Conheça infrações que, além de gerar multa de até R$ 6.000, podem custar a suspensão do direito de pilotar sua moto
Muitos acreditam que a suspensão do direito de dirigir ou pilotar acontece apenas quando se acumula mais de 20 pontos no prontuário. Mas você sabia que uma única infração gravíssima pode fazer o motociclista perder o direito de conduzir
sua moto por até oito meses? Isso mesmo, há infrações que acarretam a abertura de um processo administrativo que pode levar automaticamente a “suspensão da CNH”, na linguagem popular.
Uma forma de ter o direito de dirigir suspenso – ou pilotar, no caso das motos – é somar 20 pontos no período de um ano. “Algumas atitudes colocam em risco a segurança e geram, por si só, a suspensão da CNH”, alerta Maxwell Vieira,
diretor-presidente do Detran-SP.
Ao ser autuado por algumas dessas infrações gravíssimas, o período em que o condutor ficará impedido de dirigir pode variar de 2 a 8 meses e, no caso de reincidência em um ano, de 8 a 18 meses. O histórico do motorista é levado em conta
para a decisão do prazo total. Entretanto, em alguns casos como embriaguez ao guidão, recusa ao teste do bafômetro e também o uso do veículo para, deliberadamente, interromper, restringir ou perturbar a circulação na via, o período de
suspensão é fixado em 12 meses.
E, além de não poder conduzir sua moto, o motociclista terá que pagar o valor da multa, aplicada paralelamente à suspensão, que varia de R$ 293,47 a R$ 5.869,40, dependendo da infração. Conheça alguns desses hábitos, ou melhor dizendo,
dessas infrações que podem suspender sua CNH.
Malabarismo
Muitos gostam de provar sua habilidade “puxando um grau”, como é chamada a famosa empinada. Mas saiba que dar um “grau” é uma infração gravíssima que acarreta multa de R$ 293,47 e também é auto suspensiva, ou seja, gera automaticamente
um processo de suspensão do direito de pilotar. A coisa pode ficar pior: se houver outras motos fazendo manobras como RL e zerinho e a autoridade entender que estava havendo uma demonstração de manobra perigosa, a multa sobe para R$
2.934,70.
Estrada congestionada
Forçar passagem entre veículos que trafegam em sentido opostos para fazer ultrapassagens é uma manobra comum em cidades cortadas por rodovias. Quando o trânsito está congestionado muitos motociclistas circulam entre os veículos, correndo
o risco de ser autuado. O valor da multa é salgado: R$ 2.934,70 e também gera a suspensão da CNH.
Ser omisso
Em caso de acidente deixar de prestar socorro à vítima, alterar o local do acidente (dificultando o trabalho de perícia) ou mesmo deixar de se identificar ou prestar as informações solicitadas pelo agente do trânsito. Tais atitudes podem
levar a multa de R$ 1.467,35 e ao processo de suspensão.
Perigo para a garupa
Embora seja comum nos rincões do Brasil, transportar mais de uma pessoa na moto é infração gravíssima punida com multa de R$ 293,47. Mas lembre-se que levar crianças abaixo de sete anos ou pessoa sem condições de cuidar da própria
segurança – alguém embriagado, por exemplo – na garupa também acarretar multa e leva a responder o processo.
Chinelo não pode
Pode parecer óbvio, afinal o capacete é o principal item de segurança do motociclista, mas circular sem o capacete, tanto piloto quanto garupa, é passível de multa de R$ 293,47 e vai acabar em “gancho” do seu direito de dirigir. As
mesmas punições valem para quem pilotar usando apenas sandálias de tira ou vestimenta não apropriada.
Luz apagada
Um (mal) hábito, comum entre muitos motociclistas, circular com o farol apagado, seja por esquecimento, desconhecimento ou problemas mecânicos, também rende multa de R$ 293,47. E por colocar em risco a segurança do próprio condutor e de
outros também vai cassar sua CNH. Para evitar esse “erro”, as motos mais modernas já acendem o farol ao girar a chave.
Descaso com o velocímetro
Muitos lamentam quando são multados por excesso de velocidade a 68 km/h quando o limite era 60 km/h. Mas saiba que transitar em velocidade 50% acima da permitida dá multa de R$ 880,41. E, em alguns casos, é fácil acontecer isso. Em
locais próximos a escolas, por exemplo, onde a velocidade máxima é de 30 km/h, caso passe em um radar a 46 km/h, o piloto estará cometendo uma infração gravíssima e terá que pagar a multa e ficar sem pilotar por alguns meses.
