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Notícias na General Osório

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Kawasaki Vulcan tem preço no país a partir de R$ 25.990

A Kawasaki anunciou os preços da sua custom Vulcan S, equipada com motor dois cilindros de 649 cm³, que poderá ser encontrada nas concessionárias da marca japonesa com preço de R$ 25.990, na cor branca ou preta.

Já na versão com sistema de freios ABS (antitravamento), a única opção de cor é a roxa e custará R$ 27.990. Vale lembrar que os preços são sugeridos pelo fabricante e não incluem o custo de frete e seguro.

Foto: Kawasaki/Divulgação

(Fonte: Agência Infomoto) - 14/06/2015
Guia de Compra: 15 motocicletas até R$ 10.000

Esta semana um amigo me procurou. Disse que queria mudar de vida, fugir do transporte público, dos altos preços de manutenção do carro e, consequentemente, dos estressantes congestionamentos que assolam as grandes cidades. Ele quer mobilidade e, principalmente, economizar tempo nos deslocamentos e gastar menos dinheiro para manter seu patrimônio. Depois de um discurso quase filosófico entre a relação cidade-homem, veio a pergunta: que moto comprar? Para começar no mundo das duas rodas opte por um modelo básico, cuja manutenção seja barata (veja pacote de peças), o consumo, baixo e fácil de pilotar.

Para efetuar um compra consciente é preciso analisar o perfil de uso e as reais condições de sua conta bancária. Não adianta comprar um scooter se a região que você mora tem avenidas esburacadas e ruas de paralelepípedos. Não adianta adquirir uma motoneta e rodar com garupa e peso extra. Por isso nós, da Agência INFOMOTO, elamoramos uma relação de 15 modelos – das streets até os scooter, passando pelas trail, custom e as versáteis CUBs. Uma, com certeza, será a ideal para solucionar o seu problema de mobilidade urbana. Os preços variam de R$ 4.637,00 (Honda Pop 100) até R$ 9.990, do scooter Dafra Cityclass 200.

Honda Pop 100 – R$ 4.637,00
Motocicleta de entrada da Honda, a Pop 100 foi apresentada ao mercado nacional há quase 10 anos, em 2006. Sua proposta era se tornar a primeira motocicleta de muitos consumidores brasileiros, justamente por sua simplicidade e preço público sugerido. Em muitos pontos do país, principalmente no Nordeste, ela se transformou no novo “burro de carga”, já que muitas famílias substituíram seu animal de transporte pelo modelo de baixa cilindrada da Honda. Econômica, a Pop 100 tem câmbio rotativo, mas com manete de embreagem. Uma acessível primeira moto que pode trazer a tão sonhada independência do transporte público. Com baixo custo de manutenção e de combustível, é boa opção tanto para a cidade, quanto para as áreas rurais.

Prós e contras
+ Baixo Preço/Simplicidade mecânica
- Design / sem espaço sob o banco

Quanto custa manter uma?
Lona dianteira: R$ 36,00
Lona traseira: R$ 35,00
Pisca dianteiro esquerdo: R$ 30,00
Manete esquerdo: R$ 21,00
Retrovisor esquerdo: R$ 37,00
Conjunto óptico: R$ 44,00 + carenagens R$ 33,00
Troca de óleo: R$ 20,00
Garantia: 3 anos

Dafra Kansas 150 – R$ 6.890
Para mudar de estilo na faixa das 150cc, sua opção pode ser uma custom e a moto em questão é a Kansas 150. O estilo é alusivo às estradeiras de alta cilindrada e inclui um bagageiro na rabeta que pode receber um “sissy bar” como acessório. Rodas de liga leve completam o visual que ainda conta com diversos itens cromados. No quesito motorização, nada muito diferente do que equipa os modelos street e trail de baixa cilindrada: um monocilíndrico de 149,4 cm³. O desempenho também é semelhante ao de outro modelo da casa, a Riva 150, com 12 cv de potência máxima a 8.500 rpm e torque máximo de 1,2 kgf.m disponíveis aos 7.100 giros. Mesmo com estilo custom, a Kansas é uma moto leve. São 114 kg a seco e tanque com capacidade para 11,6 litros.

