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Supermotard elétrica da KTM é lançada na Europa

Nesta semana, a KTM finalmente apresentou à imprensa européia sua supermoto elétrica, mostrada pela primeira vez no Salão de Colônia de 2014. A E-SM é a terceira integrante da família Freeride E, que já conta com uma moto de cross, a E-SX, e uma trail, a E-XC, todas elétricas. A supermotard E-SM tem o mesmo motor elétrico de 21 cv, alimentado por baterias de íon-lítio, porém traz rodas de 17 polegadas calçadas com pneus esportivos Pirelli Diablo Rosso.

Na parte ciclística, um quadro de alumínio com suspensões da grife WP. De acordo com a marca, o desempenho do modelo equivale a uma moto de 250cc com motor a combustão interna. A E-SM traz três mapas de utilização que equilibra o desempenho e a autonomia da bateria. Na Europa, o modelo poderá ser emplacado e conduzido por motociclistas recém-habilitados. O preço sugerido é de 11.595 Euros (cerca de R$ 40.000), o valor mais alto entre os três modelos da família Freeride E.

Fotos: KTM/Divulgação

(Fonte: Agência Infomoto) - 17/05/2015
Teste: Harley-Davidson Street Bob vai bem na estrada

A Harley-Davidson Street Bob é uma moto de atitude que não passa despercebida na multidão. Montada em Manaus (AM), esta H-D tem vocação urbana, porém o espírito estradeiro fica evidenciado pela adoção do motor V2 de 1600 cm³ que esbanja torque. Isso sem falar no estilo jovial, traduzido pelos acabamentos em preto fosco, uma característica da linha Dark Custom da marca. Fizemos uma viagem até o Rio de Janeiro e rodamos mais de 900 km com o novo modelo da linha 2015 entre São Paulo e as avenidas badaladas da orla carioca. Com preço a partir de R$ 44.400, a Street Bob foi uma grata surpresa pelo bom desempenho e ciclística, mas também pelo conforto proporcionado pela boa ergonomia do modelo.

A Street Bob não traz um grande aparato tecnológico, além do sistema de freios ABS. Mas mesmo antes mesmo de dar a partida, esta integrante da família Dyna chama a atenção. Seu estilo flutua entre o clássico dos anos 50, com uma “pegada” mais agressiva, evidenciada pelo preto brilhante e fosco no acabamento de algumas peças: garfo dianteiro, aros das rodas, console preto texturizado e powertrain escurecido com capas também texturizadas. Além, é claro, do corpo da moto, todo fosco.

Na parte estética mais três detalhes chamam a atenção, o emblema da Harley no tanque de combustível com um estilo mais clássico e, para contrastar, lanternas traseiras multifuncionais. Ou seja, a luz de freio e a lanterna estão integradas às luzes indicadoras de direção. Isso cria um visual minimalista e clean na parte traseira da moto.

Bela peça, o console central é decorado com uma textura preta e inclui chave de ignição integrada ao tanque, com luzes de advertência, velocímetro e computador de bordo com indicador de marcha/RPM, tacômetro, relógio, medidor de quilometragem e diagnóstico do motor. As informações são alternadas por um botão no punho esquerdo e exibidas em uma pequena tela digital abaixo do velocímetro.

Conforto

Já nos primeiros metros, a moto se mostrou confortável. A posição de pilotagem está de acordo com a proposta da moto: o guidão alto, no melhor estilo “Ape-Hanger” sem exageros, oferece posição ergonômica, já que os braços ficam praticamente retos. Os membros inferiores – coxas e pernas – formam um ângulo de 90º graus. Apesar de a moto não contar com pedaleiras plataforma, a posição não cansa o piloto. O assento único, aparentemente desconfortável e com pouca espuma, se encaixa ao motociclista, que pode ficar um bom tempo pilotando a Street Bob na estrada. Além disso, esta Harley pode ser ideal para os pilotos de baixa estatura. Já que a altura do assento é de apenas 675 mm.

