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Honda CB 500X supera a rotina da cidade e viagens mais longas

Motocicleta conta com faróis em LED e tanque de combustível generoso para poder encarar mais quilômetros durante viagens

A "Família 500" da Honda recebeu atualizações para 2018. Como aconteceu com CB 500F e CBR 500R, a nova Honda CB 500X conta com novas cores, lanterna e farol em LED, melhorando ainda mais a segurança na pilotagem. A mais disposta a enfrentar uma “aventura” dentre as irmãs de 500 cilindradas conta uma nova ponteira de escapamento, mais curta e moderna que a presente na geração anterior. Exclusivamente disponível na versão ABS, a CB 500X tem preço público sugerido de R$ 25.900, com três anos de garantia, sem limite de quilometragem.

A Honda CB 500X compartilha o motor com suas irmãs, ou seja, o já conhecido bicilíndrico refrigerado a líquido de 471 cm³ de capacidade com duplo comando no cabeçote (DOHC). O modelo ganhou novos grafismos e cores, agora oferecida em verde ou vermelha, além do já mencionado farol de LED. Seu para-brisa ganhou novo design, mas continua ajudando bastante contra o vendo na estrada. Comparando com suas irmãs, ela é a que conta com o tanque de combustível mais generoso, com capacidade para 17,7 litros.

A nova Honda CB 500X conta ainda com suspensão dianteira com garfo telescópico ajustável Showa com tubos de 41 mm de diâmetro e suspensão traseira Pro-Link com ajustes de pré-carga. No dia a dia o conjunto se mostrou muito confiável, absorvendo bem os impactos e copiando as irregularidades do solo, sem chegar ao fim do curso, mesmo com garupa.

Apesar de apresentar visual e porte de aventureira, a CB 500X é amigável até mesmo com os pilotos iniciantes ou de menor estatura, já que não se trata de uma motocicleta pesada e nem muito alta, como costuma acontecer com motos deste estilo, pois tem 181 kg (peso seco) e 812 mm de altura em relação ao solo. Ou seja, ela possibilita que motociclistas mais baixos alcancem os pés no chão com facilidade, sem gerar desconforto nos mais altos. Seu banco, largo e macio garante o conforto mesmo após muitos quilômetros percorridos. Sua boa ergonomia, tanto para o uso urbano como para pegar a estrada, além da posição das pedaleiras e do assento, se deve também ao guidão largo, que permite que o piloto fique ereto e com a motocicleta sob controle.

Apesar do desempenho 50,4 cv de potência máxima a 8.500 rpm não empolgar, estes cavalos do motor são mais que suficientes para rodar com tranquilidade em velocidade de cruzeiro de 120 km/h, com folga para retomadas e ultrapassagens. Ponto para chamar a atenção da Honda: parece faltar fôlego, um pouco de força, principalmente quando a motocicleta está em altos giros. Já o torque apresenta-se em ampla faixa de rotações, sendo o pico de 4,55 kgf.m a 7.000 rpm. O desempenho mecânico pode até ser tímido, mas o conjunto compensa pela baixa vibração e entrega de potência linear. Ou seja, algo que a Honda vem priorizando em suas motocicletas: fácil de pilotar, transmitindo segurança, e não sustos, ao enrolar o cabo do acelerador.

Rodando na cidade, obtivemos uma boa média de consumo de combustível. Pilotando sozinho e com garupa, o computador de bordo da Honda CB 500X mostrou um consumo médio de 26 km/L. Transformando este número em autonomia, ficamos com 460 quilômetros para um tanque de gasolina. Já na estrada, rodando sempre entre 100 e 120 km/h, a média ficou nos 28 km/L, ou seja, 490 quilômetros para percorrer em viagens sem precisar parar para abastecer. Um número bastante considerável.