Prós e contras
+ estilo custom / baixo peso
- Desempenho modesto

Quanto custa manter uma?
Pastilha dianteira: R$ 64,00
Lona traseira: R$ 54,00
Pisca dianteiro esquerdo: R$ 53,00
Manete esquerdo: R$ 68,00
Retrovisor esquerdo: R$ 155,00
Conjunto óptico: R$ 205,00
Troca de óleo: R$ 37,00
Garantia: 1 ano

Suzuki Intruder 125 ED – R$ 6.990
A pequena Suzuki Intruder 125 ED é uma das pouquíssimas custom de baixa cilindrada do mercado nacional. Por essa característica, ela privilegia o estilo e o conforto em detrimento ao desempenho. Conta com banco em dois níveis, diversas peças cromadas, rodas de liga leve e bagageiro de série. Seu motor monociclíndrico de 125 cm³, carburado e de arrefecimento a ar é capaz de gerar 11 cv a 9.000 rpm e torque máximo de 0,98 um pouco mais cedo, aos 7.000 giros. Assento largo e confortável, bagageiro e espelhos cromados, assim como os pára-lamas, tem painel completo com conta-giros e indicador de marcha, além de rodas de liga-leve e freio a disco de série na dianteira. São os trunfos da Intruder 125 para conquistar seus consumidores.

Prós e contras
+ Visual custom / Conforto
- Desempenho / Acabamento simples demais

Quanto custa manter uma?
Pastilha dianteira: R$ 52,22
Lona traseira: R$ 60,14
Pisca dianteiro esquerdo: R$ 52,07
Manete esquerdo: R$ 54,86
Retrovisor esquerdo: R$ 59,16
Conjunto óptico: R$ 231,14
Troca de óleo: R$ 65,00
Garantia: 1 ano

Dafra Riva 150 – R$ 6.990
A Riva 150 tem como arma para lutar no disputado segmento de street o visual mais esportivo. Este é conferido pelo farol poligonal, as rodas de liga leve, os contornos das aletas que ladeiam o tanque e a presença de um pequeno spoiler junto ao motor. Fruto da parceria da Dafra com a chinesa Haojue, marca responsável também pelos modelos de baixa cilindrada da Suzuki, a pequena Riva 150 chegou aqui no final de 2012. O motor é um monocilíndrico de 149,4 cm³ cuja potência máxima é de 12,1 cv a 8.250 rpm enquanto o torque máximo é de 1,11 kgf.m a 6.600 rpm. Já o tanque de combustível tem capacidade para 13,3 litros, o que a coloca no mesmo patamar de outros modelos do mesmo segmento.

Prós e contras
+ Visual diferenciado / bom acabamento
- Freios / Desempenho

Quanto custa manter uma?
Pastilha dianteira: R$ 33,00
Lona traseira: R$ 42,00
Pisca dianteiro esquerdo: R$ 53,00
Manete esquerdo: R$ 48,00
Retrovisor esquerdo: R$ 69,00
Conjunto óptico: R$ 284,00
Troca de óleo: R$ 25,00
Garantia: 1 ano

Yamaha Factor YBR 125 K1 – R$ 6.430
Modelo base na família street da Yamaha, a Factor YBR 125 K1 é também a mais leve (117 kg em ordem de marcha). Aliás, o peso é menor até no bolso. A versão K1 foi a grande novidade da segunda geração da Factor, apresentada em 2013. Na época, tratava-se de uma quarta versão com preço ainda mais inferior à de entrada (K) e com acabamento mais rústico. Hoje, ela está logo abaixo das versões E, com partida elétrica, e ED, que além de partida elétrica também inclui o freio a disco dianteiro e pintura mais refinada. O motor é um monocilíndrico de 123,7 cm³, capaz de gerar até 10,2 cv de potência máxima, enquanto o torque máximo de 1,0 kgf.m a 6.000 giros. Com a chegada do novo modelo de 150cc, acreditava-se que a Yamaha aposentaria a YBR. Mas a marca preferiu mantê-la como opção de entrada.