Motor

Seguindo os padrões estéticos da Street Bob, o motor Twin Cam 96, de dois cilindros em “V”, refrigerado a ar tem 1.585 cm³ de capacidade cúbica. Alimentado por injeção eletrônica de combustível (ESPFI), oferece respostas rápidas, sem ‘engasgar’. Mas o grande diferencial é seu torque: 11,9 kgf.m a 3.250 rpm. Força suficiente para ‘empurrar’ 304 quilos em ordem de marcha sem esforço.

Seja para largar nas frentes dos carros, ultrapassagens ou retomadas, a força do motor é brutal. Basta girar o acelerador com vontade. Ao mesmo tempo, o V2 trabalha dócil na estrada. Por exemplo: a 2700 rpm, sexta marcha engatada e sem forçar, a moto está a uma velocidade constante de 120 Km/h. O consumo médio nesta viagem foi de 19 km/l. Como a Dyna Street Bob tem capacidade para 17,8 litros de gasolina e possível rodar cerca de 300 quilômetros com um tanque.

Outra característica deste motor, cuja arquitetura tem mais de 100 anos, é a entrega de potência de forma linear, sem sustos, apesar do torque elevado. Na unidade avaliada, a transmissão de seis velocidades oferecia engates precisos. Suaves, nem tanto. Mas, como dizem os saudosistas, isso é uma característica da HD.

Ciclística

Na parte ciclística, o mais tradicional possível: garfo telescópico e sistema bichoque, com ajuste na pré-carga da mola, compõem o conjunto de suspensões que, aliás, copiam com propriedade as ondulações do piso. É claro que os pneus largos - 100/90B19 (D) e 160/70B17 (T), produzidos pela francesa Michelin Scorcher, também ajudam nesta missão.

Para oferecer mais segurança e confiança para o motociclista, a Dyna Street Bob traz freios a disco nas duas rodas com ABS de série. Na dianteira, pinça flutuante com quatro pistões e, na traseira, flutuante com dois pistões. O conjunto não foi exigido ao extremo, mas quando acionado com mais vigor trabalhou como esperado.

Dirigibilidade

Na cidade, a moto desfilava no meio do caótico trânsito carioca, já que a cidade se transformou em um grande canteiro de obras visando os Jogos Olímpicos 2016. Assim, o modelo oferece certa agilidade entre os carros. O guidão mais alto e fechado não briga com os espelhos retrovisores dos automóveis. Realmente o torque impressiona em todas as faixas de rotação e ajuda na pilotagem em meio ao caos pré-olímpico.

Na estrada, a Street Bob lembra, de certa forma, o antigo Ford Landau. Carrão da década de 1970 que rodava com bastante desenvoltura na rodovia, com destaque para o conjunto de suspensão.

Moto para egoísta, a Street Bob conta com banco solo, assim o piloto terá que viajar com uma mochila nas costas ou instalar algum acessório para acomodar a bagagem. Mas isso também é uma característica da Harley. Ou seja, incentivar a personalização de moto. Para levar garupa é necessário instalar um banco inteiriço e um par de pedaleiras, com o custo aproximado de R$ 2.200.

Um bom item de série é o sistema de segurança, Smart Security System, que proporciona o bloqueio automático da motocicleta. Ele ativa e desativa a ignição e o alarme, conforme você se aproxima ou se afasta da moto. O controle pode ficar na jaqueta, no bolso da calça, mas nunca ao alcance dos “amigos do alheio”!

O preço da moto varia entre R$ 44.400 e R$ 46.050, dependendo do padrão de cores – Vivid Black (preta fosca), um tom ou dois tons de cores (preto, cereja ou azul) ou a chamativa Hard Candy Custom, com muitos flakes (prata, com muito brilho).

