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Notícias na General Osório

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Um pouco sobre a Gumps Garage...


Em 2007, quando Júlio Fleury Plácido comprou sua primeira Harley para acompanhar seu irmão, sem que se soubesse, a Gumps Garage já era idealizada. Com a necessidade de se realizar pequenos serviços, Plácido conta: “Comecei a fazer reparos nos nossos modelos e de amigos. Porém, percebi que os meus conhecimentos mecânicos me limitavam e revolvi me especializar. Para isso procurei o melhor curso de mecânica de Harley Davidson que existe, a Motorcycle Mechanics Institute (MMI), que fica baseado no Sul dos Estados Unidos. Essa é a única Instituição que capacita mecânicos para a própria Harley Davison nos EUA e no mundo”, explica.

Ele conta ainda que, ao regressar para o Brasil, não demorou para a ideia sair do papel e ser colocada em prática. E assim, em 2011 a Gumps Garage é inaugurada.

De lá pra cá, foi só uma questão de tempo para atingirmos um lugar de destaque no “ranking” das melhores oficinas no seguimento da marca HD.

Na Gumps, Plácido disponibiliza de uma gama completa de ferramentas e equipamentos especiais para executar todo o tipo de serviço em qualquer um dos modelos da fabricante Americana. “Hoje sou o único mecânico certificado pela MMI em ativa no Brasil. Isso dá muita credibilidade e segurança ao meu cliente. Vivemos nossa filosofia de trabalho, que também é nosso slogan: One Stop Shop”.

A nossa estrutura visa atender o cliente de acordo com suas necessidades. Além da oficina, contamos, também, com um departamento comercial para compra, venda, troca e consignação das motocicletas HD, ampliando ainda mais a gama de negócios.

Outro diferencial na Gumps é a forma com que nos relacionamos com os clientes. Cordialidade e honestidade são responsáveis pelo retorno acima do esperado, que a oficina e a loja têm conquistado ao longo dos anos.

“Além da excelência nos serviços prestados, somos muito transparentes com nossos clientes, que têm acesso livre à oficina e, em alguns casos, o proprietário até acompanha o serviço”.

Os donos desses modelos são bastante exigentes e fazem questão de conhecer cada detalhe técnico das motocicletas e sobre os reparos a serem executados. É muito importante que o estabelecimento proporcione uma relação de respeito e confiança.

Oferecer para o cliente algo a mais, além da troca de peças é o segredo daqueles que conquistam a preferência dos apaixonados por motocicletas. Júlio Plácido, proprietário da Gumps Garage é um desses.

Venham nos fazer uma visita. O café é por nossa conta.

CONTATO: (11) 3297-2870 – www.gumpsgarage.com.br
Rua Vieira de Morais, 1737 – Campo Belo / São Paulo / SP



(Fonte: Equipe MOTO.com.br) - 08/11/2015
Tokyo MotorShow é vitrine para o futuro em duas rodas

Realizado há 60 anos, o Tokyo Motor Show sempre serviu como vitrine de futuras tecnologias e tendências em duas e quatro rodas. A 44ª edição do evento, que acontece com muita badalação até o dia 8 de novembro na capital japonesa, não foi diferente. As principais fabricantes nipônicas de motocicletas mostraram como poderão ser as motos do futuro.

A Kawasaki continua apostando em motores superalimentados (supercharged) para oferecer desempenho com menor consumo de combustível; Suzuki e Honda dão pistas de como as motos podem resolver o futuro da mobilidade, mas a Yamaha foi ainda além: apresentou o primeiro projeto de um “robô-motociclista”.

Acompanhe os destaques em duas rodas da edição 2015 do Tokyo Motor Show.

Honda
A maior fabricante de motocicletas do mundo e dona de uma dos maiores estandes no salão mostrou novos automóveis, mas também apresentou diversos conceitos. A começar pela EV-Cub focada na mobilidade urbana. Usando uma bateria recarregável, que pode ser retirada e carregada na tomada, a motoneta é uma releitura da pioneira Super CUB, porém com propulsão elétrica.