Prós e contras
+ Motor confiável / Preço acessível
- Visual “cansado” / Sem nenhum opcional

Quanto custa manter uma?
Pastilha dianteira: R$ 94,76
Lona traseira: R$ 93,28
Pisca dianteiro esquerdo: R$ 31,19
Manete esquerdo: R$ 18,26
Retrovisor esquerdo: R$ 25,00
Conjunto óptico: R$ 128,54
Troca de óleo: R$ 24,50
Garantia: 1 ano

Honda Biz 125 ES – R$7.050,00
Baseada numa receita antiga, a de uma embreagem centrífuga que dispensa o manete para ser acionada e que foi criada há mais de 50 anos pela Honda para a Super Cub, a Biz 125 conta com esse sistema que proporciona diversas comodidades ao piloto. A começar pela facilidade de pilotagem, já que não precisa controlar a embreagem nas saídas e trocas de marcha. A versão de 125 cc, mais refinada que o modelo base de 100cc, conta com motor flex de 124,9 cm³, quatro tempos, arrefecido a ar, que gera potência máxima de 9,1 cv a 7.500 rpm e torque de 1,01 kgfm a 3.500 rpm, com ambos os combustíveis. Mesmo mais potente, ela mantém a economia da família Biz e roda cerca de 42 km/l (etanol) e 50 km/l (gasolina) em trechos urbanos.

Prós e contras
+ Motor Flex / Facilidade de pilotagem
- Preço elevado para a categoria/ Bocal de abastecimento sob o banco

Quanto custa manter uma?
Pastilha dianteira: R$ 120,00
Lona traseira: R$ 45,00
Pisca dianteiro esquerdo: R$ 130,00
Manete esquerdo: R$ 20,00
Retrovisor esquerdo: R$ 42,00
Conjunto óptico: R$ 200,00
Troca de óleo: R$ 21,00
Garantia: 3 anos

Suzuki GSR 150i - R$ 7.150
A GSR150i é fabricada na China e montada no Polo Industrial de Manaus (PIM) pela J.Toledo Suzuki Motos. O modelo trouxe um novo motor de 150 cm³ com injeção eletrônica de combustível. Essa “Suzukinha” pode ser uma opção também para os fins de semana em função de detalhes como suspensão traseira com reservatório a gás, suporte do bagageiro em alumínio e tampa do cabeçote cromada elevam o status do modelo. Ela 12 cv de potência máxima e ainda tem câmbio de seis marchas – único entre as 150cc – o que melhora seu consumo e desempenho na estrada. A boa notícia é que a GSR 150i está com preço promocional de R$ 5.690 por tempo limitado.

Prós e contras
+ Motor injetado / Câmbio de seis marchas
- Visual igual à antiga Yes / Desempenho comedido para uma 150cc

Quanto custa manter uma?
Pastilha dianteira: R$ 50,00
Lona traseira: R$ 60,00
Pisca dianteiro esquerdo: R$ 50,00
Manete esquerdo: R$ 70,00
Retrovisor esquerdo: R$ 70,00
Conjunto óptico: R$ 90 + 80 + 60
Troca de óleo: R$ 60
Garantia: 1 ano

Honda CG 150 Titan ESD – R$ 8.113,00
Para aumentar a segurança e a comodidade do motociclista, a Honda equipou sua campeã de vendas, a Honda CG 150 Titan, com o sistema de freios combinados. Ambas as versões da motocicleta sairão equipadas como o “Combi Brake” de fábrica. O sistema promete ajudar especialmente usuários sem muita experiência de pilotagem. Ele consiste no acionamento automático parcial do disco dianteiro quando só o traseiro é solicitado, prática ainda muito comum entre motociclistas brasileiros, especialmente os recém-saídos da moto-escola. Equipada com o mesmo motor da versão Fan, ou seja, um monocilíndrico de 149,2 cm³ de capacidade capaz de gerar 14,3 cavalos de potência máxima. Portanto, além de ser a motocicleta mais vendida da categoria, ela agora é a única que conta com o sistema CBS entre as motos de 150cc.

Prós e contras
+ Freios combinados / Acabamento superior
- Preço elevado / Todo mundo tem

Quanto custa manter uma?
Pastilha dianteira: R$ 92,00
Lona traseira: R$ 35,00
Pisca dianteiro esquerdo: R$ 35,00
Manete esquerdo: R$ 20,00
Retrovisor esquerdo: R$ 40,54
Conjunto óptico: R$ 101,42
Troca de óleo: R$ 32,00
Garantia: 3 anos