Ficha Técnica - Honda CB 500X 2018
Motor: DOHC, dois cilindros, 4 tempos, refrigeração líquida
Cilindrada: 471 cc
Potência máxima: 50,4 cv a 8.500 rpm
Torque máximo: 4,55 kgf.m a 7.000 rpm
Transmissão: 6 velocidades
Sistema de partida: Elétrico
Diâmetro x Curso: 67,0 x 66,8 mm
Relação de Compressão: 10,7:1
Sistema Alimentação: Injeção Eletrônica PGM-FI
Combustível: Gasolina
Ignição: Eletrônica
Bateria: 12V - 8,6 Ah
Farol: LED
Tanque de combustível/Reserva: 17,7 litros
Óleo do motor: 3,2 litros
Comprimento x Largura x Altura: 2098 x 826 x 1358 mm
Distância entre eixos: 1421 mm
Distância mínima do solo: 170 mm
Altura do assento: 812 mm
Peso seco: 181 kg
Chassi: Diamond Frame
Suspensão dianteira/Curso: Garfo telescópico / 140 mm
Suspensão traseira/Curso: Pro-Link / 118 mm
Freio dianteiro/Diâmetro: A disco / 320 mm
Freio traseiro/Diâmetro: A disco / 240 mm
Pneu dianteiro: 120/70 - 17
Pneu traseiro: 160/60 - 17

Texto e Fotos: Alexandre Ciszewski/MOTO.com.br
Vídeo: Alexandre Ciszewski e Kiko Tokuda/MOTO.com.br

(Fonte: Equipe MOTO.com.br) - 26/03/2018
Honda CB 500X supera a rotina da cidade e viagens mais longas

Motocicleta conta com faróis em LED e tanque de combustível generoso para poder encarar mais quilômetros durante viagens

A "Família 500" da Honda recebeu atualizações para 2018. Como aconteceu com CB 500F e CBR 500R, a nova Honda CB 500X conta com novas cores, lanterna e farol em LED, melhorando ainda mais a segurança na pilotagem. A mais disposta a enfrentar uma “aventura” dentre as irmãs de 500 cilindradas conta uma nova ponteira de escapamento, mais curta e moderna que a presente na geração anterior. Exclusivamente disponível na versão ABS, a CB 500X tem preço público sugerido de R$ 25.900, com três anos de garantia, sem limite de quilometragem.

A Honda CB 500X compartilha o motor com suas irmãs, ou seja, o já conhecido bicilíndrico refrigerado a líquido de 471 cm³ de capacidade com duplo comando no cabeçote (DOHC). O modelo ganhou novos grafismos e cores, agora oferecida em verde ou vermelha, além do já mencionado farol de LED. Seu para-brisa ganhou novo design, mas continua ajudando bastante contra o vendo na estrada. Comparando com suas irmãs, ela é a que conta com o tanque de combustível mais generoso, com capacidade para 17,7 litros

A nova Honda CB 500X conta ainda com suspensão dianteira com garfo telescópico ajustável Showa com tubos de 41 mm de diâmetro e suspensão traseira Pro-Link com ajustes de pré-carga. No dia a dia o conjunto se mostrou muito confiável, absorvendo bem os impactos e copiando as irregularidades do solo, sem chegar ao fim do curso, mesmo com garupa.

Apesar de apresentar visual e porte de aventureira, a CB 500X é amigável até mesmo com os pilotos iniciantes ou de menor estatura, já que não se trata de uma motocicleta pesada e nem muito alta, como costuma acontecer com motos deste estilo, pois tem 181 kg (peso seco) e 812 mm de altura em relação ao solo. Ou seja, ela possibilita que motociclistas mais baixos alcancem os pés no chão com facilidade, sem gerar desconforto nos mais altos. Seu banco, largo e macio garante o conforto mesmo após muitos quilômetros percorridos. Sua boa ergonomia, tanto para o uso urbano como para pegar a estrada, além da posição das pedaleiras e do assento, se deve também ao guidão largo, que permite que o piloto fique ereto e com a motocicleta sob controle.

Apesar do desempenho 50,4 cv de potência máxima a 8.500 rpm não empolgar, estes cavalos do motor são mais que suficientes para rodar com tranquilidade em velocidade de cruzeiro de 120 km/h, com folga para retomadas e ultrapassagens. Ponto para chamar a atenção da Honda: parece faltar fôlego, um pouco de força, principalmente quando a motocicleta está em altos giros. Já o torque apresenta-se em ampla faixa de rotações, sendo o pico de 4,55 kgf.m a 7.000 rpm. O desempenho mecânico pode até ser tímido, mas o conjunto compensa pela baixa vibração e entrega de potência linear.

