Apresentado no Salão Duas Rodas 2015, o scooter Yamaha NMax chega às lojas em maio deste ano com um preço competitivo: R$ 11.390 – seu principal concorrente, o Honda PCX custa a partir de R$ 10.814. O novo modelo marca o retorno da Yamaha ao crescente segmento de scooters de entrada, do qual estava fora desde 2012 com a descontinuação do Neo 115. O novo NMax tem a missão de conquistar 20% do segmento para a fábrica japonesa. "Como o mercado brasileiro de motocicletas está instável, fica difícil prever um número exato de vendas", declarou Helio Ninomiya, gerente de marketing da Yamaha Motor do Brasil. Em 2015, a venda de scooters teve crescimento em um setor de duas rodas em queda, chegando a cerca de 38.000 unidades.
Para atingir esse objetivo, o novo scooter Yamaha traz um motor monocilíndrico de 155 cm³, quatro válvulas e refrigeração líquida. Sua potência máxima é de 15 cv a 8.000 giros e torque máximo de 1,4 kgf a 6.000 rpm com transmissão continuamente variável, o câmbio CVT. Batizado de Blue Core, o propulsor oferece o sistema variável de abertura de válvulas (inédito em scooters) e pistão forjado – segundo informações, o consumo deve girar em torno de 40 km/l.
Além disso, o NMax conta com freio a disco em ambas as rodas de 13 polegadas e sistema ABS de série – um diferencial em relação ao PCX que tem tambor na roda traseira e oferece apenas o sistema de freios combinados. A Yamaha ainda ressalta o uso de pneus mais largos que as concorrentes: 110/70-13, na dianteira; e 130/70-13, na traseira.
Com farol e lanterna de freio de LED, o NMax tem painel 100% digital e design inspirado no TMax, o esportivo scooter de 535 cc da Yamaha também à venda no Brasil. No quesito praticidade, o NMax oferece 25 litros de capacidade de carga sob o banco, que carrega facilmente um capacete fechado e outros objetos pequenos. Descanso lateral e cavalete central são de série.
Quando chegar às lojas, em maio, o NMax terá também revisões a preço fixo. "Dessa forma, o consumidor sabe quanto irá gastar para manter seu scooter", destaca Ninomiya. Outro atrativo, destaca o gerente de marketing, será o seguro fixo para as regiões da Grande São Paulo, Rio de Janeiro, Campinas e Baixada Santista. Sem análise de perfil, o seguro irá custar R$ 1.850.
O NMax chega às concessionárias em maio em três opções de cores: branco e vermelho metálicos, além de um elegante cinza fosco. O sistema ABS é de série e o preço sugerido de R$ 11.390.
Primeiras impressões
Durante o evento de lançamento do novo NMax e também da naked MT-03, foi possível dar algumas voltas na pista do autódromo Velocittà, em Mogi Guaçu (SP). Embora não seja o ambiente ideal para avaliar um scooter, foi possível notar o bom torque em baixos giros do NMax, fruto do comando de válvulas variável que altera o ângulo e a geometria das válvulas de admissão de acordo com a rotação do motor. O par máximo de 1,47 kgf.m é atingido a 6.000 giros e é superior o oferecido pelo PCX, que tem 1,36 kgf.m. A potência de 15,1 cv também é superior ao concorrente da Honda, que tem 13,1 cv.
Outro destaque vão para os bons freios, com sistema ABS. Com discos de 230 mm nas duas rodas, oferecem frenagem segura e o sistema anti-travamento somente precisou atuar em situações exageradas. Mas o ABS mostra mesmo sua eficácia em pisos de baixa aderência ou molhados.
Com banco largo e confortável, o NMAx permite bom apoio para os pés em duas posições, tanto na plataforma como mais esticados. Os pneus largos e as suspensões rígidas garantiram estabilidade na pista, mas ainda é preciso avaliá-los nas nossas mal cuidadas ruas e avenidas.
FICHA TÉCNICA
Yamaha NMax 160 ABS
Motor: OHC, monocilíndrico, 155,1 cm³, quatro tempos, quatro válvulas, arrefecimento líquido.
Potência: 15,1 cv a 8.000 rpm
Torque: 1,47 kgf.m a 6.000 rpm
Diâmetro e curso: 58 mm x 58,7 mm
Alimentação: Injeção eletrônica
Transmissão: CVT
Suspensão dianteira: garfo telescópico com 100 mm de curso
Suspensão traseira: sistema bichoque com 90 mm de curso.
