A Ducati Brasil divulga a nova tabela de preços públicos sugeridos para sua linha de motocicletas nacionais e importadas comercializadas no país.
O consumidor pode obter o endereço da concessionária da marca italiana mais próxima de sua localidade no site ducati.com.br e pelo telefone 0800-7382284.
MODELO/VERSÃO
PREÇO
Monster 796
R$ 37.900
Monster 821
R$ 43.900
Monster 1200
R$ 64.900
Monster 1200 S
R$ 73.900
Diavel Cromo
R$ 59.900
Diavel Dark
R$ 59.900
Diavel Carbon 2014
R$ 69.900
Diavel Carbon 2015
R$ 74.900
Multistrada 1200 ABS
R$ 59.900
Multistrada 1200 S Touring
R$ 71.900
Multistrada 1200 S Pikes Peak
R$ 81.900
1199 Panigale ABS
R$ 72.900
1199 Panigale S
R$ 87.900
1199 Panigale S Senna
R$ 100.000
Hypermotard
R$ 44.900
Hyperstrada
R$ 49.900
Foto: Ducati/Divulgação
A Lei do Desmonte do Estado de São Paulo completa um ano nessa quarta-feira (1º/07) com o fechamento de centenas de estabelecimentos irregulares nesse período. A lei estadual n° 15.276 é pioneira no controle da atuação dos desmanches e serviu de referência para a lei federal nº 12.977/2015, que entrou em vigor em 20 de maio deste ano.
A Lei do Desmonte prevê o credenciamento dos estabelecimentos que atuam com o desmanche, revenda ou reciclagem de peças de veículos usados junto ao Detran.SP. Entre outras exigências, o estabelecimento não pode ter dívida ativa junto ao Estado e nem sócios com antecedentes criminais, alvará de funcionamento expedido pela respectiva prefeitura, controle de entrada e saída das peças e cuidados com o meio ambiente (como a correta retirada de fluidos e gases dos veículos, por exemplo).
Até o final do mês de junho, 1.523 empresas do setor de desmanche solicitaram o credenciamento junto ao Detran.SP, sendo que 1.047 estão autorizadas a funcionar. As outras 476 empresas tiverem o pedido indeferido porque não apresentaram a documentação completa prevista na legislação.
Somente na cidade de São Paulo, 560 deram entrada no pedido de credenciamento e 374 estão autorizadas a funcionar. As demais 186 empresas tiverem a solicitação indeferida por não terem apresentado todos os documentos necessários.
A fiscalização dos estabelecimentos que trabalham com peças usadas é feita de forma permanente em todo o Estado, pelo Detran.SP em conjunto com a Secretaria de Segurança Pública (SSP), a Secretaria da Fazenda e as prefeituras locais.
Desde julho do ano passado já foram fechados 671 estabelecimentos irregulares de revenda de peças usadas de um total de 1.132 operações de fiscalização em todo o Estado. Somente na capital, foram fiscalizados 243 empresas de desmanche, das quais 172 foram lacradas.
Entre as penalidades previstas para as empresas irregulares estão: interdição do estabelecimento, perda dos bens (peças), multa e a cassação no cadastro de contribuintes do ICMS por parte da Secretaria da Fazenda. Os estabelecimentos interditados também devem responder a processo administrativo junto ao Detran.SP.
Para fazer denúncia de estabelecimentos que trabalham fora das regras estabelecidas pela Lei do Desmonte é só entrar em contato com o serviço de atendimento do Detran.SP no site detran.sp.gov.br.
Foto: Geraldo Magela/Agência Senado
A Yamaha vai começar a disponibilizar em julho na sua rede de concessionárias as versões 2016 da XTZ 250 Lander BlueFlex e Fazer 150 com preço público sugerido de R$14.150,00 e R$8.960,00, respectivamente. Confira as principais alterações:
Nova Lander 250 BlueFlex
O modelo 2016 da Lander 250 conta com a nova geração do sistema BlueFlex, que permite abastecer a motocicleta com gasolina, etanol ou com a mistura dos dois combustíveis. Além disso, a Lander 250 recebeu novo painel, piscas cristal e uma atualização em seus grafismos. Com preço sugerido de R$14.150, a Lander 250 estará disponível na rede de concessionárias Yamaha a partir da segunda quinzena de julho.
A Lander 250 continua equipada com motor monocilíndrico de 249,45 cm³ com comando simples no cabeçote (SOHC) e arrefecimento misto, uma vez que conta com o auxílio de um radiador de óleo. O motor é capaz de gerar até 20,7 cv quando alimentado com gasolina e 20,9 cv com etanol, ambos atingidos a 8.000 rpm. O torque máximo é de 2,10 kgf.m com etanol e 2,09 kgf.m com gasolina, disponíveis a 6.500 giros.
A nova geração da Lander traz um novo painel totalmente digital com iluminação em LED vermelho e uma novidade: indicador ECO, que acende quando o motor trabalha na faixa de rotação de maior eficiência, indicando uma pilotagem mais econômica.