Yamaha Fazer YS 150 ED – R$ 8.690
No final de 2013, com a reestilização de sua maior rival no segmento street de até 150cc, a Yamaha foi obrigada a se mexer. Por isso, lançou uma moto totalmente nova, a Fazer YS 150. Apesar de ser uma motocicleta de 150 cc, sua aparência é de moto maior, com um apelo esportivo para atrair um público mais jovem. Assim como todo o projeto, o motor também é novo: SOHC monocilíndrico de 149 cm³, resfriado a ar e com sistema bicombustível. Segundo a Yamaha, a Fazer produz 12,2 cv de potência a 7.500 rpm, e 1,28 kgfm de torque a 5.500 giros, tanto abastecida com etanol quanto com gasolina. Disponível em duas versões, ED e SED, a diferença entre os modelos está mais ligada ao apelo visual, já que a topo de linha oferece cavalete central, lentes brancas nos piscas, capa antiderrapante no banco, molas com pintura na cor vermelha, grafismos diferenciados e cores exclusivas.

Prós e contras
+ Visual moderno / Motor injetado novo
- Falta de torque no motor

Quanto custa manter uma?
Pastilha dianteira: R$ 94,73
Lona traseira: R$ 93,28
Pisca dianteiro esquerdo: R$ 31,19
Manete esquerdo: R$ 18,26
Retrovisor esquerdo: R$ 25,00
Conjunto óptico: R$ 178,34
Troca de óleo: R$ 54,40
Garantia: 1 ano

Yamaha XTZ 125 X – R$ 8.960
As diferenças da XTZ 125X para o modelo convencional da trail são tão sutis e ao mesmo tempo tão marcantes quanto a presença da letra “X” na nomenclatura. Orientada para o asfalto, essa versão dispensa trechos de terra em nome do estilo. Última remanescente entre as supermotards de baixa cilindrada à venda no Brasil, a XTZ 125X mostra bastante desenvoltura em deslocamentos urbanos para quem quiser unir o melhor de dois mundos: as suspensões de longo curso com pneus street. No mais, o visual das motos é o mesmo. Assim como o propulsor monocilíndrico de 123,7 cm³. Para garantir que outros itens não interfiram na escolha do comprador, a pequena motard também traz partida elétrica e freio a disco dianteiro.

Prós e contras
- Estilo supermotard / agilidade na cidade
- Desempenho / Motor carburado

Quanto custa manter uma?
Pastilha dianteira: R$ 167,30
Pastilha traseira: R$ 97,66
Pisca dianteiro esquerdo: R$ 31,19
Manete esquerdo: R$ 22,50
Retrovisor esquerdo: R$ 25,00
Conjunto óptico: R$ 140,52
Troca de óleo: R$ 24,50
Garantia: 1 ano

Traxx Fly 250 – R$ 8.990
Como diferenciais, a moto de origem chinesa e fabricada em Manaus (AM) traz suspensão invertida na dianteira, freios a disco em ambas as rodas, lanterna e piscas de LED e o lampejador do farol alto. Com motor quatro tempos de 223cc, alimentado por injeção eletrônica e com comando único no cabeçote (OHC), gera potência máxima de 16 cv a 7.000 rpm, um número baixo para a capacidade cúbica do motor e que o deixa no mesmo patamar das motos de 150/160cc das concorrentes. Seu torque máximo de 1,7 kgfm chega a 6.000 giros. De cara, o design da Fly 250 lembra muito o da aposentada Honda NXR 150 Bros. Principalmente pela forma e fixação das aletas laterais, desenho do assento, bocal do tanque de combustível e também a adoção do pneu dianteiro de 19 polegadas, que confere maior agilidade no trânsito urbano.

Prós e contras
+ Suspensão / Porte de 250cc
- Motor de baixo desempenho / “Clone” da Bros

Quanto custa manter uma?
pastilha dianteira: R$ 55
Pastilha traseira: R$ 49
pisca dianteiro esquerdo: R$ 64 (Led)
manete esquerdo: R$ 19,50
retrovisor esquerdo: R$ 27
conjunto óptico: R$ 184
troca de óleo: R$ 40
garantia: 1 ano

Honda PCX – R$ 9.015,00
Scooters são veículos práticos por natureza. Fácil de pilotar, câmbio automático, espaço de armazenagem sob o banco e baixo consumo de combustível são princípios fundamentais em sua concepção. O Honda PCX não é diferente. Porém, traz algo a mais como o sistema “Idiling Stop”, que desliga o motor em paradas mais longas (acima de 3 segundos) e o religa em uma fração de segundo assim que o piloto volta a acelerar. Com motor monocilíndrico de exatos 153 cm³, com arrefecimento líquido, produz 13,6 cv a 8.500 rpm. E isso sem comprometer a capacidade de carga (25 l) sob o banco, pois o radiador está localizado junto ao motor. No fim das contas, o Honda PCX traz um pouco mais de fôlego que a concorrência e rodas de aro 14, que trazem maior segurança e confiança para quem busca um scooter para usar na cidade, mas precisa rodar em estradas vicinais ou até mesmo rodovias.

