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Teste: Nova Yamaha MT-03 quer repetir sucesso da R3

Versão naked da esportiva YZF-R3, a nova Yamaha MT-03 irá chegar às lojas em maio com o objetivo de superar em vendas sua concorrente direta, a Kawasaki Z 300. E repetir o sucesso da R3, que derrotou a Ninja 300, também da Kawasaki, e lidera entre as esportivas pequenas. Seus atributos são praticamente os mesmos da R3, com quem a nova MT-03 compartilha ciclística e motor. Porém, a naked tem ainda ao seu favor a preferência do brasileiro por motos sem carenagem e um preço inferior: R$ 18.790, a versão standard, e R$ 20.790, com freios ABS – a R3 é vendida a R$ 20.790 (R$ 22.890 com ABS). São três opções de cores: preta, cinza fosca com rodas azuis e vermelho metálico.


Com design inspirado em outros modelos da família, como a MT-07 e 09, a caçula traz entradas de ar nas laterais do tanque, um spoiler abaixo do motor e um farol poligonal com duas luzes de posição de LED e uma pequena carenagem cobrindo o painel. Também herdado da R3, os instrumentos são formados por um conta-giros analógico à esquerda e uma tela de LCD à direita, com velocímetro e outras informações. O banco bipartido e a lanterna traseira, em LED, são iguais aos da esportiva.


Entretanto, ao invés de dois semiguidões, a MT-03 traz um guidão único e curvado, posicionado 19 mm para trás e 39 mm para cima, visando proporcionar uma posição de pilotagem mais confortável para o uso diário e urbano. A diferença de peso entre as duas versões é de apenas um quilograma, 167 kg em ordem de marcha para a versão standard (169 kg com ABS).


O motor tem dois cilindros paralelos de 321cc, duplo comando, oito válvulas e refrigeração líquida. Capaz de atingir a potência máxima de 42 cavalos a 10.750 giros – número melhor que os 39 cv da Z 300. O torque máximo, de 3,02 kgf.m, está disponível em 9.000 rpm.


O quadro do tipo Diamond, tem rodas de liga leve de 17 polegadas calçadas com pneus radias. O conjunto de suspensões não apresenta novidades: garfo com tubos telescópicos na frente, enquanto a balança traseira usa o sistema de monoamortecimento.


Nos freios, a nova MT-03 traz um disco dianteiro de 298 mm com pinça de dois pistões, e um disco simples (220 mm) com pinça de um pistão completa o conjunto na traseira.


Primeiras impressões
Na pista, a MT-03 mostra o que realmente é: uma cópia fiel de sua irmã R3. Motor que gira alto para entregar um desempenho superior a outros modelos na faixa das 250 e 300cc. Bom sistema de freios, ainda mais na versão com ABS e suspensões bem progressivas.


Claro que se nota que o guidão mais alto proporciona uma posição com as costas mais eretas, porém a pequena naked é tão empolgante quanto a R3 em uma pista. E talvez esteja aí a receita para que ela repita o sucesso: a esportividade com algum conforto.


O preço sugerido pela Yamaha para a MT-03, de R$ 18.790 (R$ 20.790 com ABS), é próximo ao pedido pela Kawasaki Z 300, vendida a R$ 18.990 (R$ 20.990 com ABS). Entretanto, como a Yamaha tem mais pontos de venda, provável que, assim como a R3 passou a Ninja 300 em vendas, a naked também supere a rival da Kawasaki, que teve 170 unidades emplacadas neste ano.