Ou seja, algo que a Honda vem priorizando em suas motocicletas: fácil de pilotar, transmitindo segurança, e não sustos, ao enrolar o cabo do acelerador.

Rodando na cidade, obtivemos uma boa média de consumo de combustível. Pilotando sozinho e com garupa, o computador de bordo da Honda CB 500X mostrou um consumo médio de 26 km/L. Transformando este número em autonomia, ficamos com 460 quilômetros para um tanque de gasolina. Já na estrada, rodando sempre entre 100 e 120 km/h, a média ficou nos 28 km/L, ou seja, 490 quilômetros para percorrer

em viagens sem precisar parar para abastecer. Um número bastante considerável.



Ficha Técnica - Honda CB 500X 2018
Motor: DOHC, dois cilindros, 4 tempos, refrigeração líquida
Cilindrada: 471 cc
Potência máxima: 50,4 cv a 8.500 rpm
Torque máximo: 4,55 kgf.m a 7.000 rpm
Transmissão: 6 velocidades
Sistema de partida: Elétrico
Diâmetro x Curso: 67,0 x 66,8 mm
Relação de Compressão: 10,7:1
Sistema Alimentação: Injeção Eletrônica PGM-FI
Combustível: Gasolina
Ignição: Eletrônica
Bateria: 12V - 8,6 Ah
Farol: LED
Tanque de combustível/Reserva: 17,7 litros
Óleo do motor: 3,2 litros
Comprimento x Largura x Altura: 2098 x 826 x 1358 mm
Distância entre eixos: 1421 mm
Distância mínima do solo: 170 mm
Altura do assento: 812 mm
Peso seco: 181 kg
Chassi: Diamond Frame
Suspensão dianteira/Curso: Garfo telescópico / 140 mm
Suspensão traseira/Curso: Pro-Link / 118 mm
Freio dianteiro/Diâmetro: A disco / 320 mm
Freio traseiro/Diâmetro: A disco / 240 mm
Pneu dianteiro: 120/70 - 17
Pneu traseiro: 160/60 - 17

Texto e Fotos: Alexandre Ciszewski/MOTO.com.br
Vídeo: Alexandre Ciszewski e Kiko Tokuda/MOTO.com.br

(Fonte: Equipe MOTO.com.br) - 20/03/2018
Pneus inteligentes da Pirelli são a prova de que IoT é uma tendência sem limites

Depois que o conceito de Internet das Coisas (também conhecido como IoT) engrenou de vez, tivemos a oportunidade de ver os mais diversos objetos de nosso cotidiano ganhando inteligência e conectividade com a internet — só para citar alguns produtos, já temos frigideiras, termômetros, ratoeiras e assim por diante. Agora, a italiana Pirelli resolveu entrar nessa brincadeira e anunciou o Connesso, o primeiro pneu inteligente do mundo.



Pirelli Connesso

Foto: TD Blog / Canaltech

Você não leu errado. Estamos falando de um pneu de carro — que, para muitos, é uma simples peça de borracha que deveria ser o mais barata possível — dotado de recursos tecnológicos. Graças a pequenos sensores e um módulo de conectividade, o Connesso é capaz de monitorar diversas informações a respeito de si próprio (como pressão interna, temperatura e nível de desgaste) e enviar tais dados para um servidor na nuvem.

Uma vez processados na nuvem, os dados retornam direto para o aplicativo oficial do projeto ou para a central de entretenimento do carro, avisando o motorista caso haja algo de errado. Caso queira, o usuário pode usar a própria interface da plataforma Connesso para agendar serviços em postos autorizados da Pirelli (como calibrar os pneus ou até mesmo adquirir novos, caso os atuais já estejam ficando carecas).



Gostou da ideia? Infelizmente, o Connesso ainda está um pouquinho distante de virar uma realidade comercial. No momento, apenas alguns poucos felizardos foram selecionados para testar a novidade em primeira mão, e não há uma previsão estipulada para um lançamento global de tal curiosidade.


