 2.399 euros (cerca de R$ 10 mil).

MINI TEM SCOOTER ELÉTRICO CONCEITO
Outra empresa do grupo BMW, a Mini, também já apresentou um conceito de scooter elétrico. Famosa por seus automóveis de design marcante, a Mini trouxe para o E Scooter Concept as mesmas linhas arredondadas e o estilo contemporâneo.

Movido por um motor elétrico ligado à roda traseira de 11 polegadas, o scooter conceito também pode ser carregado em uma tomada doméstica por meio de um cabo integrado à parte traseira da motocicleta.

Ao abrir a tampa do compartimento – semelhante à tampa do tanque de combustível de um automóvel Mini –, ela se ilumina e o plugue pode ser puxado para fora até uma distância de 5 metros. Assim que a carga estiver completa, um mecanismo acionado por botão recolhe a fiação.

Outra funcionalidade no E Scooter da Mini é a conectividade com dispositivos móveis. Ao encaixar o smartphone no painel, de formas arredondadas e inspirado no design do paniel dos carros da Mini, o motor elétrico é acionado automaticamente.

Enquanto o scooter estiver em movimento, o smartphone pode ser usado como navegador GPS, tocador de música ou telefone, conforme a necessidade do piloto. Uma interface sem fio Bluetooth pode ser conectada a um capacete MINI, que vem equipado com microfone e fones de ouvido.



TRIUMPH CONVOCA RECALL DE MAIS DE 12 MIL MOTOS NOS EUA

Fabricante anuncia chamado para modelos como os da linha Bonneville, que também são comercializados no Brasil

A Triumph registrou um recall no final de fevereiro na NHTSA (National Highway Traffic Safety Administration) que só foi divulgado agora. Quanto ao caminho para o procedimento, tudo dentro do padrão. O que chama a atenção no registro é a quantidade de motocicletas afetadas: são mais de 12 mil unidades.

O chamado atinge os modelos Bonneville T100 e T120 nas versões standard e Black, Street Scrambler, Street Twin e Street Cup. O problema detectado em algumas unidades está no cabo da embreagem, que pode entrar em contato com o chicote.

Se isso acontecer, o chicote pode ser danificado e a motocicleta sofrer uma pane elétrica - falha em lanternas e faróis, piscas, entre outros componentes. Em casos mais graves, o defeito pode levar ao desligamento involuntário do motor.

Nos Estados Unidos, os proprietários das motocicletas possivelmente afetadas serão avisados pela própria fabricante para se direcionarem a uma das concessionárias da marca para realizar os reparos. Além disso, a marca disponibiliza um telefone para contato a para que o dono da moto confira se a unidade dele está entre as atingidas pelo recall.

O MOTO.com.br entrou em contato com a Triumph do Brasil para saber se alguma unidade em solo brasileiro poderia ser afetada pelo problema. Segundo a fabricante, ainda não há informações se o motivo que originou o chamado nos Estados Unidos alcança os modelos comercializados no Brasil.

Confira as motocicletas afetadas pelo recall nos Estados Unidos:

Triumph Bonneville T100 e T100 Black (de 2017 a 2019)

Triumph Bonneville T120 e T120 Black (de 2016 a 2019)

Triumph Street Scrambler (de 2017 a 2018)

Triumph Street Cup (de 2017 a 2018)

Triumph Street Twin/Street Twin A2 (de 2016 a 2018

HARLEY-DAVIDSON ULTRA LIMITED 2019 TEM MAIS DESEMPENHO E CONFORTO

Modelo top de linha da família touring ganha motor maior e nova central multimídia com sistema para espelhar smartphones Apple. Preço parte de R$ 103.900

A Harley-Davidson Ultra Limited, uma das motos preferidas dos fãs da marca norte-americana para longas viagens com bagagem e garupa, recebeu melhorias significativas para 2019. O modelo top de linha da família Touring recebeu um motor de maior capacidade cúbica, passando de 1.753 cm³ para 1.868 cm³, que produz 5% mais torque e acelera mais rapidamente de 0 a 100 km/h.