Prós e contras
+ Sistema Idling Stop / Rodas aro 14
- Ergonomia para os mais altos / Parabrisa baixo

Quanto custa manter uma?
Pastilha dianteira: R$ 93,00
Lona traseira: R$ 83,00
Pisca dianteiro esquerdo: R$ 576,00
Manete esquerdo: R$ 27,00
Retrovisor esquerdo: R$ 34,00
Conjunto óptico: R$ 576,00
Troca de óleo: R$ 34,00
Garantia: 3 anos

Yamaha XTZ Crosser 150 – R$ 9.350
Apresentada em janeiro de 2014, a Yamaha XTZ Crosser 150 chegou para abalar o segmento das on/off road de até 150cc. Primeiro por conta de seu design moderno e agressivo, que a deixa com uma cara de moto maior. Banco largo, paralama superior dianteiro (no estilo bico de pato) e o bom acabamento ajudam a reforçar a impressão de que ela é mais que uma 150. A moto é baixa (o banco a 836 mm do solo), característica que agrada bastante aos pilotos iniciantes e ao público feminino. Quadro e suspensões mostram-se bem "casados". O guidão largo e o pneu dianteiro de 19 polegadas completam o conjunto. O painel é completo e de fácil leitura. Os comandos são fáceis de operar. A Crosser 150 chegou para brigar com as demais concorrentes e no quesito estilo, ganha de lavada, porém seu modelo base tem freio a tambor na dianteira.

Prós e contras
+ Estilo moderno / motor novo
- Freio a tambor na versão E

Quanto custa manter uma?
Pastilha dianteira: R$ 78,83
Pastilha traseira: R$ 93,28
Pisca dianteiro esquerdo: R$ 46,87
Manete esquerdo: R$ 18,26
Retrovisor esquerdo: R$ 25,00
Conjunto óptico: R$ 117,10
Troca de óleo: R$ 54,40
Garantia: 1 ano

Honda NXR 160 Bros ESD –R$ 9.811,00
Há buracos na sua rua? Você pega estrada de terra? Curte a natureza? Se você respondeu sim a uma das três perguntas a Honda NXR 160 Bros pode ser uma boa opção. A moto tem vocação para o fora de estrada, como evidencia seu para-lama dianteiro elevado e as linhas da carenagem, típicas de modelos que encaram a terra. Equipada com um novo motor flex, de 162,7 cm³, a Honda oferece mais potência. São 14,7 cv (a 8.500 giros) contra os 12,7 cv (a 7.500 giros) da Yamaha. Outro a fator é o torque máximo: 1,6 kgf.m a 5.500 giros. Conduzida em um ritmo moderado a 90 km/h na estrada, a Bros rodou 46 km/litro de gasolina. Mas na cidade a média foi de 35 km/litro. A Bros tem guidão largo e proporciona uma posição relaxada dos braços. A suspensão macia também ajuda na sensação de conforto, enquanto absorve as irregularidades do solo de forma satisfatória.

Prós e contras
+ Motor bicombustível / Facilidade de pilotagem
- Preço elevado / Bocal de abastecimento antiquado

Quanto custa manter uma?
Pastilha dianteira R$ 115,00
Pastilha Traseira R$ 75,00
Pisca esquerdo R$ 32,00
Manete esquerdo R$ 23,00
Retrovisor esquerdo R$ 48,00
Conjunto óptico R$ 300,00
Troca de óleo R$ 23,80
Garantia 3 anos