(Fonte: Ramon de Souza - CANALTECH) - 20/03/2018
Especial: Tudo sobre a nova Yamaha Ténéré 700

Protótipo da aventureira da marca japonesa já roda pela Austrália. Veja detalhes e como anda o modelo que usará o motor da MT-07

Um dos lançamentos mais aguardados para 2018, a nova Yamaha Ténéré 700 apareceu em ação nas praias australianas nesta semana, causando alvoroço nas redes e aumentando a expectativa dos fãs para o lançamento da aventureira média da marca japonesa. Mas será preciso paciência: a moto que aparece rodando é, na verdade, o protótipo Ténéré 700 World Raid, apresentado no Salão de Milão do ano passado. A versão final da bigtrail deve ser lançada somente no segundo semestre deste ano.

As imagens do piloto australiano de rally da equipe oficial da Yamaha, Rodney Fagotter, ao guidão do protótipo marca o início da turnê mundial para promover e divulgar a futura Ténéré 700. Inspirada pelo grande interesse desde a apresentação do conceito T7 em 2016 e do protótipo no ano passado, a fábrica japonesa decidiu organizar o World Raid, evento que terá uma equipe de pilotos oficiais que irá enfrentar diversas aventuras ao redor do planeta.

A turnê que começou na Austrália deve ir para as Américas, a África e a Europa para que os fãs vejam, sintam e ouçam a futura aventureira em ação. A estratégia de marketing parece ter dado resultado, basta ver quantas curtidas e compartilhamentos as imagens de Fargotten tiveram nas redes sociais.

Além da fama do nome Ténéré, o fim da monocilíndrica XT 660Z Ténéré, deixou os motociclistas aventureiros sem uma opção dentro do line-up da Yamaha. Daí tamanha ansiedade dos fãs. Mas como será, de fato, a nova Ténéré 700?

Motor bicilíndrico e vocação off-road
Oficialmente, a Yamaha afirma que a nova geração da bigtrail promete ser diferente de todas as outras motos oferecidas atualmente no segmento. Ou seja, a Ténéré 700 irá seguir a linhagem de suas antecessoras e terá uma vocação mais off-road.

Para isso, a fábrica japonesa adotou um chassi estreito e de aço inspirado nas motos que disputam o Rally Dakar. Na parte ciclística, rodas raiadas – com aro de 21 polegadas na dianteira – e suspensões de longo curso devem fazer do novo modelo uma boa opção para quem gosta de andar na terra.

O coração que dará vida à nova Ténéré 700 será o motor bicilíndrico de 689 cm³, que já equipa a naked MT-07. Porém com um novo mapa para oferecer ainda mais torque em baixas rotações, algo apropriado para a proposta mais aventureira da futura bigtrail. A potência deve girar em torno de 74 cv, como na MT-07 para oferecer bom desempenho tanto no asfalto como no fora-de-estrada.

Como ela anda
Extra oficialmente, o piloto australiano Rodney Fagotter deu suas primeiras impressões sobre a moto. “Ele me disse que não quer mais pilotar sua antiga Ténéré 660 de novo. O novo motor tem uma entrega de potência muito mais linear e tem uma faixa de torque mais ampla. Mas, tenha em mente, que se trata de um protótipo e isso pode mudar”, revelou o fotógrafo australiano

Greg Smith, autor das fotos do Ténéré World Raid na Austrália.

O grande tanque promete boa autonomia (a antiga XT 660Z tinha 23 litros) e ergonomia adequada para facilitar a pilotagem em pé no off-road. O banco inteiriço já teve sua altura reduzida no protótipo, segundo a Yamaha para atender a variados biótipos. O cockpit foi projetado para a instalação de equipamentos adicionais, como GPS e sistemas de navegação.

Mas, vale reforçar que, como o próprio nome diz, a Ténéré 700 World Raid Prototype, ainda é um protótipo. Dessa forma, o design, assim como outras especificações técnicas, pode mudar na versão final do modelo. Resta aguardar a turnê passar pelo Brasil ou o lançamento oficial da nova moto.