Freio dianteiro: disco simples de 230 mm de diâmetro com pinça simples e ABS
Freio traseiro: disco simples de 230 mm de diâmetro com pinça simples e ABS
Pneus: Dianteiro 110/70-13 e traseiro 130/70-13.
Quadro: Underbone em tubos de aço
Dimensões: 1.955 mm de comprimento, 740 mm de largura, 1.115 mm de altura;
Distância entre-eixos: 1.350 mm
Distância mínima do solo: 135 mm
Altura do assento: 765 mm
Peso a seco: 120 kg
Peso em ordem de marcha: 127 kg
Tanque: 6,6 litros
Cores: Branca metálica, vermelha metálica e cinza fosco
Preço público sugerido: R$ 11.390
Texto: Arthur Caldeira/Agência INFOMOTO
Fotos: Divulgação
A nova Yamaha Factor 150, versão ED, chegou para ser testada pela equipe do MOTO.com.br com apenas 126 km rodados, ou seja, praticamente uma motocicleta 0 km. Como costuma acontecer, as fabricantes emprestam seus modelos por um curto período de tempo, geralmente de três a sete dias, para que os jornalistas possam avaliar a motocicleta e transmitir as impressões aos leitores.
Logo de cara, a renovada street da Yamaha chama atenção pelo design repaginado e moderno. Mas uma moto não vive apenas de aparência. Rodando com a Factor 150 por São Paulo, foi possível constatar diversos pontos positivos e, obviamente, pontos que precisam ser melhorados. Por se tratar de uma motocicleta de entrada, a Yamaha ganha pontos com a presença do lanpejador de farol alto e do painel, bem iluminado, com presença de indicador de marchas. Ficou faltando, porém, o botão corta-corrente.
A posição de pilotagem para a cidade, assim como o banco, agradou bastante durante a semana de testes. A equipe do MOTO.com.br rodou 200 km com a motocicleta, que conta com um motor monocilíndrico, 149,31 cm³, OHC, duas válvulas, refrigerado a ar, que se mostrou satisfatório para o trânsito urbano, mas um tanto quanto fraco para retomadas, entregando 12,2 cv a 7.500 rpm de potência com gasolina (12,4 cv com etanol) e 1,285 kgfm a 5.500 rpm quando abastecida com gasolina e 1,295 kgfm com etanol.
No geral, a nova Yamaha Factor 150 é uma motocicleta bastante fácil de pilotar, apresentando boa dirigibilidade por conta da altura em relação ao solo e também pelo seu baixo peso (126 kg, a seco), se mostrando muito boa de curvas. Seu freio dianteiro, disco de 245 mm de diâmetro, é bastante eficiente, destoando um pouco com o traseiro, o atrasado tambor com 130 mm de diâmetro, que juntamente com o pneu traseiro muito fino (90/90 - 18), prejudicam a motocicleta, transmitindo instabilidade e insegurança, principalmente por causa dá má qualidade do asfalto em muitos casos, com buracos e fendas.
Um dos destaques da Factor 150 está no consumo. Com um tanque de combustível com capacidade para 15,7 litros, a motocicleta da Yamaha apresentou um consumo médio urbano de 46 km/l, entregando uma impressionante autonomia de 722 km. Para os motociclistas mais preocupados com a economia de combustível, o modelo conta com indicador de pilotagem ECO no painel.
FICHA TÉCNICA
YAMAHA FACTOR 150 ED
Motor: Monocilíndrico, 149,31 cm³, OHC, duas válvulas, refrigerado a ar
Diâmetro x curso: 57,3 x 57,9 mm
Taxa de compressão: 9.58: 1
Potência máxima: 12,2 cv a 7.500 rpm (gasolina) / 12,4 cv a 7.500 rpm (etanol)
Torque máximo: 1,285 kgf.m a 5.500 rpm (gasolina) / 1,295 kgf.m a 5.500 rpm
Câmbio: Cinco marchas
Transmissão final: por corrente
Alimentação: Injeção eletrônica.
Quadro: Tipo Diamante em aço
Suspensão: dianteira Garfo telescópico com 120 mm de curso
Suspensão traseira: Balança com dois amortecedores e 120 mm de curso
Freio dianteiro; Disco de 245 mm de diâmetro
Freio traseiro: Tambor com 130 mm de diâmetro
Pneus: 2.75 / 18 (diant.) 90/90 -18 (tras.)