Bebeu? Não pilote
Estar embriagado e assumir o guidão da moto, além de ser extremamente perigoso, é um dos motivos que leva a suspensão do direito de conduzir sua moto por um ano, além de multa de R$ 2.934,70. Essas também são as punições para quem se
recusa a fazer o teste do bafômetro.
Pare
Muita gente tenta furar o bloqueio ao se deparar com uma blitz de fiscalização. Tal atitude custa a abertura do processo administrativo e multa de R$ 293,47. E ainda pode acarretar problemas com a polícia.
Fechar a rua
Usar a moto, ou qualquer outro veículo, deliberadamente para fechar a via – impedindo ou dificultando a passagem de outros veículos – pode custar ao proprietário a salgada multa de R$ 5.869,40 e a suspensão da CNH.
Fotos: Agência Infomoto
Chamado de TIM Pré Facebook, o novo pacote custa R$9,90 mensais.
A TIM anunciou nesta semana um novo plano pré-pago que custa 9,90 reais ao mês e oferece acesso ilimitado ao Facebook.
Chamado de TIM Pré Facebook, o novo pacote pré-pago da operadora também oferece um total de 15GB de dados para navegação entre meia noite e 8h da manhã.
No comunicado sobre o lançamento, a TIM destaca que esse novo plano é voltado especialmente para quem já assina algum plano pré-pago e busca mais benefícios, e está disponível para os clientes de qualquer um dos seus planos pré-pagos,
incluindo o TIM beta.
O acesso gratuito ao Facebook é ilimitado para curtir, compartilhar, postar fotos e vídeos, fazer check-in; pelo aplicativo ou browser, sem descontar da franquia de internet – mas não cobre transmissões ao vivo pelo Live. Nesses casos, o
tráfego será descontado do pacote.
Tradicional fabricante alemã surpreende com apresentação de protótipo que pode antecipar tendências e tecnologias para novas motos da marca
A fabricante alemã BMW apresentou seu novo projeto para o futuro da mobilidade na edição 2017 do badalado Concorso d’Eleganza Villa d’Este, na Itália. Trata-se do scooter elétrico Link, um conceito que incorpora diversas funções para
conectividade com aparelhos eletrônicos e tem inspiração no ultra moderno protótipo Vision Next 100, que chama atenção pela pilotagem autônoma.
Seguindo um concepção ecológica e high tech, o scooter Link projeta as informações do painel de instrumentos diretamente em um avançado display, e ainda permite acessar a interface do smartphone para selecionar rotas e músicas para
embalar o passeio.
Outro recurso interessante, mas um tanto inusitado é que o Link dispõe de marcha a ré, permitindo ao piloto fazer manobras mais fáceis na hora de estacionar o scooter. Vale lembrar que as baterias ainda são um tanto pesadas e impactam no
peso do veículo.
- Confira os vídeos de apresentação do scooter elétrico BMW Link
Fotos e vídeo: BMW/Divulgação
Tradicional fabricante italiana terá importação oficial no mercado brasileiro a partir do segundo semestre com modelos clássicos e Off Road
As lendárias motos da marca italiana SWM Motorcycles vão desembarcar no mercado brasileiro no segundo semestre de 2017 por meio de um importador oficial. Inicialmente, a marca venderá quatro modelos em uma loja na cidade de São Paulo.
Duas motos com estilo clássico com motor de 440 cm³ e outras duas voltadas para o estilo Off Road. Importadas, os preços das motos devem partir de R$ 25.000.
Famosa nas competições Off Road na década de 1970, a italiana SWM (Speedy Working Motors) encerrou suas operações nos anos de 80. Porém, em 2014, a marca ressurgiu com o capital do empresário chinês Daxing Gong, presidente do grupo
Shineray, e o conhecimento do engenheiro italiano Ampelio Macchi, atual CEO da SWM.
Atualmente, as motos são produzidas na cidade de Biandronno, em Varese, norte da Itália. De lá virão quatro modelos para o Brasil importados pela empresa SU Trade, representante da SWM no País. “Iremos importar e vender as motos. A ideia
inicial é ter um ponto de venda em São Paulo (SP) e, a partir daí, nomear futuros concessionários”, revelou José Eduardo Gatti, um dos sócios da SU Trade.