Talvez o mais revolucionário seja o protótipo Neowing de três rodas que inclinam nas curvas, o que, segundo o fabricante, proporciona ao piloto a sensação de estar em uma moto. Embora a ideia não seja nova, afinal Piaggio e Yamaha já produzem triciclos semelhantes, o Neowing usa propulsão híbrida (propulsor de 4 cilindros a explosão e motores elétricos).

Apesar dos conceitos futuristas, foi uma pequena esportiva batizada de “Supersport” que despertou a imaginação dos jovens pilotos. O modelo traz equipamentos agressivos para a categoria como suspensão dianteira invertida, pinças de fixação radial e sistema de escape esportivo Akrapovic – e tudo indica deverá ser a substituta de CBR 250R para brigar com Kawasaki Ninja 300 e Yamaha R3.

Outra novidade mais “palpável” da Honda foi a reformulada linha “X”, formada pela CB 500X, NC 750X e a VFR 1200X. Todas ganharam um desenho mais moderno, com linhas angulosas, e melhorias pontuais, como suspensões ajustáveis e outros detalhes. Produtos globais da Honda essas novas “X” certamente virão ao Brasil.

Suzuki
Com o tema “os próximos 100 anos”, a Suzuki chamou a atenção com seus conceitos. O pequeno Hustler Scoot é a aposta da fábrica para executivos e jovens urbanos: além do tradicional espaço sob o banco, o scooter vem com uma mala, que pode ser encaixada na plataforma entre as pernas do piloto. Outro conceito que atiçou os fãs de motos esportivas foi a GSX-Concept, um mocape que mostra as linhas da futura esportiva de quatro cilindros da Suzuki – uma nova 1.000cc, apostam alguns, ou a nova sport-touring para substituir a Hayabusa, crêem outros.

Porém o grande destaque não tinha rodas: era um motor bicilíndrico turbo, descrito dessa forma pela fábrica. Sem mais informações, a imprensa japonesa afirma que o projeto se chama EX7, tem cerca de 600cc e poderá equipar uma moto média no futuro – é o “downsizing” chegando às motos.

Kawasaki
Quem também apostou em motores superalimentados foi a Kawasaki. Quer dizer, manteve a aposta, pois a fábrica de Akashi já vende dois modelos – as superesportivas H2 e H2R com motores supercharged. Chamado de “Balance Supercharged Engine”, ou seja, motor equilibrado e superalimentado, promete alto desempenho com economia de combustível e baixos níveis de emissão. Trocando em miúdos: o sonho de qualquer fabricante.

Para provar que não estava apenas “delirando”, a Kawa ainda mostrou um esboço chamado de SC 01 Spirit Charger, que mostra como poderia ser uma futura moto com esse novo motor. Vale sempre lembrar que a Ninja H2 e H2R surgiram assim, neste mesmo salão, há dois anos.

Yamaha
Se uma fábrica soube explorar o 44º Tokyo Motor Show como vitrine de futuras tecnologias, essa marca foi a Yamaha. Basta dizer que em seu estande havia desde um carro esportivo até um robô capaz de acelerar a nova esportiva R1 a mais de 200 km/h.

Batizado de “Sports Ride Concept”, o tal carro esportivo foi concebido pelo processo i-Stream, do designer Gordon Murray, com chassi tubular rígido e painéis, sistema semelhante ao utilizado nos carros de Formula 1. O propósito é aproximar o motorista do veículo que conduz como em uma moto. Pesando apenas 750 kg, o conceito esportivo tem 3,9 m de comprimento e 1,72 m de largura.

Mas foi a primeira versão do “Motobot”, o robô motociclista que repercutiu em todo o mundo. O robô humanóide rígido funde as tecnologias da divisão de motos e de robótica da Yamaha. O departamento de pesquisa e desenvolvimento trabalha para que o Motobot possa acelerar uma moto a mais de 200 km/h na pista! Por quê isso? Segundo a fábrica, a tarefa de controlar os movimentos de uma moto em altas velocidades requer infinitos sistemas de controles que exigem muito precisão. O objetivo é entender esses processos para aplicá-los em sistemas de segurança para as motocicletas.