Comprimento: 2.015 mm
Largura: 735 mm
Altura: 1.085 mm
Entre Eixos: 1.325 mm
Altura Mínima do Solo: 175 mm
Altura do assento: 785 mm
Tanque: 15,7 litros
Peso a seco: 126 kg
Preço/ cores: Versão ED R$ 8.688,29 (branca, laranja, preta e vermelha) - versão E R$ 8.088,29 (branca, preta e vermelha)
Texto e Fotos: Alexandre Ciszewski
Agilidade e economia são palavras-chave para não perder tempo e dinheiro nos congestionamentos dos grandes centros urbanos ou esperando o ônibus nas cidades do interior. Na expectativa de atender a esse consumidor, a Honda atualizou o modelo de entrada da família Biz. A principal mudança foi a adoção de um motor com 110 cm³, alimentado por injeção eletrônica.
Mas a Biz 110i, como agora é chamada, conta ainda com novo painel de instrumentos, mais completo, e mais espaço no compartimento sob o assento - capacidade para 10 litros. O modelo, que substituiu a Biz 100, tem garantia de três anos e seu preço sugerido é de R$ 7.090.
A categoria CUB (Cheap Urban Bike) foi inaugurada no final da década de 1950, com a Honda Super CUB considerada a avó da Biz. De lá para cá, este tipo de veículo se tornou sucesso de vendas em todo o mundo, inclusive no Brasil. Só no ano passado foram emplacadas pouco mais de 184 mil unidades da família Biz (100 e 125cc).
Robustez, baixa manutenção, facilidade na pilotagem – a embreagem centrífuga é automática – e porta-objetos são bons argumentos de vendas, principalmente para o público feminino.
Motor maior e injetado
A Biz 110i está equipada com um pequeno motor de um cilindro, OHC (Comando Simples no Cabeçote), quatro tempos, com 109,1 cm³ de capacidade e arrefecimento a ar. Sua grande novidade é o uso da injeção eletrônica no lugar do carburador, além da maior capacidade volumétrica.
Os ganhos para o consumidor são economia de combustível e baixa manutenção. É praticamente o mesmo propulsor que equipa a Pop 110i, só que um pouco mais potente (0,4 cv a mais). O novo modelo faz mais de 40 Km/l em perímetro urbano, o que lhe confere autonomia próxima dos 200 quilômetros.
Ela só pode ser abastecida com gasolina e atinge a potência máxima de 8,3 cv a 7.250 rpm e torque de 0,89 kgf.m a 5.500 rpm. E é no quesito força que a nova Biz apresenta também bom desempenho. Já que o torque (em médios regimes de rotação) chega mais cedo, ajudando nas largadas e retomada de velocidade.
Neste caso é só diminuir uma marcha (acionar o pedal para cima) e acelerar. Outro destaque fica para a precisão do câmbio rotativo de quatro marchas e embreagem centrífuga automática que dispensa o manete de embreagem.
Na prática, a moto consegue largar na frente dos carros quando a luz verde do semáforo acende. Além disso, a Biz 110i enfrenta os corredores com bastante desenvoltura e com força suficiente para ultrapassar os outros veículos, já que a velocidade média, com transito carregado, não passa dos 40 km/h.
Ligeira e esguia, o condutor deve ter bastante cuidado para não raspar a ponta das manoplas nos espelhos retrovisores dos carros. Parece que a Honda e as montadoras dos automóveis combinaram este alinhamento perfeito entre as peças.
Ciclística e espaço para objetos
A ciclística da nova Honda Biz 110i segue uma receita clássica. O conjunto é formado por garfo telescópico com curso de 100mm na dianteira e duplo amortecimento traseiro com 86mm de curso. O sistema de freios é a tambor nas duas rodas.
Simples e eficiente, o conjunto dá conta do recado. Porém, o fabricante poderia ter equipado o modelo com disco pelo menos na dianteira, já que o sistema se mostra mais eficaz em frenagens de emergência. Na absorção de impactos, o banco – grande, largo e com espuma de boa densidade – ajuda nesta missão, quase impossível, de amortecer os impactos de nossas mal acabadas ruas e avenidas.
A marca da asa também fez alterações no porta-objetos, que fica sob o assento. Agora com capacidade para transportar 10 litros, o espaço é suficiente para guardar um capacete fechado. Coloque-o de cabeça para baixo, com a viseira voltada para a parte de trás da moto. Dentro do casco ainda é possível acomodar pequenos objetos, como, por exemplo, carteira, celular ou até um óculos.