Outra novidade voltada para aumentar o conforto do modelo Touring é a central multimídia Boom! Box GTS. O novo sistema de infotainment (informação e entretenimento) que, no caso da Ultra Limited conta com quatro alto-falantes de 25W cada, traz uma interface mais amigável e conta com o sistema Apple Car Play. Dessa forma, os proprietários de iPhone podem espelhar seus smartphones na tela sensível ao toque que ficou maior com 6,5’’.

Embora a Harley-Davidson tenha anunciado uma estratégia para atrair novos clientes no ano passado, a centenária marca norte-americana não descuidou de seus modelos mais emblemáticos. Desde 2014 com o projeto Rushmore, as motos da família Touring têm evoluído gradativamente, recebendo melhorias na parte ciclística, na ergonomia e também no motor. Para este ano, a central multimídia é, sem dúvida, a maior evolução.

Mais rápida
Logo ao ligar a moto já se nota a diferença em relação à antiga central multimídia, chamada de GT. Com processamento melhor, a nova GTS se inicia em questão de segundos. Pode até parecer “frescura”, mas para quem paga mais de R$ 100 mil em uma moto, pode ser entediante ter que esperar para poder conectar o smartphone ou escolher o destino no navegador.

Além de maior, a tela sensível ao toque ficou mais intuitiva com ícones mais claros e navegação facilitada. Em pouco tempo, consegui conectar meu smartphone ao sistema por Bluetooth e ouvir música ou receber chamadas. Infelizmente, não é possível controlar todas as funções do player de música, pois meu celular era Android.

Essa facilidade fica reservada aos donos de iPhone, caso de outros jornalistas presentes ao evento de lançamento da linha 2019 realizado no México. O Apple Car Play permite uma interação melhor com as funções do smartphone. As conexões, aliás, ainda contam com entrada USB. Pode-se ouvir música de um pen-drive ou recarregar o celular. Há ainda rádio AM e FM e por satélite, mas esse serviço não está disponível no Brasil.

Menos calor
O motor de dois cilindros em “V”, batizado de Milwaukee-Eight, nasceu em 2017 com a proposta de gerar menos calor e menos vibração, além de oferecer melhor desempenho com quatro válvulas por cilindro. A versão 114 que equipa a Ultra Limited ainda oferece arrefecimento líquido no cabeçote, o que contribuí ainda mais para reduzir o calor produzido pelos dois grandes cilindros que deslocam 1.868 cm³.

Embora não seja uma refrigeração líquida completa, já é possível notar a diferença em relação aos outros modelos da família Touring, que também receberam o motor de maior capacidade, mas sem o sistema de arrefecimento. O primeiro contato com a Ultra Limited aconteceu na Riviera Maia, no estado de Yucatán, no México, sob um calor de mais de 30° C.

Nessa situação, ficou claro o maior conforto proporcionado pelo motor da Ultra Limited. As pernas recebiam menos calor e o ruído vindo do motor também era menor. Também pude rodar com outros modelos, como a Street Glide Special e a Road Glide Special, que não têm arrefecimento. E, se fosse escolher, não hesitaria em pagar mais pelo motor com arrefecimento líquido.

Outro benefício da Ultra Limited é a capacidade de carga. Além das malas laterais rígidas, o modelo conta com um top-case, que acomoda facilmente dois capacetes fechados.

Na parte ciclística, a Ultra Limited também leva certa vantagem em relação a outros modelos. As rodas aro 17, na dianteira, e 16, na traseira, deixam essa luxuosa Touring mais ágil do que sua irmã Street Glide que tem roda de 19’’ polegadas na dianteira. O menor diâmetro deixa o guidão mais leve e confere mais agilidade, principalmente em baixas velocidades. A Ultra Limited, como outros modelos Touring, conta com freios ABS Reflex, que evitam o travamento das rodas e distribuem a força de frenagem.