Dafra Cityclass 200 – R$ 9.990
O novo scooter da Dafra traz como destaques o visual arrojado, rodas grandes (aro 16’’), assoalho plano e sistema de freios combinados. Além disso, o novo scooter urbano da Dafra tem gadgets como a tomada USB para carregar um smartphone, que confere uma aura de modernidade ao produto. Quem olha o scooter pode achar que tem um motor maior devido ao seu porte. Mas, o que há abaixo da carenagem é um monocilíndrico de 199,1 cm³ com refrigeração a ar. Alimentado por injeção eletrônica, duas válvulas e comando simples no cabeçote, sua potência máxima é de 13,8 cv ao atingir 7.500 rpm enquanto o torque máximo de 1,4 Kgf.m chega nos 6.000 giros. É equipado com câmbio CVT, ou seja, é só acelerar. Não é preciso trocar marchas como em uma moto. A capacidade do tanque é de seis litros de gasolina e seu consumo médio foi de 25 Km/l.

Prós e contras
+ Visual diferenciado / Rodas aro 16
- Preço elevado / Encaixe de algumas peças plásticas

Quanto custa manter um?
Pastilha dianteira: R$ 60
Pastilha traseira: R$ 60
Manete esquerdo: R$ 35
Retrovisor esquerdo: R$ 145
Conjunto óptico: R$ 295
Troca de óleo: R$ 33
Garantia: 1 ano

Foto: Divulgação

Discovery Turbo apresenta os Demônios do Asfalto

A partir de sexta-feira, dia 19 de junho, às 22h, o canal de TV por assinatura Discovery Turbo passa a exibir o reality show Demônios do Asfalto (The Devil’s Ride), nova série que promete colocar o telespectador no centro da cena cultural alternativa criada pelos clubes de motociclistas dos Estados Unidos.

Em episódios com uma hora de duração, a série acompanha os membros do Laffing Devils, um dos clubes que mais crescem nos Estados Unidos. As câmeras registram a rotina regida por um código de conduta muito peculiar, das reuniões onde a alta cúpula delibera sobre o grupo aos testes aos quais os novatos são submetidos antes de serem aceitos, nada escapa às lentes.

Gipsy é o homem que fundou o Laffing Devils há cinco anos, em San Diego, Califórnia – inspirado na estrutura militar da qual fez parte por mais de uma década, ele criou o grupo unido pela disciplina, paixão por motocicletas e lealdade. A partir do momento em que passam a integrar a fraternidade, eles defendem uns aos outros e se identificam por coletes personalizados com o logotipo do grupo e a palavra “nômade”.

A hierarquia é rígida, a começar pelo processo seletivo – para vestir o colete, o aspirante precisa merecê-lo e conquistar o respeito do grupo. Depois de aceitos, os novatos passam a fazer parte de uma família, com todas as benesses e problemas que isso significa, da ajuda nos momentos difíceis ao embate de egos e pavios curtíssimos.

O territorialismo define a grande maioria dos clubes de motociclistas, que “dominam” cidades e estados inteiros, mas não se aplica aos Laffing Devils, autointitulados “nômades” – isso às vezes funciona como vantagem, outras traz inconvenientes e perigos: a presença de um Laffing Devil no território alheio quase sempre é vista como uma invasão, o que aflora a rivalidade e desencadeia sérios conflitos, resolvidos à maneira própria dos motociclistas.

Os membros do Laffing Devils também ostentam a fama de encrenqueiros – os coletes dos clubes de motociclistas parecem funcionar como um chamariz para brigas e confusão. Onde eles estão, a polícia fica a postos.

No episódio que inaugura a série, três membros recém-incorporados aos grupo saem para se divertir – segundo Gipsy não há problema nenhum nisso, “desde que não tragam atenção negativa para o grupo”.

Mas Gipsy sabe que a turma do sangue novo tende ao exagero, inebriada pelo orgulho e empolgação de vestir o colete dos Laffing Devils. Se algum dos membros faz algo estúpido, ele carrega o clube inteiro com ele.

Em outro ponto da cidade, as esposas da alta cúpula se reúnem para um jantar entre amigas. Charles, um aspirante, fica a cargo da segurança das mulheres e se irrita com um fotografo à espreita na calçada do restaurante. Basta pouco para que os homens e as mulheres dos Laffing Devils demonstrem a própria reputação.

