Fazer uma revisão das condições de sua motocicleta é uma tarefa necessária e muito importante para o bom funcionamento do equipamento. Realizar essa checagem deveria ser automático e quase intuitivo. O que muitas vezes falta a um motociclista é o conhecimento adequado dos itens principais a serem avaliados para saber o que precisa, efetivamente, ser verificado nessa avaliação.
“É sempre a mesma história, o motociclista acredita que enquanto a moto não fritar, está tudo ok, tudo ótimo. O problema é: muitos ignoram que, apesar de a moto não aparentar sinais de desgaste, é evidente que o uso, mesmo que seja moderado, contribui para desgastar a moto”, afirma Vinicius Spinelli, da Controlflex, fabricante de cabos e comando e importadora de peças para motos. A negligência só ajuda a deteriorar ainda mais rápido as outras peças do motor, que trabalham sempre em conjunto. É possível que mesmo um único componente seja o catalisador responsável por agravar a condição de todo o mecanismo.
Treinar o olho para identificar quais peças começam a apresentar desgaste e quais precisam de manutenção é uma prática que o motociclista adquire com o tempo. Para ajudar, veja a seguir quais itens você pode prestar atenção rapidamente antes de sair com sua moto:
Nível de óleo
Observe se o nível de óleo do motor está abastecido conforme as orientações do fabricante. Caso negativo, preencha com a quantidade necessária ou faça a troca completa pelo mesmo tipo de produto utilizado anteriormente.
Conjunto de corrente, coroa e pinhão
Esse conjunto é o responsável por garantir a transmissão da força do motor para a roda traseira de sua motocicleta. Verifique antes de sair se a peça está sem brilho ou se a corrente está seca ou dura, apresentando pouca maleabilidade. Se for esse o caso, chegou a hora de trocar ou realizar a manutenção.
Sistema de freios
Fique atento aos fluídos de freios, se estiverem abaixo do nível adequado, pode ser um sinal de que as pastilhas já estejam gastas. Faça também a checagem no manete e nos cabos de freio para se certificar de que a operação acontece normalmente.
Cabos de comando
Além dos cabos de freio, os cabos de aceleração e embreagem devem ser checados também. Se qualquer um desses cabos apresentarem sinais de desgaste – muito provavelmente por terem chegado ao fim da vida útil ou por falta de lubrificação adequada – então procure por novos cabos de comando.
Pneus
Uma vistoria rápida é fundamental para avaliar se o pneu já está ficando “careca”. O desgaste naturalmente ocorre com o tempo, mas o motociclista não pode se descuidar e deixar de realizar a calibragem regular.
Filtro de ar
O prazo de validade do filtro de ar depende de fatores como uso da moto e o tipo de terreno no qual ela geralmente roda. Por isso, lembre-se de observar a quantidade de sujeira impregnada na superfície e realizar limpezas periódicas com água e sabão. Compare seu filtro com um novo para entender qual é o momento certo de trocar.
Foto: Riffel/Divulgação
Desde 1976, a linha CG da Honda tem feito história no Brasil, acompanhando o crescimento do país e seu desenvolvimento. Cada nova versão lançada tem oferecido, aos consumidores, o que há de mais moderno e tecnológico no segmento de motocicletas. Afinal, “CG” vem da expressão inglesa City General, ou seja, o seu conceito está ligado à facilidade que o modelo proporciona ao dia a dia das pessoas, seja no trabalho ou no lazer. A Honda traz um espaço especial ao modelo que vem fazendo parte da vida de milhares de brasileiros.
Trata-se de um espaço online em que os usuários podem navegar pela evolução da CG por meio das décadas. A viagem ao passado começa em meados dos anos 1970, quando a Honda fabricou a primeira versão da 125 cilindradas, muito conhecida como CG Bolinha. Daí para frente, a linha do tempo apresenta diversas recordações e curiosidades emocionantes, finalizando com um dos modelos mais atuais da marca, a CG Start, de 2015. Lembrando que, em 2015, novas versões da CG 160 Fan e Titan também chegaram ao mercado nacional.
Além do conteúdo histórico, a Honda desenvolveu o “Eu Curto CG”. Neste canal interativo, os apaixonados pelo modelo podem conferir e compartilhar experiências marcantes que tiveram com a CG em algum momento da vida. Cada participante pode contar o seu momento especial por meio de relatos, fotos e vídeos de forma prática, além da possibilidade de compartilhá-las nas redes sociais.
Para conhecer o Mundo CG, clique aqui.
Fotos: Divulgação/Honda
Diferente de iluminações complicadas e caras, o LED (componente eletrônico semicondutor, ou seja, um diodo emissor de luz) veio para ficar. Inicialmente incorporados em componentes eletrônicos, o início de seu uso em veículos se deu nas lanternas de carros luxuosos.
O sucesso em sua vasta gama de aplicações, tanto em veículos como em uso doméstico, não foi por acaso: além da iluminação clara e vibrante, os LEDs conquistaram o mundo pelo baixíssimo consumo de energia e a durabilidade incomum – até dez vezes mais em relação à lâmpada incandescente.
No mundo das motos, as aplicações começaram na forma de iluminação de segurança: carreiras de LEDs dispostos nas lanternas traseiras, luzes de piscas e iluminação diurna do farol dianteiro. Painéis de instrumentos mais atuais também contam com pequenos LEDs internos.
Economia de bateria e gasolina
Segundo Victor Trisotto, diretor de engenharia da Dafra, há vantagens evidentes ao utilizar LEDs nas motos, o que levou a marca a incorporá-los na iluminação traseira do scooter Citycom 300i. “Isso representou uma grande economia de energia, que passou de 42 watts e 3,5 Ampéres de consumo, para os mesmos 42 watts de potência com apenas 0,4 A ao usar os LEDs. O gerador de energia da bateria, por exemplo, sofre menos após dar a partida, assim como a bateria reabastece sua carga mais rápido. Na marcha-lenta, o consumo elétrico chega a ser 20% menor”, completa.