Completando as inovações, uma moto de três rodas, chamada de MWT-9, que utiliza o sistema de Leaning Multi-Wheel (rodas que inclinam) já adotado no urbano Tricity, um scooter de três rodas já à venda na Europa. Com o propósito de ser uma “devoradora de curvas”, a MWT-9 tem o visual e o motor da MT-09: um 3 cilindros de 850 cm³.

Confira o vídeo do Yamaha MWT-9 Leaning Multi-Wheeler




Confira o vídeo do Yamaha Motobot Ver. 1




(Fonte: Agência Infomoto) - 08/11/2015
Teste: Honda SH 300i é uma máquina e tanto

Dentre os lançamentos da Honda no Salão Duas Rodas, o anúncio da chegada para 2016 do maxi scooter SH 300i demonstra que o fabricante japonês está observando com atenção as necessidades e preferências dos motociclistas por esse estilo de motocicleta, que vem ganhando a cada ano novos adeptos no mercado brasileiro pelo seu estilo diferenciado, praticidade no trânsito e pilotagem facilitada, por conta, dentre outros aspectos, da comodidade da transmissão automática CVT (relações de marchas variáveis). Os scooters no Brasil já são um fenômeno de vendas e o modelo SH 300i é reconhecido como um verdadeiro best seller da Honda na Europa, com mais uma milhão de unidades vendidas no continente.

Com um conjunto que mescla tecnologia e estilo clássico, o maxi scooter SH 300i chega com a missão de marcar a estreia da Honda no segmento de scooters de média cilindrada no Brasil. Inicialmente, o modelo vai ser oferecido em versão única com sistema de freios ABS (antitravamento), com produção local na fábrica da marca japonesa, em Manaus (AM).

O SH 300i traz em sua frente um conjunto óptico com o farol com lâmpadas em LED fixado em uma semicarenagem junto ao guidão. Logo abaixo está a luz diurna de posição e as setas também em LED, embutidas à carenagem frontal e que trazem elementos visuais em seu design que valorizam sua proposta despojada e robusta.

Uma novidade no segmento de scooters no mercado brasileiro e que está presente na SH 300i é a tecnologia Smart Key, que ativa a ignição e a abertura do banco quando o motociclista se encontra a dois metros de distância do scooter, além de possibilitar o acionamento do motor apenas com a proximidade da chave.

A ciclística do SH 300i é caracterizada por unir um chassi (tipo underbone) de piso plano e rodas de liga leve aro 16, que proporcionam mais é o conforto e a agilidade em seus deslocamentos. O assento é dividido em dois níveis, para delimitar os espaços do piloto e do garupa e oferece na sua parte interna um compartimento que serve para guardar um capacete ou pequenos pertences. Em contraste, a traseira é moderna, com as lanternas traseiras em LED.

VOLTA RÁPIDA
Já que o maxi scooter SH 300i estava disponível para teste ride no estacionamento da Honda no Salão Duas Rodas, aproveitamos para dar uma volta rápida para conhecer um pouco mais do modelo, que veio especialmente da Itália para ser apresentado no evento. Olhando bem de perto, o primeiro maxi scooter da Honda no Brasil ostenta um visual mais para linhas do passado, como Vespa e Lambreta, com assoalho bem baixo e um generoso para-brisa. Ah, a bolha vai ser item de série, mas pode ser removida. O sistema Smart Key é uma boa facilidade e o funcionamento do motor é linear e bastante silencioso, como se espera de um scooter.
Segundo as especificações europeias, o SH 300i conta com motor monocilíndrico de 279,1 cm³ SOHC, arrefecimento líquido, com potência de 25 cavalos e torque de 2,55 kgfm. No pequeno circuito de teste, o SH 300i apresentou boa vitalidade nas partidas e os freios ABS se mostraram eficientes. Como o traçado era bem estreito e sinuoso, andamos com aceleração forte, para manter uma variação da rotação do motor, e fizemos algumas mudanças bruscas de direção para verificar como seriam suas respostas no trânsito, por exemplo.