SERVIÇO
Demônios do Asfalto (Devil’s Ride)
Estreia: sexta-feira, 19 de junho, às 22h
Classificação Indicativa: 14 anos

(Fonte: Equipe MOTO.com.br) - 07/06/2015
Como evitar o furto de sua moto de forma eficiente e barata

Existe no mercado um dispositivo muito prático e eficiente para proteger a moto contra o furto, trata-se de uma trava de coroa que é facilmente instalada na moto e que é acionada com um simples aperto, sem necessidade de chave, que só é utilizada para destravar.

Ao acionar a trava, um pino se desloca e se posiciona dentro do rasgo da coroa, enquanto não for destravado (recolhido) torna impossível girar a roda, portanto não haverá movimento da motocicleta.

O fabricante avisa que há um inconveniente, em caso de ter sido acionado o travamento, e por algum motivo você perder a chave ou ter deixado a reserva em casa. Lamentavelmente será preciso chamar um guincho ou um mecânico para desmontar a roda traseira de sua motocicleta e remontá-la, pois não terá como locomover a moto.

Com baixo custo de instalação que poderá ser feita pelo próprio motociclista, esta trava encontra-se à venda nas principais revendas de moto e também em motopeças. A fábrica disponibiliza o 0800-400-6155 para maiores informações de onde encontrar a trava TRAVANJO / ID ITALY.

As travas que existem no mercado, como as de disco de freio e de bengala, ocasionam graves acidentes, quando esquecidas de destravar, esta trava vem resolver este problema, pois quando esquecida de destravar a moto simplesmente não se desloca.

Fotos: Travanjo/ID Italy

(Fonte: Equipe MOTO.com.br) - 26/05/2015
Confira dicas importantes para viajar em grupo

Uma viagem em grupo pode ser feita por centenas de motivos como, por exemplo, rever os amigos nos eventos organizados por marcas como Harley-Davidson (H.O.G. Rally) e BMW (Motorrad Day). Pode ser também grupos de motociclistas que se reúnem para um simples bate e volta ou até mesmo em longas expedições. Nesses eventos estão dois tipos de motociclistas: os estradeiros e os aventureiros. Os estradeiros, na sua maioria, usam motos de alta cilindrada que podem ser custom, naked ou até superesportivas. Aqui o que vale é rodar em boas estradas e curtir a paisagem. Já os aventureiros preferem as bigtrail, que podem enfrentar qualquer tipo de terreno e rodar até o extremo Sul das Américas.

Nos dois casos, companheirismo e a preocupação com o colega ao lado são fundamentais. Quanto mais homogêneo for o grupo, melhor. Assim, todos rodarão no mesmo ritmo, na mesma velocidade e com o mesmo objetivo: divertir-se.

Não importa o tamanho da moto ou tipo de estrada, rodar com outras motocicletas requer conhecimento, habilidade e respeito mútuo. Ficar atento aos horários combinados, chegar com a moto revisada e com o tanque cheio é o mínimo que se espera para começar uma viagem em grande estilo. Outro detalhe para minimizar dores de cabeça: a documentação da moto e a do condutor deve estar em dia.

Entrosamento
Reunir as pessoas antes da viagem e traçar a rota, paradas para abastecimento e, se for o caso, locais de hospedagem é uma forma saudável de entrosar o grupo. Outra definição importante é saber quem será o líder do grupo (responsável por ficar à frente e guiar o grupo) e quem deverá fechar o pelotão, aquele que fica por último. Ambos devem ser motociclistas experientes.

É importante que pelo menos um membro do grupo deva estar equipado com celular, kit de primeiros-socorros e kit completo de ferramentas para reparos emergenciais. Isso deixará o grupo preparado para lidar com imprevistos.

Seja qual for o nível dos pilotos o briefing inicial é muito importante. É a hora de expor os detalhes e o que fazer no caso de ocorrências “que certamente virão”. Outra função do briefing é transmitir confiança e mostrar ao grupo que o líder é capaz de resolver coisas simples ou mais complexas. Ele deve ser capaz de agir com lucides e firmeza. O problema pode ser uma pane elétrica numa moto nova. Cabe ao líder do grupo procurar solução e saber as condições para isso (tem concessionária próxima, é melhor por a moto na carreta e voltar ao Brasil etc). Ou seja, o ‘comandante da tropa’ deve estar preparado e manter a confiança do grupo em alta, assim o grupo acatará suas orientações.

