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Como é rodar com a clássica Royal Enfield no dia a dia

Durante uma semana e mais de 1.000 km rodamos com a Royal Enfield Classic 500 nas ruas e estradas de São Paulo. Veja como ela se comportou

Os modelos Royal Enfield têm aparecido com frequência na mídia especializada ultimamente em aventuras, viagens, passeios e matérias históricas. Mas como é ter uma Royal na sua garagem e usá-la no dia a dia? Para responder a essa pergunta, usei a Royal Enfield Classic 500, avaliada em R$ 20.900, nas minhas idas e vindas entre Atibaia (SP) e a capital paulista por mais de uma semana. No total, percorri mais de 1.000 km na cidade e na estrada para saber se vale a pena ter uma na garagem. Confira nossas impressões.

“O que não tem não quebra”. A frase, atribuída ao engenheiro João Conrado Amaral Gurgel, o criador do jipe Gurgel, serve como uma luva para justificar o estilo despojado e rústico da Royal Classic 500. Se você não liga para marcador de combustível, conta-giros, hodômetro parcial e recursos eletrônicos ela foi feita para você. O modelo indiano tem apenas o que uma moto precisa. O visual espartano avisa ao motociclista que ela é simples, resistente e pesada.

O modelo usa motor de um cilindro com 499 cm³ de capacidade cúbica. A potência máxima de 27.5 cv não empolga, mas seu torque de 4,2 kgf.m garante um rodar tranquilo com poucas trocas de marchas.

Seu funcionamento compassado lembra uma bomba de poço por conta do som grave, forte e constante emitido pelo escapamento. Quase não existe plástico nessa moto que pesa quase 200 quilos em ordem de marcha.

Apesar do peso, ela se mostrou dócil na condução, os comandos são leves e não cansam. Mesmo no trânsito travado foi possível fazer rápidas mudanças de direção sem sustos. Um dos grandes aliados é torque do motor e o centro de gravidade baixo. Com isso o piloto poder curtir o tuc-tuc do motorzão e esquecer da vida rodando entre os carros e seus motoristas estressados. O guidão passa fácil no corredor e o farol alto abre caminho, enquanto o piloto se diverte e quase não usa o câmbio de cinco marchas.

Na hora de estacionar
Porém, ao estacionar, é preciso se acostumar com o peso elevado. Para apoiá-la no cavalete central basta segurar no apoio e puxar a moto para trás, uma operação simples. Ao sair é bom não esquecer de destravar o guidão, pois a trava fica abaixo da coluna de direção e pode ocasionar sustos e quedas. E mais um detalhe, o motor não liga com o descanso lateral acionado, mesmo em ponto morto.

Quem costuma deixar a moto na rua terá uma preocupação a mais, a tampa de combustível não tem trava e a marca não oferece o equipamento nem como opcional. Por falar em tanque, ele tem capacidade para 13,5 litros. Em nossa avaliação o consumo foi de 31 km/litro, o que projeta autonomia superior a 400 km.

O banco é confortável e ainda possui molas, como nas bicicletas antigas, que ajudam a isolar o piloto das imperfeições do piso. Aliás essa moto parece não se importar com buracos e lombadas, basta acelerar e deixar que a suspensão trabalhe – com cinco regulagens na traseira. Em nenhum momento senti impactos ou pancadas que são típicas de quando a suspensão atinge o fim de curso. A roda de 19

polegadas na frente e 18 na traseira ajudam a superar os obstáculos urbanos.

O passageiro também conta com um banco relativamente confortável e apoio para se segurar. Para transportar bagagens são necessárias aranhas do tipo rede para fixar em vários pontos. Se tiver apenas um esticador, do tipo cordinha, é difícil prender os objetos.

O sistema de freio, junto com a injeção eletrônica, talvez sejam uma das poucas “modernidades” dessa Royal. São dois discos equipados com sistema ABS que ofereceram bastante segurança, mesmo nas muitas viagens debaixo de chuva.

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Vibrante
O excelente torque do motor é um aliado na cidade, porém, na estrada, a Royal mostra suas limitações. Se você gosta de viajar rápido e tem pressa de chegar ao destino ela não será uma boa companheira. Até os 80 km/h quase não se percebe a vibração, porém acima dessa faixa de giro o “vibrante” motor passa a incomodar. As mãos e os pés sentem o funcionamento constante do pistão de 90 mm de curso subindo e descendo enquanto o ponteiro do velocímetro chega vagarosamente até os 130 km/h. Ao cortar o acelerador a vibração se acentua ainda mais, transmitindo um formigamento incômodo às mãos.