FICHA TÉCNICA
Yamaha MT-03
Motor Dois cilindros paralelos, oito válvulas, DOHC e arrefecimento líquido
Capacidade cúbica 321 cm³
Diâmetro x curso 68 x 44,1 mm
Taxa de compressão 11,2:1
Potência máxima 42 cv a 10.750 rpm
Torque máximo 3,02 kgf.m a 9.000 rpm
Câmbio Seis marchas
Transmissão final Corrente
Alimentação Injeção eletrônica
Partida Elétrica
Quadro Tubular em aço do tipo diamond
Suspensão dianteira Garfo telescópico convencional de 41 mm de diâmetro com 130 mm de curso
Suspensão traseira Balança monoamortecida com 125 mm de curso e ajuste na pré-carga da mola
Freio dianteiro Disco flutuante de 298 mm de diâmetro com pinça de dois pistões (ABS opcional)
Freio traseiro Disco simples de 220 mm de diâmetro com pinça de um pistão (ABS opcional)
Pneus 2.75-17 (diant.)/ 4.00-17 (tras.)
Comprimento 2.090 mm
Largura 745 mm
Altura 1.035 mm
Distância entre-eixos 1.390 mm
Distância do solo 160 mm
Altura do assento 780 mm
Peso em ordem de marcha 166 kg (169 kg com ABS)
Tanque de combustível 14 litros
Cores cinza, vermelha e preta
Preço R$ 18.790 (R$ 20.790 com ABS)

Texto? Arthur Caldeira/ Agência INFOMOTO
Fotos: Divulgação



(Fonte: Agência Infomoto) - 28/03/2016
Guia: Descubra as vantagens dos populares ciclomotores

Populares, os ciclomotores – também chamados de “cinquentinhas” – já fazem parte do cotidiano de moradores das capitais e também de cidades do interior, principalmente na região Nordeste. Até o ano passado, estes veículos não precisavam ser emplacados. Depois de agosto de 2015, uma lei sancionada pela presidente Dilma - Lei 16.154/2015 – regulamenta o uso desse tipo de veículo. Todo ciclomotor precisa ter o Renavam (Registro Nacional de Veículos Automotores) e, consequentemente, ser licenciado e emplacado.

Com isso, o ciclomotor saiu da ilegalidade, mas também passa a pagar o Seguro DPVAT (Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Via Terrestre). Apesar de ser um gasto a mais, o seguro obrigatório é uma garantia para o condutor, pois em caso de acidente fatal ou invalidez a indenização chega a até R$ 13.000.

Em função da nova legislação, que obriga o emplacamento do ciclomotor, agora os consumidores precisam também regularizar seus veículos e as marcas até então desconhecidas do grande público – Shineray (vende dez opções de modelos entre street, scooter e CUB) e Traxx (comercializa quatro modelos de CUB) – agora figuram entre as cinco mais vendidas no mercado nacional. A Dafra também participa deste segmento com a Zig 50 (CUB) e Super 50 (street).

Justamente para agilizar a regularização dos ciclomotores mais antigos, a Shineray criou um portal - shineray.com.br/cliente -, no qual o próprio cliente pode fazer o pré-cadastro do seu ciclomotor usado junto à Base de Índice Nacional (BIN), um banco de dados oficial do Denatran (Departamento Nacional de Trânsito), onde estão inseridas as características e informações referentes aos veículos. Desde que se estabeleceu no País, a marca já comercializou 450 mil unidades.

O último capítulo desta novela judicial envolvendo o ciclomotor aconteceu em 3 de março. O Contran (Conselho Nacional de Trânsito) adiou para 31 de maio o prazo para exigência de habilitação por parte dos condutores de ciclomotores. A exigência foi determinada pela Resolução 572 do Contran e o adiamento atende a um pedido da Associação Nacional de Usuários de Ciclomotores (ANUC).

Confira abaixo as respostas às principais dúvidas sobre os ciclomotores.

O que é um ciclomotor?
Os ciclomotores possuem motor de até 50cc e velocidade máxima de 50 km/h. São simples, econômicos, têm baixo valor aquisitivo – a partir de R$ 3.700 – e ainda gozam de uma boa dose de liberdade. Detalhe: Condutor, passageiro e carga não devem exceder 140 kg.

Este tipo de veículo deve ser emplacado?
Pela nova lei, os ciclomotores devem ser licenciados e emplacados. De acordo com o Denatran, o registro das “cinquentinhas” inclui o pagamento das taxas de IPVA, Licenciamento e o Seguro Obrigatório (DPVAT), com os valores sendo estipulados pelos Detrans de cada estado.

Pilotar ciclomotor exige habilitação?
Os condutores de ciclomotores devem portar CNH – Categoria “A” ou Autorização para Condução de Ciclomotores (“ACC”). Em ambos os casos, o condutor terá de fazer aulas práticas e teóricas nos Centros de Formação de Condutores (CFC).