O novo painel de instrumentos da Biz 110i 2016 ganhou hodômetro e marcador de combustível. O modelo já está disponível na rede Honda em duas cores: preta ou vermelha. O preço público sugerido é de R$ 7.090.
Conclusão
A proposta da Biz 110i é solucionar problemas de mobilidade, servindo também de ferramenta de trabalho ou lazer. Leve e fácil de pilotar tem espírito jovem sendo indicada para quem está no começo de carreira profissional ou no motociclismo.
A facilidade de pilotagem, em função da “ausência da embreagem”, e a praticidade do porta-objetos também atrai os entrantes no mundo moto. Esses fatores aliados ao baixo consumo de combustível são a receita de sucesso das CUBs em todo o mundo.
Ficha Técnica
Honda Biz110i
Motor OHC, um cilindro, arrefecimento a ar, 109,1 cm³
Diâmetro x curso 50,0 x 55,6 mm
Taxa de compressão 9.3 : 1
Potência máxima 8,3 cv a 7.250 rpm
Torque máximo 0,89 kgf.m a 5.500 rpm
Câmbio Rotativo de quatro marchas
Embreagem Centrífuga semi-automática
Transmissão final Corrente
Alimentação Injeção eletrônica
Partida Elétrica
Quadro Monobloco em aço
Suspensão dianteira Garfo telescópico convencional com 100 mm de curso
Suspensão traseira Balança com dois amortecedores e 86 mm de curso
Freio dianteiro A tambor 130 mm
Freio traseiro A tambor 110 mm
Pneus 60 / 100 – 17 (diant.) e 80 / 100 – 14 (tras.)
Comprimento 1.891 mm
Largura 730 mm
Altura 1.087 mm
Distância entre-eixos 1.261mm
Distância do solo 130 mm
Altura do assento 753 mm
Peso a seco 99 kg
Tanque de combustível 5,1 litros
Cores Preto e Vermelho
Preço R$ 7.090
Fotos: Mario Villaescusa/Infomoto
A nova Harley-Davidson Iron 883 carrega um estilo minimalista, sem supérfluos, com um visual que intimida e atrai a atenção. Além das melhorias na suspensão, nos amortecedores e bancos, o modelo 2016 tem como destaques o novo grafismo para a pintura do tanque, com uma águia que simboliza a honra americana, e novas peças em preto fosco, como a tampa do filtro de ar reestilizada, as ponteiras e protetores de escape, além do protetor de correia. Esses itens agora apresentam acabamento no estilo bullet hole, que remete à herança militar da marca. Outra característica marcante do visual fica por conta do guidão estilo drag bar.
Na cidade, a Harley-Davidson Iron 883 se comporta bem, apesar de esquentar um pouco no trânsito mais intenso, sendo possível escapar do estresse pelos corredores, já que sua largura não é um problema. A posição de pilotagem é um tanto diferente, já que a moto é uma custom, mas suas pedaleiras não ficam posicionadas adiante, gerando certa confusão num primeiro momento. Enquanto rodamos com a motocicleta pelas ruas de São Paulo (SP), atingimos uma média de 16 km/l, o que na prática siginifica uma autonomia de 200 km, por conta do seu tanque de combustível de 12,5 litros, com boas arrancadas e fácil pilotagem oferecidas pelo motor Evolution, Refrigerado a ar de 883 cilindradas e 6,7 Kgf.m de torque a 3.750 rpm.
Não é apenas o visual mais marcante e sombrio que chama a atenção nesta, e em qualquer Harley, mas também o seu inconfundível ronco, que atrai olhares de aprovação, susto e algumas vezes até mesmo de reprovação. Deixando o trânsito para trás, esticando um pouco para uma estrada leve, um bate-e-volta até o interior de São Paulo (SP), utilizando a Rodovia dos Bandeirantes e a Rodovia Anhanguera, constatamos uma média de consumo na casa dos 18 km/l, autonomia de apenas 225 km, uma marca não muito boa para quem gosta de pegar estradas mais longas, o que siginificaria várias paradas para reabastecimento.
Durante o teste foi possível constatar que esta Iron 883, como qualquer motocicleta da marca norte-americana, vai muito bem na estrada, com desempenho de sobra, tirando o fato da posição de pilotagem e do banco um pouco desconfortáveis. A surpresa porém, está no fato de que a cidade parece ser o melhor habitat para esta custom de entrada da Harley-Davidson. Ah, para quem achou ruim o barulho do motor e o ronco alto do escape na cidade, na estrada ele some, ficando evidente apenas o barulho e a vibração proporcionados pelo vento, nenhum incômodo ou novidade para quem gosta de pegar a estrada com motocicletas custom.