Turismo luxuoso
As outras motos da família Touring que a Harley-Davidson comercializa no Brasil também receberam a versão de 114 polegadas cúbicas do motor Milwaukee-Eight - exceto pela Road King Classic, que manterá o motor de 107 polegadas. Ao todo, a marca vende outros cinco modelos da família no Brasil: Road King Special, Street Glide Special, Ultra Limited, Road Glide Special e Road Glide Ultra, sendo essa a única que também conta com arrefecimento líquido e praticamente a mesma capacidade de carga, embora tenha um visual controverso.

Mesmo com o maior preço entre os modelos, a partir de R$ 103.900, fica fácil entender porque a Ultra Limited ainda é uma das preferidas dos consumidores da marca, e não apenas no Brasil. A carenagem oferece boa proteção aerodinâmica, os assentos se mostram confortáveis e agora com melhor desempenho e mais conforto da central multimídia, tem tudo para continuar seu reinado nos encontros de harleyros e também na estrada.

Ficha técnica
Harley-Davidson Ultra Limited 2019
Motor: Milwaukee Eight, com dois cilindros em “V” e refrigeração líquida nos cabeçotes
Capacidade: 1.868 cm³
Câmbio: Seis velocidades
Potência máxima: Não divulgada
Torque máximo: 16,2 kgf.m a 3.000 rpm
Suspensão dianteira: Garfo telescópico
Suspensão traseira: Amortecimento bichoque com ajuste na pré-carga da mola
Freio dianteiro: Disco duplo flutuante de 300 mm com pinça fixa de quatro pistões e ABS
Freio traseiro: Disco simples de 300 mm com pinça fixa de quatro pistões e ABS
Pneu dianteiro: 130/80-17
Pneu traseiro: 180/65 - 16
Comprimento total: 2.600 mm
Entre-eixos: 1.625 mm
Altura do assento (descarregada): 740 mm
Peso (em ordem de marcha): 416 kg
Tanque de combustível: 22,7 l
Cores: Vivid Black, Wicked Red/Twisted Cherry, Industrial Gey Denim/Black Denim, Midnight Blue/Barracuda Silver, Scorched Orange/Black Denim e Silver Flux/Black Fuse
Preço: a partir de R$ 103.900 (o preço varia de acordo com a pintura)

CONHEÇA A MOTO VOADORA, QUE JÁ PODE SER ENCOMENDADA

Speeder ainda não tem data de entrega, mas empresa que criou projeto já aceita encomendas para o modelo

As motos voadoras sempre apareceram em filmes e histórias de ficção científica. Dos "Jetsons" à "Star Wars", a ideia de montar em uma moto e voar por aí sempre povoou o imaginário de engenheiros e motociclistas. Agora essa ideia está bem perto de se tornar realidade.

Ao menos é o que promete a empresa de aviação norte-americana, Jetpack, com sua Speeder, uma motocicleta voadora auto-estabilizada, movida a turbina a jato capaz de atingir velocidades de 240 km/h, voar por 20 minutos e atingir a altitude de 4500 metros. O nome escolhido, não por acaso, é o mesmo das motos voadoras dos Stormtroopers do Império em Star Wars. A Speeder pousa e decola
verticalmente no espaço de um automóvel.

A empresa, sediada na Califórnia, já está, inclusive, aceitando encomendas da Speeder. Para ter a moto voadora na garagem (ou hangar?), o consumidor precisa desembolsar US$ 380 mil (cerca de R$ 1,5 milhão em conversão direta).

Capaz de decolar e pousar verticalmente, a Speeder ainda está em fase de desenvolvimento. Mas o projeto prevê um conjunto de quatro motores turbojato, que combinam uma potência máxima suficiente para levantar a estrutura do veículo que pesa 105 kg e um piloto de até 109 kg.