Com isso, a Lander 250 passa a adotar a luz BlueFlex no painel. Esta, quando acesa de maneira permanente, indica que o Sistema Yamaha de Segurança está em funcionamento. Nessa situação, o condutor deverá aguardar que a luz BlueFlex se apague para engatar uma marcha. Caso o mesmo engate uma marcha com a luz acesa o motor será desligado automaticamente pelo sistema.
Nova Yamaha Fazer 150
Lançada em 2013 no Brasil, a Fazer 150 chega com uma nova posição de pilotagem para 2016, mais esportiva, devido ao novo guidão mais baixo e as novas pedaleiras mais recuadas, e também conta com a tecnologia BlueFlex da Yamaha. Outras novidades são os contrapesos nas pontas do guidão, os espelhos, herdados da sua “irmã” de 250 cc, e as novas cores vermelho e azul, que chegam para somar às opções branca e preta com cinza fosco, já disponíveis. As partes do motor, garfo dianteiro e alça da garupa receberam a cor preta, combinando com os novos grafismos que reforçam a proposta mais agressiva da nova street.
A proposta também se estende para o novo desenho da chave, mais moderno e as pedaleiras com protetor em alumínio, material usado também nas alças de apoio da garupa. O painel ganhou relógio, função fuel trip, lampejador de farol alto e indicador ECO, que acende quando o motor trabalha na faixa de rotação de maior eficiência, indicando uma pilotagem mais econômica.
O motor da Fazer 150 é um monocilíndrico de 149,3 cm³ com comando único no cabeçote (SOHC) e de arrefecimento a ar. Pode ser abastecido com gasolina, etanol ou com a mistura de ambos em qualquer proporção. O motor é capaz de gerar até 12,2 cv, quando alimentado com gasolina e 12,3 cv com etanol, ambos atingidos a 7.500 rpm. O torque máximo é de 1,285 kgf.m com gasolina e 1,295 kgf.m com etanol, disponível em a 5.500 giros.
O modelo também será contemplado pela exclusiva Revisão com Preço Fixo Yamaha, na qual o cliente sabe exatamente quanto pagará desde a primeira até a sétima revisão (até os 30.000 quilômetros. Com preço sugerido de R$8.960, a Fazer 150 estará disponível na rede de concessionárias Yamaha a partir da segunda quinzena de julho.
PS: Até o momento desta publicação não havíamos recebido as fotos da nova Fazer 150. Por isso, publicamos as fotos feitas com celular no dia do evento de apresentação do modelo. Assim que recebermos faremos a atualização.
Ter uma street de 250 ou 300 cc na garagem é o sonho de muitos motociclistas. Elas oferecem desempenho razoável, conforto e, claro, status. Afinal, rodar com uma Honda CB 300R, Yamaha Fazer YS 250 ou Dafra Next 250 significa ter deixado para trás o mundo das motos entre 125 e 150 cc, consideradas “pequenas” e muito utilizadas como ferramentas de trabalho. Para fisgar esse consumidor, a chinesa Traxx apresentou a TSS 250 que tem como atrativos um design moderno e preço sugerido menor entre as mais vendidas do segmento: R$ 9.590,00.
O novo modelo é montado na fábrica da Traxx em Manaus (AM) e usa o mesmo motor que a trail Fly 250. O propulsor tem um cilindro, 223 cm3, comando simples e duas válvulas. Alimentado por injeção eletrônica, o motor tem a potência máxima de 16 cv a 7.500 giros e torque de 1,7 kgf.m a 6.000 giros. Um olhar mais atento percebe o enorme radiador de óleo. O lubrificante tem a função, junto com as aletas, de refrigerar o motor. Câmbio de seis velocidades completa o conjunto mecânico do novo modelo Traxx.
O visual da moto é bastante harmonioso e oferece ao consumidor alguns “luxos” como duas luzes espia, em tom azul, que destacam o farol do modelo. Pode não ser uma unanimidade, mas chama atenção. Para completar, uma fileira de LEDs abaixo do farol ajuda na missão de avisar que a TSS 250 está chegando para disputar um concorrido segmento.
Seu painel, que lembra bastante o da mini-esportiva Honda CBR 250 R, é completo com destaque para o conta-giros analógico, enquanto informações como velocidade, hodômetros, relógio de horas e marcha engatada são facilmente lidas no mostrador digital. O sistema de segurança da chave (shutter key) também está presente e oferece mais segurança contra roubos. Os comandos no guidão são os básicos, além de corta corrente (engine-stop) e lampejador de farol alto. Os botões tem acabamento espartano e combinam com a proposta da moto de ter preço abaixo da concorrência.
Seu tanque de combustível tem a capacidade para 15 litros de gasolina – ao contrário da Fazer Blue Flex e Honda CB 300R, o modelo não oferece a possibilidade de abastecer também com etanol. A tampa do bocal em padrão aeronáutico, os retrovisores hexagonais e os piscas com lentes cristal ajudam a reforçar o apelo esportivo do modelo.
Aliás, o apelo esportivo, ao menos visualmente, é uma marca da TSS 250 que ainda conta com um spoiler sob o motor e piscas dianteiros integrados às aletas do tanque. O para-lama dianteiro, com protetor do garfo, também se destaca.