Ficha Técnica
Harley-Davidson Street Bob
Motor Dois cilindros em “V”
Arrefecimento Refrigerado a ar
Cilindrada 1.585 cm³
Diâmetro x curso 95,3 x 111,1 mm
Potência máxima n/d
Torque máximo 11,9 kgf.m a 3.250 rpm
Sistema de alimentação Injeção eletrônica de combustível (ESPFI)
Relação de compressão 9,2:1
Transmissão 6 velocidades
Sistema de partida Elétrica
Chassi Tipo Duplo berço
Suspensão dianteira Garfo telescópico com 127 mm de curso
Suspensão traseira Bichoque com 80 mm de curso
Freio dianteiro Disco simples 300 mm de diâmetro
Freio traseiro Disco simples, com 292 mm de diâmetro
Pneu dianteiro 100/90B19
Pneu traseiro 160/70B17
Comprimento x Largura x Altura 2.395 x 915 x 1240 (em mm)
Distância entre-eixos 1.630 mm
Distância mínima do solo 110 mm
Altura do assento 675 mm
Capacidade do tanque 17,8 litros
Peso 304 Kg (em ordem de marcha)
Preço a partir de R$ 44.400

(Fonte: Aldo Tizzani - Agência Infomoto) - 17/05/2015
Teste: Pega de Honda Bros 160 e Yamaha Crosser

Há buracos na sua rua? Você pega estrada de terra? Curte a natureza? Se você respondeu sim a uma das três perguntas já é um sério candidato a ter ou uma Honda NXR 160 Bros ou a Yamaha XTZ 150 Crosser. Para ajudar na decisão de qual vai para a sua garagem, confrontamos os dois modelos na cidade, na estrada e na concessionária, com os custos de aquisição e manutenção de cada uma.

Apesar de indicadas para o mesmo tipo de consumidor, cada modelo tem um DNA próprio. No caso da Bros, a vocação para o fora de estrada é marcante, como prova seu para-lama dianteiro elevado e as linhas da carenagem, típicas de modelos que encaram a terra. Já o modelo da Yamaha segue uma proposta mais urbana, denunciada pelo para-lama rente a roda. O design moderno, com linhas agressivas e até um pequeno “bico de pato”, está mais para uma funbike descolada.


Os painéis também refletem um pouco da personalidade de cada uma das motos. Quem pilota de forma esportiva e curte acompanhar o trabalho do motor nas trocas de marcha será feliz com a Crosser, por conta do enorme conta-giros. Já a Bros mostrou ser mais ligada às obrigações da vida e traz um prático relógio de horas.

Motores de um cilindro
A semelhança de motorização é grande já que ambas usam propulsores flex, de um cilindro, duas válvulas e arrefecidos a ar. Equipada com motor maior, de 162,7 cm³, a Honda oferece mais potência. São 14,7 cv (a 8.500 giros) contra os 12,7 cv (a 7.500 giros) da Yamaha. Na prática, a Yamaha exige mais aceleração para manter a velocidade.

Outro fator que conta a favor da Honda é o torque máximo de 1,6 kgf.m a 5.500 giros contra 1,26 kgf.m a 6.000 rpm da Yamaha. Esses números justificam a diferença de desempenho na estrada, principalmente em aclives, ao transportar garupa ou enfrentar vento contrário. Na cidade o melhor torque da Honda é percebido pelo menor número de troca de marchas (câmbio de cinco marchas, assim como a Yamaha), o que é um conforto a mais para o piloto.

As duas também apresentam baixo consumo. Conduzidas em um ritmo moderado (90 km/h) e abastecidas apenas com gasolina, a Bros cravou 46 km/litro enquanto a Crosser ficou nos 40 km/litro. Isso, na estrada. Já na cidade o consumo aumentou para 35 km/litro na Bros e 32 km/litro na Crosser.

No tanque da Bros, cabem 12 litros o que permite uma autonomia superior aos 400 quilômetros. O tanque da Crosser, embora um pouco maior, com 12,5 litros tem autonomia semelhante. Ao abastecer surge outra diferença que o piloto sentirá no dia-a-dia: a trail da Honda conta com uma bela tampa no padrão aeronáutico, mais segura e também mais prática para abrir usando luvas. Na Crosser a tampa é convencional.

Diferenças de ciclística
Na Yamaha a pegada é mais agressiva graças ao banco em dois níveis com generosa camada de espuma. A postura, com o corpo jogado a frente, também é mais radical, o que instiga o piloto a atacar as curvas de forma mais inclinada. Isso faz da Crosser também mais ágil do que sua rival em mudanças de direção, como as exigidas no trânsito.