Um ponto a ser destacado é a eficiência do seu farol. Com um facho largo e muito claro iluminava a estrada permitindo enxergar bem. Caso fosse necessário acionar o farol alto, o facho fica muito mais potente. O piloto ainda conta com um prático lampejador de farol alto. Se o farol é bom, a buzina se mostrou tímida. O som baixo e discreto não combina com a moto e não alerta outros veículos, principalmente na estrada.

Se por um lado a vibração incomoda, a sensação de solidez da Royal instiga a fazer longas viagens. São muitos os casos de motociclistas que enfrentam as montanhas da Índia e na América do Sul com essas motos que não apresentam problemas mecânicos.

A proposta do modelo é a simplicidade mecânica e a robustez. Isso pode ser comprovado pelo fácil acesso à bateria, fusíveis, caixa de ferramentas e filtro de ar. Basta girar a chave e abrir as tampas para fazer a manutenção. Outro item que merece destaque é o pedal de partida, um componente abolido nas motos modernas, mas sempre lembrado quando há problemas com a bateria.

Ao rodar com a Royal existe uma sensação de tranquilidade em relação aos roubos. Pouco conhecida ela chama atenção e muita gente pergunta se foi restaurada. Tal característica permitiu passar tranquilo em regiões famosas pelo roubo de motos na zona Norte da capital. Infelizmente, não é um fato a se comemorar, mas sim a lamentar nossa falta de segurança.

Após mais de uma semana com a Royal Classic, usando-a para deslocamentos diários na cidade e na estrada, posso dizer que ela é indicada para quem gosta de motos simples, robustas e econômicas. Sua maior virtude é despertar o prazer de andar de moto, sem pressa, com economia e ainda gerando curiosidade e admiração das pessoas. Porém quem precisa de uma moto veloz e prática, não será feliz com a Royal.

Ficha Técnica
Royal Enfield Classic 500
Motor Monocilíndrico, 4 tempos, refrigerado a ar
Capacidade 499 cm³
Diâmetro x curso 84mm x 90mm
Taxa de compressão 8.5:1
Sistema de alimentação Injeção eletrônica de combustível
Potência máxima 27.5 cv a 5250 rpm
Torque máximo 4,2 kgf.m a 4000 rpm
Embreagem Multidisco em banho de óleo
Câmbio 5 marchas
Lubrificação Carter úmido
Quadro Quadro com estrutura única, com o motor fazendo parte da estrutura
Suspensão dianteira Garfo Telescópico de 35 mm de diâmetro e 130 mm de curso
Suspensão traseira Dois amortecedores a gás, com 5 ajustes na pré-carga da mola e 80 mm de curso
Pneus 90/90-19 (dianteira) / 110/80-18 (traseira)
Freio dianteiro Disco único de 280mm com pinça de 2 pistões
Freio traseiro Tambor único de 153 mm
DIMENSÕES
Comprim. x Larg. x Alt. 2140 mm x 800 mm x 1080 mm
Distância entre-eixos 1360 mm
Distância do solo 140 mm
Altura do assento não divulgado
Peso em ordem de marcha 195 Kg
Capacidade do tanque 13,5 litros
Preço A partir de R$ 19.900 (R$ 20.900 com ABS)

TEXTO: Cicero Lima / INFOMOTO
FOTOS: Mário Villaescusa / INFOMOTO

(Fonte: Agência Infomoto) - 09/04/2018
Quais motos usadas você pode comprar com R$ 25 mil?

Pelo preço de uma 300 cc ?zero Km? é possível ter uma usada com motor de até 1.200 cc. Veja algumas opções nos classificados MOTO.com.br

Com a chegada das motos compactas premium com motor de 300 cc e preços próximos aos R$ 25 mil, muitos motociclistas dizem que, com essa grana, é possível ter mais conforto, desempenho, segurança e até status com uma usada de maior cilindrada. Se você também pensa dessa forma, veja nossa lista com cinco modelos já rodados, mas em boas condições, que custam o mesmo preço de uma 300 cc “zero Km”.