Leonardo Figueiredo, gerente de produto da Philips, relata que há outras vantagens no uso dos LEDs de sinalização (freios, piscas e placa). Entre elas, ele pontua intensidade luminosa cinco vezes maior, além de acendimento instantâneo – lâmpadas incandescentes demoram centésimos de segundos para acender – fator que aumenta a segurança ao frear, por exemplo.
Nas palavras do engenheiro da Dafra, o uso dos diodos se tornou comum na iluminação de painéis; o Cityclass 200 é um exemplo. Para a iluminação frontal, indireta por conta da necessidade do refletor do farol, normalmente é preciso utilizar um globo refletor específico.
A Harley-Davidson já oferece tal aparato como opcional para parte de suas motos, e como item de série para a top de linha Ultra Limited CVO.
O kit Daymaker para o modelo Forty-Eight, por exemplo, custa em torno de R$ 4.000. Flavio Villaça, gerente de marketing da H-D, explica que “o uso do projetor de formato polielipsoidal é necessário para o farol emitir um facho de luz que atenda à luminosidade exigida pelas normas de segurança vigentes”.
Logo, faróis de LED vendidos no mercado paralelo tendem a ser imperfeitos. Ao contrário da lâmpada incandescente, com filamento que dissipa uma parábola de luz lateralmente – que é então refletida pelo projetor –, o LED não emite luz da mesma forma que o filamento.
Isso pode representar um risco para o motociclista, como alerta o engenheiro Alfredo Guedes Jr., da Honda “Lâmpadas de LED paralelas tendem a formar um facho de luz com zonas apagadas, foco disperso ou mais fraco que o necessário para a segurança de condução”, diz.
No entanto, existem no mercado diversos modelos parecidos com “espigas de LEDs”. Com encaixes tipo H4 e H7, tais lâmpadas trazem dezenas de diodos para tentar compensar a falta de potência luminosa ao serem usados em um refletor de farol comum.
A Philips, por sua vez, já fabrica uma lâmpada tipo bulbo (H4) com LED interno que atende ao uso com projetores comuns. Mas por enquanto, a chegada do produto por aqui ainda está em estudo.
Características
O funcionamento do LED consiste em energizar pastilhas de silício ou germânio – que vão soldadas em placas de CI (circuito impresso) – que iluminam. Normalmente, as carreiras de LEDs ficam dentro de um conjunto selado, à prova de umidade. Por isso, quando um LED apaga, é muito complicado de trocá-lo em separado dos outros.
Segundo Trisotto, da Dafra, o que pode acontecer com LEDs dispostos em placas é a soltura da solda, algo normalmente raro de ocorrer. “Se a solda das placas começa a soltar, outros diodos costumam apagar em seguida; aí o jeito é trocar a placa toda. Eles também sofrem com umidade; situação que causa oxidação e condena a iluminação”. Trisotto completa ainda dizendo que o tempo de uso de um LED varia entre 50.000 e 100.000 horas, contra cerca de 10.000 a 20.000 horas de uma lâmpada comum.
Já Alfredo Guedes Jr, da Honda, revela que outra vantagem do uso de LEDs em motocicletas é sua resistência contra a vibração. “O ‘calcanhar de Aquiles’ de uma lâmpada incandescente é o seu filamento interno, que sofre com a vibração. No caso do LED, em estudos notamos que a solidez das pastilhas oferece uma resistência muito maior”. O custo maior do diodo, portanto, acaba compensando o investimento.
A Ducati aproveitou o evento Motor Bike Expo, em Verona (Itália), para revelar o seu conceito draXter - uma interpretação dragster da recém-lançada XDiavel, apresentada ao mundo durante o Salão EICMA 2015, em novembro do ano passado.
A draXter é um projeto estiloso realizado pelo braço de Design Avançado da equipe de design interna da fabricante italiana, Ducati Design Center. Ela se parece com uma XDiavel que foi embelezada com acessórios com um orçamento ilimitado.
A suspensão e freios vieram direto da superbike Panigale. Outro destaque fica por conta do escape Termignoni monstruoso. As rodas também são diferentes em comparação com a XDiavel padrão.
A Ducati XDiavel não passa despercebida, pelo contrário, mas os designers da Ducati acentuaram suas linhas, dando-lhe uma aparência mais agressiva. O número 90 é uma homenagem ao 90º aniversário da Ducati, que será celebrado este ano. O Motor Bike Expo aconteceu na cidade italiana de Verona entre os dias 22 e 24 de janeiro.
Fotos: Divulgação
A preparadora espanhola XTR Pepo começou o ano de 2016 com muita força ao apresentar o modelo Extreme Speed by XTR, uma preparação esportiva derivada de uma Triumph Speed Triple de 2005.
Essa adaptação bastante atraente da naked britânica regressa às motocicletas que participavam de competições antigamente, mas com mecânica e tecnologia do século XXI.
Alguns elementos especiais que compõem esta preparação ganham destaque com a carenagem dupla dos faróis, paralamas em fibra de carbono personalizados, quadro personalizado e assento TR Metralla com estofado especial.
Além disso, a Extreme Speed by XTR conta com suporte para a placa específico, cabos passaram por reposicionamento, guidão Tomaselli, discos de freio NG, filtro de ar KN, peças Rizoma, silenciador Zard, luz traseira Montesa e
pintura a mão Artenruta.
Uma mistura de dois mundos muito bem-sucedida, concordam?
Fotos: Divulgação