O resultado agradou bastante, sobretudo pelo projeto com entre-eixos reduzido. A estabilidade nas curvas e o comportamento dinâmico na pilotagem foram precisos e muito seguros. O conjunto com rodas aro 16 proporcionaram boas respostas e o trabalho da suspensão foi surpreendente, sem extrapolar o curso de amortecimento, mesmo sendo forçado para isso.

Com produção nacional e as vendas programadas para começar em 2016, a Honda anuncia projeções bastante modestas para o maxi scooter SH 300i, estimando comercializar cerca de 1.500 unidades por ano, visando atender um diferenciado no segmento de maxi scooters, por meio da rede de concessionárias Honda Dream.

Com esse lançamento importante, a Honda acelera o passo no segmento de maxi scooters no Brasil. O próximo modelo nesse segmento na lista estratégica da marca japonesa para o país pode ser o diferenciado maxi scooter Integra, equipado com poderoso motor dois cilindros de 750cc e o avançado câmbio DCT (Dual Clutch Transmission) de seis velocidades, com três modos de pilotagem (D, S e Manual). Agora vamos esperar e ficar na torcida.

FICHA TÉCNICA
MOTOR Monocilíndrico arrefecido por água, 4 tempos, SOHC
DIÂMETRO X CURSO (mm) 72 x 68,5
ALIMENTAÇÃO Injeção eletrônica PGM-FI
TAXA DE COMPRESSÃO 10,5 : 1
CILINDRADA 279,1 cm³
POTÊNCIA 25 CV (18,5 kW)/7.500 rpm
TORQUE 25,5 Nm (2,55 kgfm)/5.000 rpm
PARTIDA Elétrica
EMBREAGEM Automática, centrífuga
EMBREAGEM - FUNCIONAMENTO V-Matic
TRANSMISSÃO FINAL Correia em V
DIMENSÕES (mm) 2.131 x 728 x 1.193 mm
ENTRE EIXOS 1.438 mm
ALTURA DO ASSENTO 805 mm
QUADRO Berço com tubos de aço
FREIOS DIANTEIROS Disco perfurado de 256 x 4,5 mm, com pinça de dois êmbolos
FREIOS TRASEIROS Disco de 256 x 5 mm, com pinça de um êmbolo
SUSPENSÃO DIANTEIRA Amortecedores telescópicos de 35 mm
SUSPENSÃO TRASEIRA Braço oscilante com duplo amortecedor
RODA - DIANTEIRA 16 x MT2.75
PNEU - FRENTE 110/70 16
RODA - TRASEIRA 16 x MT3.50
PNEU - TRASEIRO 130/70 16
TANQUE DE COMBUSTÍVEL 9 litros
PESO EM ORDEM DE MARCHA 169 kg

Vespa 946 Armani atravessa o Oceano Atlântico

Após a sua estreia no mercado europeu, a Vespa 946 Emporio Armani chega aos Estados Unidos. A versão especial deste ícone italiano de duas rodas foi apresentada aos fãs da marca na loja Armani, que fica na sofisticada West Broadway, em Nova Iorque.

A Vespa 946 Armani será vendida nas concessionárias do Grupo Piaggio nas principais cidades norte-americanas como Miami, Dallas, Los Angeles, San Francisco, Chicago, além, é claro, Nova Iorque.

O repaginado scooter foi idealizado pelo estilista italiano para comemorar o 40º aniversário da grife Giorgio Armani e os 130 anos do Grupo Piaggio. O modelo é caracterizado por uma exclusiva cor (cinza, com um toque de verde) e assento em couro marrom.