Eles também são equipadas com controle fly-by-wire (acelerador eletrônico) que permite que o Speeder se auto-estabilize no ar - o sistema é muito parecido com o de um drone quadcopter. Rodando com querosene, JetA ou diesel, você pode ficar entre 10 e 22 minutos no ar, dependendo do peso do piloto e da densidade da altitude.

Para pilotar a Speeder da Jetpack o futuro motociclista (ou seria piloto?) terá que fazer um treinamento na empresa e ter o brevê para poder voar com a aeronave. Há planos de se produzir uma versão ultraleve da moto voadora, que terá menos autonomia e chegará a cerca de 100 km/h.

Todas as informações sobre a Speeder da Jetpack são interessantes e curiosas, mas o site da empresa mostra apenas imagens e vídeos gerados por computador, o que poderia fazer os mais céticos se perguntarem se a moto voadora será mesmo real.

Se você tiver um dinheiro sobrando e quiser arriscar, é só fazer a pré-encomenda com um sinal de US$ 10 mil para garantir a sua. Vale dizer que não há data prevista para que a versão final dessa moto voadora seja entregue.

VENDA DE MOTOS CRESCE 18% NO PRIMEIRO TRIMESTRE; CONFIRA MAIS VENDIDAS

Bom resultado confirma retomada do setor de duas rodas e distribuidores revisam projeção para o ano

Nos primeiros três meses de 2019, a venda de motos somou 258.725 unidades, crescimento de 17,93% em comparação ao mesmo período do ano passado, segundo dados divulgados pela Fenabrave, federação que reúne os distribuidores de veículos do país. O bom resultado confirma a retomada do setor de duas rodas, avalia Carlos Porto, vice-presidente de motocicletas da entidade.

O cenário positivo fez com que a Fenabrave revisasse para cima as projeções para este ano. Em janeiro, a expectativa era de que as vendas crescessem 7,3%, mas diante do cenário econômico e do bom resultado no primeiro trimestre, a previsão de avanço passa passa a ser de 9,2%, chegando a 1.026.850 unidades licenciadas em 2019. O setor de veículos como um todo, incluindo automóveis,

comerciais leves, caminhões e ônibus, deve crescer 10,7%, projeta a entidade.

No entanto, em março as vendas de motos apresentaram uma pequena retração de 0,42% sobre fevereiro, totalizando 83.828 unidades emplacadas. O volume representa crescimento de 5,68% na comparação com março do ano passado e a média diária também foi maior.

De acordo com Porto, a disponibilidade de crédito, principalmente para clientes de modelos de baixa cilindrada, deve ser a principal responsável pelo aumento nas vendas. “A aprovação de concessão de crédito está bem mais maleável agora. De dez fichas enviadas aos bancos, quatro são aprovadas. No ano passado eram três e a expectativa é de melhora gradual”, comentou Porto.

HONDA CG 160 SEGUE COMO MOTO MAIS VENDIDA
No ranking das dez motos mais vendidas neste primeiro trimestre de 2019, não há muitas surpresas nas primeiras posições. A Honda CG 160 lidera com folga, seguida por Biz e Bros 160, ambas da Honda, nas segunda e terceira colocação.

Os destaques vão para a Yamaha XTZ 150 Crosser, que ganhou freio ABS na roda dianteira no modelo 2019, e assumiu a sexta posição no ranking. Outro modelo Yamaha que aparece bem colocado é a Fazer 250 ABS, a oitava moto mais vendida no trimestre. Confira o ranking e os números de vendas das top-10 do mercado.

Ranking 10 motos mais vendidas entre Jan – Mar/2019
Posição Modelo Quantidade
1ª Honda CG 160 73.948
2ª Honda Biz 38.328
3ª Honda NXR 160 Bros 29.113
4ª Honda Pop 110i 24.392
5ª Honda CB 250F Twister 8.679
6ª Yamaha XTZ 150 Crosser 6.062
7ª Honda PCX 150 5.663
8ª Yamaha Fazer 250 5.449
9ª Honda CG 125 4.955
10ª Yamaha Factor YBR 150 4.940

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