Confira o vídeo da Harley-Davidson Iron 883 em ação, mostrando todo seu estilo e desgin mais moderno:
FICHA TÉCNICA
HARLEY-DAVIDSON Iron 883 2016
MOTORIZAÇÃO
Motor Evolution, Refrigerado a ar V-Twin (2 cilindros em V)
Diâmetro do Pistão 76,2 mm
Curso do Pistão 96,8 mm
Cilindrada: 883cm³
Relação de Compressão 9:1
Sistema de Alimentação de Combustível Injeção Eletrônica de Combustível por Porta Sequencial (ESPFI)
DIMENSÕES
Comprimento 2.185 mm
Altura do Assento, Descarregada 653 mm
Distância do Solo 140 mm
Ângulo da Coluna de Direção (Graus) 30,5
Trail 117 mm
Distância entre Eixos 1.515 mm
Pneu Dianteiro (Especificação) 100/90B19 57H
Pneu Traseiro (Especificação) 150/80B16 77H
Capacidade de Combustível 12,5 l
Capacidade de Óleo (com filtro) 2,6 l
Peso Seco 247 kg
Peso em Ordem de Marcha 256 kg
TRANSMISSÃO
Transmissão Primária Corrente, Relação 34/57
Relação de Transmissão - 1a marcha 10,41
Relação de Transmissão - 2a marcha 7,436
Relação de Transmissão - 3a marcha 5,531
Relação de Transmissão - 4a marcha 4,584
Relação de Transmissão - 5a marcha 3,931
CHASSIS
Escapamento Preto, estilo "Shorty" escalonado com silenciadores duplos
Roda Dianteira (Estilo) Novas Rodas pretas com detalhes usinados, 9 raios de liga de alumínio
Roda Traseira (Estilo) Novas Rodas pretas com detalhes usinados, 9 raios de liga de alumínio
Freios (Tipo de Cáliper) Pistão duplo na dianteria, pistão duplo na traseira
PERFORMANCE
Torque do Motor - Método de Teste EEC/95/1
Torque do Motor 6,7 Kgf.m
Torque do Motor (rpm) 3.750
Ângulo de Inclinação, Dir. (Graus) 29
Ângulo de Inclinação, Esq. (Graus) 30
ELÉTRICA
Luzes Indicadoras Farol alto, ponto neutro, baixa pressão de óleo, piscas, diagnóstico do motor, alerta de baixo nível de combustível e de bateria, e sistema de segurança
Painel de Instrumentos Velocímetro eletrônico com hodômetro total, relógio, hodômetro parcial duplo, luzes indicadoras de LED e indicador de marcha e rpm
PREÇOS
Opção de Cor - 1 Tom R$ 42.900,00
Opção de Cor - Hard Candy Custom™ R$ 1.150,00
Alarme e Imobilizador Item de série
Freios com ABS Item de série
Frete Incluso no preço
Fotos e vídeo: Kiko Tokuda/MOTO.com.br
Texto: Alexandre Ciszewski
A nova Harley-Davidson Iron 883 carrega um estilo minimalista, sem supérfluos, com um visual que intimida e atrai a atenção. Além das melhorias na suspensão, nos amortecedores e bancos, o modelo 2016 tem como destaques o novo grafismo para a pintura do tanque, com uma águia que simboliza a honra americana, e novas peças em preto fosco, como a tampa do filtro de ar reestilizada, as ponteiras e protetores de escape, além do protetor de correia. Esses itens agora apresentam acabamento no estilo bullet hole, que remete à herança militar da marca. Outra característica marcante do visual fica por conta do guidão estilo drag bar.
Na cidade, a Harley-Davidson Iron 883 se comporta bem, apesar de esquentar um pouco no trânsito mais intenso, sendo possível escapar do estresse pelos corredores, já que sua largura não é um problema. A posição de pilotagem é um tanto diferente, já que a moto é uma custom, mas suas pedaleiras não ficam posicionadas adiante, gerando certa confusão num primeiro momento. Enquanto rodamos com a motocicleta pelas ruas de São Paulo (SP), atingimos uma média de 16 km/l, o que na prática siginifica uma autonomia de 200 km, por conta do seu tanque de combustível de 12,5 litros, com boas arrancadas e fácil pilotagem oferecidas pelo motor Evolution, Refrigerado a ar de 883 cilindradas e 6,7 Kgf.m de torque a 3.750 rpm.