Caso a taxa de câmbio se mantenha estável, os preços dos modelos devem partir de R$ 25.000 para a Silver Vase, uma scrambler com motor de 440cc. A Gran Milano, o outro modelo de 440cc, deverá custar R$ 26.000. Já os preços das motos de
enduro devem ser R$ 28.000 para a RS 300 R e R$ 31.000 para a RS 650R.
“Queremos vender uma moto confiável, a um preço justo, principalmente nos modelos de 440cc. São motos de nicho, porém acessíveis e fáceis de pilotar”, acredita o empresário brasileiro. Segundo a SU Trade, as motos comercializadas no
Brasil são as mesmas vendidas na Europa e nos Estados Unidos. Inclusive já adequadas à nova lei de emissões (Euro IV).
Motos SWM que virão para o Brasil
- Silver Vase 440
Pneus de uso misto, protetores de bengala e escapamentos laterais garantem o estilo scrambler da Silver Vase. Seu motor de um cilindro, 445,3 cc, é alimentado por injeção eletrônica e produz 29,9 cv de potência máxima. A Silver Vase tem
câmbio de cinco marchas e transmissão final por corrente. Com quadro em aço, pesa 151 kg e usa rodas raiadas de 17 polegadas, na traseira, e 19, na dianteira. Ambas com freio a disco.
- Gran Milano 440
Sobre a mesma base mecânica da Silver Vase, a SWM construiu uma café racer batizada de Gran Milano. Destaque para seu tanque protuberante e anguloso, com capacidade para 18,3 litros. Mais leve (141 kg a seco) e com banco mais baixo do
que a versão scrambler, a Gran Milano ainda tem disco de freio em formato margarida e suspensão dianteira invertida.
- RS 300R
Fina e esguia a RS 300R foi projetada para a prática do off-road. Com peso de apenas 111 kg (a seco) é empurrada por um motor quatro tempos de 297 cm³, com refrigeração líquida e potência que pode chegar a 38 cv. Com grande distância
livre do solo (300 mm) e banco a 96 cm, a RS 300 R traz suspensão da grife Kayaba com 295 mm de curso e regulagem completa. Freios a disco e rodas em alumínio completam o conjunto ciclístico.
- RS 650R
Estilo radical do fora de estrada e peso de apenas 144 kg (a seco) associados ao motor de um cilindro com 600 cc e refrigeração líquida são os atrativos dessa legítima trail. Seu propulsor é alimentado por injeção eletrônica com câmbio
de seis marchas e potência máxima de 54 cv. O conjunto de suspensão oferece longo curso e múltiplas regulagens. Feita para o Off Road, a RS 650R, entretanto, pode receber um kit com espelhos e lanternas e assim ser emplacada e rodas nas
ruas.
Fotos: SWM/Divulgação
Qualcomm testou tecnologia que permite o recarregamento sem fio de baterias em veículos elétricos. Fabricante espera que em dois anos carros estejam equipados com tecnologia
Um dos obstáculos para a adoção de veículos elétricos é a limitação de terminais de carregamento. Mas isso começa a mudar a medida que companhias concentram esforços para o desenvolvimento de baterias elétricas mais eficientes e modelos
domésticos, como a Powerwall da Tesla.
Agora, a fabricante norte-americana de chips Qualcomm anunciou que nesta semana testou tecnologia que permite que veículos elétricos possam ser carregados em movimento e sem a necessidade de fios. As informações são da agência de
notícias Reuters.
O teste, que aconteceu em Versalhes, França, usou dois veículos Kangoo da Renault em uma pista desenvolvida especialmente para transferir carga às baterias dos carros de até 20 quilowatts em velocidade de até 100 km/h.
Segundo a Qualcomm, a energia é transmitida entre a pista especial e o assoalho dos veículos, estes equipados com um receptor para converter a energia.
A tecnologia também suportaria diversos níveis de transferência de energia e também diferentes tipos de veículos, desde esportivos, que estão mais perto do chão, até SUVs, que ficam mais altos.
Vale ressaltar que a Qualcomm - fornecedora de chips para fabricantes de smartphones como a Apple - está pavimentando a estrada para se tornar a principal fornecedora do emergente mercado de chips automotivos após a aquisição da NXP
Semiconductors.
A companhia acredita que a sua tecnologia para recarregamento sem fio equipe carros nos próximos dois ou três anos.