Bigtrail – BMW F 800 GS
Feita para encarar qualquer estrada a BMW F 800 GS é a escolha perfeita para quem gosta de fazer longas aventuras. Leve e versátil, tem tanque de combustível de 16 litros e pesa somente 185 kg (a seco). Mas o grande barato é a sua ciclística que usa roda de 21 polegadas na dianteira.

O motor de 798 cm³ e dois cilindros paralelos garante boa dose de adrenalina, principalmente nas estradas de terra. Sua potência de 85 cv (a 7.500 rpm), associada ao torque máximo de 8,5 kgf.m a 5.750 giros, permite que a roda traseira patine sem grandes esforços com um pequeno giro no acelerador.

O longo curso de suspensão (230 mm na dianteira e 215 na traseira), associado a um grande vão livre do solo a credenciam a encarar qualquer trajeto. O único problema para o piloto é conviver com a altura do banco, 880 mm, que exige pernas longas e habilidade. Com R$ 25 mil na conta já é possível comprar uma F 800 GS da primeira geração, até o modelo 2012.

Ficha técnica
Motor 798 cm³; 85 cv (a 7.500 rpm); torque 8,5 kgf.m a 5.750 giros
Peso 185 kg (a seco)
Tanque 16 litros
Rodas 90/90 - 21 (dianteira) e 150/70 -17 (traseira)
Preço a partir de R$ 25.000 (ano 2012)

Naked – Yamaha MT-07
Com R$ 24 mil também é possível desfilar pela cidade de Yamaha MT-07, ano 2016. O modelo tem design agressivo e estilo despojado com seu motor a mostra – como uma legítima naked. Ela gosta de contornar curvas de forma rápida e costuma despejar adrenalina nas veias do piloto, dependendo da forma como ele usa o acelerador.

Seu motor de dois cilindros paralelos oferece 75 cv de potência (a 9.000 giros) e se mostra elástico e esperto. Equipado com câmbio de seis velocidades, em apenas 2.500 giros já tem torque de sobra para levantar a roda dianteira e deixar para trás a maioria das motos e outros veículos.

Pesando apenas 182 kg (em ordem de marcha) têm medidas enxutas e muita agilidade. O conjunto de suspensão está bem casado com as rodas de liga-leve de 17 polegadas. Os pneus de perfil esportivo, associado aos freios ABS, transmitem confiança em todas as manobras. Porém, ela é bem limitada em viagens por conta do banco fino e o tanque de apenas 14 litros.

Ficha técnica
Motor 689 cm³; 74,8 cv a 9.000 rpm; 6,9 kgf.m a 6.500 rpm
Peso 182 kg (em ordem de marcha)
Tanque 14 litros
Rodas 120/70 - 17 (dianteira) e 185/55 -17 (traseira)
Preço a partir de R$ 24.000 (ano 2016)

Sport-touring – Honda CBR 600F
Ter uma moto de quatro cilindros é o sonho de muitos motociclistas. Para eles o importante é muita cavalaria, performance radical e, se possível, instalar um escape esportivo para se destacar na multidão. Por R$ 24 mil é possível realizar este sonho e levar para casa uma Honda CBR 600 F, fabricada até 2013.

O modelo tem um motor que gira alto e entrega 102 cv de potência máxima a 12.000 giros. Já o torque máximo de 6,53 kgf.m está disponível somente nos 10.500 rpm. Para tirar o melhor do modelo é preciso usar bastante o câmbio de seis marchas. O conjunto mecânico é o mesmo que equipava a Honda Hornet que se tornou um dos modelos mais desejados entre os amantes das quatro cilindros.

A suspensão dianteira invertida e os pneus esportivos garantem momentos de emoção, enquanto o piloto se encaixa confortavelmente atrás da bolha. O tanque de 18,1 litros de capacidade também tem boa autonomia para viajar. Existem versões com e sem ABS, mas é recomendável – por conta do seu desempenho – escolher um exemplar com o sistema anti-bloqueio que pode custar a partir de R$ 24 mil (ano

2012).