Viaje em formação
Acompanhe a sinalização do líder (feita com o braço esquerdo ou sinal luminoso) e pilote sempre mantendo distância da moto que vai à frente. Rodando em posição alternada é possível ver o que acontece à frente e ter tempo e espaço suficiente para uma manobra evasiva ou frenagem de emergência sem comprometer a segurança dos outros motociclistas. Porém, quando se está em uma estrada com muitas curvas, baixa visibilidade, péssimas condições do asfalto e em pista simples, o ideal é rodar em fila indiana (única). Nunca fique lado a lado, pois além de passível de multa, se for necessária uma manobra de emergência pode haver acidentes.

Cuide de quem vai atrás do pelotão. Se seu colega sumir do retrovisor pode ser sinal de problemas ou que você está rápido demais. Por outro lado, se você ficar para trás e se distanciar do grupo, não entre em pânico. Com certeza na próxima parada o grupo estará lhe esperando. Por isso, não infrinja as leis ou vá além de suas habilidades de pilotagem para alcançar o grupo.

Para não haver esse tipo de problema as motos menores e os pilotos menos experientes podem seguir a frente, assim não existe o risco de ninguém ficar para trás. Principalmente em viagens noturnas quando é mais difícil a visualização.

Motos estradeiras
Como já foi abordado, roteirizar o percurso é fundamental. Ou seja, ter pré-definidos todos os pontos de parada (abastecimento e refeição). O levantamento pode ser feito por meio do Google ou GPS. “O indicado é fazer uma parada de cerca de 30 minutos a cada 200 quilômetros rodados. Será apenas para abastecer a moto, ir ao banheiro e fazer um lanche rápido. Uma refeição mais completa deverá ser feita apenas no destino final. Pilotar com a ‘barriga cheia’ dá sono”, explica Antônio Pimenta, motociclista há 30 anos e mecânico especializado em Harley. Junto com sua esposa, Ana Pimenta, da Let´s Ride, organizam passeios pela Europa e Estados Unidos.

Se uma moto apresentar um problema – falha mecânica, pneu furado etc – apenas o motociclista que está vindo atrás (ou aquele escolhido para isso) deve parar para ajudar. “Nunca pare no acostamento. Tente chegar a uma área de escape ou posto de gasolina. Em caso de problemas médicos ou socorro mecânico o indicado é o buscar ajuda com o auxílio do celular”, adverte Pimenta, da PHD Pimenta, loja-oficina da zona Norte de São Paulo.

Aventureiros
O experiente piloto de off-road João Tagino, 46 anos, já participou de diversas provas de rali, como o Sertões e o Dakar. Em janeiro de 2012 fez uma viagem em grupo com vários amigos e se apaixonou pela atividade de “guia”. Como mora na região Norte, próximo ao Peru, Tagino passou a organizar tours com destino a Machu Picchu e outros destinos da América do Sul, como a Estrada da Morte, na Bolívia. Hoje tem uma empresa, Tagino Adventure, que já percorreu 13 países e se especializou nesse tipo de expedição sobre duas rodas.

A média de integrantes é de dez cerca de dez motociclistas por grupo, porém tudo depende do nível de pilotagem e entrosamento entre eles. “Já tive grupos com cinco motos que poderia dar mais dor de cabeça do que um grupo 15 com gente mais experiente e atenta”, comenta Tagino.

Erros mais comuns
Segundo Tagino, não existe um erro comum e sim uma sucessão de pequenos equívocos. Por exemplo, viajar com a moto repleta de bagagem é o início de problemas futuros. Os pneus deverão estar com a pressão mais alta e terão menor aderência aumentando a chance de quedas. O mais importante é ter uma moto sempre ágil e leve.

Outra questão importante para os grupos que viajarão fora do Brasil é a atenção à documentação e às normas de outros países, pois muitas vezes as pessoas se empolgam que estão em grupo e acham que podem fazer o que quiserem. O que para um policial brasileiro é aceitável em algum país do exterior é um desacato. Seja no Peru ou Estados Unidos. Agora é reunir a “galera” e boa viagem!



(Fonte: Aldo Tizzani - Agência Infomoto) - 26/05/2015
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O Portal da General Osório foi lançado em 01 de janeiro de 2002, tendo como objetivo principal a divulgação de empresas e produtos comercializados na região da rua General Osório (boca das motos) no centro da cidade de São Paulo, focando-se principalmente em produtos voltados para a área de Motociclismo.