Fotos: Reprodução/Facebook Yamaha e Divulgação

(Fonte: Agência Infomoto) - 12/03/2018
Nova Harley-Davidson Fat Bob é imponente e tem força de sobra

Seja com o motor Milwaukee-Eight 107, ou 114, motocicleta da centenária marca norte-americana está mais agressiva que nunca

Essa foi, de longe, a motocicleta que mais chamou a minha atenção e despertou curiosidade no Salão Duas Rodas 2017. A nova Fat Bob passou por uma reformulação drástica em seu visual, algo que lhe fez muitíssimo bem. Agora ela conta com um estilo único, mais imponente e agressivo que nunca, com acabamentos premium e o potente motor Milwaukee-Eight nas configurações 107 (1.745 cm³) e 114 (1.868 cm³). Seu preço? A partir de R$ 59.980 (preço sugerido para a versão 107; e a partir de R$ 67.480

para a versão 114).

O modelo ficou 15 kg mais leve em relação ao anterior. Sua suspensão dianteira ficou mais firme, com garfos dianteiros invertidos de 43 mm. A balança transfere o movimento da roda traseira para a nova suspensão monoamortecida, com o amortecedor escondido sob o assento. Com essa configuração, a motocicleta copia muito bem as irregularidades do solo. O console embutido no tanque conta com painel de cinco polegadas que integra todos os indicadores, incluindo o nível de combustível, e é de
fácil visualização.

Deixando seu visual ainda mais interessante, outros detalhes que muito me agradaram, estão o escape duplo (2-1-2 em aço inox), com acabamento personalizado, e os pneus, sendo o dianteiro de 150 mm e o traseiro de 180 mm. Assim, a Harley-Davidson

fez com que a Fat Bob ficasse pronta para enfrentar um verdadeiro “Apocalipse Zumbi”, com seu exclusivo farol retangular, em LED, que dividiu opiniões.

Outro ponto importante, e que merece destaque, diz respeito aos freios, especialmente na dianteira, com belos discos duplos, que param com tranquilidade e segurança os 16 quilos de torque do motor de 1.868 cm³ (precisamente 16,01 kgf.m a 3.250 rpm).

Um dos poucos pontos negativos fica por conta do seu tanque de combustível, com capacidade para apenas 13,6 litros. Porém, rodando em teste na cidade e na estrada, enrolando o cabo com gosto pelas rodovias, experimentando as acelerações e retomadas mais que vigorosas proporcionadas pelo motor Milwaukee-Eight 114, obtivemos um consumo médio de 18,5 km/L. Impressionante. Ao completar o tanque da Fat Bob, o computador de bordo sugere uma autonomia de 270 km, ou seja, uma média de 19,85 km/L,

mostrando que não ficamos tão fora do esperado pela Harley-Davidson.

A motocicleta tem poder de sobra para encarar a estrada com muito conforto, com câmbio de seis velocidades, proporcionando uma boa posição de pilotagem, com o guidão bem disposto, contando com ajuste de inclinação. É importante lembrar que a motocicleta vibra muito menos que sua antecessora devido ao novo sistema de contra-balanceadores internos. O mesmo podemos dizer sobre o aquecimento, que melhorou consideravelmente, tornando a pilotagem ainda mais gostosa, até mesmo em ambiente

urbano. Ponto positivo para a Harley-Davidson.

Apesar de seu tamanho e dos grandes pneus, a Harley-Davidson Fat Bob mostrou-se muito boa de curva, ainda mais se lembrarmos que trata-se de uma moto custom de 306 kg. Sua ciclística mais “agressiva” compensa um pouco o largo pneu de 150 mm na dianteira e deixa a Fat Bob precisa também nas entradas de curvas. Isso sem falar do assento, muito confortável, tanto para o piloto como para o garupa. Os novos materiais do banco proporcionam um ajuste melhorado para uma gama mais ampla de pilotos e

também garantem maior conforto para viagens de longas distâncias. Eles são mais confortáveis, já que o novo design facilita o alcance do piloto ao chão.

Minha conclusão: a Harley-Davidson surpreendeu, de forma muito positiva, ao realizar uma verdadeira cirurgia plástica no modelo Fat Bob, conquistando novos adeptos. Os motores Milwaukee-Eight 107 (1.745cc) e Milwaukee-Eight 114 (1.868cc), o chassi redesenhado e a suspensão aprimorada deixam o modelo em um novo patamar. Pilotar esta moto, independente do motor que

a equipa, transmite uma sensação incrível de prazer e liberdade.