Ficha técnica
Motor 599,3 cm³; 102 cv a 12.000 rpm; 6,53 kgf.m a 10.500 rpm
Peso 196 kg (a seco)
Tanque 18,1 litros
Rodas 120/70 - 17 dianteira e 180/55 - 17 traseira
Preço a partir de R$ 24.000 (ano 2012)

Custom - Harley-Davidson XL 1200 Custom
Repleta de cromados e com seu som característico uma Harley destaca seu dono. Aliás, não passar despercebido é um dos baratos de ter uma moto da marca americana. Por outro lado é preciso se acostumar com a curiosidade e responder perguntas sobre o ano, potência preço etc.. Quem quer entrar nesse mundo, e tem R$ 25 mil na conta, pode optar por uma XL 1200 Custom, nas versões CA e CB.

Os modelos usam o motor Evolution, de dois cilindros em “V” e 1202 cm³ de capacidade. A potência não é divulgada pela fábrica, mas o barato é o torque de 8,9 kgf.m a apenas 3.500 giros. Com isso, basta o piloto acelerar e usar pouco o câmbio de cinco marchas para desfilar com sua Harley. Tudo bem que ela é pesada (251 kg a seco), mas o guidão alto (na versão CB) facilita a pilotagem.

Rodas largas, de 16 polegadas, são calçadas com pneus imponentes. O banco bem baixinho fica a apenas 71 cm do chão e proporciona uma posição relaxada, que convida a rodar devagar usando as marchas mais altas. Mas, se quiser, tem torque para uma arrancada forte e mostrar a saúde do motorzão. Por R$ 25 mil é possível encontrar uma XL 1200 ano 2012.

Ficha técnica
Motor 1202 cm³; potência não declarada; 8,9 kgf.m a 3.500 rpm
Peso 251 kg (a seco)
Tanque 17 litros
Rodas 130/90 - 16 dianteira e 150/80 - 16 traseira
Preço a partir de R$ 25.000 (ano 2012)

Clássica - Triumph Bonneville T 100
Quem gosta de moto com cara de moto será feliz com a inglesa Triumph Bonneville T 100. Com seu estilo vintage é ideal para rodar tranquilo sem se preocupar com o desempenho, ou até mesmo roubos.

Fácil de pilotar ela tem motor de dois cilindros paralelos, arrefecido a ar, uma atração à parte. O bicilíndrico trabalha compassado e suave emitindo um som agradável pelos dois canos de escapamento. O torque de 6,9 kgf.m a 5.800 rpm é o bastante para empurrar com vontade os 225 kg (em ordem de marcha) dessa inglesa. A Bonneville é uma opção interessante na cidade e na estrada, pois com cinco marchas roda com muita tranquilidade a 120 km/h.

Com R$ 24 mil é possível encontrar um exemplar ano 2014 com menos de 10.000 km e que oferece itens modernos, como a injeção eletrônica e o sistema de freios ABS. Outra atração é o seu banco baixo, a apenas 775 mm do solo, que facilita na hora de estacionar.

Ficha técnica
Motor 865 cm³; potência 68 cv a 7.500 rpm; torque 6,9 kgf.m a 5.800 rpm
Peso 225 kg (e ordem de marcha)
Tanque 16 litros
Rodas 100/90-19 (dianteira) e 130/80-17 (traseira)
Preço a partir de R$ 23.900 (ano 2013)

TEXTO: Cicero Lima / Agência INFOMOTO
FOTOS: Agência INFOMOTO

(Fonte: Agência Infomoto) - 09/04/2018
Ford cria "máquina de venda" para carros na China

Imagine comprar um carro em um máquina como aquelas de refrigerante ou livros. Pois bem, agora é possível, claro que com uma máquina muito maior. Em parceria com a Alibaba, a Ford lançou na cidade de Cantão, na China, o Super Test Drive, uma máquina grandalhona que permite escolher carros para teste de maneira totalmente automatizada.


Ford Maquina
Foto: Ford / Canaltech

O usuário escolhe o carro que gostaria de testar utilizando os aplicativos Taobao ou Tmall Mobile, da unidade de varejo online da Alibaba. É preciso fazer um cadastro que envolve leitura facial. Assim, o usuário vai até o prédio que simula a máquina de venda automática, faz o seu check-in com reconhecimento facial e pega o carro. Após o teste, se desejar, o cliente pode ir a um distribuidor para realizar a compra.

Ao todo, são dez modelos para teste, incluindo os sedãs Mondeo (Fusion) e Taurus, os utilitários esportivos Kuga, Edge e Everest, além de veículos importados como o Explorer e o Mustang. É preciso pagar uma taxa, além de fazer um depósito para pegar o carro por três dias.