Qual deve ser o tipo de utilização do ciclomotor?
Prioritariamente rodar em ambiente urbano. É uma opção de transporte eficiente para deslocamentos curtos, alguns oferecem, em alguns casos, espaço para bagagem o que os torna ótimos aliados para os momentos de compras ou transporte de pequenos objetos.

Pode rodar na estrada?
De acordo com o Código de Trânsito Brasileiro (CTB), os ciclomotores não podem rodar em qualquer tipo de via. O artigo 57 especifica que devem ser conduzidos pela direita da pista de rolamento, preferencialmente no centro da faixa mais à direita ou no bordo direito da pista sempre que não houver acostamento ou faixa própria a eles destinada. Portanto, fica proibida a sua circulação nas vias de trânsito rápido, como rodovias.

É obrigatório o uso de capacete?
Como acontece com as motos, o capacete é item de segurança obrigatório tanto para piloto, como para a garupa. Pilotar ciclomotor ou qualquer moto sem capacete é considerada infração gravíssima que rende sete pontos na carteira e multa de R$ 191,54. O usuário terá o direito de dirigir suspenso, além do recolhimento de sua habilitação e apreensão do veículo.

Ciclomotor paga Seguro Obrigatório?
Assim como todos os veículos automotores, o ciclomotor também paga DPVAT, porém é mais barato que a moto. O valor do seguro para o ciclomotor é de R$ 134,66 para pagamento a vista e oferece a cobertura de morte, invalidez e reembolso de despesas médicas. Porém, as motocicletas continuam pagando R$ 292,01, que poderá ser parcelado em até três vezes.

O pagamento do DPVAT garante indenização em caso de acidente?
Sim. O valor da indenização é de R$ 13.500 no caso de morte e de até R$ 13.500 nos casos de invalidez permanente, variando conforme o grau da invalidez, e de até R$ 2.700 em reembolso de despesas médicas e hospitalares comprovadas. Para mais informações, acesse: dpvatseguro.com.br

(Fonte: Agência Infomoto) - 23/03/2016
CBM discute motociclismo com a Receita Federal

O presidente da CBM (Confederação Brasileira de Motociclismo), Firmo Henrique Alves, esteve em Brasília na última terça-feira, 15/03, para participar de uma reunião com a Receita Federal. Estiveram presentes o Coordenador-Geral de Tributação da Receita Federal, Fernando Mombelli, o senador Valdir Raupp e os auditores fiscais da receita, Rui Diogo L. Borba e Alexandre Torres de Araújo.

Firmo Alves solicitou a reunião para tratar de interesses do motociclismo brasileiro. Durante o encontro com representantes da Receita Federal, o presidente da CBM defendeu questões que são reivindicadas pelos pilotos brasileiros.

O presidente da CBM, que por inúmeras vezes já esteve em Brasília para lutar pela Lei de Isenção de Impostos para importação de motocicletas, voltou a solicitar o benefício para os pilotos. A Lei chegou a ser aprovada, mas expirou em dezembro de 2015. A burocracia e a demora na regulamentação da Lei, impediram que o projeto saísse do papel e tornasse o sonho do motociclismo em uma realidade.

"Infelizmente no Brasil é tudo muito burocrático. Agora vamos continuar lutando e buscando essa oportunidade. Mesmo sem ser de responsabilidade da CBM, tomamos a frente, por entender que essa lei vai beneficiar os pilotos e nosso esporte. Essa é uma luta antiga, em que participo desde antes de me tornar presidente da Confederação", afirma Firmo Henrique Alves.

Firmo Alves ainda abordou com a Receita Federal sobre as apreensões de motocicletas que aconteceram nos estados de São Paulo e Minas Gerais. Representantes dos órgão justificaram que as operações foram locais, sazonais e isoladas.