Foto: Vespa/Divulgação

(Fonte: Agência Infomoto) - 01/11/2015
Detran: Condutor pode pedir advertência em vez de multa


Em vez de multa, receber uma advertência por escrito em decorrência de uma infração cometida no trânsito. E, com isso, ficar livre da pontuação e da cobrança de multa. Isso é possível? Não só é possível como o Departamento Estadual de Trânsito de São Paulo (Detran.SP) permite que o motorista faça o requerimento de forma 100% online pelo site detran.sp.gov.br.

A advertência por escrito foi regulamentada pelo Conselho Nacional de Trânsito (Contran) em 2014, quando passou a ser aplicada. Tem direito ao benefício quem cometeu infração leve ou média, desde que não seja reincidente na mesma infração nos últimos 12 meses.

A advertência por escrito deve ser solicitada ao Detran.SP apenas se o Departamento de Trânsito for o órgão autuador. O nome do órgão autuador pode ser verificado na notificação de autuação enviada por carta ao motorista.

“Um trânsito melhor e mais seguro depende de uma mudança de comportamento. Quando avaliamos que o motorista tem um bom histórico, mas por algum deslize cometeu uma infração que pode ser revertida em advertência, o benefício será concedido. Acreditamos que isso estimula uma melhor conduta no trânsito”, reforça Daniel Annenberg, diretor-presidente do Detran.SP.

Como solicitar – O requerimento precisa ser apresentado dentro do prazo para enviar a defesa da autuação, após receber a notificação de autuação, primeiro documento enviado ao condutor dando ciência de que uma infração foi registrada. Em geral, esse prazo é de 30 dias a partir da data de emissão da notificação.

O Detran.SP disponibiliza a opção de pedido online da advertência por escrito em seu site na área de “Serviços Online”, clicando em ”Solicitar e acompanhar recurso de penalidade”.

Por questões de segurança, é preciso fazer um rápido cadastro para obtenção de login e senha de acesso. Depois, deve-se preencher, imprimir e assinar o formulário disponível na própria página. Após essa etapa, o condutor terá de digitalizar o formulário (por meio de scanner ou foto) e fazer o upload, anexando outros documentos necessários (listados no link http://scup.it/a9my) para a análise do requerimento.

O julgamento não poderá ser realizado se não for anexada toda a documentação. São aceitos arquivos nos formatos PDF, JPGE, JPG e TIFF, com, no máximo, 5 MB (megabytes).

A análise leva em conta não apenas a infração cometida, mas todo o histórico do condutor, e a aplicação é facultativa ao órgão de trânsito. Por isso, pedir a advertência não significa que ela será concedida.

“Em geral, os requerimentos são indeferidos quando o condutor não se enquadra nos requisitos exigidos na legislação federal de trânsito. Além disso, quando a infração cometida apresenta risco à segurança no trânsito, como o uso do celular ao volante, optamos por manter a penalidade de multa”, ressalta o capitão da Polícia Militar Marcondes de Brito Maciel, que atua no Comando de Policiamento de Trânsito junto à Diretoria de Educação para o Trânsito e Fiscalização do Detran.SP.

Multas de outros órgãos – Só o órgão que registrou a infração poderá aplicar a advertência no lugar da multa. O motorista sempre deve enviar o requerimento ao órgão autuador, que consta no topo da notificação de autuação.

As multas aplicadas pelo Detran.SP, por meio da Polícia Militar, quase sempre dependem de abordagem do motorista e têm caráter administrativo. Compete ao Detran.SP fiscalizar, por exemplo, a validade de documentos de porte obrigatório (licenciamento anual do veículo e Carteira Nacional de Habilitação), condições do veículo, embriaguez ao volante, entre outras infrações.

Para fazer o pedido aos demais órgãos de trânsito (como prefeituras e órgãos rodoviários), o motorista deverá apresentar o histórico do seu prontuário, que permitirá a análise. O cidadão pode imprimir o histórico no portal do Detran.SP (www.detran.sp.gov.br), em “Serviços Online”, clicando em "Consulta de pontos da CNH".

Foto: Guilherme Lara Campos/Divulgação

(Fonte: Equipe MOTO.com.br) - 25/10/2015
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