A Bros, por sua vez, é mais comportada ao pilotar, graças ao guidão mais largo e à posição relaxada dos braços. A suspensão macia também ajuda na sensação de conforto, enquanto absorve as irregularidades do solo de forma satisfatória.

No quesito freios, a Honda leve grande vantagem por contar com discos nas duas rodas, sendo 240 mm de diâmetro na dianteira e 220 na traseira. A Yamaha usa apenas um de 230 mm de diâmetro na roda dianteira, enquanto a frenagem da roda traseira é feita por um tambor de 190 mm. Essa diferença é sensível na pilotagem das duas, principalmente no espaço de frenagem.

Manutenção e garantia
Todo piloto sabe a importância do ajuste da corrente, na Bros ele é mais moderno e de fácil regulagem, já na Crosser é um velho conhecido, pois é idêntico aos usados na DT 180 (aquela dos anos de 1980). Por outro lado, a Yamaha mostrou ser mais cuidadosa na proteção do amortecedor traseiro. O fabricante instalou uma capa protetora para evitar que os detritos do pneu atinjam o amortecedor.

Na concessionária, o comprador da Honda conta com três anos de garantia e um programa que inclui sete trocas de óleo grátis – condicionado a fidelização da revisão. Quem optar pela Crosser terá direito a garantia de um ano, mas pode contar com o plano de revisões programadas, com preços fechados até os 30 mil quilômetros.

Conclusão
A Honda Bros mostrou ser uma moto mais racional. Mais potente, permite viagens com mais conforto e segurança para ultrapassagens. É a indicada para quem mora em uma cidade e trabalha (ou estuda) em outra, por exemplo, principalmente se for usá-la em auto-estradas com trânsito mais rápido.

Por outro lado, a Crosser é uma moto que se sente mais à vontade na cidade. Mais baixa que a Bros e com visual mais ousado, o modelo é ótimo para quem gosta de trocar de marcha, além de serpentear entre os carros no trânsito conturbado com maior desenvoltura.

Peças e Serviços (preços médios em R$)

Honda Bros - Yamaha Crosser
Pastilha dianteira 115,00 - 100,00
Pastilha Traseira 75,00 - 90,00 (lona)
Pisca (esq.) 32,00 - 48,90
Manete (esq.) 23,00 - 19,00
Retrovisor (esq.) 48,00 - 23,00
Guidão 86,00 - 100,00
Troca de óleo 23,80 - 47,30 (2 litros, filtro e mão de obra)
Garantia 3 anos - 1 ano
Pneus
As duas motos usam rodas raiadas com as mesmas medidas de pneu, 110/90 – 17 na traseira e 90/90 – 19 na dianteira. A Yamaha optou pelo pneu Metzeler Tourance enquanto a Honda usa o Pirelli MT 60. Os preços também são diferentes. Enquanto o Pirelli custa R$ 243,00 (traseiro) e 195,00 (dianteiro), o dono da Crosser vai gastar menos na hora da troca: R$ 209,00 o traseiro e R$ 162,00 o dianteiro.

FICHA TÉCNICA

Honda NXR 160 Bros ESDD
Motor Monocilíndrico, OHC, 4 tempos, arrefecido a ar
Cilindrada 162,7 cm³
Potência máxima 14,5 cv a 8.500 rpm (gasolina) ou 14,7 cv a 8.500 rpm (álcool)
Torque máximo 1,46 kgf.m a 5.500 rpm (gasolina) ou 1,6 kgf.m a 5.500 rpm (álcool)
Alimentação Injeção Eletrônica PGM-FI (Programmed Fuel Injection)
Capacidade do tanque 12 litros
Câmbio Cinco velocidades
Transmissão final Corrente
Suspensão dianteira Garfo telescópico com 180 mm de curso
Suspensão traseira Monochoque com 125 mm de curso
Freio dianteiro Disco de 240 mm de diâmetro
Freio traseiro Disco de 220 mm de diâmetro
Chassi Berço semiduplo
Dimensões (C x L x A) 2.060 X 810 X 1.158 mm
Altura do assento 842 mm
Altura mínima do solo Não Disponível
Entre-eixos 1.356 mm
Peso seco 121 kg (versão ESDD)
Cores preto, vermelho e branco
Preço público sugerido R$ 10.127,00 (ESDD)