O presidente da CBM defendeu que a maioria dos praticantes detém de motocicletas regulares e lamentou a repercussão negativa para o esporte. "Embora, a CBM não compactue com a prática de sonegação fiscal, garanto que o motociclismo brasileiro não é uma rede do crime organizado, como foi abordado na imprensa.O motociclismo off-road é um esporte familiar e praticado por pessoas de boa índole. Infelizmente, alguns cometeram erros ao tentarem fugir da alta taxa fiscal do País, mas garanto que é a minoria", declara o presidente da CBM.

Foto: CBM (Comunic.Ativa)/Divulgação

(Fonte: Equipe MOTO.com.br) - 23/03/2016
Honda lança CG 125i com injeção eletrônica – veja detalhes e preço

Na corrida para atender às novas normas anti-poluição da segunda fase do PROMOT 4 (Programa de Controle da Poluição do Ar por Motociclos e Veículos Similares), a Honda atualiza a CG 125 Fun adotando injeção eletrônica no lugar do velho carburador. Com vendas a partir de fevereiro, a nova CG de entrada custa R$ 6.790 (contra R$ 6.088 da antiga carburada) e será vendida nas cores preta e vermelha.

Agora injetado, o motor monocilíndrico OHC (comando simples) de 124,7 cm³ arrefecido a ar entrega 11,8 cv a 8.500 rpm e 1,06 kgfm de torque a 5.000 rpm (ganho de 0,2 cv). Movida somente a gasolina, a nova CG 125i tem partida a pedal e câmbio de cinco marchas, com transmissão final por corrente.

Visualmente, a 125 se aproxima às CGs mais caras com novo tanque de combustível, tampa esportiva, escape redimensionado e um novo conjunto de pedaleiras. A suspensão tem garfo dianteiro telescópico com curso de 115 mm, enquanto a traseira conta com amortecedores duplos e mola, com curso de 64 mm. Os freios são a tambor, com 130 mm na frente e 130 mm atrás. As rodas raiadas trazem aros de alumínio e pneus 80/100-18 (dianteiro) e 90/90-18 (traseiro). Leve, todo o conjunto pesa apenas 107 kg.

A CG 125i Fan é fabricada em Manaus (AM) e oferece garantia de três anos sem limite de quilometragem, com fornecimento gratuito de óleo em sete revisões.

(Fonte: Por: Redação) - 14/03/2016
Kawasaki Ninja R2: marca prepara moto com supercharger mais acessível

A Kawasaki causou furor no mundo duas rodas ao lançar as endiabradas Ninja H2 e H2R com motor 4-cilindros de 1 litro sobrealimentados por supercharger que geram, respectivamente, 200 e 300 cv de potência. Acontece que são motos extremamente de nicho, não só pelo “nervosismo” do motor, mas principalmente por conta do preço: R$ 120 mil na H2 e R$ 350 mil na H2R, versão de pista.

Pois a marca japonesa prepara agora uma moto sobrealimentada mais, digamos, acessível. Segundo os caras da Motorcycle News, da Inglaterra, a Kawasaki vai expandir o uso do supercharger em motos menos radicais que a H2. E a próxima seria a Ninja R2, cujo motor de 4-cilindros deverá deslocar cerca de 800 cc, gerando potência na casa dos 190 cv e torque ao redor dos 11 kgfm.

Além de ser mais leve e compacto que o motor da H2, o novo propulsor teria compressor de geometria variável, ou seja, com variação do ângulo de suas pás para ganhar rotação mais rapidamente e evitar o “lag” em baixos giros. Outra aplicação ficaria por conta do intercooler, para esfriar o ar antes da entrada na turbina, tornando assim a indução mais densa.

Quanto ao visual, a projeção acima foi feita com base em “vazamento” de informações da própria Kawasaki, que indicaram o uso de algumas linhas da H2, sobretudo nas laterais e rabeta, mas com uma dianteira mais convencional. O lançamento está previsto para o começo de 2017, com possível aparição pública ainda no fim deste ano em algum dos grandes salões de duas rodas.


(Fonte: Por: Redação) - 14/03/2016
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Sobre o Portal da General Osório

O Portal da General Osório foi lançado em 01 de janeiro de 2002, tendo como objetivo principal a divulgação de empresas e produtos comercializados na região da rua General Osório (boca das motos) no centro da cidade de São Paulo, focando-se principalmente em produtos voltados para a área de Motociclismo.