FICHA TÉCNICA – HARLEY-DAVIDSON FAT BOB 114

MOTOR
MOTOR Milwaukee-Eight® 114
DIÂMETRO DO CILINDRO 102 mm
CURSO DO ÊMBOLO 114,3 mm
CILINDRADA 1.868 cc
TAXA DE COMPRESSÃO 10,5:1
SISTEMA DE COMBUSTÍVEL Injeção eletrônica de combustível por portas sequenciais (ESPFI)
ESCAPAMENTO Lado duplo 2-1-2, catalisador no cabeçote
DIMENSÕES
COMPRIMENTO 2.340 mm
ALTURA DO ASSENTO, SEM PESO 710 mm
DISTÂNCIA MÍNIMA DO CHÃO 120 mm
ÂNGULO DE INCLINAÇÃO (COLUNA DE DIREÇÃO) (GRAUS) 28
TRAIL 132 mm
DISTÂNCIA ENTRE OS EIXOS 1.615 mm
PNEU DIANTEIRO, ESPECIFICAÇÃO 150/80-16,71H,BW
PNEU TRASEIRO, ESPECIFICAÇÃO 180/70B16,77H,BW
CAPACIDADE DE COMBUSTÍVEL 13,6 l
CAPACIDADE DE ÓLEO (C/FILTRO) 4,7 l
PESO, CONFORME EXPEDIDO 296 kg
PESO, EM BOAS CONDIÇÕES DE FUNCIONAMENTO 306 kg
DESEMPENHO
MÉTODO DE TESTE DO TORQUE DO MOTOR EC 134/2014
TORQUE DO MOTOR 157 Nm (16,01 kgf.m)
MOTOR E TORQUE (RPM) 3.250
ÂNGULO DE INCLINAÇÃO, DIREITA (GRAUS) 31
ÂNGULO DE INCLINAÇÃO, ESQUERDA (GRAUS) 32
ACIONAMENTO
ACIONAMENTO PRIMÁRIO Corrente, relação 34/46
RELAÇÃO DAS ENGRENAGENS - 1ª (GERAL) 9,311
RELAÇÃO DAS ENGRENAGENS - 2ª (GERAL) 6,454
RELAÇÃO DAS ENGRENAGENS - 3ª (GERAL) 4,793
RELAÇÃO DAS ENGRENAGENS - 4ª (GERAL) 3,882
RELAÇÃO DAS ENGRENAGENS - 5ª (GERAL) 3,307
RELAÇÃO DAS ENGRENAGENS - 6ª (GERAL) 2,79
CHASSI
RODA DIANTEIRA, TIPO Denim Black, estrutura de alumínio fundido com grafismos gravados a laser
RODAS, TIPO TRASEIRA Denim Black, estrutura de alumínio fundido com grafismos gravados a laser
FREIOS TIPO CÁLIPER Dianteiro fixado com 4 pistões e traseiro flutuante com 2 pistões
BATERIA
LUZES (DE ACORDO COM NORMAS NACIONAIS), LÂMPADAS INDICADORAS Farol alto, piscas, ponto-morto, baixa pressão de óleo,

diagnóstico do motor, ABS (opcional), segurança, baixa tensão da bateria, baixo nível de combustível
MEDIDORES Tacômetro analógico de 4 polegadas com velocímetro, indicador de marcha, odômetro, nível de combustível, indicador

de consumo de combustível e odômetro parcial digitais

Texto: Alexandre Ciszewski/MOTO.com.br
Fotos: Alexandre Ciszewski/MOTO.com.br e Divulgação/Victor François/HDBrasil

(Fonte: Equipe MOTO.com.br) - 12/03/2018
Listando: 380 de 1399

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O Portal da General Osório foi lançado em 01 de janeiro de 2002, tendo como objetivo principal a divulgação de empresas e produtos comercializados na região da rua General Osório (boca das motos) no centro da cidade de São Paulo, focando-se principalmente em produtos voltados para a área de Motociclismo.