Yamaha XTZ 150 Crosser
Motor Arrefecimento a ar, SOHC, monocilíndrico, quatro tempos, 2 válvulas
Capacidade cúbica 149,3 cm³
Potência máxima (declarada) 12,2 cv a 7.500 rpm (gasolina) e 12,4 cv a 7.500 rpm (etanol)
Torque máximo (declarado) 1,28 kgf.m a 6.000 rpm (gasolina) e 1,29 kgf.m a 6.000 rpm (etanol)
Câmbio Cinco marchas
Transmissão final corrente
Alimentação Injeção eletrônica
Partida Elétrica
Quadro Berço semi-duplo em aço
Suspensão dianteira Garfos telescópicos com 180 mm de curso
Suspensão traseira Monoamortecida com link e 56,5 mm de curso
Freio dianteiro Disco simples de 230 mm de diâmetro (versão ED)
Freio traseiro Tambor mecânico de 130 mm de curso
Pneus 90/90-19 (diant.) / 110/90-17 (tras.)
Comprimento 2.050 mm
Largura 830 mm
Altura 1.140 mm
Distância entre-eixos 1.350 mm
Distância do solo 235 mm
Altura do assento 836 mm
Peso a seco 120 kg
Tanque 12 litros
Cores Branco, Cinza fosco e Laranja
Preço sugerido R$ 10.515,00 (versão ED)


(Fonte: Cícero Lima - Agência Infomoto) - 10/05/2015
Foto vaza e nova Yamaha MT-03 aparece na Indonésia

Graças ao TMCblog da Indonésia tivemos acesso nessa semana às primeiras fotos da Yamaha MT-25, versão naked da mini-esportiva YZF-R25 na Ásia – na Europa ela provavelmente será batizada de MT-03, assim com a esportiva é chamada de R3. Não há muita informação ainda sobre essa nova naked, além do motor de dois cilindros em linha com 321 cm³ de capacidade. O fato é que a moto está sendo lançada na Ásia e já é aguardada com anseio na Europa e nos EUA. Ela provavelmente virá ao Brasil, considerando o grande potencial de mercado que temos para uma MT-03 por aqui, assim como toda a família MT (Master of torque).

(Fonte: Equipe MOTO.com.br) - 10/05/2015
KTM 1290 Super Duke R chega ao Brasil por R$ 79 mil

Depois de ser apresentado como protótipo, o modelo lançado oficialmente em 2013 coroou a lendária gama de motos naked da KTM com uma máquina que redefiniu o termo Streetfighter. Um olhar para os dados de desempenho da 1290 Super Duke R e o design agressivo já é o suficiente para confirmar que essa máquina é a mais extrema Duke de todos os tempos. Desempenho imbatível do conjunto e muita versatilidade proporcionada pelos modos de pilotagem ajustáveis são marcas registradas, além do prazer na condução que pode ser pré-programado da pista de corrida direto para as ruas da cidade.

A KTM 1290 Super Duke R oferece alta tecnologia em um design agressivo com várias funcionalidades e esportividade extrema, proporcionando desempenho com segurança e prazer de condução. A Streetfighter 1290 Super Duke R vem equipada com poderoso motor dois cilindros em V a 75°, de 1.301 cm³, DOHC, com potência de 132 kW (180 cavalos) a 8.870 rpm e torque de 14,4 kgfm a 6.500 rpm. O câmbio é de seis velocidades.

A máquina austríaca tem sua construção em quadro de treliça de aço cromo-molibdênio com pintura eletrostática. O guidão é de alumínio e o painel de instrumentos traz tela de LCD com todas as informações de funções e configurações eletrônicas. A KTM 1290 Super Duke R dispõe ainda de modernas suspensões WP multiajustáveis e sistema de freios ABS (antitravamento) de última geração, além de sistema de modos de pilotagem e controle de tração com sensor do ângulo de inclinação MTC (Motorcycle Traction Control). O tanque é para até 18 litros e o peso seco anunciado é de 189 kg.

(Fonte: Equipe MOTO.com.br) - 03/05/2015
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