O conjunto ciclístico da TSS 250 não traz novidades, segue a mesma receita que as demais motos da categoria. Na dianteira, um par de bengalas convencionais que oferece curso de 115 mm; na traseira, a balança usa um amortecedor e tem curso de 35 mm com regulagem na compressão da mola. Rodas em liga de 17 polegadas são calçadas com pneus Maggion Sportissimo nas medidas 110/70 na frente e 130/70 atrás. Discos em formato margarida nas duas rodas completam o conjunto.
Primeiras impressões
Experimentamos o modelo em uma pista fechada às margens do Rio Negro, em Manaus (AM). A Traxx TSS 250 é uma moto leve que se “entrega ao piloto” no primeiro momento. As mãos alcançam os comandos naturalmente e, ao girar a chave, o check-up da injeção no painel eletrônico dá as boas vindas.
O botão de partida desperta facilmente o motor e o escapamento emite um som grave. Primeira marcha acionada e é preciso acelerar para vencer a inércia, demonstrando pouco torque em baixos giros. Na pista plana e livre de tráfego foi possível conhecer a desenvoltura do motor que gosta de trabalhar em altas rotações. Ideal para os pilotos que gostam de usar bastante o câmbio e buscar o giro do motor até atingir a faixa de corte nos 10.000 rpm.
Nessa tocada, a moto mostrou vigor até engatarmos a sexta marcha. Os giros ficam lentos, assim como o desempenho do motor. Talvez na estrada seja possível ver o motor “encher”, mas nas condições do teste, a sexta marcha parece ser um exagero na moto. Por falar em marcha o câmbio ofereceu engates precisos e, mesmo no calor de Manaus, achar o ponto-morto, não foi difícil.
Garupa e piloto desfrutam de um banco largo e com boa camada de espuma. Claro que a qualidade do componente só pode ser avaliada em longos períodos, mas neste primeiro contato, o assento foi aprovado. Os comandos de freio e embreagem têm acionamento dócil e não devem cansar em meio ao trânsito travado das cidades. E por falar em trânsito, a TSS 250 mostrou facilidade nas mudanças de direção, simulando o rodar entre os automóveis.
Conclusão
O modelo pode ser uma opção a ser considerada, porém o consumidor deve saber que a rede de concessionárias é bem reduzida nas regiões Sul e Sudeste. Segundo Fernando Zhang, diretor comercial da empresa, o plano é passar de 120 para 180 concessionários em três anos. Nesse plano de crescimento, a Traxx pretende ampliar a presença nessas regiões.
No teste ride o modelo conseguiu agradar por conta de seu design e facilidade de pilotagem. Porém, o desempenho comedido e a falta de concessionárias podem ser a grande barreira para o sucesso de vendas da moto, que tem como forte argumento seu preço. Como comparação, o preço sugerido da Honda CB 300R é de R$ 12.736; Yamaha Fazer 250 sai por R$ 13.145 e a Dafra Next 250, R$ 13.790.
FICHA TÉCNICA
Traxx TSS 250
Motor Um cilindro, OHC, quatro tempos e arrefecimento misto com radiador de óleo
Capacidade cúbica 223 cm³
Potência máxima 16 cv a 7.500 rpm
Torque máximo 1,7 kgf.m a 6.000 rpm
Câmbio Seis marchas
Transmissão final Corrente
Alimentação Injeção Eletrônica
Partida Elétrica
Suspensão dianteira Garfo telescópico, 115 mm de curso
Suspensão traseira Monoamortecedor, 35 mm de curso
Freio dianteiro Disco simples, tipo margarida, 276mm de diâmetro
Freio traseiro Disco simples, tipo margarida, 220mm de diâmetro
Pneus 110/70 – 17 (dianteira) / 130/70 - 17 (traseira)
Comprimento 2066 mm
Largura 753 mm
Altura 1070 mm
Peso (a seco) 134 kg
Tanque de combustível 15 litros
Cores Vermelha e Preto; Branca e Preto
Preço sugerido R$ 9.590,00
Apresentada recentemente em evento exclusivo em São Paulo, a nova Z300 chegará em julho nas concessionárias da Kawasaki de todo o Brasil com preço sugerido de R$17.990 e R$19.990 (ABS). A Z300 estará disponível nas cores verde, cinza e laranja para o modelo standard e apenas na cor verde para a versão cm freios ABS.
Com visual agressivo, herdado da Z800 – até em pequenos detalhes, como nas pequenas letras "Z" gravadas no assento –, a moto tem tudo para ser um dos grandes trunfos da Kawasaki no Brasil. Se por fora a inspiração visual veio da naked mais forte, "por dentro" a moto reproduz características mecânicas de outro projeto da marca japonesa: a Ninja 300. Por isso, ela traz o mesmo quadro tipo diamond feito em aço e motor de dois cilindros paralelos de 296 cc da miniesportiva. Números de potência e torque também são os mesmos: 39 cv a 11.000 rpm e 2,8 kgfm a 10.000 giros.