A ação é a primeira criada a partir da parceria da Ford e da joint-venture Changan Ford com o Alibaba Group.

(Fonte: Wagner Alves - CANALTECH) - 02/04/2018
Especial: Cinco passos para tirar a CNH digital

Confira o passo a passo para obter a CNH digital, que tem o mesmo valor jurídico da versão em papel

Desde 22 de março é possível emitir a CNH digital em São Paulo e em outros 24 Estados – apenas Rio de Janeiro e Roraima ainda não aderiram a e-CNH. O documento eletrônico substitui o papel e pode ser mostrado sempre que solicitado por algum agente de trânsito e tem o mesmo valor jurídico.

Vale lembrar que, para emitir a CNH digital, não pode haver restrição no prontuário do condutor (ter ultrapassado 20 pontos ou estar com a CNH “apreendida”, por exemplo) e o documento deve estar dentro da validade.

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Confira como tirar sua e-CNH (a CNH digital) no Estado de São Paulo em cinco passos:

1) CNH com QR-Code: O primeiro passo é conferir se existe o QR-code impresso na parte de trás da sua CNH em papel. Os documentos mais recentes – emitidos a partir de maio de 2017 – já devem ter esse código. Caso tenha o código é necessário fazer o cadastro no Denatran pelo site portalservicos.denatran.serpro.gov.br

2) CNH atualizada: Caso não haja o QR Code, você terá de solicitar a segunda via da CNH (ao custo de R$ 42,42) diretamente no posto do Detran da sua cidade.

Com o novo documento, já com o QR-code, é necessário a fazer o cadastro no Denatran pelo site portalservicos.denatran.serpro.gov.br

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3) Certificação digital: Mas, antes de solicitar sua CNH digital online, será preciso possuir um e-CPF. Trata-se de uma certificação digital (como se fosse uma assinatura online) para validar a operação. Quem deseja emitir esse documento deve procurar uma empresa certificadora que cobra a partir de R$ 164,00.

Caso não queira gastar essa quantia com o e-CPF, o pedido da CNH digital pode ser feito em um posto do Detran levando a CNH original. Mas não se esqueça de fazer o cadastro no site do Denatran. Lá você conseguira o código para usar no aplicativo CNH Digital.

4) Código de ativação: Caso tenha o e-CPF e já tenha feito o cadastro no Portal do Denatran não é necessário ir ao posto do Detran, o pedido pode ser feito pela internet. Para isso basta gerar Código de Ativação preenchendo o formulário. Depois receberá um código que será utilizado no aplicativo.

5) Baixar o aplicativo: Com esse código baixe o aplicativo “CNH Digital” para aparelhos com sistema Android e iOS. O aplicativo solicitará a criação de uma senha (Pin) de 4 números. Com essa senha será possível acessar a sua CNH digital no seu smartphone ou tablet sempre que necessário.

(Fonte: Agência Infomoto) - 02/04/2018
Indian lança edição limitada da Scout Bobber

Modelo reforça parceria da fabricante com a Jack Daniels; 177 unidades serão fabricadas

A Indian Motorcycle lançou nesta semana uma série limitada da Scout Bobber. Batizada de 177 gold & black Jack Daniels, a série especial do modelo reforça a parceria e também o “orgulho de ser americano” da fábrica de Springfield e a destilaria do Tennessee.

A Scout Bobber especial terá pintura na cor preta e detalhes em ouro 24 quilates no tanque e nos para-lamas: a inspiração para a pintura foi a folclórica brigada de incêndio da Jack Daniels, única destilaria a contar com sua própria equipe de bombeiros.

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Serão fabricadas apenas 177 unidades da Jack Daniel’s Limited Edition Indian Scout Bobber, que ainda terá banco especial com o nome do famoso Bourbon, placas numeradas e o símbolo da brigada. O preço sugerido será de US$ 15.999 (cerca de R$ 53.000) e as vendas se iniciam em 15 de março.

Foto: Divulgação

(Fonte: Agência Infomoto) - 26/03/2018
Listando: 375 de 1399

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Sobre o Portal da General Osório

O Portal da General Osório foi lançado em 01 de janeiro de 2002, tendo como objetivo principal a divulgação de empresas e produtos comercializados na região da rua General Osório (boca das motos) no centro da cidade de São Paulo, focando-se principalmente em produtos voltados para a área de Motociclismo.