Não é apenas o visual mais marcante e sombrio que chama a atenção nesta, e em qualquer Harley, mas também o seu inconfundível ronco, que atrai olhares de aprovação, susto e algumas vezes até mesmo de reprovação. Deixando o trânsito para trás, esticando um pouco para uma estrada leve, um bate-e-volta até o interior de São Paulo (SP), utilizando a Rodovia dos Bandeirantes e a Rodovia Anhanguera, constatamos uma média de consumo na casa dos 18 km/l, autonomia de apenas 225 km, uma marca não muito boa para quem gosta de pegar estradas mais longas, o que siginificaria várias paradas para reabastecimento.
Durante o teste foi possível constatar que esta Iron 883, como qualquer motocicleta da marca norte-americana, vai muito bem na estrada, com desempenho de sobra, tirando o fato da posição de pilotagem e do banco um pouco desconfortáveis. A surpresa porém, está no fato de que a cidade parece ser o melhor habitat para esta custom de entrada da Harley-Davidson. Ah, para quem achou ruim o barulho do motor e o ronco alto do escape na cidade, na estrada ele some, ficando evidente apenas o barulho e a vibração proporcionados pelo vento, nenhum incômodo ou novidade para quem gosta de pegar a estrada com motocicletas custom.
Confira o vídeo da Harley-Davidson Iron 883 em ação, mostrando todo seu estilo e desgin mais moderno:
FICHA TÉCNICA
HARLEY-DAVIDSON Iron 883 2016
MOTORIZAÇÃO
Motor Evolution, Refrigerado a ar V-Twin (2 cilindros em V)
Diâmetro do Pistão 76,2 mm
Curso do Pistão 96,8 mm
Cilindrada: 883cm³
Relação de Compressão 9:1
Sistema de Alimentação de Combustível Injeção Eletrônica de Combustível por Porta Sequencial (ESPFI)
DIMENSÕES
Comprimento 2.185 mm
Altura do Assento, Descarregada 653 mm
Distância do Solo 140 mm
Ângulo da Coluna de Direção (Graus) 30,5
Trail 117 mm
Distância entre Eixos 1.515 mm
Pneu Dianteiro (Especificação) 100/90B19 57H
Pneu Traseiro (Especificação) 150/80B16 77H
Capacidade de Combustível 12,5 l
Capacidade de Óleo (com filtro) 2,6 l
Peso Seco 247 kg
Peso em Ordem de Marcha 256 kg
TRANSMISSÃO
Transmissão Primária Corrente, Relação 34/57
Relação de Transmissão - 1a marcha 10,41
Relação de Transmissão - 2a marcha 7,436
Relação de Transmissão - 3a marcha 5,531
Relação de Transmissão - 4a marcha 4,584
Relação de Transmissão - 5a marcha 3,931
CHASSIS
Escapamento Preto, estilo "Shorty" escalonado com silenciadores duplos
Roda Dianteira (Estilo) Novas Rodas pretas com detalhes usinados, 9 raios de liga de alumínio
Roda Traseira (Estilo) Novas Rodas pretas com detalhes usinados, 9 raios de liga de alumínio
Freios (Tipo de Cáliper) Pistão duplo na dianteria, pistão duplo na traseira
PERFORMANCE
Torque do Motor - Método de Teste EEC/95/1
Torque do Motor 6,7 Kgf.m
Torque do Motor (rpm) 3.750
Ângulo de Inclinação, Dir. (Graus) 29
Ângulo de Inclinação, Esq. (Graus) 30
ELÉTRICA
Luzes Indicadoras Farol alto, ponto neutro, baixa pressão de óleo, piscas, diagnóstico do motor, alerta de baixo nível de combustível e de bateria, e sistema de segurança
Painel de Instrumentos Velocímetro eletrônico com hodômetro total, relógio, hodômetro parcial duplo, luzes indicadoras de LED e indicador de marcha e rpm
PREÇOS
Opção de Cor - 1 Tom R$ 42.900,00
Opção de Cor - Hard Candy Custom™ R$ 1.150,00
Alarme e Imobilizador Item de série
Freios com ABS Item de série
Frete Incluso no preço
Fotos e vídeo: Kiko Tokuda/MOTO.com.br
Texto: Alexandre Ciszewski











